Para o ano eleitoral de 2026, renovamos todos os participantes e aumentamos o número de grupos focais contínuos no WhatsApp de 5 para 6. Substituímos o antigo grupo de flutuantes por dois grupos de indecisos: conservadores e progressistas. Na maioria das eleições os indecisos desempenham um papel fundamental, pois têm maior probabilidade de mudar de opinião, decidindo assim o resultado.
O projeto conta com um total de 50 participantes, divididos em grupos com as seguintes características específicas:
BC – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, pretendem votar em Flávio Bolsonaro em 2026, desaprovam o atual governo e aprovam os atos de 8/1.
BM – Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, desaprovam o atual governo e desaprovam os atos de 8/1.
IC – Indecisos Conservadores: votaram em Bolsonaro ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à direita na escala ideológica.
IP – Indecisos Progressistas: votaram em Lula ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à esquerda na escala ideológica.
LD – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno de 2022, reprovam a atual gestão, mas ainda assim pretendem votar em Lula em 2026.
LL – Lulistas: votaram em Lula no segundo turno de 2022, pretendem votar em Lula em 2026 e aprovam a atual gestão.
Evangélicos: grupo virtual formado pela agregação das falas dos participantes evangélicos dos demais grupos, com o objetivo de capturar tendências específicas desse contingente demográfico.
Todos os grupos foram montados de modo a combinar variáveis como sexo, idade, etnia, renda, escolaridade, região de moradia e religião em proporções similares às da população brasileira.
Nossa metodologia permite que os participantes respondam aos temas colocados no tempo que lhes for mais conveniente, liberdade essa inexistente nos grupos focais tradicionais, que são presos à sincronia do roteiro de temas e questões colocados pelo mediador. O instrumento de pesquisa, assim, se acomoda às circunstâncias e comodidades da vida de cada um, reduz a artificialidade do processo de coleta de dados e, portanto, gera resultados mais próximos das interações reais que os participantes têm no seu cotidiano.
É importante salientar que os resultados apresentados são provenientes de metodologia qualitativa, que tem por objetivo avaliar narrativas, argumentos e opiniões. Mesmo quando quantificados, tais resultados não devem ser entendidos como dotados de validade estatística, mas como dado indicial.
O sigilo dos dados pessoais dos participantes é total e garantido, assim como sua anuência prévia com a divulgação dos resultados da pesquisa, desde que respeitado esse anonimato.
Na semana de 6 a 12/7/26, os seis grupos discutiram questões candentes do debate público. No total, foram coletadas e analisadas 158 interações, totalizando 5.986 palavras.
| Bolsonaristas Convictos (BC) | Bolsonaristas Moderados (BM) | Indecisos Conservadores (IC) | Indecisos Progressistas (IP) | Lulodescontentes (LD) | Lulistas (LL) | Evangélicos | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Propaganda de Bets | Predominou a defesa da regulamentação mais rígida das propagandas, rejeitando a proibição das bets. Alguns expressaram forte desconfiança em relação às motivações do governo. | Houve amplo consenso de que a publicidade das bets se tornou excessiva e precisava de regras muito mais rígidas para proteger a população. Uma parcela menor defendeu a proibição das plataformas e de suas propagandas. | Predominou a defesa de uma regulamentação rigorosa, especialmente para limitar a publicidade. Também surgiu uma corrente favorável à proibição, motivada pelos danos sociais associados às apostas. | O grupo convergiu na avaliação de que a publicidade das bets era abusiva . Houve divisão entre a defesa da regulamentação mais rígida e a proibição completa. | Predominou a percepção de que as bets provocam graves danos sociais e exigem uma atuação mais firme do Estado. O grupo dividiu-se entre a defesa da proibição e de uma regulamentação muito mais rigorosa. | Predominou a defesa da proibição das bets, consideradas responsáveis pelo endividamento das famílias. Houve consenso de que a publicidade era excessiva. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento, mas expressaram igual preocupação com o vício causado. |
| Postura de Lula | Predominou a interpretação de que o gesto confirmou a falta de postura presidencial de Lula e reforçou percepções de que ele utiliza uma comunicação populista e manipuladora, explorando a pauta da pobreza para obter apoio político. | O grupo avaliou o gesto como incompatível com a função presidencial, pois um chefe de Estado deveria preservar respeito, decoro e postura institucional. Também apareceu a percepção de que a forma da manifestação ofuscou a seriedade do assunto. | Prevaleceu a avaliação de que a atitude foi desnecessária, grosseira e incompatível com o cargo de presidente, comprometendo a credibilidade da mensagem. Também foi recorrente a leitura de que o episódio reforçava um padrão de comunicação populista. | Predominou a concordância com a mensagem, relativizando o gesto diante do contexto da fala. Alguns participantes consideraram o gesto inadequado para um presidente, embora atribuíssem maior importância ao conteúdo do discurso do que à sua forma. | O grupo defendeu a importância da mensagem, mas avaliou que o gesto foi incompatível com a postura ética e institucional esperada de um chefe de Estado. Apareceu a defesa de que esse mesmo padrão de cobrança deveria valer para qualquer presidente, independentemente de sua posição política. | Predominou a avaliação de que o gesto foi uma reação espontânea, sendo considerado secundário diante da mensagem transmitida. Uma parcela minoritária avaliou que a atitude foi exagerada, mas tratou o episódio como um deslize pontual. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
| Declarações de Tarcísio de Freitas | Predominou a defesa de que o vínculo com o estado é mais importante do que o local de nascimento. Parte do grupo reconheceu a contradição de Tarcísio, mas prevaleceu maior desconfiança em relação às possíveis candidaturas de Marina Silva e Simone Tebet. | Prevaleceu a avaliação de que candidatos devem possuir relação efetiva com o estado que pretendem representar, independentemente da origem. A principal crítica foi dirigida à postura de Tarcísio, considerada incoerente, enquanto Marina e Simone foram pouco personalizadas nas respostas. | Em geral, os participantes defenderam que candidaturas fora do estado de origem são legítimas quando existe vínculo efetivo com a população local. A maioria acusou Tarcísio de ser contraditório ao criticar uma prática que também fez parte de sua trajetória. | Predominou a avaliação de que o estado de nascimento é secundário diante da residência, do conhecimento da realidade local e do compromisso com a população. Também foi amplamente compartilhada a percepção de que Tarcísio adotou uma postura incoerente. | O grupo criticou a postura de Tarcísio, considerada contraditória por utilizar um argumento aplicável à sua própria trajetória. Ao mesmo tempo, prevaleceu a defesa de candidaturas fora do estado de origem quando acompanhadas de vínculo e atuação consistente no estado representado. | Houve uma forte crítica à postura de Tarcísio, frequentemente interpretada como hipócrita e associada a um padrão de atuação da direita. Além disso, o grupo foi o que mais explicitamente defendeu Marina Silva e Simone Tebet e legitimou suas possíveis candidaturas. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
Independentemente do posicionamento político, houve uma convergência muito expressiva na avaliação de que a publicidade das bets durante as transmissões da Copa do Mundo havia ultrapassado limites aceitáveis. Nos seis grupos, os participantes descreveram a quantidade de anúncios como exagerada, repetitiva e incômoda, considerando que a experiência de assistir aos jogos estava sendo prejudicada pela constante exposição às propagandas. Em muitos casos, a percepção foi de que o futebol havia deixado de ocupar o centro da transmissão, dando lugar à promoção contínua das casas de apostas.
Também foi consensual a preocupação com os efeitos desse modelo de publicidade sobre a população. Mesmo entre os participantes que defenderam a permanência das bets, prevaleceu a avaliação de que a divulgação excessiva incentivava apostas impulsivas e ampliava os riscos de vício, especialmente entre jovens e pessoas em situação de maior vulnerabilidade. Assim, apesar das divergências quanto à proibição ou à regulamentação das plataformas, consolidou-se um amplo consenso de que a publicidade das bets deveria ser submetida a restrições muito mais severas.
"Acredito que proibir as bets não é mais possível, já caiu no gosto popular e não sou muito a favor de proibições, acredito que quem gosta e é consciente tenha direito de jogar, porém a questão propagandas em grande quantidade já acaba passando do limite, seria bom ter uma regulação na quantidade de propaganda que é exibida ao público." (BC, 29 anos, desenvolvedor web, SP)
"Bom dia....Acho que a quantidade de propaganda de bets durante os jogos está exagerada.Não sou contra a existência delas, mas acredito que deveria haver uma regulamentação mais rígida para evitar excessos e proteger principalmente os mais jovens e pessoas vulneráveis." (BM, 42 anos, gerente de vendas, MG)
"Bom dia ... Acho que tem propaganda demais, atrapalha quem tá assistindo e pode incentivar gente a apostar sem saber os riscos. Não precisa proibir tudo, mas tem que ter regras bem mais duras: menos anúncios, não deixar falar disso o tempo todo ..." (IC, 30 anos, autônoma, SP)
"Pra mim já passou do limite. Tá parecendo q o futebol virou intervalo de bet com jogo no meio. Eu não acho q precisa proibir, mas tem q ter uma regulamentação muito mais pesada. Esse tipo de propaganda incentiva um monte de gente, principalmente jovem, a entrar num negócio q pode virar vício e acabar com a vida financeira da pessoa." (IP, 28 anos, customer care analist, SP)
"Olá, pessoal. Acho que essa quantidade de propaganda é um bombardeio de informação que pela repetição faz as pessoas aderirem. As bets deveriam ter regras rígidas de propaganda pois causa dependência e endividamento de muitas famílias. Até mesmo leva a morte." (LD, 48 anos, servidor público, PA)
"Acho a quantidade de propaganda abusiva. Viciam as pessoas em apostar todos os jogos e não a torcer pelos times." (LL, 25 anos, desempregada, BA)
Nos grupos mais próximos da direita - bolsonaristas convictos, bolsonaristas moderados e indecisos conservadores -, predominou a rejeição à proibição das bets, acompanhada da defesa de uma regulamentação mais rígida, especialmente em relação à publicidade. A percepção majoritária foi de que apostar deveria permanecer uma decisão individual e que o Estado não deveria impedir a existência das plataformas. Nesse sentido, prevaleceu o entendimento de que o problema estava menos nas apostas em si e mais na forma como vinham sendo promovidas durante as transmissões esportivas.
Os participantes avaliaram que o volume de propagandas havia ultrapassado limites aceitáveis, tornando-se excessivo e incentivando comportamentos impulsivos. Mesmo reconhecendo os riscos associados ao vício e ao endividamento, a maior parte do grupo defendeu que esses danos poderiam ser enfrentados por meio de regras mais rigorosas para a publicidade, e não pela proibição das bets. Assim, consolidou-se uma posição que conciliou a valorização da liberdade de escolha com a defesa de maior controle sobre as estratégias de divulgação das casas de apostas.
"Acredito que proibir as bets não é mais possível, já caiu no gosto popular e não sou muito a favor de proibições, acredito que quem gosta e é consciente tenha direito de jogar, porém a questão propagandas em grande quantidade já acaba passando do limite, seria bom ter uma regulação na quantidade de propaganda que é exibida ao público." (BC, 29 anos, desenvolvedor web, SP)
"Na minha opinião, proibir as bets não é o caminho, porque no fim das contas aposta quem quer e cada um sabe de si. O problema real não é o jogo, mas sim a apelação nas propagandas." (BC, 24 anos, enfermeira, GO)
"Bom dia....Acho que a quantidade de propaganda de bets durante os jogos está exagerada.Não sou contra a existência delas, mas acredito que deveria haver uma regulamentação mais rígida para evitar excessos e proteger principalmente os mais jovens e pessoas vulneráveis." (BM, 42 anos, gerente de vendas, MG)
"Na minha opinião, as bets não precisam ser proibidas, mas devem ser regulamentadas de forma muito mais rígida. O excesso de propagandas durante os jogos incentiva as pessoas a apostar sem pensar nos riscos, principalmente os jovens. A publicidade deve ter limites e priorizar a proteção do consumidor." (BM, 17 anos, secretária, MT)
"O estranho é que durante as transmissões na TV aberta só não ocorre na mesma quantidade porque não tem a mesma frequência da transmissão do Cazé TV que está cobrindo todos os jogos, acredito que tem interesse de terceiros nessas denúncias que está tendo seu monopólio ameaçado. Penso que tem ser regulamentadas, até porque proibição não soluciona os problemas." (IC, 37 anos, professor, RJ)
"Acho que tem propaganda demais, atrapalha quem tá assistindo e pode incentivar gente a apostar sem saber os riscos. Não precisa proibir tudo, mas tem que ter regras bem mais duras: menos anúncios, não deixar falar disso o tempo todo ..." (IC, 30 anos, autônoma, SP)
Nos grupos mais próximos do campo progressista, predominou uma percepção de que as bets representavam um problema social que ultrapassava a esfera da escolha individual. As apostas foram associadas, de forma recorrente, ao vício, ao endividamento e à deterioração das condições de vida das famílias, especialmente entre pessoas em situação de maior vulnerabilidade econômica. Também apareceu com frequência a avaliação de que a publicidade explorava justamente essa vulnerabilidade ao incentivar a expectativa de ganhos fáceis como solução para dificuldades financeiras.
Nesses segmentos a responsabilização das empresas e do poder público apareceu com maior intensidade do que a ênfase na responsabilidade individual dos apostadores. Como consequência, foram mais frequentes as manifestações favoráveis à proibição completa das bets, entendida como a forma mais eficaz de reduzir seus impactos sociais. Ainda assim, uma parcela dos participantes defendeu que, caso a proibição não fosse viável, seria necessário adotar uma regulamentação muito mais rígida, sobretudo em relação à publicidade e às estratégias de incentivo às apostas.
"Na minha opinião, eu acho um absurdo propaganda de algo que já comprovaram ser feito pra perder, e sinceramente, por mim poderia probir todas as bets, já que os influenciadores recebem uma conta fake que só tem êxito nas apostas, pra divulgação, enquanto milhares de pessoas afundam na lama tentando o mesmo resultado. Claro, eu compreendo que ninguém é forçado a apostar, mas o cenário econômico, os salários baixos, a escala 6x1, tudo contribui para que quem aposta, encha os olhos e enxergue nas casas de aposta, uma solução rápida pra ter uma qualidade de vida melhor, conseguir viver, em vez de sobreviver, ter lazer, e muitas vezes até quitar as dívidas." (IP, 29 anos, empreendedora, RJ)
"Boa noite! Essas propagandas são extremamente abusivas e acaba iludindo e viciando quem não tem condições, assim gerando sérias consequências para às famílias. Sou totalmente contra essas propagandas. Deveria ser proibidas e que divulgasse deveria pagar uma multa astronômica ." (IP, 37 anos, auxiliar de creche, RJ)
"Na minha opinião as bets devem ser enquadradas como crime no Brasil, ser proibida de todas as formas. Sendo a Copa um evento de grande abrangência, as propagandas só influênciam mais pessoas a entrarem neste mundo e destruírem suas vidas. Os órgãos responsáveis deviam ter monitorado e fiscalizado antes de iniciar os jogos com medidas para proibir essas propagandas." (LD, 47 anos, professora, MT)
"Na minha opinião as bets deveriam ser proibidas assim ou minimamente regulamentas como as drogas, álcool, cigarro provocam vício e destrui famílias o marketing abusivo e bombardeado procura novas vítimas" (LD, 40 anos, turismóloga, SP)
"Eu acho que as bets deveriam ser proibidas no Brasil, pois elas se sustentam das perdas dos usuários. Fica bem claro que quem ganha algo com as bets são os influenciadores, que divulgam e enganam as pessoas com falsos ganhos." (LL, 28 anos, vendedora, PA)
"Eu sinceramente já acho um absurdo existirem essas Bets já que sabemos que isso está acabando com a vida de muita gente. Se torna um vício, as pessoas incontroláveis gastam tudo o que tem e ainda se endividam. Portanto, acho que devia ser proibido esse tipo de propaganda ainda mais durante os jogos da Copa que tem tanta audiência. Ontem assisti o jogo do Brasil pela CazéTb. E notei que os próprios comentaristas, depois de anunciar a propaganda da bet, falava pra pessoa ter consciencia, algo assim, tipo jogar por distração... para tomar cuidado. Não era com essas palavras mas queriam dizer isso. Talvez eles tenham sido advertidos, talves, para não perder o dinheiro da publicidade começaram a comentar isso no final de cada publicidade." (LL, 35 anos, analista sistemas, SP)
Entre os bolsonaristas convictos, moderados e indecisos conservadores, predominou uma avaliação amplamente crítica da postura de Lula, interpretada como incompatível com a função presidencial e coerente com percepções já consolidadas sobre sua forma de governar. Embora o gesto tenha sido o elemento que desencadeou a discussão, as respostas rapidamente extrapolaram o episódio específico e passaram a incorporar críticas mais amplas ao estilo de comunicação do presidente, frequentemente descrito como pouco institucional, desrespeitoso e incompatível com a imagem esperada de um chefe de Estado. Entre esses participantes, prevaleceu a expectativa de que o presidente preservasse uma postura de maior decoro, independentemente do contexto ou da mensagem defendida.
Também houve forte convergência na interpretação de que a referência à população mais pobre fazia parte de uma estratégia recorrente de mobilização política. Nos três grupos, apareceu a percepção de que Lula utilizava o discurso em defesa dos pobres para reforçar sua identificação com esse segmento da população e produzir ganhos políticos, sendo frequentemente acusado de explorar essa narrativa de forma populista. Assim, o episódio foi interpretado menos como um deslize isolado e mais como uma confirmação de avaliações previamente existentes sobre sua comunicação e sua atuação política.
"O Lula tenta manipular o povo, se aproveitando da vulnerabilidade, sempre utilizando da pobreza para se promover, se incluindo ao falar "nos pobres" sendo ele e a primeira dama esbanjadores do dinheiro público que são, cada dia passamos mais vergonha, o pior é saber que uma parte da população passa pano para essas atitudes dele." (BC, 29 anos, desenvolvedor web, SP)
"Bom dia ! Achei a postura dele muito inadequada, ainda mais para um presidente, ele deveria dar exemplo e ser menos fútil, só fala abobrinha na maioria das vezes." (BC, 24 anos, enfermeira, GO)
"Boa tarde. Acho que a postura e a atitude do nosso excelentíssimo presidente e totalmente inaceitável, ele como líder político tem que ter no mínimo de decorro frente a população. E a fala dele vai de frente as promessas que ele fez no início do mandato, onde ele mesmo prometeu picanha pra população, e hoje muito mal se compra um acém no mercado. Como que se vai comer bem se os preços estão nas alturas e a cada dia que passa só piora." (BM, 72 anos, pensionista, RJ)
"Não vi nada sobre essa notícia, mas sendo o Lula eu não duvido. Ele é muito presepeiro, adora fazer esse tipo de coisa pra aparecer. De fingir que sente as dores do pobre, sendo super exagerado ao se expressar. Achei desnecessário, como eu já falei aqui outras vezes não acho que é assim que um presidente se porta. O Lula deve ter uma acessoria boa, mas pelo visto não segue." (IC, 30 anos, educador museal, RJ)
"Não soube sobre esse episódio, mais um episódio lamentável, a postura desses chefes de Estado no Brasil são lamentáveis, mesmo que o disse possa ser verdade, a forma como se diz acaba perdendo credibilidade." (IC, 37 anos, professor, RJ)
Embora tenham chegado a conclusões distintas sobre o episódio, os três grupos mais próximos do campo progressista (indecisos progressistas, lulodescontentes e lulistas) compartilharam uma característica importante: a tendência de separar o conteúdo da mensagem da forma como ela foi transmitida. Houve maior disposição para avaliar de maneira independente a defesa da população mais pobre e a adequação da postura presidencial. Assim, mesmo quando houve reprovação ao gesto, ela nem sempre implicou rejeição à mensagem ou ao próprio Lula.
Entre os indecisos progressistas e os lulistas, prevaleceu a concordância com a ideia de que pessoas pobres também têm direito a bens e serviços de qualidade, o que levou muitos participantes a relativizarem a importância do gesto diante do contexto em que foi realizado. Ao mesmo tempo, tanto nesses grupos quanto, de forma ainda mais acentuada, entre os lulodescontentes, apareceram participantes que consideraram inadequado um chefe de Estado recorrer a um gesto ofensivo em uma cerimônia oficial. Em conjunto, as respostas sugeriram que, nesses segmentos, a avaliação do episódio foi marcada por uma distinção mais clara entre mérito da mensagem e comportamento institucional, permitindo críticas à forma sem, necessariamente, rejeitar o conteúdo defendido pelo presidente.
"Não havia visto, e fui assistir ao vídeo, e sinceramente? Nós vimos de um tudo no governo Bolsonaro, então esse gesto nem me assusta. Concordo com a fala, mas acho que enquanto autoridade máxima de uma nação, não cabia esse gesto de dar o “dedo do meio”, porém, não me assustou diante de tudo que eu já vi no governo anterior, mas é fato que a comunicação poderia se reservar apenas à palavras, é uma pena." (IP, 29 anos, empreendedora, RJ)
"Eu achei engraçado kkkkk. Pra mim foi mais uma forma de responder quem vive menosprezando o povo pobre. Não vejo problema nenhum, às vezes uma reação mais espontânea passa o recado melhor do que um discurso todo engessado. Quem se incomodou mais com o dedo do que com a desigualdade tá olhando pro problema errado." (IP, 28 anos, customer care analist, SP)
"Olá, pessoal. Não vi ou li essa notícia. Comentando, acho essa postura um tanto arriscada. Ela fala diretamente e de maneira usual, em que todos entendem, porém os moralistas e conservadores podem considerar inadequado de ser dito pelo presidente, considerando o formalismo do cargo de presidente. Particularmente, não vejo problema pois todos já usamos tal gesto em nosso cotidiano." (LD, 48 anos, servidor público, PA)
"Sinceramente não vi essa notícia e olha que sigo vários portais de notícia. Irei até procurar para ver se realmente aconteceu. Não acho que isso seja correto. Não é só porque sou de esquerda que irei passar a mão na cabeça de todos que tb o são. Mas isso não irá me fazer deixar de gostar do Lula ou deixar de votar nele. Se realmente aconteceu, acredito eu que tenha sido um deslize. Não foi certo mas também não terá sido o fim do mundo." (LL, 35 anos, analista sistemas, SP)
"Bom dia! Não acompanhei a noticia, mas não vejo nada demais na postura do presidente, apesar de ter sido em uma cerimonia oficial do governo." (LL, 28 anos, vendedora, PA)
Nos grupos mais próximos do bolsonarismo, predominou a avaliação de que o estado de nascimento, por si só, não deveria impedir uma candidatura. Em comum, os participantes defenderam que o elemento mais importante era a existência de vínculos concretos com o estado, como residência, conhecimento da realidade local e histórico de atuação. Também apareceu com frequência a preocupação de que essa possibilidade fosse utilizada apenas por conveniência eleitoral, levando parte dos respondentes a defender critérios mais rígidos para restringir candidaturas motivadas exclusivamente por estratégia política.
Apesar dessa convergência sobre a prática, houve diferenças na forma de avaliar os personagens envolvidos. Entre os bolsonaristas convictos, parte dos participantes relativizou a contradição de Tarcísio ao argumentar que ele teria construído uma trajetória e prestado serviços a São Paulo, ao mesmo tempo em que questionou a legitimidade das possíveis candidaturas de Marina Silva e Simone Tebet por considerar que lhes faltariam vínculos consistentes com o estado. Já entre os bolsonaristas moderados, predominou uma leitura mais crítica da postura do governador, frequentemente considerada incoerente por utilizar contra as ministras um argumento aplicável à sua própria trajetória. Nesse grupo, as avaliações concentraram-se menos nas figuras de Marina e Simone e mais na defesa de que os mesmos critérios deveriam valer para todos os candidatos.
"Eu acho que o importante é o candidato já ter um histórico de trabalho em função do Estado para o qual se candidata. É preciso saber o grau de envolvimento e o que já fez por este Estado... Mas, no caso dessas duas candidatas, não há com que preocupar: nenhuma delas conhece a fundo a realidade e os problemas de São Paulo." (BC, 62 anos, cirurgião dentista, SP)
"Concordo com ele. A gente sabe que Tarcísio não é paulista, mas além dele já ser integrado com São Paulo, ele já tinha uma longa lista de serviços prestados aos paulistas... Nos seus Estados elas não seriam eleitas, por isso essa tentativa." (BC, 47 anos, administradora, BA)
"Para mim é meio sem noção essa discussão... O que realmente importa não é onde o político nasceu, mas se ele conhece os problemas da região... Agora o Tarcísio falar disso sendo que ele fez a mesma coisa é meio contraditório." (BC, 24 anos, enfermeira, GO)
Bom dia.... Acho que o mais importante não é onde a pessoa nasceu, mas o compromisso que ela tem com o estado que pretende representar. Se esse critério vale para um político, deveria valer para todos, sem exceção." (BM, 42 anos, gerente de vendas, MG)
"Eu acho hipocrisia da parte dele... ele também não nasceu em São Paulo e quer ditar regras... se ele pode, por que os demais não?" (BM, 33 anos, consultor de TI, SP)
"Bom dia! Acho uma postura temerosa... Tarcísio não deveria ter dado opinião já que ele tem o teto de vidro. Isso não o faz melhor que elas." (BM, 41 anos, turismólogo, PE)
Entre os indecisos conservadores, os indecisos progressistas e os lulodescontentes, predominou uma avaliação bastante convergente de que a crítica feita por Tarcísio de Freitas era incoerente com sua própria trajetória política. Em comum, os participantes consideraram que o governador utilizava contra Marina Silva e Simone Tebet um argumento que também poderia ser aplicado ao seu próprio caso, o que reduzia a legitimidade de sua crítica. Diferentemente dos grupos mais próximos do bolsonarismo, praticamente não surgiram avaliações específicas sobre a capacidade das duas ministras de representar São Paulo.
Também prevaleceu a percepção de que candidaturas fora do estado de origem são legítimas quando acompanhadas de residência, conhecimento da realidade local e compromisso efetivo com a população. Ainda que alguns participantes defendessem maior vínculo territorial ou manifestassem preferência por candidatos naturais do estado, essas posições apareceram como critérios gerais e não como críticas direcionadas especificamente a Marina Silva e Simone Tebet. Assim, o foco permaneceu concentrado na coerência entre discurso e prática e na qualidade da representação política.
"Boa tarde ... Isso é pura hipocrisia! Se ele já fez o mesmo, não tem moral pra cobrar dos outros. E além disso, a lei permite, o que vale é se a pessoa tem compromisso com o estado, não onde nasceu!!" (IC, 30 anos, autônoma, SP)
"Bem contraditório da parte dele né, querer julgar alguém, fazendo a mesma coisa. Eu não vejo problema em uma pessoa se candidatar fora do seu estado de origem... acho até mais coerente." (IC, 30 anos, maquiadora, RJ)
"Pra mim o Tarcísio foi contraditório. Ele criticar isso sendo q fez exatamente a mesma coisa perde um pouco a moral. Não vejo problema da pessoa se candidatar em outro estado, desde q tenha uma ligação real com o lugar." (IP, 28 anos, customer care analist, SP)
"Bom dia! Ele está sendo muito hipocrita em agir dessa forma... acabou morando lá por muitos anos, conhece a cidade, sabe dos problemas... nesses casos, faz sentido pra mim que uma pessoa de outro estado governe." (IP, 26 anos, autônoma, RO)
"Olá, pessoal. Acho essa postura de Tarcisio no mínimo contraditória... Considero bem complicadas essas candidaturas longe dos Estados de origem apenas por conveniência política. Penso que precisa construir uma trajetória nesse novo local." (LD, 48 anos, servidor público, PA)
"Eu não acho a prática de se candidatar em outro estado ruim não... Em relação à crítica do governador, eu acho que não foi legal, pois ele está fazendo exatamente a mesma coisa... ele deveria ser o primeiro a apoiar." (LD, 29 anos, professora, RJ)
No grupo de lulistas, predominou uma avaliação fortemente crítica à postura de Tarcísio de Freitas, interpretada como hipócrita e contraditória por questionar uma prática presente em sua própria trajetória política. Assim como nos demais grupos situados mais próximos do campo progressista, prevaleceu a percepção de que o estado de nascimento não deveria impedir uma candidatura, desde que o candidato possuísse vínculo efetivo com o estado e conhecesse sua realidade.
O principal diferencial desse grupo esteve na forma como os participantes avaliaram os atores envolvidos. Além de criticarem Tarcísio, diversos respondentes manifestaram apoio explícito a Marina Silva e Simone Tebet ou utilizaram o episódio para reforçar percepções negativas sobre a direita e a extrema direita. Dessa forma, a discussão deixou de se restringir à legitimidade das candidaturas e passou a ser interpretada como mais um episódio da disputa política entre campos ideológicos, no qual as ministras apareceram mais frequentemente como alvo de defesa do que de questionamentos.
"Pelo menos Simone Tebet conhece São Paulo, contrário de Tarcísio que sequer sabia o nome de bairros quando se elegeu, sem falar na competência das duas ministras infinitamente superiores." (LL, 25 anos, auxiliar fiscal, SC)
"Acho que é bem típico dos políticos de direita e extrema direita. Só olham os erros dos outros, nunca os deles. Se ele do RJ pode se candidatar por SP, por que elas não podem?" (LL, 35 anos, analista de sistemas, SP)
"Achei essa postura do Tarcísio de Freitas extremamente hipócrita. Não faz sentido ele criticar elas por uma prática que o próprio já adotou no passado. Honestamente, não tenho opinião formada sobre essa questão de se candidatar fora do estado de origem, não vejo isso como um problema." (LL, 28 anos, vendedora, PA)
"Tarcício hipócrita, já que fez a mesma coisa. Não vejo problemas de se candidatar fora do estado natal, desde que tenha conhecimento da região a que se candidata." (LL, 45 anos, professor, PB)
As discussões sobre as propagandas de bets revelaram um amplo consenso de que a publicidade durante as transmissões esportivas havia ultrapassado limites aceitáveis. Independentemente do posicionamento político, os participantes avaliaram que a quantidade de anúncios era excessiva, comprometia a experiência de assistir aos jogos e estimulava o comportamento de aposta. Também houve convergência quanto à necessidade de restringir de forma mais severa esse tipo de publicidade. A principal diferença entre os grupos esteve na forma de compreender a origem do problema e o papel do Estado. Entre os segmentos mais à direita, predominou a defesa da responsabilidade individual dos apostadores e da manutenção das bets, desde que submetidas a regras mais rígidas de publicidade. Já entre os grupos mais próximos do campo progressista, a discussão concentrou-se mais nos impactos sociais das apostas, como vício, endividamento e vulnerabilidade econômica, tornando mais frequentes as posições favoráveis à proibição completa das plataformas.
A interpretação do episódio sobre a postura de Lula foi fortemente condicionada pelos posicionamentos políticos dos participantes. Nos grupos mais à direita, predominou uma rejeição ampla ao gesto, que foi interpretado como confirmação de percepções já consolidadas sobre o presidente e frequentemente associado a críticas mais gerais ao seu estilo de comunicação e à sua forma de fazer política. Nesses segmentos, o conteúdo da fala recebeu pouca atenção diante da condenação da postura presidencial. Já entre os grupos mais progressistas, predominou a concordância com a mensagem de que a população mais pobre merece acesso a bens e serviços de qualidade. Porém, mesmo assim, os indecisos progressistas e os lulodescontentes reprovaram a postura de Lula, por considerá-la incompatível com o momento solene e com o cargo por ele ocupado. Somente entre os lulistas prevaleceu uma tendência mais consistente de relativizar o gesto, tratando-o como um aspecto secundário diante da mensagem transmitida e sem que isso comprometesse sua avaliação positiva do presidente.
As falas de Tarcísio de Freitas geraram consenso parcial entre os grupos. Independentemente do posicionamento político, predominou a avaliação de que o estado de nascimento não deveria, por si só, impedir uma candidatura. Em todos os segmentos, o critério considerado mais relevante foi a existência de vínculos efetivos com o estado, expressos pelo conhecimento da realidade local, pela trajetória política e pelo compromisso com a população representada. Também houve ampla convergência na percepção de que a crítica de Tarcísio de Freitas era enfraquecida pela aparente incoerência entre seu discurso e sua própria trajetória política. Mesmo entre bolsonaristas, que demonstraram maior disposição para discutir o mérito da crítica, foi recorrente o reconhecimento de que o governador utilizava um argumento que também poderia ser aplicado ao seu próprio caso. As diferenças apareceram principalmente na forma como os participantes avaliaram as ministras e interpretaram o significado político do episódio. Nos grupos bolsonaristas, especialmente entre os convictos, surgiram com maior frequência questionamentos sobre o vínculo de Marina Silva e Simone Tebet com São Paulo e preocupações com candidaturas motivadas por conveniência eleitoral. Já entre os grupos do campo progressista, as ministras foram raramente alvo de críticas e, entre os lulistas, chegaram a ser explicitamente defendidas.
O Monitor do Debate Público é um projeto do Laboratório de Estudos da Mídia e da Esfera Pública (LEMEP), localizado no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da UERJ, baseado na metodologia do Painel de Monitoramento de Tendências (POMT), desenvolvida por nossa equipe.
O POMT é uma metodologia inovadora que nos permite monitorar de modo dinâmico a opinião pública e suas clivagens no que toca temas da agenda pública, preferências, valores, recepção de notícias etc. Ela opera por meio de grupos focais de operação contínua no WhatsApp, com participantes selecionados e um moderador profissional.
Assim como na metodologia tradicional de grupos focais, os grupos contínuos no WhatsApp do POMT permitem que o moderador estimule o aprofundamento de temas sensíveis e difíceis de serem explorados por meio de pesquisas quantitativas ou mesmo pela aplicação de questionários estruturados.
O caráter assíncrono dos grupos do POMT, possibilitado pela dinâmica da comunicação no WhatsApp, permite respostas mais refletidas por parte dos participantes, o que é adequado tanto para a pesquisa social quanto para a eleitoral, dado que o voto é também uma decisão que muitas vezes demanda reflexão.
Por sua natureza temporal contínua, os grupos focais do POMT são propícios para criar situações deliberativas, nas quais as pessoas se sentem compelidas a elaborar suas razões a partir das razões dadas por outros participantes do grupo.
O telefone celular é hoje o meio mais democrático e acessível de comunicação. Assim, a participação nos grupos do POMT não requer o uso de computador ou mesmo que os participantes interrompam suas atividades para interagirem entre si.
O MDP é um projeto que utiliza a metodologia do POMT para analisar, com periodicidade semanal, o debate público brasileiro, segmentado em seis grupos de diferentes orientações ideológicas, que cobrem da extrema-direita à esquerda. Tal divisão se justifica por serem esses grupos os de maior relevância demográfica na atualidade.
Doutora em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Coordenou o IESP nas Eleições, plataforma multimídia de acompanhamento das eleições 2018. Foi consultora da UNESCO, coordenadora da área qualitativa em instituto de pesquisa de opinião e big data, atuando em diversas campanhas eleitorais e pesquisas de mercado. Realiza consultoria para desenho de pesquisa qualitativa, moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade. Escreve no blog Legis-Ativo do Estadão.
Mestre em Filosofia Política pela UNICAMP e mestre e doutor em Ciência Política pela City University of New York, Graduate Center. Foi professor do antigo IUPERJ de 2003 a 2010. É, desde 2010, professor de Ciência Política do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ). Coordenador do LEMEP, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) e do Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB).
Cientista Social e doutoranda em Sociologia pelo IESP-UERJ e mestre em Sociologia pela UFPR, com experiência em relações de consumo e estratégias de comunicação. Possui formação em UX Research e cursos de gestão e monitoramento de redes sociais e estratégias eleitorais, mídias digitais e gerenciamento de redes. Possui experiência em pesquisas de mercado e campanhas políticas. Realiza moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade.
Mestre em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Tem experiência em planejamento e desenvolvimento de sistemas computacionais de pequeno e médio porte, manutenção de servidores web e possui especialização em modelagem e implementação de bancos de dados relacionais.
Jornalista e doutoranda em Ciência Política no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). É professora da Graduação em Jornalismo da ESPM. Atuou por dez anos como repórter de economia na Editora Globo. É mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em Política & Sociedade pelo IESP-UERJ. Recebeu os prêmios ABECIP de Jornalismo e CNT.
Mestrando em Ciência Política na Universidade Federal do Paraná, pesquisador do INCT ReDem e dos Grupos de Pesquisa NUSP e Observatório das Elites, vinculados à UFPR. Tem como interesses de pesquisa representação política parlamentar e metodologia científica. Possui experiência com a utilização de Inteligência Artificial na pesquisa cientifica, bem como na estruturação e análise de bancos de dados prosopográficos.
O Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Representação e Legitimidade Democrática (INCT ReDem) é um centro de pesquisa sediado no Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), financiado pelo CNPq e pela Fundação Araucária.
Reunindo mais de 50 pesquisadoras(es) de mais de 25 universidades no Brasil e no exterior, o ReDem investiga, a partir de três eixos de pesquisa (Comportamento Político, Instituições Políticas e Elites Políticas) as causas e consequências da crise das democracias representativas, com ênfase no Brasil.
Sua atuação combina metodologias quantitativas e qualitativas, como surveys, experimentos, grupos focais, análise de perfis biográficos e modelagem estatística, produzindo indicadores e ferramentas públicas sobre representação política, qualidade da democracia e comportamento legislativo.
O objetivo central do ReDem é gerar conhecimento científico de alto impacto e produzir recursos técnicos que auxiliem cidadãos, jornalistas, formuladores de políticas e a comunidade acadêmica a compreender, monitorar e aperfeiçoar a representação política democrática no Brasil.
Declarações de Michele; Negociação de Flávio com EUA; Falas de Paulo Figueiredo
Camisa do Brasil; Piada de Lula sobre Neymar
Riqueza de Elon Musk; Condenação de Eduardo Bolsonaro; Acusações contra Jaques Wagner
Desistência de Voto; Pesquisas Eleitorais; Decisão do TSE
PEC do Regime Flexível; Taxação de Trump; Restrição do aborto legal
Luciano Huck e o Bolsa Família; Flávio Bolsonaro e Trump; Fim da Escala 6x1
Universidades Públicas; Detergente Ypê; Dark Horse
Aldo Rebelo; Cabo Daciolo; Samara Martins
Definição de Conceitos: Patrotismo, Democracia e Família.
Uso de desinformação; Caso BRB e Banco Master; Intervenção no preço dos Combustíveis
Romeu Zema; Renan Santos; Augusto Cury
Defesa do PIX; Refinanciamento das dívidas de brasileiros; Subsídio ao Diesel
Lula crítica fake news; Flavio Bolsonaro defende de monitoramento estrangeiro; Candidatura de Ronaldo Caiado
Fim dos penduricalhos; Projeto de Lei Antifacção; Criminalização da misoginia
Percepções sobre a evolução do feminicídio; Combate à violência contra a mulher; Representação feminina
Caso Lulinha; EUA e crime organizado no Brasil; Reações à fala de Ratinho sobre Erika Hilton
Conflito Irã x EUA; Ato Acorda Brasil; Caso Banco Master
Principais Problemas do Brasil; Expectativas para o pleito; Reeleição de Lula
Avaliação pró-liderança; Avaliação adversário; Rede Globo
Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; Aprovação da Dosimetria; Cassação do mandato de Carla Zambelli
Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio
Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo
Redução Inicial de Tarifas - EUA; Remoção de Linguagem Neutra; Indicação de Jorge Messias ao STF
Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade
Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30
Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial
Reforma Casa Brasil; Município Mais Seguro; Nepotismo e STF
Adulteração das bebidas; Precarização do Trabalho; Reunião entre Chanceler Brasileiro e Secretário de Trump
Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.
Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump
Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação
Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro
Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento
Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação
Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia
Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão
Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher
Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais
Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas
Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia
Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares
Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News
Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações
Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas
Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes
Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura
Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura
#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró
#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula
Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM
Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa
Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal
Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos
#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana
Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF
#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis
Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto
#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM
Desvio de Armas, Jair Renan na Política, 2a. Condenação de Bolsonaro
Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro
GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança
Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio
Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar
Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno
Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo
Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS
O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF
Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas
Relatório #19 MED
ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS
Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula
Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an
Declarações de Michele; Negociação de Flávio com EUA; Falas de Paulo Figueiredo
Camisa do Brasil; Piada de Lula sobre Neymar
Riqueza de Elon Musk; Condenação de Eduardo Bolsonaro; Acusações contra Jaques Wagner
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Luciano Huck e o Bolsa Família; Flávio Bolsonaro e Trump; Fim da Escala 6x1
Universidades Públicas; Detergente Ypê; Dark Horse
Aldo Rebelo; Cabo Daciolo; Samara Martins
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Uso de desinformação; Caso BRB e Banco Master; Intervenção no preço dos Combustíveis
Romeu Zema; Renan Santos; Augusto Cury
Defesa do PIX; Refinanciamento das dívidas de brasileiros; Subsídio ao Diesel
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Conflito Irã x EUA; Ato Acorda Brasil; Caso Banco Master
Principais Problemas do Brasil; Expectativas para o pleito; Reeleição de Lula
Avaliação pró-liderança; Avaliação adversário; Rede Globo
Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; Aprovação da Dosimetria; Cassação do mandato de Carla Zambelli
Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio
Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo
Redução Inicial de Tarifas - EUA; Remoção de Linguagem Neutra; Indicação de Jorge Messias ao STF
Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade
Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30
Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial
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Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump
Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação
Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro
Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento
Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação
Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia
Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
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Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
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Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
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Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
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Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
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Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
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#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
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Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio
Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar
Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno
Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo
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Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas
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Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an