O Monitor da Extrema Direita (MED) se transformou no Monitor do Debate Público (MDP). Na verdade, foi uma expansão do projeto original, que contemplava somente grupos focais contínuos de bolsonaristas convictos e moderados. Tornamos mais complexa a combinação dos critérios de seleção de participantes para produzir quatro categorias de grupos:
G1 – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno, desaprovam o atual governo, aprovam as invasões de 08/01, acreditam que o ex-presidente é perseguido pelas instituições e não assistem à Rede Globo.
G2 – Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno, desaprovam o atual governo, desaprovam as invasões de 08/01, não há consenso sobre o ex-presidente ser perseguido pelas instituições e não rejeitam a Rede Globo.
G3 – Preferências Flutuantes: votaram Branco/Nulo no segundo turno, mas em outros candidatos no primeiro turno. Os demais critérios são diversos.
G4 – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno, mas reprovam a atual gestão. Os demais critérios são diversos.
G5 – Lulistas: votaram em Lula no segundo turno e aprovam sua gestão. Os demais critérios são diversos.
Dessa maneira, o novo Monitor do Debate Público (MDP) será capaz de captar um escopo bem mais amplo da opinião pública e dos fenômenos que regem o comportamento político no Brasil de hoje.
Nossa metodologia permite que os participantes respondam aos temas colocados no tempo que lhes for mais conveniente, liberdade essa inexistente nos grupos focais tradicionais, que são presos à sincronia do roteiro de temas e questões colocados pelo mediador. O instrumento de pesquisa, assim, se acomoda às circunstâncias e comodidades da vida de cada um, reduzindo a artificialidade do processo de coleta de dados e, portanto, produzindo resultados mais próximos das interações reais que os participantes têm na sua vida cotidiana.
É importante salientar que os resultados apresentados são provenientes de metodologia qualitativa, que tem por objetivo avaliar posicionamentos e opiniões. Mesmo quando quantificados, tais resultados não podem ser tomados como dados estatísticos provenientes de amostragem aleatória, ou seja, as totalizações dos posicionamentos de grupos específicos não devem ser entendidas como dotadas de validade estatística mas como dado indicial.
O sigilo dos dados pessoais dos participantes é total e garantido, assim como sua anuência com a divulgação dos resultados da pesquisa.
Entre os dias 11 a 17/8, cinco grupos foram monitorados a partir de suas opiniões sobre questões candentes do debate público. Compõem esses grupos 50 participantes. Todos os grupos foram montados de modo a combinar variáveis como sexo, idade, etnia, renda, escolaridade, região de moradia e religião em proporções similares às da população brasileira.
Cada grupo possui características únicas. São elas:
G1 – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno, desaprovam o atual governo, aprovam as invasões de 08/01, acreditam que o ex-presidente é perseguido pelas instituições e não assistem à Rede Globo.
G2 - Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno, desaprovam o atual governo, desaprovam as invasões de 08/01, não há consenso sobre o ex-presidente ser perseguido pelas instituições e não rejeitam a Rede Globo.
G3 – Preferências Flutuantes: votaram Branco/Nulo no segundo turno, mas em outros candidatos no primeiro turno. Os demais critérios são diversos.
G4 – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno, mas reprovam a atual gestão. Os demais critérios são diversos.
G5 - Lulistas - votaram em Lula no segundo turno e aprovam a atual gestão. Os demais critérios são diversos.
Evangélicos - Compusemos também um "grupo virtual" formado pela agregação das falas dos participantes evangélicos, a fim de capturar tendências específicas da opinião desse contingente demográfico.
Ao longo do período, três temas foram abordados: i) proposta do governo para alterações na CNH; ii) vídeo de Felca e responsabilização da exploração da imagem infantil; iii) revogação dos vistos de mentores e executores do programa Mais Médicos.
Ao todo, foram analisadas 193 interações, que totalizaram 8.575 palavras
Bolsonaristas Convictos | Bolsonaristas Moderados | Eleitores Flutuantes | Lulodescontentes | Lulistas | Evangélicos | |
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Mudanças na CNH | O grupo reconheceu que a proposta poderia reduzir custos e democratizar o acesso, mas prevaleceu a preocupação com a segurança no trânsito e o risco de desemprego nas autoescolas. | Os participantes apoiaram a redução de custos, desde que fosse acompanhado da exigência de manter provas e fiscalização para garantir segurança. | Houve forte crítica aos altos custos das autoescolas e apoio à flexibilização, mas com a condição de preservar avaliações e práticas adequadas para evitar condutores despreparados. | O grupo considerou positivo o potencial de redução de custos e alternativas inovadoras, mas surgiram dúvidas quanto à segurança, credenciamento de instrutores e concretização do projeto. | Houve apoio quase unânime à proposta, com críticas à “máfia” das autoescolas e defesa da medida como forma de inclusão social, redução de custos e ampliação de oportunidades de trabalho. | Os participantes formularam suas respostas alinhados com seus grupos de pertencimento. |
Vídeo Felca | O grupo atribui maior responsabilidade aos pais, vistos como negligentes ou coniventes, mas também com críticas às plataformas e ao governo, com forte desconfiança de uso político do caso para justificar censura nas redes. | Predominou a crítica aos pais. Houve também rejeição à ideia de responsabilizar as plataformas, associada à suspeita de manipulação política para regular redes sociais. | Os participantes deram ênfase nos pais como principais responsáveis, mas com reconhecimento de corresponsabilidade das plataformas e da necessidade de leis mais duras. | A maioria defendeu a responsabilidade parental, mas surgiram falas que destacaram a divisão de responsabilidades entre pais, plataformas, governo e sociedade em geral, pedindo maior fiscalização e punição. | O grupo emitiu críticas aos pais, acusados de negligência e até de lucrar com a exploração, mas também menções à culpa das plataformas e do governo, que não regulam ou fiscalizam adequadamente as redes sociais. | Os participantes atribuíram a culpa aos pais, avaliados como responsáveis legais e morais pela educação de seus filhos. |
Sanções de Trump | A decisão de Trump foi vista como justa e necessária para punir a exploração dos médicos cubanos e desmascarar a corrupção da esquerda. Predominou a leitura de que o programa configurava trabalho escravo. | Houve concordância de que a medida corrigia injustiças contra os médicos cubanos, mas também apareceram interpretações de que se tratava de pressão política dos EUA sobre o Brasil. | Os participantes destacaram que a decisão foi descabida, seletiva e motivada por interesses políticos, não por preocupação real com os médicos. Também emergiu forte crítica à relação entre Trump e a família Bolsonaro. | O grupo rejeitou a medida, entendendo-a como absurda e ideológica, voltada mais a atacar Cuba e países pobres do que a resolver o problema. Muitos reforçaram ainda a importância do Mais Médicos para o Brasil. | As opiniões foram majoritariamente contrárias a Trump, visto como perseguidor e incoerente, aliado a Bolsonaro para prejudicar o Brasil. O Mais Médicos foi defendido como essencial para populações carentes. | Os participantes formularam suas respostas alinhados com seus grupos de pertencimento. |
A análise dos cinco grupos revelou um consenso em torno da percepção de que o atual modelo de formação de condutores impõe barreiras financeiras significativas e restringe o acesso à CNH. A obrigatoriedade de frequentar autoescolas foi vista como um fator que eleva artificialmente os custos, tornando o processo excludente para parcelas expressivas da população. Nesse sentido, a proposta em debate foi interpretada como uma oportunidade de democratizar o acesso, possibilitando que pessoas de diferentes realidades econômicas tenham condições de se habilitar formalmente e, assim, exercer direitos vinculados à mobilidade e ao trabalho.
Esse apoio esteve diretamente relacionado às críticas contundentes às autoescolas, descritas como instituições que, além de cobrarem valores abusivos, muitas vezes não entregam um ensino de qualidade. O modelo vigente foi retratado como um arranjo que beneficia poucos atores econômicos, reforçando uma lógica de exploração e ineficiência. Ao associar a flexibilização a uma forma de romper com esse monopólio, os grupos expressaram a expectativa de que a medida reduza custos, aumente a transparência do processo e gere maior justiça no acesso à habilitação, sem que a população permaneça refém de práticas consideradas abusivas.
"Boa tarde! Acho válida esta proposta. Pois as pessoas não vão ficar prisioneiras de auto escola. Aqui na minha cidade, as auto escolas cobram um absurdo e ainda enrolam pra fazer as aulas." (G1, 38 anos, assistente administrativo, AM)
"Acho que ajudaria muito, em municípios menores com menos auto escolas e poucos horários disponíveis, atrapalhar muito ter que ir pessoalmente só pra ver aula teórica, ajudaria muito se fosse online, e realmente muitos já dirigem sem carteira e são melhores que habilitados, ter um meio que eles só paguem exames e provas seria excelente." (G2, 24 anos, suporte TI, DF)
"É interessante até porque existe uma grande máfia por trás das auto escolas, e realmente o valor é exorbitante mesmo. Facilitar de uma forma que não seja um custo elevado dando mais opções facilita." (G3, 36 anos, autônoma, SP)
"Acho que e super válido, pois hoje as Auto Escola estão lucrando horrores e nem sempre passando conteúdo de qualidade. Isso vai facilitar o acesso a carteira, dar mais possibilidade de trabalho para algumas pessoas e talvez o Governo se empenhe em preparar um material de qualidade." (G4, 32 anos, engenheiro mecânico, BA)
"Boa noite!! ótima proposta. muitos, inclusive eu n temos condições de pagar mais de 3mil reais so pra autoescola. e sempre existiu uma máfia mt grande por trás dessas empresas. pra mim, faz sentido pagar até os exames, agora autoescola é demais e n tem nexo." (G5, 21 anos, auxiliar administrativa, RO)
Houve também, de forma recorrente entre todos os grupos, um forte receio de que a flexibilização proposta pudesse comprometer a segurança no trânsito. Muitos destacaram que a redução da obrigatoriedade das aulas em autoescolas poderia gerar condutores menos preparados, elevando o risco de acidentes e reforçando práticas de direção já consideradas irresponsáveis. Nesse sentido, as provas teórica e prática foram apontadas como indispensáveis, funcionando como mecanismos mínimos de garantia de capacitação.
Além disso, manifestou-se a preocupação de que uma flexibilização excessiva das aulas práticas fragilizasse ainda mais a formação, tornando necessário manter avaliações rigorosas e supervisionadas. Também surgiram dúvidas quanto à real eficácia de instrutores autônomos credenciados e sobre a capacidade da população em lidar com maior autonomia no processo. Por fim, em diferentes grupos apareceram ressalvas quanto às intenções políticas e econômicas do projeto, levantando desconfiança sobre seus efeitos práticos e sobre quem, de fato, seria beneficiado pela mudança.
"Bom dia!! Não sei se gosto disso não, hj em dia com as aulas obrigatórias nos vemos tantos acidentes, tanta irresponsabilidade, se tirar essas aulas como vai ser? O que teria que ser feito é acabar com a máfia do quebra, e ter mais fiscalização nas auto escolas." (G1, 50 anos, engenheiro, SP)
"A proposta é interessante, porém concordo em não deixar de lado a prova prática e a teórica, daí fica menos oneroso pro cidadão, precisa ser bem avaliada entre governo x Detran." (G2, 35 anos, contadora, RS)
"Boa tarde. Apesar de a iniciativa ser inovadora, o país e a população não está preparada para esse tipo de autonomia seja por: instruções, alfabetização, compromisso, efetividade." (G3, 37 anos, assistente administrativa, MG)
"Esse Projeto de Lei precisa de ajustes estruturais. Tem ideias boas e outra absurdas. Eu tenho a opinião que as aulas práticas nas autoescolas deveriam continuar obrigatórias, embora seja válido discutir-se a carga horária obrigatória. Quanto à ideia de se ter as aulas práticas com profissionais autônomos credenciados é algo que ainda não vejo como seguro na atual realidade brasileira." (G4, 44 anos, funcionário público estadual, PR)
A análise das respostas dos cinco grupos revelou importantes pontos de convergência nas percepções sobre o caso. Em primeiro lugar, destacou-se a centralidade dos pais, apontados unanimemente como principais responsáveis pela proteção das crianças. A ausência de acompanhamento, a negligência cotidiana ou mesmo o interesse em ganhos financeiros foram vistos como fatores determinantes para a exposição de menores, o que reforça a ideia de que o núcleo familiar deveria ser a primeira barreira de proteção. Essa leitura trouxe consigo uma forte carga de reprovação moral, marcada pela indignação diante da conivência ou descuido parental.
Outro eixo de concordância esteve na corresponsabilidade das plataformas digitais, entendidas como omissas ao permitir a circulação de conteúdos inadequados e a monetização de práticas abusivas. A percepção de que os algoritmos e a lógica do lucro favorecem a disseminação desse tipo de material reforçou a crítica ao modelo de funcionamento das redes sociais. A isso se somou uma indignação moral generalizada, presente em todos os grupos, que tratou a exploração de menores como prática criminosa intolerável e exigiu sua imediata contenção. Por fim, emergiu também a noção de necessidade de ação mais ampla, reconhecendo que, para além da família, outros atores — Estado, plataformas e sociedade — deveriam assumir responsabilidades no enfrentamento do problema, ainda que com diferentes pesos e expectativas em relação a cada um deles.
"Acompanhei está polêmica e na minha opinião os maiores responsáveis são os pais que não monitoram ou até mesmo incentivam a exposição de seus filhos menores de idade nas redes sociais, por desconhecimento dos perigos, e em alguns casos( grande maioria) por interesse financeiro.” (G1, 54 anos, músico, RS)
"A total responsabilidade vem dos pais ou do responsável por essa criança, a criança dependendo da idade não tem noção do que é e faz na sua inocência. Depois a responsabilidade cai sobre os influenciadores, que não tem respeito nenhum.” (G2, 35 anos, contadora, RS)
“Bom dia. Vi alguns noticiários sobre o fato. Logicamente é responsabilidade dos pais / guardiões: que atualmente não tem um.pi gi de responsabilidade ou noção, acha que ter filho é só festa de aniversário, chas de sei lá o que,e fazer vídeos engraçadinho a para plataformas . Os pais irresponsáveis de hoje não querem cuidar e educar.” (G3, 37 anos, assistente administrativa , MG)
"Eu vi sim e na minha opinião os pais são os únicos responsáveis pelo seus filhos fica fácil ter filhos e jogar a responsabilidade para o governo" (G4, 53 anos, dona de casa, BA)
"Bom dia! Estou acompanhando diariamente. A responsabilidade maior com toda certeza é dos genitores que permitem esse tipo de conteúdo em troca de benefícios para si próprio. Segundo, o governo por permitir sem regulamento o uso das plataformas. Terceiro, e não menos importante, as plataformas." (G5, 26 anos, fisioterapeuta , PE)
"Bom dia, acompanhei o caso , e a denuncia que o Felca fez foi bem acertiva, é algo que precisava e precisa ser debatido com mais rigor, pois é um tema que é pertinente , só que é muito deixado de lado por todos, eu creio que a responsabilidade deveria ser primeiro dos pais que deveriam acompanhar um pouco mais os seus filhos no uso da internet, e a plataforma deveria tomar alguma atitude Programando o algoritmo para proibir esse tipo de conteúdo." (G2, 26 anos, autônomo, DF)
"Situação complicada, eu vi sim as noticias sobre. Aos pais cabe educação, mas sinceramente não os culpo 100% precisam trabalhar para sustentar a família, infelizmente algumas coisa acabam saindo da visão, e o mundo esta complicado hoje em dia, então difícil julgar.
As plataformas deveriam identificar esse tipo de conteúdo abusivo, mas mesmo com tantas ferramentas na internet de bloqueios, mesmo assim as pessoas conseguem burlar." (G3, 36 anos, autônoma, SP)
Nos grupos 1 e 2 (bolsonaristas convictos e moderados) a presença de uma crítica mais incisiva ao governo ficou evidente. Em várias falas, a denúncia feita por Felca foi interpretada não apenas como uma exposição necessária de crimes contra menores, mas também como uma oportunidade utilizada politicamente para reforçar pautas de controle das redes sociais. Esse enquadramento trouxe à tona um sentimento de desconfiança generalizada: para parte dos participantes, o governo não estaria verdadeiramente comprometido em proteger as crianças, mas sim em usar a comoção popular para legitimar medidas de regulamentação digital que seriam vistas como uma forma de censura. O episódio, portanto, foi lido menos como política de proteção e mais como estratégia de manipulação, onde a pauta sensível da infância funcionaria como pretexto para justificar restrições mais amplas à liberdade de expressão.
Esse medo da regulamentação das redes foi expresso de maneira direta, associando a atuação governamental a uma tentativa de silenciar críticas e opositores. A percepção é de que, ao invés de enfrentar pedófilos ou punir criminosos, a prioridade do Estado estaria em criar mecanismos de vigilância e controle, enfraquecendo o debate público. Essa leitura conecta-se a uma visão mais ampla de polarização política: qualquer iniciativa de regulação é rapidamente identificada como instrumento de um projeto autoritário, sobretudo por aqueles que já veem o governo como ilegítimo ou parcial. Assim, a pauta da proteção infantil, que poderia unir diferentes setores, torna-se atravessada pela disputa política, sendo reinterpretada sob a chave do medo de perda de liberdade e da instrumentalização ideológica do tema.
"O problema desta denúncia é que já estão usando como motivo para tentar novamente implantar a censura nas redes sociais com a desculpa de proteção às crianças.." (G1, 54 anos, músico, RS)
"Mas o único monitoramento que esse desgoverno faz é perseguir as redes sociais do Bolsonaro, e de quem o ajuda, e apoia." (G1, 64 anos, empresário, PR)
"Felca a nova cortina de fumaça para tentar abafar os escândalos do judiciário e legislativo, é ao mesmo tempo regular as redes para que nos da direita não tenha mais voz." (G1, 54 anos, músico, RS)
"Na minha visão ele abriu foi uma brecha que a esquerda queria para avançar com as pautas de censura" (G1, 54 anos, músico, RS)
"Vou dar minha opinião sincera, esse Felca é um esquerdista e deve ter recebido muito dinheiro pra se fazer de bonzinho e fazer o vídeo que ele até desmonetizou, Alexandre de Moraes deve estar por trás dele pra se fazer de justiceiro e censurar as redes sociais, a esquerda não presta, nunca ligaram pra crianças em situação de risco quando a Damares denunciou a ilha de Marajó, aí agora assim do nada aparece esse esquerdista com esse vídeo, é muita bondade e muito suspeito." (G1, 55 anos, gerente de serviços elétricos , RJ)
"Botar a culpa no Governo e nas plataformas é a forma que a militância achou pra apoiar as narrativas de controle das mídias digitais. A responsabilidade é dos indivíduos que postam, e dos pais que nem sempre acompanham os filhos em suas redes." (G2, 43 anos, administradora, GO)
"Boa noite,vi esse assunto durante esses dias,um assunto bastante sério e de fato grave e é algo que facilmente ganha uma repercussão enorme na sociedade,mas na minha opinião na grande maioria das vezes a própria sociedade favorece e compactua com temas polêmicos. Mas,a internet não é culpada. as redes sociais não são culpadas,e para mim tá mais uma narrativa para esse governo hipócrita tomar como base e pretexto para uma possível regulação das redes sociais. não sei se acredito que tudo isso foi planejado ou foi realmente verdadeiro. Não estou conseguindo acreditar." (G2, 42 anos, assistente logístico , PE)
Nos grupos 3, 4 e 5 (eleitores flutuantes, lulodescontentes e lulistas) prevaleceu a ideia de que o governo deveria assumir um papel mais ativo e estruturado no enfrentamento da exploração infantil online. Muitos participantes sugeriram medidas como a criação de delegacias de crimes cibernéticos, a formulação de leis específicas e a fiscalização mais rigorosa das plataformas, embora houvesse também o reconhecimento de que o Estado tem limitações e não consegue dar conta de tudo.
Entre os lulistas essa cobrança foi mais enfática: o governo foi apontado como corresponsável direto pela continuidade das práticas, justamente por não regulamentar o funcionamento das plataformas e por falhar em exigir mecanismos mais eficazes de monitoramento e bloqueio. Nesse grupo, a ausência de regulação foi vista não apenas como falha, mas como negligência estatal diante de um problema grave e amplamente visível. Assim, ao unificar essas percepções, percebe-se que, para parte significativa dos participantes, o Estado deveria ir além de sua postura atual e assumir uma função clara de prevenção, regulação e punição, atuando em conjunto com famílias e plataformas para coibir a exploração de menores.
"Cada um tem sua responsabilidade,os responsáveis legais tem a obrigação de acompanhar o que seus filhos vêem na internet,as plataformas tem a obrigação de fiscalizar esse conteúdos postados e o governo não dá conta de fiscalizar nem o que é de sua competência sua obrigação,mas o governo podia ajudar e criar uma delegacia de crimes cibernéticos em cada estado pra poder fiscalizar esses conteúdos pedófilos e punir os responsáveis por isso e tirar do ar essas páginas." (G3, 41 anos, funcionária pública , GO)
"Acredito que a responsabilidade seja de todos. Cada um com sua parcela e seu papel em proteger as crianças e os adolescentes.
Os pais precisam estar muito atentos ao que ensinam os filhos, mas existem pais e pais, a maioria vai prezar pela segurança e bem estar dos seus filhos, outros nem tanto. Infelizmente existem pais que são os causadores dos males aos seus filhos. Por isso acredito que a responsabilidade nao pode ser apenas dos pais, porque se for assim as crianças e adolescentes que têm péssimos pais estarão totalmente condenados. Precisa que o governo faça sua parte, criando leis para esse tipo de coisa, finalizando e principalmente punindo os envolvidos, inclusive os pais em caso de negligência ou conivência." (G3, 45 anos, turismóloga , RJ)
"A responsabilidade é compartilhada: os responsáveis pelas crianças devem proteger e fiscalizar a exposição dos filhos, o Estado precisa regular, fiscalizar e punir as plataformas ou os criadores de conteúdo e por fim as plataformas deve m criar mecanismos para evitar ou bloquear esse tipo de conteúdo de ser disponibilizado." (G4, 36 anos, instrutor de informática , SP)
"Eu acompanhei e na minha opinião é culpa de todos...Dos responsáveis legais,das plataformas e do governo. Até nós temos culpa que muitas vezes visualizamos e não temos nenhuma atitude,a não ser reclamar dentro de nossas casa ou então dando likes e achando engraçado. Fico feliz por ter dado toda essa repercussão" (G4, 49 anos, artesã , CE)
*"Vamos lá que esse assunto é bastante extenso e requer muita reflexão: primeiro de tudo parabéns para o Felca pelo conteúdo, pela coragem, por não monetizá-lo, garantindo com que mais pessoas pudessem assisti-lo sem intervalo e principalmente pela exposição desses criminosos que ganham dinheiro e não arcam com nenhum dos seus delitos.
"Sobre a responsabilidade eu diria que é de todos: as plataformas deveriam coibir conteúdos assim, mas sabemos que não o fazem pela questão da monetização, já que esses conteúdos, infelizmente, tem milhares de visualizações. Da família por não proteger e nem orientar as crianças a serem crianças, por mais que a necessidade economica seja visível em muitos casos e do Governo que já deveria ter uma regulamentação das redes sociais há muito tempo."* (G5, 33 anos, tradutor, SP)
"acompanhei sim. acredito que a responsabilidade não se prende a um só, os pais são responsáveis por seus filhos e não deveriam permitir tais abusos e explorações. mas as plataformas tbm são responsáveis por permitirem a circulação de tais imagens sem ter o mínimo de controle, parece ate uma terra sem lei, onde pedófilos tomam conta dos comentários desses conteúdos. e ainda assim, acho que o governo tbm tem culpa por não exigir que tais redes tenham um maior controle sobre os seus conteúdos e por ser algo tao exposto, não procurarem os pais." (G5, 21 anos, auxiliar administrativa, RO)
As opiniões apresentadas nos grupos 1 e 2 (bolsonaristas convictos e moderados) revelaram uma concordância ampla em torno da ideia de que o programa Mais Médicos configurava uma forma de exploração dos profissionais cubanos, com ênfase na baixa remuneração e na apropriação da maior parte do pagamento pelo governo de Cuba. Os participantes interpretaram essa dinâmica como análoga ao trabalho forçado, associando-a a práticas corruptas e autoritárias típicas de regimes de esquerda. Nesse sentido, a decisão do governo Trump foi avaliada positivamente, como um gesto de enfrentamento a essas práticas consideradas abusivas.
Além disso, os discursos estavam marcados por um tom moralizante e punitivo, no qual a medida era vista não apenas como justa, mas como necessária para expor e punir crimes atribuídos à esquerda. A análise política que emergiu associava o programa à manutenção de regimes autoritários, reforçando a leitura de que medidas de sanção internacional poderiam corrigir injustiças históricas. A retórica se organizava em torno da denúncia da exploração, da crítica à esquerda e da legitimação da postura de Donald Trump como firme e coerente no combate a tais problemas.
"Acho muito justo, o médico trabalha como se fosse um escravo, recebe 20% do pagamento e o regime cubano que enriquecem com esse absurdo. O presidente Bolsonaro já falava isso em 2013 quando ainda deputado, a extrema esquerda é muito bandida e tem que ser punida, essa gente não tem limites nas maldades e corrupção. O presidente Donald Trump está certíssimo."" (G1, 55 anos, gerente de serviços elétricos , RJ)
"O Trump acertou mais uma vez, e está caçando lá trás o que essa esquerda está fazendo, esse programa mais médicos é uma vergonha, eles trabalham, e ganham mixaria, quem leva é o governo lá. Sou totalmente contra também virem médicos de outros países, pois é tudo diferente. Uma vez fui atendido por um médico cubano, e o diálogo foi extremamente difícil, e errar um diagnóstico é facinho. Essa esquerda sempre querendo nos aproximar de países de esquerda, que o povo sofre, e se não mudar aqui no Brasil, sofreremos muito mais! Não quero ser pessimista, mas o que esperar da esquerda? Que venha logo as eleições 2026, e conseguiremos se Deus quiser tirar a esquerda do poder!"" (G1, 64 anos, empresário, PR)
"Acho correta a atitude de Trump. Todo mundo sabe que esses médicos só recebem 20 por cento do salário, os 80 por cento vai pra ditadura cubana se manter no poder. Um absurdo a pessoa se formar em Medicina com todas as dificuldades que enfrentam em Cuba e ainda por cima passar por isso." (G1, 38 anos, assistente administrativo , AM)
"Já que o nosso Brasil não toma nenhuma iniciativa,acho justo que outro país , dentro do que pode fazer, faça justiça sim,afinal os médicos foram muito injustiçados,tendo que trabalhar e a maior parte de seu salário ser enviado para o governo cubano,sem sua autorização."" (G2, 54 anos, aposentado, PB)
"Entendo que se nenhum outro país recebeu sançóes é porque não teve esquemas de corrupção com os médicos, já o Brasil sim, por isso, terá consequéncias."" (G2, 35 anos, contadora, RS)
"Na minha opinião, para quem vive uma ditadura sabe descrever essa atitude do governo Trump. Trump está determinado a sancionar países que estejam ligados a alinhamentos antidemocráticos e parece que nesses últimos anos o nosso Brasil abriu as portas. Ao meu ver, acho que o governo dos EUA ainda está sendo maleável demais com o governo brasileiro. Espero que o Brasil veja uma solução para resolver de vez as atrocidades que está sendo cometidas e busque resolver com maturidade as sanções aplicadas por Trump."" (G2, 42 anos, assistente logístico , PE)
Os participantes dos grupos 3, 4 e 5 (eleitores flutuantes, lulodescontentes e lulistas) adotaram posicionamentos fortemente críticos à decisão de Trump, marcada pela percepção de que as sanções eram descabidas, arbitrárias e desprovidas de fundamento técnico. Para esses participantes, a medida não tinha como objetivo real proteger os médicos cubanos, mas sim funcionar como um instrumento político-ideológico de perseguição à esquerda e de reforço da aliança com Bolsonaro. A leitura predominante foi a de que a decisão configurava politicagem, mais voltada a demonstrar poder e hostilidade do que a trazer qualquer benefício prático.
Outro ponto de convergência foi a preocupação com os impactos internos no Brasil: muitos destacaram que enfraquecer o Mais Médicos representava prejudicar diretamente populações carentes que dependiam desse programa para acesso à saúde. Nesse sentido, o posicionamento mais forte que emergiu foi a defesa da soberania nacional e da importância do programa como política pública, em contraste com a ingerência externa e a perseguição ideológica. Assim, os três grupos construíram uma crítica abrangente, que uniu indignação contra Trump, desconfiança em relação à família Bolsonaro e a valorização do Mais Médicos como essencial para o país.
"É uma decisão absurda que só vai prejudicar a população que precisa de atendimento médico, pois os que estão no programa vão acabar desistindo e o projeto pode acabar. O Governo Trump poderia propor mudanças e reestruturação do programa na distribuição do dinheiro e recursos com o governo cubano e não instalar o caos.""" (G3, 45 anos, professora , MT)
"Bom dia, acho muito errada essa decisão do Trump. Se ele estivesse de fato preocupado com o povo cubano, a sanção seria a mesma para todos os países que receberam esses médicos. A realidade é que em Cuba o povo passa necessidade, e os médicos não recebem salários decentes, então procuram esse tipo de programa para poderem sair do país mesmo. Entendo eles muito bem. Tenho dó do povo de lá, são vítimas" (G3, 37 anos, médica veterinária , PR)
"Eu acho essa decisão de Trump completamente absurda e descabida. O Mais Médicos é um programa de vital importância na realidade brasileira." (G4, 44 anos, funcionário público estadual, PR)
"Mais uma decisão deste louco,querendo atingir outros países mais pobres.vindo do Trump não duvido mais nada,foi uma decisão para atingir o Brasil é pura politicagem e povo como tá tá com a corda no pescoço,estes programa mais médico foi uma decisão que muito ajuda as pessoas." (G4, 51 anos, professora , RS)
"É mais uma decisão patética e desesperada desse Governo que não sabe mais o que fazer, já que o Brasil e o Lula se mostraram soberanos e determinados a não abaixar a cabeça para o Trump e a sua trupe. Isso só demonstra como o Brasil está incomodando com as suas ações e com as suas decisões, que bom, que seja assim. Muito melhor do que se rebaixar e falar amém para tudo o que venha dos Estados Unidos. O Programa Mais Médicos é revolucionário e melhorou demais a qualidade do atendimento nos rincões do Brasil, até acho que deveria ser expandido e não sofrer boicotes da extrema direita." (G5, 33 anos, tradutor, SP)
"pra mim, essa decisão do trump foi precipitada (até demais) e sem nexo. esse programa SEMPRE foi focado em ajudar muitas regioes que não possuem médicos e uma equipe, e não é algo que pode ser deixado de lado de uma hora pra outra. os únicos que sofrerão com isso são os necessitados que não tem quem olhem por eles. fora que, e os outros países que recebem médicos de cuba também? não vai acontecer nada com eles? ele está claramente se contradizendo, esse cara não tem palavra de nada e age igual uma criança mimada" (G5, 21 anos, auxiliar administrativa, RO)
Os participantes do grupo 1 - bolsonarists convictos - compartilharam 13 vídeos (incluindo materiais de Nikolas Ferreira e Damares Ferreira) para abordar que o caso estaria sendo usado pela esquerda para conseguir implementar a regulamentação total das redes. Os títulos giravam em torno de "Desmascarando Felca", "Não é sobre proteger as crianças", "O plano deles foi revelado"...
Os discursos afirmavam que a denúncia de Felca sobre a sexualização infantil foi politicamente explorada pela esquerda como justificativa para avançar na regulamentação das redes sociais. A esquerda foi acusada de hipocrisia, por antes ignorar ou fomentar a erotização de crianças (mostrando cenas do ex-programa da Xuxa) e agora posar como defensora da infância. Os materiais defenciam que o governo atuava com rapidez apenas para regular a internet, enquanto negligenciava medidas efetivas contra a pedofilia, como penas mais severas ou cadastro de criminosos. A ênfase dada foi sobre o papel da família como principal responsável pela proteção das crianças, em oposição ao controle estatal, visto como caminho autoritário. Na maioria dos materiais a regulamentação foi descrita como instrumento de censura, destinado a restringir a liberdade de expressão e silenciar opositores.
Interessante observar a rápida produção de conteúdos, as associações e ligações realizas com interpretações "paralelas" dos fatos e como conteúdos antigos, como vídeos de Damares e Xuxa, foram replicados e reinterpretados dentro desse contexto.
"Não, não. O FELCA não faria isso. O FELCA não se deixaria ser usado pela esquerda. O FELCA não usaria um assunto tão sensível que é as nossas crianças para que a finalidade exata dela fosse uma desculpa para censurar as redes sociais. Não. A direita tem que parar com essas teorias da conspiração FELCA não se permitiria, o FELCA não faria isso justamente para beneficiar a regulamentação das redes sociais, para censurar o povo brasileiro. Coisa da nossa cabeça, né? Que a esquerda agora tá utilizando o vídeo do FELCA para pautar a regulamentação das redes sociais. A mesma esquerda que leva criança em parada, LGBT, QI, Y, 4K a mais. O felcanal. O felca não se permitiria ser usado por isso. Não, a empresária do Felca não é ligada aos grupos extremistas de esquerda e as páginas de fofoca que apoiam o atual governo. Não, imagina também. Né? Assim, o FELCA está conseguindo ter sucesso aí contra aquele influenciador Hytalo, tal de Hytalo mesmo que Antônia Fontenelle denunciou essas questões envolvendo as crianças ali na sua casa e ela perdeu e no caso do Felca está tendo apoio de Globo Fantástico, todo mundo, a esquerda em peso, deputado de esquerda, os a comuna toda está com Felca, mas não é tudo coincidência ou o Felca foi inocente, ele fez um vídeo tranquilo ali e a esquerda que está se apropriando. Vamos acreditar nisso, né"
"Não venham pousar [sic] de defensores da infância quem há anos fechou os olhos para a erotida, erotização da criança eu não vou permitir que pessoas que já estiveram no poder e que em seus governos erotizaram criança até por meio de política pública. Agora pouse [sic] de bonzinho e mande pro Congresso Nacional uma proposta pra regulamentar a internet. Não vou. Nós não vamos permitir que ninguém surfe nessa onda e eu acredito que o influence Felta fez por amor a criança eu estou dando a ele esse benefício ele realmente fez pelo amor a criança e muita gente que compartilhou o vídeo dele fez porque ama o Felca mas não vou admitir que diante de horrores que eu estou denunciando há quarenta anos desde o meu Primeiro dia de mandato quantas vezes eu subo nessa tribuna? Tenho alertado o Brasil para o que acontece. Essa semana um procurador do estado foi preso porque ele abusou da a filhinha dele de oito meses. Procurador do estado de São Paulo. Eu já disse aqui nessa tribuna. Tem poderosos envolvidos pra erotizar de criança e com pedofilia. Autoridades, milionários. Quando eu falo que um vídeo de erotização de criança de sexo com um bebê pode custar até setenta mil reais. Quem que paga setenta mil reais? Quem tem muito dinheiro? Eu estou sempre denunciando. Então atenção! Não venham pousar [sic] de defensores da infância quem há anos fechou os olhos para erotida, erotização da criança não venham aqui pousar [sic] de bonito vocês que estão mandando dinheiro pra programas culturais que erotizam criança não venham pousar [sic] de defensores da infância pra em nome de Criança querer regulamentar a internet. Eu quero ambiente seguro pra criança no mundo on-line. Precisamos, já aprovamos o projeto de lei do Alessandro que é maravilhoso. Queremos ambiente seguro, mas não queremos hipócritas. Em nome de criança que não estão nem aí pra criança que pelo contrário queriam tirar o BPC das crianças com autismo aqui nesse plenário, tão nem aí pra criança. Agora vem nome da infância querer regulamentar a internet. Fica dado o recado. Que Deus abençoe o Brasil." VÍDEO DA DAMARES
"Fala pessoal, tudo bem com vocês? Senhores e senhoras, povo conservador do Brasil e pelo mundo. Eu tenho algo pra expor pra vocês, isso é muito sério. Vocês agora vão entender o porquê da sanha desenfreada da esquerda de censurar as redes sociais. Dias atrás um rapaz chamado Felca fez uma denúncia muito importante, mas pergunta é, porque quando o Antônia Fontenelle e tantos outros influenciadores fizeram a mesma denúncia e eles foram calados, processados e censurados. Vocês agora entenderão a importância da internet, a importância das redes sociais e o medo desesperador e aterrador dos comunistas Vejam, vejam e escutem e repassem para o maior número de pessoas possíveis. Isso é muito sério. Nós podemos estar diante de um Cavalo de Tróia. Escuta aí até o final. É uma delas e nos deixará muito fortalecidos. Então, quais são os nossos objetivo além de arruinar a economia. É aumentar o desemprego, destruir o comércio, deixar o povo desabastecido, falir as empresas, falir também o agronegócio, invadir terras, controlar o exército, desmobilizar as polícias, desarmar o cidadão de bem, criar uma Guarda Nacional com presidiários libertos a aparelhar tribunais de contas, parentes, esposas dos nossos companheiros, pagar a mídia para distorcer os fatos e ir subjugar o povo pelo medo de se expressar pelo medo de ser cancelado ou até de ser preso. Eu pergunto aos senhores quem é o nosso maior inimigo? Não é o Bolsonaro, nosso maior inimigo não é o Bolsonaro, o nosso maior inimigo são as redes sociais. Porque as redes sociais expõe a verdade sobre o nosso governo. Entenda uma coisa, senhor. O Bolsonaro, sem as redes sociais, não nos causa nada, é inofensivo. Mas as redes sociais sem o Bolsonaro elas são danosas ao nosso governo. Porque expõe a verdade. Ou seja, não adianta nós tentarmos eliminar Bolsonaro sem eliminar as redes sociais. Se nós eliminarmos ou controlarmos as redes sociais, automaticamente nós eliminamos Bolsonaro. Entendam a verdade é inimiga do nosso governo. Já fazemos isso através da mídia e da imprensa. E nós temos o controle. Mas não é suficiente. Nós estamos com o país dividido. E não pode haver essa divisão Então nós temos que trabalhar para alcançar o nosso maior objetivo e somente o nosso discurso possa prosperar"
"Vamos falar de adultização? Então vamos ser contra então crianças estarem por exemplo na parada LGBT. Há pouco tempo atrás foi lançado um filme chamado O Som da Liberdade que relatava tráfico sexual principalmente de crianças no mundo todo. A esquerda não só fez chacota mas como promoveu o cancelamento desse filme. Aqui nessa casa PT e PSOL votaram contra o aumento de crimes hediondos que abarca crimes como, por exemplo, estupro de vulnerável que são de menores de quatorze anos votaram contra a pouco tempo a Fontenelle fez um vídeo denunciando esse Hytalo Santos que agora está em voga com o vídeo do Felca. Sabe o que aconteceu? A justiça derrubou o vídeo da Fontenelle. Por que que agora a esquerda se juntou ao vídeo do Felca pra poder denuncia algo que na verdade não estão denunciando nada porque não fizeram nada contra o devido problema mas se aproveitaram da sensatez da popularidade do rapaz pra poder ter uma oportunidade pra colocar de fato o que eles querem que a regulamentação das redes nem disfarçaram no mesmo dia Rui Costa anuncia que vai mandar um PL aqui pra essa Casa pra poder eh regulamentar as redes. Agora, Ilha do Marajó. Eu fiz um vídeo que atingiu quase cem milhões de visualizações. Nós levantamos milhões em em em dinheiro e arrecadação pra essa Ilha. A gente entrou em contato com diversas famílias de lá. Aí eu tenho vídeos aqui de pessoas que receberam esta ajuda. Pessoas que ficaram lá mais de um mês sem nenhum tipo praticamente de recurso a não ser os nossos pra poder estar lá ajudando essas pessoas. E sabe o que que a esquerda fez? Debochou da Ilha de Marajó, debochou das denúncias porque o que está acontecendo hoje parece que Magno Malta, de que Damares estavam jogando futebol, né? Porque essas denúncias tem anos e anos e anos. O que é novo entre aspas é a desfaçatez da esquerda de usar isso pra poder colocar como se tivessem preocupado com crianças e adolescentes. Agora vamos falar de adultização? Então vamos ser então crianças estarem na por exemplo na parada LGBT que tem um monte de música lá que sexualiza criança, gente nua que coloca lá um monte de música promíscua, música que tem baixo calão, ou seja, ninguém vai falar disso agora? Porque o STF tá prestes a liberar a criança pra falar do LGBT, quem que aqui há pouco tempo aqui tava batendo palma quando o Drauzio Varella abraçou uma pessoa que foi presa por estupro, morte de menino e tentou reduzir a pena dela duas vezes. Mas era uma trans. Aí tem que abraçar. Vamos colocar uns pingos nos is aqui. Mais uma vez repito. A esquerda votou contra todos os aumentos de pena e medidas contra pedófilos aqui nessa casa. Eu apresentei um projeto aqui que inclui no artigo 240 b no ECA. Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar, registrar, divulgar, compartilhar ou permitir ainda que a título gratuito conteúdo digital que sexualize adultize ou expõe a criança ou adolescente de forma a induzir ou explorar sua imagem para fixas sexuais. Pena, reclusão de quatro a oito anos de pena aumentado de um terço eh até a metade. Se o agente for pai, mãe ou responsável ou se o agente obtiver alguma vantagem econômica pra tais práticas. Vamos ver quem vai assinar isso aqui. Já tem mais de cem assinaturas Assinatura de líderes como do PSD, como do PP, como do Novo, como do PL. Isso aqui ultrapassa o nível mesquinho, mesquinho aqui nessa casa. Somente um debate ideológico" VÍDEO DE NIKOLAS FERREIRA
"Escroto, canalha e oportunista. O FELCA? Não, o FELCA não, tô falando da esquerda, esquerda que se aproveitou, de uma denúncia justa feita por ele sobre combate a adultização, sexualização de crianças e adolescentes. Pauta que convenhamos que há anos pessoas estão denunciando isso, mas agora é muito grave o que está acontecendo. Engraçado, né? Porque essa pauta não era da extrema direita, dos cristãos, pauta religiosa e agora todo mundo começou a falar a respeito disso. Vamos ver o que que está acontecendo? Em 2023 foi lançado o filme O Som da Liberdade. E como que a mídia divulgou? Mobilização de evangélicos e bolsonaristas para filme ser líder de biriteria [sic] no Brasil. Mas afinal de contas Nicolas esse filme era sobre o quê? Pois é, é sobre exatamente o tema que todos agora estão dizendo que estão preocupados em combater que é a exploração sexual infantil. Ou seja, há pouco tempo atrás, se você mobilizasse as pessoas pra poder voltar sua atenção pro tema de exploração sexual você era taxado disso aqui. A esquerda e a mídia não somente tentaram taxar o filme como também promover o cancelamento dele. Que é basicamente era o filme era um delírio oriundo da extrema direita. Lá no congresso quando a esquerda teve a oportunidade de tomar mais de uma medida porque pra mim qualquer medida contra pedófilo é válida. Daí 85 votaram contra a castração química para pedófilos. Janones votou não pra castração química. PSOL inteiro votou não também. E o PT maioria esmagadora também vota não. Aí vem uma outra proposta pra poder aumentar pena para crimes hediondos. Isso inclui estupro de vulnerável. Pedofilia. O PT e PSOL votam contra mais uma medida pra poder também punir pedófilos. Ah Nicolas, mas aumentar pena para criminosos não resolve. Está bom? Aí vocês pedem 17 de cadeia pra uma mulher que escreveu com um batom, uma estátua, perdeu o mané. Vai enganar outro. Até mesmo porque eu duvido se a gente fizesse uma constituinte e colocasse prisão perpétua para crime, por exemplo, de pedofilia, eu duvido que a esquerda seria favorável. Até hoje o Lula não criou o Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais, mesmo depois da lei ser aprovada no Congresso Nacional. Quando a Damares denunciou o que estava acontecendo na Ilha do Marajó, vários políticos, artistas de esquerda zombaram da cara dela e inclusive pediram a cassação do mandato dela. Todos esses aqui da esquerda não assinaram a CPI que era pra investigar os casos de abuso sexual, exploração sexual na Ilha de Marajó. Na época eu fiz vídeo, arrecadei recursos e sabe o que que o Ministério dos Direitos Humanos fez? Rebateu fake news. Calma, vamos lá que piora assim e muito. A Antônia Fontenelle ano passado denunciou o mesmo influenciador Hytalo Santos que agora está aí em voga. E o que a justiça fez? Pediu a remoção do vídeo porque sobre acusações que ele entre aspas, a Globo colocou aqui, sexualiza a criança. E pior, ele acionou a Fontenelle pela prática de três crimes, ela teve ainda que pagar multa pra justiça por conta da mesma denúncia que está sendo feita agora. Daí, agora, depois desse vídeo, o que que o governo do Lula faz? Bem rápido. Aumento de pena pro pedófilo? Não. Castração química? Não. Botar pedófilo na cadeia? Não. Agora, se aproveitar de uma pauta legítima pra poder criar uma lei que vai censurar a internet? Aí sim. Na mesma hora o governo do PT enviou um projeto pra regulamentar as redes sociais. Até o momento tem mais de trinta projetos de lei pra poder regulamentar as redes sociais e um total de zero pra poder punir pedófilo. É tão descarada a tara desse governo pra usar qualquer pauta pra poder censurar a internet de que esse projeto que eles vão enviar pro congresso prevê essa suspensão provisória da rede social do cara antes de qualquer judicial, ou seja, a pessoa vai lá e denuncia e não é o post dela que cai não. E a rede social dela inteira. E o problema disso é que as plataformas vão simplesmente automatizar a derrubada de contas, porque afinal, são milhões de conteúdos postados todos os dias. É impossível verificar todos. E daí basta eu denunciar aquilo que eu que derrube, fazer um monte de gente lá e denunciar e pronto, derrubado. E sabe quem vai analisar se derruba ou não a rede social? O Ministério da Justiça, do PT, ou seja, numa canetada o governo decide derrubar ou não as suas redes sociais. Baseado em denúncia de qualquer pessoa. E deixa aqui eu refrescar a sua memória pra poder quem é a turma que está dizendo que tem que fazer isso tudo nas redes sociais pra poder proteger crianças e adolescentes. A mesma turma que defendeu a arte de crianças fazendo uma performance com um homem pelado. Criança tocando a mão, o pé e o tornozelo desse homem que está deitado chão nu. O artista estava representando a performance La Bete. É a mesma turma que quando há conservadora, cristã, Dona Regina falou isso daqui? A senhora me me falava agora, a senhora não é bem a favor por quê? Me explica. É, eu não sou contra a arte. Uhum. E foi exposta mas sou contra a exposição da criança ali daquela forma. Mesmo tendo lá aviso, repetindo, né? E tal, mesmo tendo esse aviso de cautela? Eu sou contra essa mãe que levou essa criança lá, porque a mãe, tudo bem. Um adulto, né? Tudo bem. Mas a criança eu acho que, será que foi preparada essa criança? Andreia pra você o que você acha isso aí? Prefiro não comentar. A reação dela foi essa e o pior foi o que ela falou e defendeu. Vai ser uma coisa absolutamente delicada a performance dele. Uma coisa extremamente um trabalho extremamente delicado. Não tinha nada de violento ou de pornográfico entende? Há uma distorção muito grave do do do que houve ali. Estou tomando proporções inacreditáveis. É é terrível que um corpo nu seja um choque. Inclusive pra um brasileiro. Pra criança. É a mesma turma que defende esse tipo de funk dentro de escola
[Música]
A mesma turma que diz que uma apresentação chamado cavalo tarado para crianças gastando cinquenta mil reais de dinheiro público é arte.
[Música]
A mesma turma que defende isso daqui. Crianças em paradas LGBT
[Música]
A mesmíssima turma que quer me botar na cadeia porque eu botei uma peruca marque quando abraça uma condenada por estupro, por matar um menino mas que era trans, aí tudo bem. É a mesma turma que diz que agora está defendendo criança e adolescentes, mas, que lançou um livro para crianças e adolescentes que tinha lá uma brincadeira chamado Casa, Mata ou Trepa. E colocou aqui o nome do Kid Bengala que é um ator pornô. E nem adianta dizer de que não era o meu público, é mentira o que você está dizendo. Porque eu tenho provas. Está tudo aqui explicadinho no dossiê Felipe Neto, tudo que você precisa saber. Assista aí pra quem esse livro tava sendo vendido com uma brincadeira Casa, Mata ou Trepa, que tinha um ator por pornô no meio. Você tá fazendo o canal pra adulto ou pra criança? Bom, eu hoje faço mais pro público jovem. Eu hoje atraio público jovem, mais na sua faixa etária aí. É o público que mais me deixa feliz de fazer, cara. Porque eu adoro o público adulto, cara, mas o público infantil, ele tem uma inocência e uma vontade de se divertir diferente do adulto. E eu fico mais feliz fazendo pro público mais jovem. Mesma turma que diz isso daqui sobre pedofilia. Fica envolvendo pedófilos que sofrem de um transtorno. Isabela há muito preconceito com relação a isso porque é o tipo de crime que nos enoja muito como sociedade, né? Mas fato é que é uma doença, não tem cura, mas tem tratamento. A pedofilia é uma doença crônica que não tem cura. Os médicos até fazem uma comparação com a diabetes e com alcoolismo que exigem cuidado redobrado e tratamento por muito tempo. A estratéiga desse pessoal é esse daqui. Primeiro dizem que a doença pra não dizer que é crime, depois torna um crime e dizer que é doença. A lógica desse pessoal é que um pedófilo não pode ir pra cadeia porque não é crime, é doença. Mas se você falar que pedofilia é crime, você se torna um criminoso e deve ir pra cadeia. Inclusive a mesma turma que se utilizou duma frase infeliz do Bolsonaro de que pintou um clima pra poder dizer que é contra a pedofilia. Mas essa mesma pessoa foi presa por estuprar uma menina de doze anos. E esse daqui foi o cara responsável por fazer esse crime aí. Esse outro aqui que é militante LGBT comunista, tentou fazer sexo oral com uma criança de 13 anos de idade. Aí ele aqui agora na foto. Mesma turma que diz que amor não tem gênero, religião, sexualidade, cor e pelo visto nem idade pra eles, né? Porque ele mesmo foi investigado, indiciado e preso por estupro. Mas espera aí, eu não estou dizer que esse crime é exclusivo somente da esquerda. Até mesmo porque esse tipo de crime pode ser cometido por qualquer pessoa. Pastor, padre, pai de santo, mulher, professor, líder religioso, enfim. Agora o combate a este crime não é todo mundo que quer combater não. Mas combater de verdade e não somente entregar as responsabilidades de cuidar dos filhos que é do pai pra plataforma. E é exatamente isso que eu elaborei, porque eu sei que tem que ter um conjunto de atitudes pra poder combater isso de forma séria. Ou seja, além de acrescentar uma pena, incluindo um artigo no ECA punindo de quatro a oito anos. Quem de fato produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar e tudo isso aqui que envolva exposição de criança, adolescente ou adultize paga isso daqui de pena, vai pra cadeia. Além da prisão faz com que o poder público promova campanhas de conscientização, faz com que a plataforma ofereça ferramentas pra que os pais configurem pra poder ajudar e proteger os seus filhos e principalmente faz com que as plataformas sejam responsabilizadas. Caso depois da notificação do Ministério Público, da autoridade não tome as medidas cabíveis pra poder derrubar o perfil, derrubar o conteúdo e realmente impedir com que esse criminoso continue na internet. Agora, tanto o projeto que o PT vai mandar, quanto o 2628 que tá aí pra poder ser votado semana que vem também, não fala nada sobre punir o pedófilo criminalmente nada. O que tem é, o estado regulamentando absolutamente tudo, incluindo o conteúdo aqui ofensivo, ele independe de ordem judicial, que era o mesmo problema do projeto lá que eu disse do Lula. Ainda tem muitos outros problemas que eu não vou ficar esticando aqui. Mas do jeito que está hoje, é impossível votar esse projeto. Porque está mais do que claro que eles querem fazer de tudo pra poder regulamentar a internet e vão usar qualquer coisa pra isso. Ah, Neymar machucou o joelho, vamos regulamentar a internet são diversas ações que precisam ser tomadas e o que não dá pra fazer é vender uma narrativa mentirosa usando uma pauta genuína pra poder prometer pras pessoas que basta fazer isso que vai acabar com o problema de abuso sexual contra crianças on-line. Agora isso é um dado assustador Familiares de conhecidos são responsáveis por 68% dos casos de violência sexual contra crianças no Brasil. O que isso quer dizer? De que várias ações precisam ser tomadas, mas a principal de fato está na família. E é claro, cada família tem a sua realidade, seja financeira, seja de tempo, isso aí todo mundo sabe. Mas se você não consegue tomar conta daquilo que seu filho vê, escuta em um celular, tenho uma notícia pra te dar. Você não é pai e nem mãe. E daí você vai transferir essa responsabilidade para o estado? Até mesmo pra uma empresa? Está de sacanagem, né? Esse é o caminho mais fácil. Mas também um caminho mais totalitário. Porque daí o estado vai tomar conta de tudo. Se ele tomar conta do seu filho o que mais ele não vai tomar conta? Agora escolhas fáceis qualquer um faz agora cuidar dos filhos realmente é uma tarefa difícil mas se você tomasse algumas medidas de prevenção como por exemplo não deixar o seu filho a sua filha ir dormir na casa dos outros principalmente né de familiares supervisionar o seu filho conversar dialogar preservar a sua intimidade que ele não veja você nu, isso impedisse ou ao menos reduziria e muito a chance dele sofrer e ser vítima de um crime horrendo como por exemplo o estupro de vulnerável você não faria? Ou seja, todo mundo sabe que não é fácil cuidar de uma criança, mas a omissão e a falta de cuidado dos pais em cuidar das suas crianças que está fazendo com que elas fiquem expostas a todos esses tipos de criminosos. Enfim, vão excluir a família dessa equação? Vamos simplesmente dizer que de fato deixa ela de lado e joga tudo pro estado. E a família, fica aonde nessa história? E sem falar que, por que que você não ouviu ninguém falando a respeito do combate a pornografia que é uma das causas principais que levam a perversão sexual e que levam uma pessoa a cometer esses crimes horrorosos. Percebe de que o problema é muito mais profundo. Eles estão querendo tratar com uma simplicidade sobre redes. É inacreditável. Tem vários influenciadores por aí que estão usando crianças pra poder divulgar a sua arte com músicas obscenos, vários inclusive utilizando as próprias filhas pra poder ficar fazendo isso. Inclusive, vários pais e mães estão usando seus filhos pra poder colocar eles em apresentações com músicas obscenos pra poder fazer gestos obscenos pra poder de fato adultizar e sexualizar a sua própria criança.
[Musica]
Eu não tenho dúvidas que pra combater esses criminosos precisa de penas severas, prevenção, depois monitoramento e principalmente em cuidar da família. Não tire a sua responsabilidade como família de cuidar dessas crianças e adolescentes. Porque caso contrário você acredita mesmo que um governo que não consegue proteger as crianças e adolescentes real vai conseguir proteger elas no mundo virtual não dá pra cair nessa" VÍDEO DE NIKOLAS FERREIRA
A questão do Mais Médicos rendeu apenas um conteúdo em formato de vídeo. O discurso apresentava a ideia de que o Programa Mais Médicos estaria ligado a interesses estratégicos internacionais e a financiamentos suspeitos. O narrador citava o Porto de Mariel, em Cuba, modernizado com recursos do BNDES durante o governo Lula e executado pela Odebrecht, como ponto de apoio que poderia ser usado por navios militares russos e chineses pela sua localização próxima aos EUA. Defendia que a cooperação com Cuba representava uma “transferência de renda” do Brasil para um regime ditatorial, com exploração dos médicos cubanos, que recebiam apenas parte dos valores pagos. Afirmava ainda que os EUA estariam, de forma gradual, aplicando sanções e retirando vistos de autoridades brasileiras ligadas ao programa, comparando a estratégia à Lei Magnitsky, e mencionava nomes como Padilha, Quioro e Dilma Rousseff como alvos potenciais de responsabilização.
"Pra explicar pra população não é o fim. Coloca na tela por favor. Consegue botar a tela inteira? Se não der eu tiro um print, você bota a imagem. O bastidores da caça ao Programa Mais Médicos. Pra que vocês entendam. Eu coloquei ali. O Porto de Mariel em Cuba é um projeto modernizado com o capital brasileiro que foi reconstruído e expandido a partir 2009 com financiamento de mais de 900 milhões de dólares na época, tá? Do BNDES durante o governo Lula. Ainda Lula, o Lula dois. Executado pela Odebrecht. Esse estava na Lava Jato. Como é um porto de águas profundas com capacidade para receber navios de grande calado incluindo post-Panamax, o local, oficialmente é um ponto comercial mas sua profundidade e infraestrutura permitem receber navios militares grandes como destroyers, fragatas e navios de apoio. Aqui é onde tudo muda. Russia e China poderiam, eu estou usando aqui o verbo na condicional só por educaçãozinha, né? Utilizá-lo ou já usam, né? Né? Como ponto de escala para navios e submarinos de propulsão nuclear em visita. A proximidade com a costa dos Estados Unidos, cerca de 145Km da Flórida, o coloca em posição estratégica para operações marítimas. Em 2010 vazaram informações de que o porto era usado como base logística para navios russos. Mas Cuba negou. Trump e Rúbio estão desmantelando aos poucos os tentáculos de Russia e China caso esses países asiáticos queiram atacar os Estados Unidos. Adivinha qual outro local é de interesse de Russia e China para um ataque contra os Estados Unidos? Brasil. Brasil. Eles estão pegando um por um. Está vindo o Mais Médicos. Daqui a pouco eles vão chegar no Porto de Mariel. Daqui a pouco eles vão chegar em financiamento de drogas. Daqui a pouco eles, eles, o Estados Unidos está vindo devagar. Lentamente, pegando pelas beiradas um por um. O cara já perdeu visto. Mais um, ontem. Mais dois, dois, né? É que um é brasileiro, né? Os dois são ah, os dois são. Eu sei que um que é o médico, ele ainda está é secretária do Ministério da Saúde. Sim. Secretário você viu o post do do doutor Francisco Cardoso? Não vi. Eu adoro o doutor. Eu dei um RT aí. Se o Pedro quiser botar no meu perfil vai aparecer aí ó. Eu dei um RT no perfil dele. Botou assim ó. A lista ele botou inglês né? A lista original do do governo do dos agentes de governo brasileiro Eh está aí oh. Eu sou ruim pra ficar traduzindo simultaneamente. "The original list of brazilian governemnt agents..." É só não falar os nomes. Tem muita gente. Tem o Quioro que era o ministro da saúde. O Alexandre Padilha foi o idealizador do do Mais Médico Alexandre Padilha que hoje é o ministro da saúde. A Dilma Roussef tinha que estar implicada também. Eh eu vou eu vou falar sobre isso porque ah ah A visão que a oposição tem é que é mais ou menos a estratégia que está sendo usada com a Lei Magnitsky, né? Eh já pega dois agora, né? E fica de olho nos outros. A Dilma Rousseff inclusive seria uma representação de um protesto americano não só contra o Mais Médicos, né? Que é uma transferência de renda absurda do governo brasileiro pro regime eh ditatorial cubano com exploração da mão de obra do dos médicos né? Eh cubanos que deixavam 10 mil reais recebiam onde ficavam 400 dólares que eram pagos pela pela embaixada de Cuba em Brasília quer dizer completamente fora da lei brasileira ah toda toda essa situação"
As falas analisadas mostraram que a proposta de flexibilizar a obrigatoriedade das autoescolas despertou tanto entusiasmo quanto receios de maneira similar entre os cinco grupos. No geral, a maioria dos grupos reconheceu os altos custos do processo de habilitação e viu na medida uma oportunidade de democratizar o acesso, regularizar motoristas e reduzir a dependência de um sistema considerado oneroso e pouco eficiente. Ao mesmo tempo, não deixou de aparecer uma preocupação difusa com a segurança no trânsito, associada à necessidade de manter as avaliações teóricas e práticas como forma de controle mínimo da qualidade dos futuros condutores. Outra dimensão importante foi a crítica recorrente às autoescolas e ao Detran, percebidos como beneficiários de um arranjo de exploração econômica. Para muitos, a proposta significava um rompimento com uma estrutura considerada abusiva e elitista. O tema, no entanto, não foi politizado além disso em nenhum dos grupos, o que é um dado raro.
Outra convergência, dessa vez parcial, ocorreu com o segundo tema da semana. As análises mostraram que, apesar de algumas diferenças de ênfase, prevaleceu em todos os grupos a percepção de que os pais eram os principais responsáveis pela exposição e exploração das crianças nas redes sociais. Essa responsabilização veio acompanhada de indignação moral, marcada pela ideia de negligência, omissão ou até mesmo conivência com a busca por ganhos materiais. No entanto, nos grupos de bolsonaristas, o governo apareceu não apenas como omisso, mas como agente suspeito de instrumentalizar o episódio. As falas acusaram a gestão atual de usar a pauta da exploração infantil como pretexto para avançar medidas de regulamentação das redes sociais vistas por esses participantes como censura. Mencionou-se que, em vez de combater efetivamente os pedófilos ou punir os responsáveis, o governo estaria aproveitando a comoção para restringir a liberdade de expressão, perseguir opositores e silenciar vozes críticas. Assim, a denúncia feita por Felca foi interpretada, à luz de muitos compartilhamentos de vídeos conspiratórios, como “cortina de fumaça” para encobrir escândalos políticos e fortalecer um projeto autoritário de controle das plataformas digitais. Os outros três grupos, ainda que reconhecessem a responsabilidade parental, apontaram as plataformas como co-responsáveis e, portanto, merecedoras de regulação mais estrita.
Na última questão, encontramos a típica divisão dos grupos. A decisão do governo Trump sobre os médicos brasileiros ligados ao programa Mais Médicos foi interpretada de maneira polarizada. De um lado, grupos bolsonaristas defenderam a medida como legítima e necessária, associando-a ao combate à corrupção, à punição da esquerda e à denúncia de uma prática análoga à escravidão. De outro, os demais grupos apontaram que a decisão carecia de fundamento técnico, era seletiva e tinha caráter político-ideológico, trazendo mais riscos de prejuízo à população brasileira do que benefícios concretos. Também ficou evidente que o Mais Médicos foi um elemento-chave para diferenciar as percepções: enquanto os dois primeiros grupos enxergaram apenas a exploração dos médicos cubanos, os outros enfatizaram o impacto positivo do programa para o acesso à saúde no Brasil, interpretando a sanção como um ataque indireto às conquistas sociais.
As técnicas tradicionalmente utilizadas para investigar a opinião pública são os surveys e os grupos focais. Ambas são muito úteis, mas têm com limitações da ordem prática e orçamentária, particularmente se deseja realizar um monitoramento contínuo.
O Monitor do Debate Público (MDP) é baseado em uma metodologia inovadora para monitorar de modo dinâmico a opinião pública e suas clivagens no que toca temas, preferências, valores, recepção de notícias etc.
O MDP é realizado por meio de grupos focais de operação contínua no WhatsApp, com participantes selecionados e um moderador profissional.
Assim como na metodologia tradicional de grupos focais, os grupos contínuos no WhatsApp do MDP permitem que o moderador estimule o aprofundamento de temas sensíveis e difíceis de serem explorados por meio de pesquisas quantitativas ou mesmo pela aplicação de questionários estruturados.
O caráter assíncrono dos grupos do MDP, possibilitado pela dinâmica da comunicação no WhatsApp, permite respostas mais refletidas por parte dos participantes, o que é adequado para eleitoral, dado que o voto é também uma decisão que demanda reflexão.
Por sua natureza temporal contínua, grupos focais do MDP são propícios para criar situações deliberativas, nas quais as pessoas se sentem compelidas a elaborar suas razões a partir das razões dadas por outros participantes do grupo.
O telefone celular é hoje o meio mais democrático e acessível de comunicação. Assim, a participação nos grupos do MDP não requer o uso de computador ou mesmo que os participantes interrompam suas atividades para interagirem entre si.
Doutora em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Coordenou o IESP nas Eleições, plataforma multimídia de acompanhamento das eleições 2018. Foi consultora da UNESCO, coordenadora da área qualitativa em instituto de pesquisa de opinião e big data, atuando em diversas campanhas eleitorais e pesquisas de mercado. Realiza consultoria para desenho de pesquisa qualitativa, moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade. Escreve no blog Legis-Ativo do Estadão.
Mestre em Filosofia Política pela UNICAMP e mestre e doutor em Ciência Política pela City University of New York, Graduate Center. Foi professor do antigo IUPERJ de 2003 a 2010. É, desde 2010, professor de Ciência Política do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ). Coordenador do LEMEP, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) e do Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB).
Cientista Social e mestre em Sociologia pela UFPR, com experiência em relações de consumo e estratégias de comunicação. Possui formação em UX Research e cursos de gestão e monitoramento de redes sociais e estratégias eleitorais, mídias digitais e gerenciamento de redes. Possui experiência em pesquisas de mercado e campanhas políticas. Realiza moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade.
Mestre em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Tem experiência em planejamento e desenvolvimento de sistemas computacionais de pequeno e médio porte, manutenção de servidores web e possui especialização em modelagem e implementação de bancos de dados relacionais.
O Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Representação e Legitimidade Democrática (INCT ReDem) é um centro de pesquisa sediado no Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), financiado pelo CNPq e pela Fundação Araucária.
Reunindo mais de 50 pesquisadoras(es) de mais de 25 universidades no Brasil e no exterior, o ReDem investiga, a partir de três eixos de pesquisa (Comportamento Político, Instituições Políticas e Elites Políticas) as causas e consequências da crise das democracias representativas, com ênfase no Brasil.
Sua atuação combina metodologias quantitativas e qualitativas, como surveys, experimentos, grupos focais, análise de perfis biográficos e modelagem estatística, produzindo indicadores e ferramentas públicas sobre representação política, qualidade da democracia e comportamento legislativo.
O objetivo central do ReDem é gerar conhecimento científico de alto impacto e produzir recursos técnicos que auxiliem cidadãos, jornalistas, formuladores de políticas e a comunidade acadêmica a compreender, monitorar e aperfeiçoar a representação política democrática no Brasil.
Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão
Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher
Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais
Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas
Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia
Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares
Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News
Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações
Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas
Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes
Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura
Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura
#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró
#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula
Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM
Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa
Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal
Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos
#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana
Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF
#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis
Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto
#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM
Desvio de Armas, Jair Renan na Política, 2a. Condenação de Bolsonaro
Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro
GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança
Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio
Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar
Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno
Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo
Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS
O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF
Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas
Relatório #19 MED
ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS
Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula
Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an