Para o ano eleitoral de 2026, renovamos todos os participantes e aumentamos o número de grupos focais contínuos no WhatsApp de 5 para 6. Substituímos o antigo grupo de flutuantes por dois grupos de indecisos: conversadores e progressistas. Na maioria das eleições os indecisos desempenham um papel fundamental, pois têm maior probabilidade de mudar de opinião, decidindo assim o resultado.
O projeto conta com um total de 50 participantes, divididos em grupos com as seguintes características específicas:
BC – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, pretendem votar em Flávio Bolsonaro em 2026, desaprovam o atual governo e aprovam os atos de 8/1.
BM – Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, desaprovam o atual governo e desaprovam os atos de 8/1.
IC – Indecisos Conservadores: votaram em Bolsonaro ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à direita na escala ideológica.
IP – Indecisos Progressistas: votaram em Lula ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à esquerda na escala ideológica.
LD – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno de 2022, reprovam a atual gestão, mas ainda assim pretendem votar em Lula em 2026.
LL – Lulistas: votaram em Lula no segundo turno de 2022, pretendem votar em Lula em 2026 e aprovam a atual gestão.
Evangélicos: grupo virtual formado pela agregação das falas dos participantes evangélicos dos demais grupos, com o objetivo de capturar tendências específicas desse contingente demográfico.
Todos os grupos foram montados de modo a combinar variáveis como sexo, idade, etnia, renda, escolaridade, região de moradia e religião em proporções similares às da população brasileira.
Nossa metodologia permite que os participantes respondam aos temas colocados no tempo que lhes for mais conveniente, liberdade essa inexistente nos grupos focais tradicionais, que são presos à sincronia do roteiro de temas e questões colocados pelo mediador. O instrumento de pesquisa, assim, se acomoda às circunstâncias e comodidades da vida de cada um, reduz a artificialidade do processo de coleta de dados e, portanto, gera resultados mais próximos das interações reais que os participantes têm no seu cotidiano.
É importante salientar que os resultados apresentados são provenientes de metodologia qualitativa, que tem por objetivo avaliar narrativas, argumentos e opiniões. Mesmo quando quantificados, tais resultados não devem ser entendidos como dotados de validade estatística, mas como dado indicial.
O sigilo dos dados pessoais dos participantes é total e garantido, assim como sua anuência prévia com a divulgação dos resultados da pesquisa, desde que respeitado esse anonimato.
Na semana de 6 a 13/4/26, os seis grupos discutiram questões candentes do debate público. No total, foram coletadas e analisadas 153 interações, totalizando 7.989 palavras.
| Bolsonaristas Convictos (BC) | Bolsonaristas Moderados (BM) | Indecisos Conservadores (IC) | Indecisos Progressistas (IP) | Lulodescontentes (LD) | Lulistas (LL) | Evangélicos | |
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| Defesa do PIX | Predominou a defesa do Pix como ferramenta prática e indispensável, com reconhecimento pontual de que Lula acertou ao mantê-lo e não ceder às pressões externas. | Houve concordância momentânea com Lula e apoio unânime ao Pix, visto como funcional, acompanhado de rejeição à interferência externa. | O grupo valorizou o Pix por seus benefícios diretos e apoiou sua manutenção como medida de interesse nacional. A posição de Lula foi validada nesse ponto. | Predominou a defesa do Pix como política bem-sucedida. Houve críticas aos EUA e o apoio a Lula apareceu de forma recorrente. | As falas combinaram apoio ao Pix com validação do posicionamento de Lula. A defesa do sistema foi articulada à ideia de soberania e proteção dos interesses nacionais. | Houve forte convergência em torno da defesa do Pix e apoio enfático a Lula, interpretado como protetor da soberania brasileira. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
| Refinanciamento de Dívidas | Predominou uma leitura cética, que interpretou a proposta como estratégia eleitoral e ineficaz a longo prazo. Também apareceu a ideia de que o programa não enfrentaria as causas estruturais do endividamento. | Houve apoio cauteloso, com reconhecimento do potencial de ajuda imediata às famílias, condicionado à execução prática. Também emergiu preocupação com a efetividade real dos descontos. | A proposta foi vista como positiva em teoria, mas insuficiente para resolver o problema estrutural das dívidas. Predominou forte ceticismo quanto à viabilidade política, implementação do projeto e à aceitação pelos bancos. | O projeto foi percebido como uma iniciativa positiva, porém sua aceitação esteve condicionada à sua real implementação, com expectativas para que a promessa fosse concretizada. | A proposta foi considerada válida e bem-intencionada, com potencial de ajudar no curto prazo e aquecer a economia. Apareceu a ideia de que, sem mudanças estruturais, o impacto seria limitado. | Predominou uma avaliação positiva e otimista, vendo o projeto como capaz de reduzir a inadimplência e estimular a economia. Alguns pediram por projetos extras de educação financeira. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
| Subsídio do Diesel | Rejeitaram a medida, vista como um “remendo” que não resolve problemas estruturais e ainda gera custos futuros. Predominou a ideia de má gestão e de que o subsídio acabará sendo pago pela própria população. | Avaliaram a medida como potencialmente útil no curto prazo, mas com forte cautela. O apoio apareceu condicionado à efetividade do repasse ao consumidor e à desconfiança sobre seu uso político e seus resultados reais. | Houve reconhecimento da relevância da medida, especialmente diante do impacto direto do aumento dos combustíveis no cotidiano e no custo de vida mais amplo. Predominou a percepção de que o subsídio não resolve o problema a longo prazo. | Viram a medida como necessária e positiva no curto prazo, especialmente para aliviar o custo de vida. Ainda assim, apontaram que é paliativa e depende de fiscalização para realmente beneficiar o consumidor. | Demonstraram apoio moderado, reconhecendo a importância da iniciativa, mas com dúvidas sobre sua efetividade e duração. A avaliação ficou condicionada ao repasse real dos benefícios e ao impacto ao longo do tempo. | Defenderam a medida de forma consistente, entendendo-a como necessária para conter a inflação e proteger o consumidor. Muitos reforçaram a importância do papel do Estado no setor. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
Nos seis grupos houve uma forte convergência na valorização do Pix, ancorada sobretudo em sua funcionalidade prática e impacto direto no cotidiano, especialmente para atividades de trabalho e consumo. Predominou uma leitura objetiva do instrumento, centrada em sua eficiência, gratuidade e ampla adesão social, o que levou a uma rejeição clara a qualquer possibilidade de alteração. A crítica dos Estados Unidos foi interpretada majoritariamente como motivada por interesses econômicos, sem legitimidade para interferir na realidade brasileira. Nesse contexto, a posição de Lula foi amplamente validada, mesmo nos grupos que o rejeitam, sendo percebida como coerente com a defesa de um sistema que já demonstrou resultados positivos concretos para a população.
"Não acompanhei essa notícia. O pix é um sucesso, pois facilita a vida de todo mundo, cortando taxas abusivas, entre outras vantagens. Então nisso eu dou minha razão para o presidente, pois o pix é uma inovação.. e oque importa é ser mantido e não ceder a interesses de fora que só beneficiariam as grandes empresas." (BC, 29 anos, analista de sistemas, PA)
"pra mim é bem simples isso aí o pix virou algo nosso já, faz parte do dia a dia… não dá pra ficar voltando atrás por pressão de fora a fala do lula achei bem direta mesmo, meio que falou o que a maioria pensa e sobre o trump, normal né… cada país puxa pro seu lado, mas a gente também tem que defender o nosso no fim das contas, não faz sentido abrir mão de algo que funciona tão bem aqui só pra agradar os outros." (BM, 29 anos, advogada, SP)
"Vi por alguma coluna sobre isso mas li por cima. Nesta estou com Lula , o pix é ótimo, chega de pagar taxa em tudo, o pix é prático e ágil, os americanos não pensam na gente, também só visam o lucro." (IC, 37 anos, professor, RJ)
"Independente de acompanhar ou não, não aprovo a saída do pix. Eu sou autônoma, comerciante e uso diariamente o pix. Facilita muito a vida de quem compra e de quem vende. Hoje em dia tá sendo mais usado que todas as outras formas de pagamento, acredito que tirar o pix vai gerar uma confusão enorme entre os comerciantes, acho muito difícil alguém aceitar isso. Feliz em saber que o Lula está de acordo em manter o pix, é muito útil pra todos e é usado o tempo todo." (IP, 37 anos, auxiliar de creche, RJ)
"Não é a primeira vez que o Trump faz criticas ao pix. Claro que o pagamento pela empresas americanas como visa e mastercard seriam melhores pros Estados Unidos. O Lula acertou em cheio em se posicionar contra o presidente americano." (LD, 48 anos, servidor público, PA)
"Acho a atitude de Lula mais que correta, Trump não tem que se intrometer em nenhum tipo de sistema financeiro de nenhum outro país, na realidade o que ele quer é sugar outros países pra encher (ainda mais) os bolsos ainda dos amigos dele" (LL, 27 anos, operador de telemarketing, BA)
Além da valorização prática do Pix, emergiu de forma consistente um segundo eixo de convergência relacionado à defesa da soberania nacional. A crítica internacional foi amplamente interpretada como expressão de interesses econômicos externos, o que gerou uma reação quase consensual de rejeição à ideia de interferência em decisões internas do país. Nesse contexto, a defesa do Pix passou a incorporar também a defesa da autonomia do Brasil em definir suas próprias políticas econômicas e tecnológicas. Ainda que com diferentes níveis de intensidade, os grupos convergiram na legitimação da resposta brasileira frente à pressão externa, reforçando a ideia de que interesses nacionais devem prevalecer sobre demandas internacionais. Enquanto alguns segmentos mobilizaram essa defesa de forma mais enfática e politizada (indecisos progressistas, lulodescontentes e lulistas), outros a expressaram de maneira mais pragmática, como uma consequência natural da proteção de um sistema que funciona (bolsonaristas convictos, bolsonaristas moderados e indecisos conservadores).
"Não vi a noticia, mas ainda bem que nisso o lula foi sensato. O pix virou algo importante na vida dos brasileiros, a praticidade em enviar e receber dinheiro sem pagar taxas e pegar filas e receber de forma instantanea é algo incrível. Entendo o lado do trump que está pensando no seu próprio pais e defendendo suas empresas e economias. Mas não podemos deixar de usar uma ferramenta tão inovadora e prática só porque não ta bom ta ele." (BC, 62 anos, cirurgião dentista, SP)
"""Nunca pensei que diria nisso, mas nessa eu tou com o Larápio! kkkk O Trump so quer defender as bandeiras dos cartões de crédito deles. O pix é nosso, é do Brasil. O governo Trump não pode mudar nada.. Ele so quer sempre a America Latina de joelhos para eles.""" (BC, 39 anos, auxiliar de vida escolar, SP)
"Vi algumas notícias sobre esse tema, penso que o Trump precisa entender que ele não tem nada que se meter com o Brasil, as empresas americanas estão tendo desvantagens? Cada um com seus problemas. A postura do Lula está certa, espero que a posição dele continue essa e ele não invente de taxar o pix..""" (IC, 25 anos, auxiliar administrativa, SP)
"Sobre o Lula, acho que ele tá certo nessa não faz sentido mudar algo que tá funcionando pro brasileiro só pq empresa de fora tá perdendo espaço. Cada país defendendo o seu lado, só que dessa vez o brasil acertou num sistema que realmente beneficia a sua população.""" (IP, 32 anos, técnico em logística, SP)
"Acho a atitude de Lula mais que correta, Trump não tem que se intrometer em nenhum tipo de sistema financeiro de nenhum outro país, na realidade o que ele quer é sugar outros países pra encher (ainda mais) os bolsos ainda dos amigos dele" (LL, 27 anos, operador de telemarketing, BA)
Entre os bolsonaristas convictos houve uma leitura predominantemente cética e desconfiada em relação ao projeto. Ainda que tenha havido um reconhecimento inicial de que a proposta poderia gerar algum alívio imediato para pessoas endividadas, esse ponto apareceu de forma secundária diante de uma interpretação mais ampla de que a medida estaria fortemente associada a interesses eleitorais. Predominou a percepção de que o timing da iniciativa não era casual, sendo interpretado como uma estratégia de curto prazo para ampliar apoio político, mais do que como uma política estruturante voltada à resolução do problema do endividamento das famílias.
Além disso, consolidou-se a ideia de que a proposta teria impacto limitado e temporário, sem enfrentar fatores mais amplos da economia, como juros elevados, renda estagnada e custo de vida, o que reforçou uma visão de que o problema tenderia a se reproduzir após um eventual alívio inicial.
"A ideia de unir as dívidas com descontos altos parece muito boa, mas com a eleição se aproximando, soa mais como uma estratégia política para ganhar popularidade rápida do que uma solução para a economia.. o foco deve estar mais em garantir votos do que em resolver o endividamento" (BC, 29 anos, analista de sistemas, PA)
"Mais uma ilusão que é imputada na nossa cabeça parece ser boa mais no fim não é. "Pode ajudar quem está no aperto, porém não é uma solução definitiva, o Brasil ainda é um dos países com os maiores juros, provavelmente é para chamar a atenção devido a eleição estar se aproximando realmente. Não há garantia que o banco vai oferecer o mesmo desconto a todos, provavelmente terá uma análise e alguns não vão receber boas condições para negociação, como já acontece atualmente." (BC, 48 anos, do lar, SP)
"Se atingir a todos com certeza. Mas na pratica isso não ajuda em nada. Tantos e tantos programas feitos para combater o endividamento e não adiantou em absolutamente nada, fizeram o Desenrola, um ano depois todos endividados e inadimplência recorde. Para acabar com as dívidas das famílias brasileira, os fatores são imensos, são empréstimos, cartão de crédito, cheque especial, financiamentos com juros, impostos altos e taxas, muitas outras situações e os salários estagnados não acompanha a inflação. A verdade é que o governo vai ferrar com o Brasil pra ganhar a eleição, nós iremos pagar o preço, quem ganhar terá que fazer cortes de gastos para colocar o Brasil de volta nós trilhos." (BC, 39 anos, auxiliar de vida escolar, SP)
Entre os bolsonaristas moderados, indecisos conservadores e indecisos progressitas houve uma aceitação da lógica do projeto, especialmente pela possibilidade de facilitar a organização das dívidas e reduzir juros, sendo percebido como um potencial alívio para famílias em situação de endividamento. Esses grupos demonstraram maior abertura para avaliar a medida em seus próprios termos, sem rejeição automática, reconhecendo que, diante do cenário de inadimplência crescente, iniciativas desse tipo poderiam ter impacto positivo.
Por outro lado, essa aceitação esteve condicionada a dúvidas relevantes sobre a implementação e a efetividade real da proposta. As falas indicaram uma preocupação recorrente com a execução prática, especialmente em relação à garantia de redução concreta dos valores e ao risco de a medida não passar de uma reorganização das dívidas sem benefícios substanciais. Assim, consolidou-se uma posição de apoio condicionado, em que a proposta foi vista como desejável em teoria, mas cercada de dúvidas quanto à sua execução, sustentabilidade e impactos reais no médio prazo.
"acho a ideia boa sim, principalmente pq muita gente tá sufocada com várias dívidas ao mesmo tempo 😕 juntar tudo numa só e ainda com juros menores pode dar um alívio grande no fim do mês mas também depende muito de como isso vai ser feito na prática né… se realmente tiver desconto e não virar só “trocar seis por meia dúzia”, aí vale a pena no geral, se facilitar a vida do povo e diminuir esses juros absurdos, já é um passo positivo..."" (BM, 29 anos, advogada, SP)
"Acho que pode ajudar sim quem está muito endividado, porque reduzir juros e juntar as dívidas facilita bastante. Mas tudo depende de como vai funcionar na prática. Se for acessível e realmente diminuir os valores, pode ser positivo."" (IC, 38 anos, coordenadora , SP)
"Acho essa proposta viavel pois o numero de inadimplentes no Brasil so vem aumentando, contudo as taxas tem que ser baixas realmente nao somente no papel, isso vai ajudar muitas pessoas."" (BM, 53 anos, eletrotécnico, RN)
"Eu acho que esse projeto não vai para frente. Os bancos não irão aceitar e nós sabemos que os bancos são lobistas enormes que influenciam o poder legislativo, executivo e judiciário. Eles não irão aceitar esse tipo de proposta. O banco nunca aceitará sair perdendo" (IC, 30 anos, educador museal, RJ)
"A ideia é boa na prática, pq muita gente tá sufocada com dívida, principalmente cartão com juros absurdo. Juntar tudo e reduzir juros pode dar um respiro real pra quem tá enrolado.. Ao mesmo tempo fico com pé atrás… pq isso resolve o agora, mas se não mexer nos juros altos e na educação financeira, a galera pode acabar se endividando dnv depois. Vejo como alívio imediato, mas não solução definitiva. ajuda, mas não resolve o problema na raiz."" (IP, 32 anos, técnico em logística, SP)
"Na verdade, pra mim é enxugar gelo toda essa proposta. O que irá adiantar reunir todas em uma só, se os descontos já existem pagando somente uma? É algo que não fará diferença, pois o que está alto é a inflação e a taxa Selic" (IP, 28 anos, vendedora, AL)
As opiniões dos lulodescontentes e lulistas revelaram uma avaliação amplamente favorável à proposta, marcada por otimismo em relação aos seus potenciais efeitos econômicos e sociais. De modo geral, o projeto foi percebido como uma iniciativa importante para reduzir a inadimplência e aliviar o endividamento das famílias, sendo associado à possibilidade de retomada do consumo e dinamização da economia. Predominou a ideia de que a redução de juros e a facilitação da renegociação poderiam permitir que um grande número de pessoas voltasse a ter condições de organizar suas finanças, o que reforçou uma leitura positiva da medida.
Ao mesmo tempo, os participantes fizeram algumas ponderações, sobretudo relacionadas à necessidade de verificar como o projeto seria implementado na prática. As falas indicaram que, apesar do entusiasmo inicial, havia uma expectativa de que a proposta precisaria ser bem estruturada e abrangente para alcançar diferentes perfis da população. Também emergiu, de forma pontual, a preocupação com a importância da educação financeira para evitar novos ciclos de endividamento.
"É um ótimo projeto, vai beneficiar muitas famílias, só que a margem para novas dívidas deveria ficar restrita. A maioria dos Brasileiros não tem educação financeira, a tendência é adquirir mais empréstimos com margem, e parte do salário livre, assim ao mesmo tempo que alivia o bolso abre brechas para novo endividamento."" (LD, 56 anos, assessora administrativa, RJ)
"Não sei os detalhes desse processo, mas acho q tem q ver bem como vai ser feito para que não venha prejudicar o país e gerar mais dívidas. Se de fato for algo que realmente venha ajudar, vai ser muito bom, só acho q o governo tem q vê bem como isso vai ser feito. Mas fico extremamente feliz pela iniciativa e pela preocupação em ajudar a população." (LD, 47 anos, professora, MT)
"Não conhecia, mas aparentemente é ótimo! Brasil tem as maiores taxas de juros do mundo e o rotativo do cartão de crédito então nem se fala, >400%, se for abrir pra negociações amigáveis mesmo será ótimo pra todos, menos pro banqueiros que abusam da população" (LL, 27 anos, operador de telemarketing, BA)
"Creio que seja um bom projeto, espero que ele seja aprovado. A lógica é simples e efetiva: Temos muitas pessoas superendividadas, querem pagar suas dívidas mas ficam impossibilitadas porque têm diferentes regras de financiamento, com essa nova regras tudo é unificado e ofertado uma parcela que caiba no financiamento do inadimplente. Não cheguei a ler o projeto, mas realmente espero que dentro dos requisitos para aderir seja aprender algo sobre educação financeira pois não adiante nada ter essa colher de chá e depois ou até durante o processo a pessoa se endividar mais ainda por não entender o que realmente significa essa ajuda." (LL, 28 anos, vendedora, PA)
As opiniões apresentadas pelos bolsonaristas convictos se estruturaram de forma bastante homogênea em torno de uma leitura crítica da medida, interpretada como uma solução superficial e de curto prazo para um problema estrutural. Predominou a percepção de que o subsídio não atacava as causas profundas da alta dos combustíveis, sendo visto como um “remendo” associado à falta de planejamento estratégico, especialmente no que diz respeito à capacidade de refino e à autonomia energética do país. Nesse sentido, a medida foi frequentemente associada à ideia de má gestão do governo, com ênfase na ausência de investimentos estruturais e na condução inadequada da política econômica.
Além disso, consolidou-se um eixo forte de desconfiança em relação aos efeitos concretos da política, tanto do ponto de vista fiscal quanto do impacto real sobre o consumidor. As falas indicaram a crença de que o custo do subsídio acabaria sendo transferido para a população, seja por meio de impostos, seja pela não efetivação do repasse dos descontos ao preço final.
"Mais uma vez um remendo para tentar esconder a falta de capacidade de gerenciar crises pois os combustíveis, em especial o diesel é essencial para o transporte de todo tipo de mercadoria, seja alimentos, insumos para o agro, a colheita, o plantio e o transporte da produção. Mesmo assim não houve investimento nas refinarias para aumentar a produção de diesel. O que fazem agora é um quebra galho que deixará mais um rombo enorme nas contas públicas e, ao contrário do que o governo diz, nós pagaremos a conta com mais e maiores impostos. Falta visão, falta planejamento estratégico em áreas essenciais e críticas. Sobra mau uso do dinheiro público. Agora, mais uma vez eu digo que para a destruição da economia que foi planejada e está em andamento, quanto pior melhor." (BC, 44 anos, do lar, MT)
"Essa história de subsídio é só pra maquiar o problema, porque no fim das contas esse dinheiro sai do nosso bolso de qualquer jeito. Pra mim, é um alívio temporário que não resolve nada e ainda interfere na economia do país" (BC, 29 anos, analista de sistemas, PA)
"Bem essa medida financeiramente falando vai maquear por pouco tempo pois vai se criar uma bomba relogio .pois os postos irão ter que passar alguma hora para o consumidor final senao ele vai falir. O governo podia reduzir os impostos mas ele nao larga o osso e ainda comprimi a todos .infelizmente por politicagem . Acaba demostrando uma situação ilusória. Se é isso ,ele esta perfeito .pq já deu pra fazer algo parecido na pandemia . E o governo teve exito . "A medida pode ser considerada positiva por tempo limitado, porque vai ajuda a conter o alto preços e proteger o consumidor. Mas apresenta limitações, como o alto custo para o governo, é uma solução temporária." (BC, 62 anos, cirurgião dentista, SP)
As percepções dos bolsonaristas moderados, indecisos conservadores e indecisos progressistas convergiram, em grande medida, em torno de uma leitura pragmática da medida, reconhecendo seu potencial de gerar alívio imediato diante da alta dos combustíveis e do custo de vida. Esses grupos demonstraram abertura para validar a iniciativa como uma resposta necessária ao contexto, especialmente por seu possível impacto direto no bolso do consumidor. No entanto, esse reconhecimento apareceu de forma condicionada, indicando que o apoio não era automático, mas dependia da efetividade da política e de seus resultados concretos no curto prazo.
Ao mesmo tempo, consolidou-se entre esses grupos um eixo consistente de cautela e desconfiança, especialmente em relação à capacidade de implementação e à sustentabilidade da medida. Predominou a percepção de que se trata de uma solução paliativa, com alcance limitado e incapaz de enfrentar os problemas estruturais do setor, além de dúvidas recorrentes sobre o repasse real dos benefícios ao consumidor final.
"A proposta até é válida e pode ajudar a segurar os preços no curto prazo, mas depende muito se as empresas vão repassar isso de verdade; no geral, o governo do Luiz Inácio Lula da Silva tentou amenizar a situação, mas não resolve o problema de fundo." (BM, 29 anos, advogada, SP)
"Boa tarde ...Acho que é uma boa iniciativa para tentar diminuir o preço dos combustíveis e ajudar a população. Mas o principal é garantir que esse desconto realmente chegue ao consumidor." (IC, 38 anos, coordenadora , SP)
"eu gostei dessa medida e espero que dê certo, porque estou sendo muito prejudicada com essa alta da gasolina. esse valor alto interfere até mesmo nas compras no mercado, porque muitos produtos chegam até as prateleiras por meio de caminhões - então será uma medida que diretamente beenficiará a locomoção dos brasileiros mas também auxiliará no valor das comidas compradas" (IC, 30 anos, educador museal, RJ)
"Essas medidas são como enxugar gelo, pois até se mostram efetivas no curto prazo, mas no longo o governo tá queimando o próprio caixa. O correto seria nós produzimos e termos a nossa própria tecnologia de refino e parar de depender de importações já que temos o material para fabricar." (IC, 30 anos, maquiadora, RJ)
"É algo necessário nesse momento conturbado, mas precisa ter muitos fiscais de olho se estão seguindo as regras e o preço está baixando realmente para o consumidor final. Se for seguido a regra, será ótimo para o país" (IP, 28 anos, vendedora, AL)
"Acho que vai ajudar momentaneamente, a ""curto prazo"" mesmo! Mas não será uma situação definitiva,pois essa medida irá diminuir somente parte do valor no bolso dos consumidores, porém se a guerra persistir e os preços continuarem subindo o governo não terá condições e nem controle em fiscalizar para manter essa medida." (IP, 29 anos, empreendedora, RJ)
As percepções dos lulistas e lulodescontentes convergiram em uma avaliação majoritariamente favorável à medida, entendida como uma resposta necessária diante do aumento dos combustíveis e de seus impactos no custo de vida. Em ambos os grupos, predominou a leitura de que o governo estava atuando para conter efeitos econômicos mais amplos, especialmente sobre a inflação e o consumo, o que conferiu legitimidade à iniciativa. A medida foi vista como uma ação concreta e relevante no curto prazo, capaz de gerar algum alívio imediato para a população.
Ao mesmo tempo, mesmo dentro desse campo mais favorável, emergiram nuances importantes. Enquanto os lulistas demonstraram uma adesão mais consistente, também associando o problema a fatores estruturais e defendendo maior protagonismo estatal, os lulodescontentes apresentaram uma postura mais cautelosa, condicionando sua avaliação à efetividade do repasse dos benefícios e à durabilidade da política.
"É uma boa medida, visto que os preços impactam em vários setores da economia e fazendo que de fato chegue ao bolso do consumidor, vai ser o ideal pq assim, veremos a diferença e que as coisas realmente estão acontecendo, não ficado apenas no papel" (LD, 47 anos, professora, MT)
"Bom dia, pessoal. Penso que essas medidas são demonstrações governamentais para enfrentar a alta de preços, que podem ter algum efeito momentâneo e de certo impacto na opinião pública. Porém, vejo que essas medidas não chegarão efetivamente aos consumidores a longo prazo e de maneira duradoura, devido a pouca ressonância que essas medidas terão na cadeia intermediária produtiva do setor, que não repassam na inteireza para a ponta do consuma, desconstruindo na sociedade o efeito positivo inicial." (LD, 29 anos, professora, RJ)
"acho que é importante pra combater o aumento dos combustíveis por conta da guerra contra o Irã, e pra manter a inflação baixa. Aqui no Brasil transporte de tudo basicamente é via rodoviária que gasta muito combustível, assim, o aumento do combustível puxa muito a inflação pra cima" (LL, 27 anos, operador de telemarketing, BA)
"Muito importante a iniciativa do presidente. Além de reduzir a alta no alta no preço do combustivel, controla de certa forma a inflação e repassa um valor nem que seja mínimo, um pouco melhor para o bolso do consumidor" (LL, 38 anos, representante de atendimento, AL)
A valorização do Pix, como uma política pública bem-sucedida e amplamente incorporada ao cotidiano foi consensual nos seis grupos. Independentemente das posições políticas, predominou uma avaliação pragmática, orientada pelos benefícios concretos do sistema, o que contribuiu para favorecer um raro alinhamento. Mesmo em contextos de forte rejeição ao presidente, como entre os bolsonaristas convictos e moderados, houve apoio e alguns elogios tímidos à sua postura. O episódio evidenciou como determinadas políticas, quando percebidas como eficazes, podem funcionar como pontos de consenso, mesmo em um ambiente marcado por divisões ideológicas. Consenso esse, no entanto, que não foi encontrado nas demais questões da semana.
As duas propostas do governo testadas receberam respostas relativamente consistentes dentro de cada grupo. Entre os bolsonaristas convictos, predominou a rejeição, baseada em uma leitura desconfiada, segundo a qual mesmo medidas de potencial de benefício para a população são interpretadas sob a ótica eleitoral ou como insuficientes diante de problemas estruturais. Já entre os grupos intermediários – bolsonaristas moderados e indecisos – observou-se uma postura mais pragmática, que avalia as propostas a partir de seus possíveis efeitos concretos, ainda que de forma condicionada à execução e à efetividade. Esses segmentos demonstraram maior abertura à persuasão, desde que a medida fosse percebida como capaz de gerar resultados reais. Por outro lado, entre lulistas e lulodescontentes, as propostas foram recebidas de forma mais favorável, sendo interpretadas como respostas legítimas a problemas econômicos relevantes. Ainda assim, mesmo nesses grupos, surgiram ressalvas relacionadas à implementação e à capacidade de produzir efeitos duradouros, indicando que o apoio não foi irrestrito. Esse padrão geral se repetiu ao longo das questões analisadas.
No que toca a questão do alívio do endividamento, os bolsonaristas convictos mantiveram uma posição predominantemente crítica, interpretando a proposta como motivada por interesses eleitorais e com impacto limitado, sem enfrentar as causas estruturais. Já os bolsonaristas moderados, indecisos conservadores e parte dos indecisos progressistas adotaram uma postura de apoio cauteloso, reconhecendo o potencial da medida para aliviar o endividamento no curto prazo, mas condicionando essa avaliação à sua implementação e viabilidade. Entre lulodescontentes e lulistas, por sua vez, houve uma recepção mais favorável, com ênfase no potencial da proposta para beneficiar famílias e estimular a economia. Ainda assim, esse apoio foi acompanhado por ressalvas sobre seus limites no longo prazo e pela percepção de que seriam necessárias ações estruturais complementares, como iniciativas voltadas à educação financeira.
Na terceira questão, relativa ao subsídio do diesel, o mesmo padrão voltou a se manifestar. Os bolsonaristas convictos reagiram de forma majoritariamente negativa, retomando críticas recorrentes relacionadas à suposta má gestão, ao uso de recursos públicos e à baixa eficiência das ações governamentais, com pouca abertura para considerar possíveis efeitos positivos da medida. Já os bolsonaristas moderados, indecisos conservadores e indecisos progressistas apresentaram uma posição mais equilibrada, reconhecendo que a iniciativa poderia gerar alívio no curto prazo, mas levantando dúvidas sobre sua efetividade e sustentabilidade ao longo do tempo. Por outro lado, os lulistas e parte dos lulodescontentes tenderam a apoiar a medida de forma mais direta, interpretando-a como uma ação importante para proteger a população diante do aumento de custos, ainda que reconhecendo suas limitações.
Nessa semana o tema da defesa do Pix foi capaz de quebrar, pelo menos em parte, a rejeição dos bolsonaristas convictos, além de ganhar adesão dos outros grupos mais conservadores. Essa defesa de interesses nacionais contra as ameaças oriundas do governo dos Estados Unidos é um potencial calcanhar de Aquiles para as forças políticas que defendem adesão praticamente sem ressalvas à agenda trumpista, pois sensibiliza mesmo os mais ideologizados ao tocar questões muito concretas de seu dia a dia.
No que toca as outras duas políticas, o problema parece ser não somente de fazê-las funcionar direito, mas de fazê-lo de modo com que o sucesso da execução seja comunicado de modo rápido e eficiente. Nesse tocante, o subsídio do diesel tem potencial de maior impacto pois é publicamente reconhecível e pode gerar efeito rápido de contenção dos preços. Já o alívio das dívidas é coisa de ordem privada, que a maioria das pessoas não comunica a seus pares de interação social e, portanto, é de propagação mais problemática.
O Monitor do Debate Público é um projeto do Laboratório de Estudos da Mídia e da Esfera Pública (LEMEP), localizado no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da UERJ, baseado na metodologia do Painel de Monitoramento de Tendências (POMT), desenvolvida por nossa equipe.
O POMT é uma metodologia inovadora que nos permite monitorar de modo dinâmico a opinião pública e suas clivagens no que toca temas da agenda pública, preferências, valores, recepção de notícias etc. Ela opera por meio de grupos focais de operação contínua no WhatsApp, com participantes selecionados e um moderador profissional.
Assim como na metodologia tradicional de grupos focais, os grupos contínuos no WhatsApp do POMT permitem que o moderador estimule o aprofundamento de temas sensíveis e difíceis de serem explorados por meio de pesquisas quantitativas ou mesmo pela aplicação de questionários estruturados.
O caráter assíncrono dos grupos do POMT, possibilitado pela dinâmica da comunicação no WhatsApp, permite respostas mais refletidas por parte dos participantes, o que é adequado tanto para a pesquisa social quanto para a eleitoral, dado que o voto é também uma decisão que muitas vezes demanda reflexão.
Por sua natureza temporal contínua, os grupos focais do POMT são propícios para criar situações deliberativas, nas quais as pessoas se sentem compelidas a elaborar suas razões a partir das razões dadas por outros participantes do grupo.
O telefone celular é hoje o meio mais democrático e acessível de comunicação. Assim, a participação nos grupos do POMT não requer o uso de computador ou mesmo que os participantes interrompam suas atividades para interagirem entre si.
O MDP é um projeto que utiliza a metodologia do POMT para analisar, com periodicidade semanal, o debate público brasileiro, segmentado em cinco grupos de diferentes orientações ideológicas, que cobrem da extrema-direita à esquerda. Tal divisão se justifica por serem esses grupos os de maior relevância demográfica na atualidade.
Doutora em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Coordenou o IESP nas Eleições, plataforma multimídia de acompanhamento das eleições 2018. Foi consultora da UNESCO, coordenadora da área qualitativa em instituto de pesquisa de opinião e big data, atuando em diversas campanhas eleitorais e pesquisas de mercado. Realiza consultoria para desenho de pesquisa qualitativa, moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade. Escreve no blog Legis-Ativo do Estadão.
Mestre em Filosofia Política pela UNICAMP e mestre e doutor em Ciência Política pela City University of New York, Graduate Center. Foi professor do antigo IUPERJ de 2003 a 2010. É, desde 2010, professor de Ciência Política do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ). Coordenador do LEMEP, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) e do Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB).
Cientista Social e doutoranda em Sociologia pelo IESP-UERJ e mestre em Sociologia pela UFPR, com experiência em relações de consumo e estratégias de comunicação. Possui formação em UX Research e cursos de gestão e monitoramento de redes sociais e estratégias eleitorais, mídias digitais e gerenciamento de redes. Possui experiência em pesquisas de mercado e campanhas políticas. Realiza moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade.
Mestre em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Tem experiência em planejamento e desenvolvimento de sistemas computacionais de pequeno e médio porte, manutenção de servidores web e possui especialização em modelagem e implementação de bancos de dados relacionais.
Jornalista e doutoranda em Ciência Política no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). É professora da Graduação em Jornalismo da ESPM. Atuou por dez anos como repórter de economia na Editora Globo. É mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em Política & Sociedade pelo IESP-UERJ. Recebeu os prêmios ABECIP de Jornalismo e CNT.
Mestrando em Ciência Política na Universidade Federal do Paraná, pesquisador do INCT ReDem e dos Grupos de Pesquisa NUSP e Observatório das Elites, vinculados à UFPR. Tem como interesses de pesquisa representação política parlamentar e metodologia científica. Possui experiência com a utilização de Inteligência Artificial na pesquisa cientifica, bem como na estruturação e análise de bancos de dados prosopográficos.
O Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Representação e Legitimidade Democrática (INCT ReDem) é um centro de pesquisa sediado no Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), financiado pelo CNPq e pela Fundação Araucária.
Reunindo mais de 50 pesquisadoras(es) de mais de 25 universidades no Brasil e no exterior, o ReDem investiga, a partir de três eixos de pesquisa (Comportamento Político, Instituições Políticas e Elites Políticas) as causas e consequências da crise das democracias representativas, com ênfase no Brasil.
Sua atuação combina metodologias quantitativas e qualitativas, como surveys, experimentos, grupos focais, análise de perfis biográficos e modelagem estatística, produzindo indicadores e ferramentas públicas sobre representação política, qualidade da democracia e comportamento legislativo.
O objetivo central do ReDem é gerar conhecimento científico de alto impacto e produzir recursos técnicos que auxiliem cidadãos, jornalistas, formuladores de políticas e a comunidade acadêmica a compreender, monitorar e aperfeiçoar a representação política democrática no Brasil.
Lula crítica fake news; Flavio Bolsonaro defende de monitoramento estrangeiro; Candidatura de Ronaldo Caiado
Fim dos penduricalhos; Projeto de Lei Antifacção; Criminalização da misoginia
Percepções sobre a evolução do feminicídio; Combate à violência contra a mulher; Representação feminina
Caso Lulinha; EUA e crime organizado no Brasil; Reações à fala de Ratinho sobre Erika Hilton
Conflito Irã x EUA; Ato Acorda Brasil; Caso Banco Master
Principais Problemas do Brasil; Expectativas para o pleito; Reeleição de Lula
Avaliação pró-liderança; Avaliação adversário; Rede Globo
Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; Aprovação da Dosimetria; Cassação do mandato de Carla Zambelli
Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio
Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo
Redução Inicial de Tarifas - EUA; Remoção de Linguagem Neutra; Indicação de Jorge Messias ao STF
Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade
Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30
Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial
Reforma Casa Brasil; Município Mais Seguro; Nepotismo e STF
Adulteração das bebidas; Precarização do Trabalho; Reunião entre Chanceler Brasileiro e Secretário de Trump
Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.
Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump
Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação
Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro
Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento
Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação
Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia
Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão
Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher
Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais
Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas
Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia
Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares
Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News
Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações
Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas
Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes
Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura
Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura
#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró
#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula
Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM
Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa
Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal
Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos
#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana
Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF
#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis
Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto
#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM
Desvio de Armas, Jair Renan na Política, 2a. Condenação de Bolsonaro
Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro
GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança
Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio
Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar
Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno
Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo
Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS
O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF
Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas
Relatório #19 MED
ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS
Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula
Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an
Lula crítica fake news; Flavio Bolsonaro defende de monitoramento estrangeiro; Candidatura de Ronaldo Caiado
Fim dos penduricalhos; Projeto de Lei Antifacção; Criminalização da misoginia
Percepções sobre a evolução do feminicídio; Combate à violência contra a mulher; Representação feminina
Caso Lulinha; EUA e crime organizado no Brasil; Reações à fala de Ratinho sobre Erika Hilton
Conflito Irã x EUA; Ato Acorda Brasil; Caso Banco Master
Principais Problemas do Brasil; Expectativas para o pleito; Reeleição de Lula
Avaliação pró-liderança; Avaliação adversário; Rede Globo
Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; Aprovação da Dosimetria; Cassação do mandato de Carla Zambelli
Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio
Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo
Redução Inicial de Tarifas - EUA; Remoção de Linguagem Neutra; Indicação de Jorge Messias ao STF
Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade
Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30
Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial
Reforma Casa Brasil; Município Mais Seguro; Nepotismo e STF
Adulteração das bebidas; Precarização do Trabalho; Reunião entre Chanceler Brasileiro e Secretário de Trump
Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.
Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump
Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação
Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro
Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento
Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação
Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia
Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão
Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher
Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais
Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas
Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia
Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares
Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News
Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações
Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas
Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes
Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura
Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura
#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró
#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula
Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM
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Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal
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#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana
Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF
#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis
Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto
#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM
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Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula
Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an