Relatório 122

De 2 a 8/3/2026

Temas:

  • Conflito Irã x EUA
  • Ato Acorda Brasil
  • Caso Banco Master
Realização:
Apoio:
Metodologia

Para o ano eleitoral de 2026, renovamos todos os participantes e aumentamos o número de grupos focais contínuos no WhatsApp de 5 para 6. Substituímos o antigo grupo de flutuantes por dois grupos de indecisos: conversadores e progressistas. Na maioria das eleições os indecisos desempenham um papel fundamental, pois têm maior probabilidade de mudar de opinião, decidindo assim o resultado.

O projeto conta com um total de 50 participantes, divididos em grupos com as seguintes características específicas:

BC – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, pretendem votar em Flávio Bolsonaro em 2026, desaprovam o atual governo e aprovam os atos de 8/1.

BM – Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, desaprovam o atual governo e desaprovam os atos de 8/1.

IC – Indecisos Conservadores: votaram em Bolsonaro ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à direita na escala ideológica.

IP – Indecisos Progressistas: votaram em Lula ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à esquerda na escala ideológica.

LD – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno de 2022, reprovam a atual gestão, mas ainda assim pretendem votar em Lula em 2026.

LL – Lulistas: votaram em Lula no segundo turno de 2022, pretendem votar em Lula em 2026 e aprovam a atual gestão.

Evangélicos: grupo virtual formado pela agregação das falas dos participantes evangélicos dos demais grupos, com o objetivo de capturar tendências específicas desse contingente demográfico.

Todos os grupos foram montados de modo a combinar variáveis como sexo, idade, etnia, renda, escolaridade, região de moradia e religião em proporções similares às da população brasileira.

Nossa metodologia permite que os participantes respondam aos temas colocados no tempo que lhes for mais conveniente, liberdade essa inexistente nos grupos focais tradicionais, que são presos à sincronia do roteiro de temas e questões colocados pelo mediador. O instrumento de pesquisa, assim, se acomoda às circunstâncias e comodidades da vida de cada um, reduz a artificialidade do processo de coleta de dados e, portanto, gera resultados mais próximos das interações reais que os participantes têm no seu cotidiano.

É importante salientar que os resultados apresentados são provenientes de metodologia qualitativa, que tem por objetivo avaliar narrativas, argumentos e opiniões. Mesmo quando quantificados, tais resultados não devem ser entendidos como dotados de validade estatística, mas como dado indicial.

O sigilo dos dados pessoais dos participantes é total e garantido, assim como sua anuência prévia com a divulgação dos resultados da pesquisa, desde que respeitado esse anonimato.

Síntese dos Principais Resultados

Na semana de 2/3 a 8/3/26, os seis grupos discutiram questões candentes do debate público. No total, foram coletadas e analisadas 179 interações, totalizando 9.989 palavras.

Bolsonaristas Convictos (BC) Bolsonaristas Moderados (BM) Indecisos Conservadores (IC) Indecisos Progressistas (IP) Lulodescontentes (LD) Lulistas (LL) Evangélicos
Conflito Irã x EUA O conflito foi visto como parte de uma disputa ideológica e geopolítica mais ampla, com avaliações positivas da postura dos Estados Unidos contra regimes considerados hostis ao Ocidente. Houve consenso de que o Brasil deveria permanecer neutro e evitar envolvimento direto. A ação dos Estados Unidos foi considerada, pela maioria, compreensível ou até justificável diante da percepção de que o Irã representaria uma ameaça regional, por seu programa nuclear e apoio a grupos armados na região. Prevaleceu a defesa de neutralidade do Brasil. O grupo demonstrou maior incerteza e conhecimento limitado sobre o conflito, destacando os impactos humanitários da guerra e a complexidade geopolítica da situação. Houve consenso de que o Brasil deveria evitar envolvimento e priorizar seus problemas internos. Predominou uma visão crítica ao intervencionismo dos Estados Unidos e às disputas de poder entre grandes potências, com forte preocupação com as vítimas civis. Houve consenso de que o Brasil deve manter postura cautelosa e não se envolver no conflito. O episódio foi percebido como parte de uma dinâmica internacional marcada por rivalidades estratégicas e por disputas por influência em regiões consideradas estratégicas, como o Oriente Médio. A posição predominante foi de neutralidade do Brasil, acompanhada de defesa de soluções diplomáticas. O conflito foi interpretado majoritariamente como resultado do intervencionismo dos Estados Unidos e de disputas geopolíticas globais, com forte preocupação humanitária. O grupo defendeu que o Brasil permaneça fora do conflito e privilegie a via diplomática. Os participantes não fizeram leituras embasadas na religião.
Ato Acorda Brasil A manifestação foi vista como legítima e necessária para denunciar supostas injustiças do STF e do governo, defender Bolsonaro e os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Predominou a ideia de mobilização popular contra perseguição política. Houve apoio ao direito de manifestação e, em parte, às pautas defendidas, mas com maior nuance. Alguns concordaram com críticas ao sistema político e à anistia, enquanto outros defenderam limites institucionais ou responsabilização legal. Predominou distanciamento em relação ao ato e às pautas, combinado com defesa do direito democrático de manifestação. Muitos expressaram indiferença ou ceticismo em relação à utilidade política dessas mobilizações. Reconheceram o direito de protesto, mas rejeitaram majoritariamente as pautas do ato, especialmente a anistia e a defesa de Bolsonaro. Apareceram algumas críticas à polarização política e à centralidade dessas disputas no debate público. Manifestaram rejeição completa às pautas defendidas, mas reconheceram o direito de manifestação. O protesto foi frequentemente visto como pouco relevante ou desconectado de prioridades do país. Predominou forte rejeição às pautas e à própria manifestação, interpretada como defesa de atos antidemocráticos. O grupo enfatizou a necessidade de responsabilização legal pelos eventos de 8 de janeiro e criticou a legitimidade política do protesto. Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento.
Banco Master Interpretaram o caso como evidência de um grande esquema de corrupção envolvendo elites financeiras e membros do Judiciário, com menções diretas a ministros do STF e autoridades públicas do atual governo. Predominou a percepção de conluio institucional e forte indignação com o que consideram seletividade e impunidade da justiça. Entre os que opinaram com algum conhecimento, predominou a leitura de um grande escândalo de corrupção com possível envolvimento de autoridades públicas. Também surgiram menções a ministros do STF e ao governo, reforçando uma visão crítica sobre a atuação das instituições. Acompanharam o caso de forma moderada e interpretaram o episódio como um escândalo envolvendo muito dinheiro e atores influentes. Alguns participantes mencionaram autoridades e membros do Judiciário. Enquadraram o caso principalmente como exemplo de corrupção e abuso de poder econômico por parte de elites financeiras. As interpretações foram mais estruturais, com poucas menções a nomes específicos, e enfatizaram a necessidade de investigação rigorosa e responsabilização dos envolvidos. Perceberam o episódio como um escândalo amplo envolvendo redes de influência entre setor financeiro e diferentes esferas do poder. Houve algumas menções a autoridades e ministros, mas predominou a ideia de corrupção transversal que atravessa todo o sistema político. Prevaleceu a percepção de um grande escândalo financeiro possivelmente envolvendo atores políticos diversos. As falas foram menos personalizadas, com poucas citações de nomes e maior foco na expectativa de investigação e punição. Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento.
Pergunta 4
Um ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, realizado neste sábado (28), deixou 555 mortos e ao menos 747 feridos. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, foi morto nos bombardeios. A informação foi confirmada horas depois pelo regime iraniano. Nas últimas semanas, Trump vinha pressionando o governo iraniano a abandonar seu programa nuclear. As negociações estavam em andamento quando os ataques foram lançados. Os Estados Unidos acusam o Irã de tentar desenvolver uma bomba atômica. O que vocês pensam sobre esse conflito? Qual deve ser a postura do Brasil diante dessa situação?
Adoção de neutralidade

Houve convergência entre os diferentes grupos sobre o posicionamento esperado do paía: o Brasil deveria adotar uma postura de neutralidade diante do conflito. Independentemente da posição ideológica ou da avaliação sobre os atores envolvidos na disputa, prevaleceu a percepção de que o país não deveria se envolver diretamente em uma escalada militar entre potências internacionais. A neutralidade apareceu associada à ideia de que o Brasil possui limitações militares e estratégicas para atuar em um cenário de guerra dessa magnitude. Nesse sentido, a defesa de distanciamento foi frequentemente formulada como uma forma de evitar riscos diplomáticos, econômicos ou de segurança que poderiam surgir de um eventual alinhamento com qualquer um dos lados do conflito.

Além disso, a neutralidade também foi justificada pela percepção de que o país enfrenta desafios internos relevantes que deveriam ser priorizados. Em diferentes grupos, apareceu a avaliação de que o Brasil deveria concentrar seus esforços em questões domésticas, como desenvolvimento econômico, estabilidade social e resolução de problemas estruturais internos, em vez de assumir protagonismo em disputas internacionais complexas.

"Não sei bem o que achar. Mas em relação ao brasil, não acho que nosso país deva se aliar a alguém agora. É um momento delicado e por enquanto permanecer neutro e não se meter é a melhor decisão." (BC, 22 anos, vigilante, RO)

"Bem existem nações unidas, onde países tem que realmente seguir o padrão estabelecido. Brasil deve estar neutro ,na minha opinião, porque nos temos cuida do nosso desenvolvimento, se posicionar o que realmente interessa desenvolvimento." (BM, 42 anos, gerente de vendas, MG)

"Eu acho que o Brasil não deve se envolver de nenhuma forma nesse conflito pois não possuímos o arsenal bélico necessário para isso. Além disso, o Brasil é um país emergente que possui diversos problemas, então acredito que direcionar valores para investir em armas de guerra seria o mesmo de piorar as condições de vida no Brasil. O Brasil precisa focar em demandas internas porque temos muito a melhorar." (IC, 24 anos, advogada, RO)

"Acredito que o Brasil deve manter uma postura neutra e diplomática, defendendo o diálogo e a solução pacífica dos conflitos, priorizando a paz e o respeito às relações internacionais." (ID, 22 anos, assistente administrativa, PE)

"Acredito que essa guerra é pura maldade humana onde entra a ganância por poder onde quem padece é a população. Acredito que o Brasil não deve tomar partido nessa guerra." (LD, 59 anos, educador social, CE)

"Penso que só quem sofre com esses ataques são pessoas inocentes, as coisas não deveriam ser assim, nada se resolve com guerra. O Brasil tem que ficar quieto e não se envolver." (LL, 28 anos, vendedora, PA)

Ação justificável ou necessária

Entre os bolsonaristas — especialmente os convictos e parte dos moderados — predominou uma interpretação do conflito que atribuiu legitimidade à ação militar conduzida pelos Estados Unidos e por Israel. Nesse enquadramento, o regime iraniano foi frequentemente percebido como uma ameaça relevante à estabilidade internacional, sobretudo em razão de seu programa nuclear e de seu suposto apoio a grupos armados atuantes no Oriente Médio. A operação militar foi, portanto, interpretada como uma resposta estratégica diante de riscos considerados crescentes para a segurança regional e global. Essa leitura esteve associada à percepção de que o Irã desempenha um papel desestabilizador na região e que ações preventivas poderiam ser necessárias para conter o avanço de suas capacidades militares.

Em algumas falas apareceu uma visão mais ampla da política internacional, na qual os Estados Unidos foram percebidos como um ator central no enfrentamento de regimes considerados hostis ao Ocidente. Essa interpretação foi acompanhada, em vários casos, por avaliações positivas da postura de liderança dos Estados Unidos no cenário internacional.

"Acredito que Trump está decidido a reduzir drasticamente as áreas de domínio da esquerda em todo o mundo... Assim, o ataque ao Irã, no momento em que Rússia está em grave crise financeira e China enfrenta problemas tbm econômicos, juntamente com o desmantelamento dos cartéis de droga, parece ser na hora certa, definindo um cenário que dificulta o crescimento dos governos de esquerda." (BC, 62 anos, cirurgião dentista, SP)

"O Trump sempre colocando pais dele na frente de tudo e tds admiro sua postura tenho medo do que nosso presidente Lula está disposto a fazer acordo com ele pois é um mega inteligente lidando com burro onde só afunda o Brasil cada vez mais...." (BC, 39 anos, auxiliar de vida escolar, SP)

"O Irã além da questão nuclear também apoia grupos terroristas como o Hamas e Hezbollah, então a ação dos EUA foi plausível." (BM, 30 anos, assistente de TI, ES)

"Eu acho que a intervenção dos EUA e Israel, já foi até tardia!... O fato do governo iraniano querer "enriquecer" urânio para fins energéticos é conto da carochinha, quando na verdade eles querem sim produzir sua própria bomba atômica." (BM, 53 anos, eletrotécnico, RN)

Intervencionismo militar e interesses econômicos

Entre os lulistas, lulodescontentes e parte dos indecisos progressistas predominou uma leitura mais crítica da atuação dos Estados Unidos no conflito. A ação militar foi frequentemente interpretada como expressão de uma tradição de intervencionismo internacional por parte das grandes potências, especialmente dos Estados Unidos, em regiões consideradas estratégicas para seus interesses. As falas sugeriram a percepção de que operações militares dessa natureza estariam ligadas não apenas a preocupações de segurança, mas também a disputas por influência política, controle de recursos estratégicos e manutenção de posições de poder no sistema internacional. Essa interpretação esteve acompanhada de questionamentos sobre a legitimidade da ação e sobre as motivações políticas que poderiam ter impulsionado a escalada do conflito.

A crítica ao papel dos Estados Unidos foi frequentemente associada à percepção de que disputas entre grandes potências acabam sendo conduzidas em territórios onde a população local arca com os principais custos humanos e sociais da guerra.

"Penso que em primeiro lugar os EUA e Israel são uns fora da lei. Atacar um país enquanto ocorrem as negociações de vários níveis tipo das "armas nucleares" é tentativa de fragilizar o País para obter melhores resultados." (LL, 61 anos, administrador, PR)

"Eu penso que os Estados Unidos sempre esteve envolvido com grandes conflitos, e sempre se sentem soberanos pra fazer e desfazer o que bem entende." (ID, 29 anos, empreendedora, RJ)

"Vejo que não é de hoje que acontecem essses conflitos... sendo nesse caso os EUA e ISRAEL contra o IRÃ, querendo todas as riquezas que o IRÃ tem." (ID, 46 anos, vendedora, RS)

"Vi os noticiários mas nao acompanhei os relatos sobre os fatos mas sou contra qualquer tipo de conflito guerra nessas ocasiões sempre tem alguns interesses pra beneficiar a si próprio... e como sabemos os Estados Unidos e dono disso provocar atacar nações sem se preocupar com qualquer tipo de vida." (LD, 49 anos, vigilante, MT)

"O conflito iran x eua são por domínio da região que somente prejudicam a populaçao local e mundial." (LD, 40 anos, turismóloga, SP)

"Esse é um assunto é bastante delicado, pois o Estados Unidos está sem se envolvendo em conflitos para provar a supremacia sobre os demais países." (ID, 37 anos, auxiliar de creche, RJ)

Pergunta 5
Ocorreu neste domingo (1º), em diversas cidades do país, uma manifestação política intitulada “Acorda Brasil”. Entre as pautas citadas pelos participantes havia críticas diretas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, pedidos pela liberdade de Bolsonaro e anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro. O maior público foi em São Paulo, com 20 mil pessoas. No Rio, estimou-se um pouco menos de 5 mil pessoas. Participaram da manifestação lideranças políticas como o senador Flávio Bolsonaro (PL), o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), os governadores Romeu Zema (Minas Gerais) e Ronaldo Caiado (Goiás), e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes. Vocês ficaram sabendo desse ato? O que pensam sobre as pautas defendidas?
Apoio consistente

Entre bolsonaristas convictos e, em menor grau, entre os bolsonaristas moderados, houve apoio consistente ao ato e às pautas. Nesse campo, o ato foi interpretado como uma forma legítima de mobilização popular e de expressão de insatisfação com o cenário político e institucional do país. As manifestações foram frequentemente associadas à defesa do direito de protesto e à ideia de que a população deve ocupar o espaço público para pressionar autoridades e demonstrar descontentamento. Entre os participantes desses grupos, prevaleceu a leitura de que mobilizações desse tipo cumprem um papel importante ao sinalizar que parte da sociedade permanece politicamente ativa e disposta a se posicionar.

Ao mesmo tempo, a intensidade do apoio variou entre os dois segmentos. Entre os bolsonaristas convictos, predominou uma adesão mais enfática às pautas do protesto, especialmente aquelas relacionadas às críticas ao Supremo Tribunal Federal, à defesa de Bolsonaro e à anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro. Já entre os bolsonaristas moderados, parte dos participantes demonstrou concordância apenas parcial com os temas levantados, especialmente no que se refere à anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, indicando posições intermediárias que combinam críticas às decisões judiciais com a defesa de responsabilização legal.

"Concordo com ato. São por meio de manifestações como essas que o povo percebe a força que tem. É uma injustiça o que os ministros estão fazendo com os manifestantes do 8 de janeiro, ditando penalidades absurdas e sem nexos para pessoas que não cometeram crimes hediondos." (BC, 22 anos, vigilante, RO)

"Super concordo com o ato. Vejo esse movimento como uma demonstração de que a população não está adormecida, é a voz de milhares de brasileiros que querem um país livre da perseguição politica." (BC, 24 anos, enfermeira, GO)

"Sim, eu fiquei sabendo. Vi em diversos grupos em que eu estou, vi vídeos, me emocionei muito, até desejei estar lá. É necessário sim fazermos essas manifestações. Esse movimento tem todo o meu apoio e o meu respeito." (BC, 47 anos, administradora, BA)

"Sim soube. Concordo com os atos e pautas defendidas. Somos um país democrático e temos a liberdade de expressar nossas opiniões."

(BM, 30 anos, assistente de TI, ES)

"Soube do acontecimento. Acho que as pautas defendidas são válidas; e sendo um ato pacífico, não há porque não ser feito." (BM, 29 anos, advogada, SP)

"Acho justo e coerente os temas defendidos. Acho valido poder expressar a nossa opinião de forma pacífica e sou contra qualquer ato de violência para provar um ponto."(BM, 32 anos, gerente de vendas, PA)

Rejeição consistente

A rejeição às manifestações e às pautas defendidas concentrou-se principalmente entre os lulistas, os lulodescontentes e os indecisos progressistas. Entre esses grupos, predominou uma avaliação crítica tanto do conteúdo das reivindicações quanto do sentido político do ato. As falas frequentemente interpretaram as pautas — especialmente os pedidos de anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro e a defesa de Bolsonaro — como tentativas de relativizar ou justificar ações consideradas antidemocráticas. Nesse contexto, apareceu com frequência a defesa de que eventuais crimes cometidos devem ser julgados e punidos dentro das regras institucionais, reforçando uma visão mais legalista e institucional do conflito político.

Também apareceu a percepção de que essas manifestações tendem a mobilizar principalmente segmentos já fortemente alinhados ideologicamente, sem ampliar o diálogo político ou produzir efeitos concretos sobre as prioridades nacionais.

"Sim, fiquei sabendo pelas redes de notícias. Não apoio Bolsonaro e nem nenhuma manifestação a favor dele. Brasil precisa realmente acordar, mas acordar sem libertar Bolsonaro, todas as pessoas que cometeram crime precisam pagar por ele." (IP, 26 anos, autônoma, RO)

"Não fiquei sabendo dessas manifestações pelo Brasil, e nem desse ato Acorda Brasil. Acho que é de direito e por lei as manifestações, mas não concordo com certos posicionamentos e pela anistia, sendo que já foi provado todos os envolvimentos do Ex presidente com os atos anti democráticos." (IP, 32 anos, técnico em logística, SP)

"Eu acompanhei as notícias sobre essa Manifestação política, e penso que é direito de todos grupos fazer atos públicos, eu não concordo com as pautas defendidas, pois várias infrações foram cometidas." (LD, 47 anos, professora, MT)

"Boa tarde eu tomei conhecimento dessas manifestações mas nao vejo nenhum sentido pois quais benefícios que o Brasil ganha com isso estavam lutando em favor de uma baderna que aconteceu no dia 8 de janeiro de 2023." (LD, 49 anos, vigilante, MT)

"Bom dia, fiquei sabendo através das redes sociais e acho uma vergonha ir às ruas para pedir anistia p golpista, existem tantas pautas importantes para lutar no nosso país e as pessoas fazendo isso pra ajudar criminoso." (LL, 28 anos, vendedora, PA)

"Não fiquei sabendo, mas considero um verdadeiro descaso, falsa de senso, noção e vergonha na cara apoiar a liberdade de um ex presidente golpista e pessoas que vandalizaram e depredaram o patrimônio público." (LL, 27 anos, operador de telemarketing, BA)

Apoio ao direito de manifestação, mas com ressalvas quanto aos temas

Entre os indecisos conservadores que haviam acompanhado as notícias, predominou a ideia de que manifestações públicas são instrumentos legítimos de participação política, desde que ocorram de forma pacífica e respeitem os limites institucionais e os direitos de terceiros. Ao mesmo tempo, esses participantes apresentaram posições mais nuançadas em relação às pautas específicas defendidas no ato. Parte dos participantes concordou com alguns pontos levantados pelos organizadores, enquanto outros demonstraram discordância ou ceticismo em relação a temas como anistia aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro ou à defesa direta de Bolsonaro, mas apoiando outras bandeiras. Também apareceu a percepção de que determinadas reivindicações se tornaram repetitivas ou pouco produtivas no debate político atual.

"Não fiquei sabendo desse ato não. Acho que independentemente da posição política, todos têm o direito de se manifestar. Não concordo com as pautas defendidas, mas acho que eles estão no direito deles, desde que seja uma manifestação pacífica." (IC, 24 anos, advogada, RO)

"Eu vi no jornal sobre. Eles tem o direito de manisfestar, mesmo eu achando uma perda de tempo, eles estão no direito deles contando que aja ordem, decência, não prejudique o ir e vim dos outros, ok." (IC, 30 anos, maquiadora, RJ)

"Não fiquei sabendo, até porque esse é um assunto que cansa a paciência da gente meros trabalhador CLT ou autônomo. Mas pra quem quer e tem tempo pra isso, tem todo direito de se manifestar pacificamente e expressar suas opiniões." (IC, 45 anos, representante comercial, PE)

"Vi sim, repercutiu bastante. Acho que manifestação é um direito de todo mundo, faz parte da democracia. Mas, sendo bem sincero, eu não concordo com algumas das pautas que foram defendidas ali. Acho que certas coisas precisam seguir o que já foi decidido e pronto."

(IC, 33 anos, consultor de TI, SP)

Pergunta 6
A crise envolvendo o Banco Master teve novo desdobramento nesta quarta-feira (4), com a prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador da instituição. A detenção, determinada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), ocorreu após análise de mensagens no celular do empresário, com indícios de ameaças, corrupção de servidores públicos, envolvimento de políticos, tentativa de interferência em decisões regulatórias e até o uso de uma "milícia privada" para intimidar opositores. A Justiça também determinou o bloqueio de cerca de R$ 22 bilhões em bens para ressarcir prejuízos ao sistema financeiro. Vocês estão acompanhando esse caso? O que sabem sobre os acontecimentos?
Informações rasas e Ceticismo compartilhado

As respostas indicaram níveis distintos de acompanhamento do caso entre os grupos analisados. Em geral, o episódio ainda não se apresentava como um tema amplamente consolidado, com vários respondentes afirmando ter tido contato apenas superficial com as notícias ou acompanhá-lo por meio de manchetes e informações fragmentadas.

Apesar dessas diferenças no grau de acompanhamento, emergiu entre os grupos um sentimento relativamente disseminado de desconfiança em relação à capacidade das instituições de produzir responsabilização efetiva. Em diferentes segmentos apareceu a avaliação de que escândalos envolvendo grandes volumes de recursos e atores politicamente influentes frequentemente terminam sem punição proporcional aos fatos investigados. Essa percepção atravessou posições ideológicas distintas e esteve associada à ideia de que elites econômicas e políticas dispõem de mecanismos de proteção institucional. Assim, mesmo entre participantes com leituras divergentes sobre o significado político do caso, predominou um ceticismo compartilhado quanto ao desfecho das investigações e à efetividade do sistema de justiça em casos de grande repercussão.

"A verdade é que a gente tem que sair mesmo as ruas e exigir justiça para todos esses corruptos, porque o fato é que se as pessoas de bem não se manifestar todo esse escândalo vai terminar em pizza." (BC, 47 anos, administradora, BA)

"Um adendo, se tratando de Brasil tudo terminar em pizza rsrs" (BM, 33 anos, consultor de TI, SP)

"Não me aprofundei sobre o caso, só por meio de reportagens esporádicas. Mas ficou claro pra min, que se trata do típico caso onde órgãos privados com influência econômica mantém uma relação de interesse com agentes e órgãos públicos. Onde todos tiram vantagens e quem perde real é só a população mesmo." (IC, 37 anos, professor, RJ)

"Sim, vi por cima… pra mim isso só mostra como no Brasil o buraco entre dinheiro, banco e política é sempre mais embaixo." (IP, 28 anos, customer care analist, SP)

"Acompanho o caso e acho que o desdobramento será abafado… considero um grande roubo e informação privilegiada de Vorcaro, esquerda e direita ambas estão corrompidas pelo poder." (LD, 40 anos, turismóloga, SP)

"Sim ,estou acompanhando , e infelizmente não acredito que todos os envolvidos serão presos e que permaneçam presos!" (LL, 56 anos, assessora administrativa, RJ)

Interpretação politizada e institucional

Entre bolsonaristas convictos, parte dos moderados e indecisos conservadores, o caso foi interpretado de forma bastante politizada. Para esses participantes, o episódio deixou de ser apenas um escândalo financeiro e passou a ser visto como sinal de problemas mais amplos nas instituições do país. Nas falas, apareceu com frequência a ideia de que o esquema não envolveria apenas o banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master, mas também autoridades públicas e integrantes do Judiciário. Nesse contexto, foram citados nomes como Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, mencionados como possíveis figuras que teriam algum tipo de proximidade ou relação com o banqueiro, reforçando entre os participantes a percepção de que haveria conexões entre o sistema financeiro e centros de poder político. Apareceu com força a ideia de que a justiça poderia agir de forma seletiva, tratando alguns atores com mais rigor do que outros, alimentando uma percepção de desigualdade no funcionamento das instituições e de proteção a figuras influentes.

"Ontem eu li em um canal de notícias que foram encontrado em uma tal planilha o nome de tal Alexandre de Moraes, da mulher dele e do Dias Toffoli, ou seja, a mesma quadrilha da suprema corte." (BC, 47 anos, administradora, BA)

"Pelo que vi o banco Master teve um crescimento muito rápido... Vi também que teve mensagens entre o Vorcado e o ministro Alexandre de Moraes no dia que ele foi preso pela primeira vez." (BC, 29 anos, desenvolvedor web, SP)

"Estou acompanhando sim. A PF apreendeu o celular de Varcaro e está desvendando vários pontos importantes... onde no dia da sua primeira prisão ele trocou mensagens com o ministro Alexandre de Moraes." (BM, 29 anos, advogada, SP)

"Estou acompanhando. Pelo que eu percebi esse Daniel vorcaro tinha contado direto com o ministro Alexandre de Morais, para tentar salvar o banco Master." (BM, 72 anos, pensionista, RJ)

"A última informação que tive é de que o banqueiro fez uma troca de msgs com o Alexandre de Moraes... por conta disso acho esse processo falho já que envolve um ministro e sua esposa no meio disso tudo." (IC, 29 anos, professor, RJ)

"Eu acredito que não tem como não acompanhar nem mesmo de longe... o que vejo e percebo é que o ministro Alexandre Moraes está o tempo todo se contradizendo com os fatos investigado e apurados." (IC, 45 anos, representante comercial, PE)

Interpretação estrutural

Entre indecisos progressistas, lulodescontentes e parte dos lulistas, predominou uma leitura mais geral do caso, menos focada em pessoas específicas e mais na forma como o sistema funciona. Nas falas, o episódio apareceu como mais um exemplo de corrupção envolvendo grandes empresários, bancos e relações próximas com o poder público. Para esses participantes, o problema não estaria apenas em indivíduos, mas em um padrão recorrente no Brasil, no qual interesses econômicos e decisões políticas acabam se misturando. Em vez de enfatizar nomes ou disputas partidárias, as falas destacaram a concentração de poder econômico e os efeitos desses escândalos sobre a confiança nas instituições. Assim, o caso foi interpretado mais como reflexo de problemas estruturais do sistema político e econômico do que como um conflito político específico.

"pra mim isso só mostra como no Brasil o buraco entre dinheiro, banco e política é sempre mais embaixo. quando começa a puxar a ponta do fio aparece de tudo… corrupção, pressão em decisão, gente influente no meio." (IP, 28 anos, customer care analist, SP)

"Sim, estou acompanhando por alto. O que eu sei, é que o banco Master prometia rendimentos acima do que outros bancos oferecem em investimentos… com isso, eles maquiaram os balanços financeiros, pra esconder os prejuízos." (IP, 29 anos, empreendedora, RJ)

"Mas além do poder econômico expresso numa vida nababesca… há também a descoberta de atuação violenta e de subordo de servidores em altos cargos de importantes órgãos da administração federal." (LD, 48 anos, servidor público, PA)

"Eu estou acompanhando as notícias sobre o Banco Master e seus desdobramentos. Até agora de acordo com as notícias é uma das maiores fraudes financeiras do país envolvendo vários setores e com participação de muitos políticos, empresários e acesso a informações privilegiadas para a fraude acontecer." (LD, 47 anos, professora, MT)

"Boa noite, sim muita gente envolvida em mais um caso de enriquecer as custas da política e até financiando campanhas eleitorais, até com ameaças às pessoas." (LL, 61 anos, administrador, PR)

"Sim, estou acompanhando. Pelo o que aparenta é um dos maiores senão maior golpe financeiro da história do sistema financeiro brasileiro, envolvendo várias esferas de poderes atingindo atores diferentes espectros políticos." (LL, 38 anos, representante de atendimento, AL)

Considerações finais

O conflito entre os Estados Unidos e o Irã evidenciou diferenças claras entre os grupos, reproduzindo clivagens ideológicas já observadas em outras etapas da pesquisa e que se tornaram ainda mais visíveis com a nova composição dos participantes. Entre os segmentos mais alinhados à direita, especialmente entre bolsonaristas, predominou uma interpretação que tende a legitimar a ação norte-americana como resposta necessária às ameaças atribuídas ao regime iraniano, frequentemente acompanhada de avaliações positivas da postura de liderança de Donald Trump no cenário internacional. Já entre lulistas, lulodescontentes e parte dos indecisos progressistas, prevaleceu uma leitura mais crítica da atuação dos Estados Unidos, associando o episódio a práticas recorrentes de intervencionismo militar e a disputas geopolíticas por influência e recursos estratégicos. Em convergência, de forma transversal, os participantes defenderam que o Brasil deveria adotar uma postura de neutralidade diante da crise, evitando envolvimento direto em uma disputa entre grandes potências. Essa posição foi frequentemente justificada pela percepção de que o país possui limitações militares e diplomáticas para atuar em um conflito dessa magnitude, além da ideia de que o governo deveria priorizar desafios internos e preservar os interesses nacionais. É digno de nota o fato de a virada da opinião, do apoio à rejeição das ações dos EUA se dá já no grupo de indecisos progressistas.

A mesma divisão foi encontrada nos posicionamentos adotados sobre a manifestação “Acorda Brasil”. Entre os participantes alinhados ao campo bolsonarista, predominou a interpretação do ato como uma mobilização legítima da sociedade. As pautas do protesto foram vistas como legítimas e necessárias, sendo associadas à defesa de liberdade política, à crítica ao governo federal e à desconfiança em relação ao sistema institucional. Já entre os grupos mais progressistas, as manifestações foram majoritariamente rejeitadas, sendo frequentemente associadas à defesa de pautas consideradas antidemocráticas ou à tentativa de relativizar os acontecimentos de 8 de janeiro. Já os indecisos, quando cientes dos atos ocorridos, avaliaram o evento com maior distanciamento, ora expressando ceticismo sobre sua utilidade política, ora apontando desgaste ou repetição das reivindicações apresentadas. Esse resultado mostra que o evento não conseguiu furar a bolha bolsonarista, servindo no máximo para reforçar a coesão do grupo, particularmente de seu componente mais radicalizado.

O caso do Banco Master foi interpretado, de modo comum pelos participantes, como um episódio de grande gravidade, associado à percepção de corrupção e de relações pouco transparentes entre o sistema financeiro e o poder político. Ainda que o nível de acompanhamento das notícias tenha variado entre os grupos, predominou a leitura de que se trata de um escândalo de grande dimensão, potencialmente envolvendo atores influentes e grandes volumes de recursos. As divergências apareceram sobretudo na forma como o episódio foi enquadrado. Os segmentos bolsonaristas tenderam a interpretar o caso de maneira mais politizada e personalizada, mencionando somente nomes ligados ao governo federal e sugerindo vínculos diretos entre banqueiros e autoridades. Já entre os participantes mais próximos do campo progressista, o caso foi visto como mais um exemplo da proximidade entre grandes interesses econômicos e a política, mas sem citar nomes de possíveis envolvidos. O resultado geral é o inegável aumento da percepção de corrupção do sistema político, algo que frequentemente produz consequências eleitorais.

Por fim, cabe ainda registrar que, em duas das três questões da semana, o grupo de indecisos conservadores demonstrou menor conhecimento e menor nível de engajamento nos temas em comparação com os demais grupos. Para análises futuras, será importante investigar se esse padrão decorre de uma característica específica dos participantes atuais ou se reflete um traço mais geral desse perfil de eleitor.

Distribuição da Participação
MDP

O Monitor do Debate Público é um projeto do Laboratório de Estudos da Mídia e da Esfera Pública (LEMEP), localizado no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da UERJ, baseado na metodologia do Painel de Monitoramento de Tendências (POMT), desenvolvida por nossa equipe.

O POMT é uma metodologia inovadora que nos permite monitorar de modo dinâmico a opinião pública e suas clivagens no que toca temas da agenda pública, preferências, valores, recepção de notícias etc. Ela opera por meio de grupos focais de operação contínua no WhatsApp, com participantes selecionados e um moderador profissional.

Assim como na metodologia tradicional de grupos focais, os grupos contínuos no WhatsApp do POMT permitem que o moderador estimule o aprofundamento de temas sensíveis e difíceis de serem explorados por meio de pesquisas quantitativas ou mesmo pela aplicação de questionários estruturados.

O caráter assíncrono dos grupos do POMT, possibilitado pela dinâmica da comunicação no WhatsApp, permite respostas mais refletidas por parte dos participantes, o que é adequado tanto para a pesquisa social quanto para a eleitoral, dado que o voto é também uma decisão que muitas vezes demanda reflexão.

Por sua natureza temporal contínua, os grupos focais do POMT são propícios para criar situações deliberativas, nas quais as pessoas se sentem compelidas a elaborar suas razões a partir das razões dadas por outros participantes do grupo.

O telefone celular é hoje o meio mais democrático e acessível de comunicação. Assim, a participação nos grupos do POMT não requer o uso de computador ou mesmo que os participantes interrompam suas atividades para interagirem entre si.

O MDP é um projeto que utiliza a metodologia do POMT para analisar, com periodicidade semanal, o debate público brasileiro, segmentado em cinco grupos de diferentes orientações ideológicas, que cobrem da extrema-direita à esquerda. Tal divisão se justifica por serem esses grupos os de maior relevância demográfica na atualidade.

Equipe MDP

Carolina de Paula – Diretora geral

Doutora em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Coordenou o IESP nas Eleições, plataforma multimídia de acompanhamento das eleições 2018. Foi consultora da UNESCO, coordenadora da área qualitativa em instituto de pesquisa de opinião e big data, atuando em diversas campanhas eleitorais e pesquisas de mercado. Realiza consultoria para desenho de pesquisa qualitativa, moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade. Escreve no blog Legis-Ativo do Estadão.

João Feres Jr. – Diretor científico

Mestre em Filosofia Política pela UNICAMP e mestre e doutor em Ciência Política pela City University of New York, Graduate Center. Foi professor do antigo IUPERJ de 2003 a 2010. É, desde 2010, professor de Ciência Política do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ). Coordenador do LEMEP, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) e do Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB).

Francieli Manginelli – Analista sênior e coordenadora de recrutamento

Cientista Social e doutoranda em Sociologia pelo IESP-UERJ e mestre em Sociologia pela UFPR, com experiência em relações de consumo e estratégias de comunicação. Possui formação em UX Research e cursos de gestão e monitoramento de redes sociais e estratégias eleitorais, mídias digitais e gerenciamento de redes. Possui experiência em pesquisas de mercado e campanhas políticas. Realiza moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade.

André Felix – Coordenador de TI

Mestre em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Tem experiência em planejamento e desenvolvimento de sistemas computacionais de pequeno e médio porte, manutenção de servidores web e possui especialização em modelagem e implementação de bancos de dados relacionais.

Pollyanna Bretas –

Jornalista e doutoranda em Ciência Política no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). É professora da Graduação em Jornalismo da ESPM. Atuou por dez anos como repórter de economia na Editora Globo. É mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em Política & Sociedade pelo IESP-UERJ. Recebeu os prêmios ABECIP de Jornalismo e CNT.

Vittorio Dalicani – Analista Jr.

Mestrando em Ciência Política na Universidade Federal do Paraná, pesquisador do INCT ReDem e dos Grupos de Pesquisa NUSP e Observatório das Elites, vinculados à UFPR. Tem como interesses de pesquisa representação política parlamentar e metodologia científica. Possui experiência com a utilização de Inteligência Artificial na pesquisa cientifica, bem como na estruturação e análise de bancos de dados prosopográficos.

INCT ReDem

O Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Representação e Legitimidade Democrática (INCT ReDem) é um centro de pesquisa sediado no Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), financiado pelo CNPq e pela Fundação Araucária.

Reunindo mais de 50 pesquisadoras(es) de mais de 25 universidades no Brasil e no exterior, o ReDem investiga, a partir de três eixos de pesquisa (Comportamento Político, Instituições Políticas e Elites Políticas) as causas e consequências da crise das democracias representativas, com ênfase no Brasil.

Sua atuação combina metodologias quantitativas e qualitativas, como surveys, experimentos, grupos focais, análise de perfis biográficos e modelagem estatística, produzindo indicadores e ferramentas públicas sobre representação política, qualidade da democracia e comportamento legislativo.

O objetivo central do ReDem é gerar conhecimento científico de alto impacto e produzir recursos técnicos que auxiliem cidadãos, jornalistas, formuladores de políticas e a comunidade acadêmica a compreender, monitorar e aperfeiçoar a representação política democrática no Brasil.

Leia outros Relatórios do MDP

Principais Problemas do Brasil; Expectativas para o pleito; Reeleição de Lula

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Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; Aprovação da Dosimetria; Cassação do mandato de Carla Zambelli

Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio

Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo

Redução Inicial de Tarifas - EUA; Remoção de Linguagem Neutra; Indicação de Jorge Messias ao STF

Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade

Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30

Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial

Reforma Casa Brasil; Município Mais Seguro; Nepotismo e STF

Adulteração das bebidas; Precarização do Trabalho; Reunião entre Chanceler Brasileiro e Secretário de Trump

Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.

Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump

Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação

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Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento

Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação

Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia

Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.

Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas

Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky

Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação

Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro

Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump

Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda

Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)

Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo

CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso

Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.

Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas

Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff

Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS

Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia

Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção

Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua

Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão

Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump

Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual

Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.

Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.

Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras

Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.

Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.

Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia

Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas

Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.

Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.

Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores

Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer

Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares

CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher

Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados

Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam

Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto

Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane

Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida

Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais

Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas

Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais

ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro

Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal

Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet

Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula

Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista

Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro

Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia

Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar

Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904

Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares

Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News

Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações

Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas

SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente

Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas

Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes

Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura

Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid

Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura

#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres

Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos

Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro

#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró

#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula

Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM

Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa

Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal

Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos

#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana

Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF

#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis

Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto

#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM

Desvio de Armas, Jair Renan na Política, 2a. Condenação de Bolsonaro

Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro

GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança

Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio

Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar

Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno

Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo

Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS

O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF

Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas

Relatório #19 MED

ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS

Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula

Bolsa família, Laicidade do Estado e MST

Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma

Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola

Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula

Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista

Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro

Julgamento, Cid e políticas sociais

Valores: Marcha, Parada e Aborto

Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro

Monitor da Extrema Direita

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