O Monitor do Debate Público (MDP) deriva do Monitor da Extrema Direita (MED). O escopo original, restrito a grupos focais de bolsonaristas convictos e moderados, foi expandido mediante critérios de seleção mais sofisticados, estruturando cinco grupos que cobrem a maior parte do espectro ideológico da população brasileira atual:
G1 – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno e aprovam as invasões de 08/01.
G2 – Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno e desaprovam as invasões de 08/01.
G3 – Preferências Flutuantes: não votaram em Lula nem em Bolsonaro no primeiro turno e anularam ou votaram em branco no segundo turno.
G4 – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno, mas reprovam a atual gestão.
G5 – Lulistas: votaram em Lula no segundo turno e aprovam sua gestão.
Dessa maneira, o Monitor do Debate Público (MDP) capta um espectro bem mais amplo da opinião pública e dos fenômenos que orientam o comportamento político no Brasil comtemporâneo.
Nossa metodologia permite que os participantes respondam aos temas colocados no tempo que lhes for mais conveniente, liberdade essa inexistente nos grupos focais tradicionais, que são presos à sincronia do roteiro de temas e questões colocados pelo mediador. O instrumento de pesquisa, assim, se acomoda às circunstâncias e comodidades da vida de cada um, reduz a artificialidade do processo de coleta de dados e, portanto, gera resultados mais próximos das interações reais que os participantes têm no seu cotidiano.
É importante salientar que os resultados apresentados são provenientes de metodologia qualitativa, que tem por objetivo avaliar narrativas, argumentos e opiniões. Mesmo quando quantificados, tais resultados não devem ser entendidos como dotados de validade estatística, mas como dado indicial.
O sigilo dos dados pessoais dos participantes é total e garantido, assim como sua anuência prévia com a divulgação dos resultados da pesquisa, desde que respeitado esse anonimato.
Entre os dias 17 a 23/11, cinco grupos foram monitorados a partir de suas opiniões sobre questões candentes do debate público. Compõem esses grupos 50 participantes. Todos os grupos foram montados de modo a combinar variáveis como sexo, idade, etnia, renda, escolaridade, região de moradia e religião em proporções similares às da população brasileira.
Cada grupo possui características únicas. São elas:
G1 – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno, desaprovam o atual governo, aprovam as invasões de 08/01, acreditam que o ex-presidente é perseguido pelas instituições e não assistem à Rede Globo.
G2 - Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno, desaprovam o atual governo, desaprovam as invasões de 08/01, não há consenso sobre o ex-presidente ser perseguido pelas instituições e não rejeitam a Rede Globo.
G3 – Preferências Flutuantes: votaram Branco/Nulo no segundo turno, mas em outros candidatos no primeiro turno. Os demais critérios são diversos.
G4 – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno, mas reprovam a atual gestão. Os demais critérios são diversos.
G5 - Lulistas - votaram em Lula no segundo turno e aprovam a atual gestão. Os demais critérios são diversos.
Evangélicos - Compusemos também um "grupo virtual" formado pela agregação das falas dos participantes evangélicos, a fim de capturar tendências específicas da opinião desse contingente demográfico.
Ao longo do período, três temas foram abordados: i) anúncio de redução das tarifas impostas por Trump; ii) proibição do uso de linguagem neutra em comunicados oficiais; iii) indicação de Jorge Messias, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Ao todo, foram analisadas 148 interações, que totalizaram 6.897 palavras
| Bolsonaristas Convictos | Bolsonaristas Moderados | Eleitores Flutuantes | Lulodescontentes | Lulistas | Evangélicos | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Redução das Tarifas | O grupo avaliou a redução como positiva, porém insuficiente. Predominou a percepção de que o Brasil continuava em desvantagem frente a outros países, com dúvidas sobre o mérito político da negociação. | As falas reconheceram a redução como um primeiro passo relevante, mas ainda distante do necessário. Houve ceticismo quanto ao mérito do governo brasileiro na negociação. | O grupo viu a medida como avanço importante e benéfico, mas condicionou seu impacto à continuidade das negociações e à capacidade real de equilibrar preços internos. Também surgiu a ideia de que a redução ocorreu por interesse norte-americano. | A redução foi interpretada como passo inicial, porém visto com ceticismo diante da percepção de altos preços internos, inflação persistente e promessas governamentais não cumpridas no passado. | O grupo interpretou a redução como vitória política e diplomática do governo brasileiro e como fortalecimento internacional do país. Predominou otimismo quanto ao impacto futuro e à continuidade das negociações. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos originais de pertencimento. |
| Proibição de Linguagem Neutra | Predominou a rejeição absoluta à linguagem neutra. A lei foi interpretada como um acerto tardio e estratégia eleitoral para recuperar apoio. | O grupo concordou com a proibição, enfatizando que a linguagem neutra seria ilegítima e prejudicial. A decisão foi avaliada como conveniência política. | Houve apoio majoritário à proibição, com foco na preservação da clareza dos informes e na preocupação com impactos educacionais. | A rejeição apareceu associada à percepção de que há temas mais urgentes do que a linguagem neutra, além de expressar apoio à padronização pública do uso correto do idioma. | Predominou a defesa da padronização da comunicação estatal, entendida como instrumento de clareza e inclusão informacional. A linguagem neutra foi tratada como debate legítimo, porém secundário e prematuro. | Mesmo quando surgiram nuances distintas, o padrão central entre os evangélicos foi de concordância com a medida e de descrédito quanto à legitimidade ou utilidade da linguagem neutra na esfera estatal. |
| Indicação de Jorge Messias | Predominaram rejeição intensa à indicação e descrença moral absoluta no governo e no indicado. A filiação religiosa teve sua legitimidade rejeitada e usada para reforçar a percepção de estratégia eleitoral. | As opiniões apontaram a indicação como mais um movimento político marcado por interesses pessoais. Houve forte desconfiança em relação ao histórico do indicado e percepção de agravamento da crise de credibilidade do STF. | O grupo expressou desconhecimento e postura mais neutra, com tendência a aguardar evidências da qualificação de Jorge Messias para avaliar. Persistiram preocupações com possível parcialidade e politização do cargo. | As falas combinaram preocupação com a mistura entre religião e política, com críticas ao caráter político da indicação. Emergiu a defesa de critérios técnicos e imparcialidade para a avaliação do novo ministro. | O grupo centrou a crítica na falta de representatividade e na oportunidade perdida de diversificar o STF. Embora reconhecessem a qualificação do candidato, prevaleceu a incerteza sobre o impacto na composição da Corte. | Não houve convergência significativamente forte e majoritária entre os participantes de matriz evangélica nos cinco grupos. |
Em linhas gerais, os participantes dos grupos 1, 2 e 4 (bolsonaristas convictos, bolsonaristas moderados e lulodescontentes) expressaram posicionamentos céticos quanto ao impacto concreto da redução tarifária, especialmente diante da manutenção de alíquotas elevadas e da comparação desfavorável com outros países que teriam recebido cortes mais amplos. A maioria expressou dúvidas sobre a efetividade real da medida, indicando receio de que os efeitos positivos fossem limitados ou insuficientes para reverter a perda de competitividade do Brasil no mercado norte-americano. Em vez de interpretar a redução como gesto cooperativo entre governos, muitos participantes a entenderam como ação condicionada, pontual e incapaz de alterar significativamente o cenário econômico interno.
Esse ceticismo esteve associado também a uma leitura pragmática do comportamento internacional dos Estados Unidos, percebendo a decisão como movida prioritariamente por interesses econômicos internos, ligados à pressão inflacionária e à necessidade de abastecimento do próprio mercado. A redução foi interpretada menos como conquista diplomática e mais como manifestação pontual de cálculo estratégico externo, cujo impacto final ainda dependeria de negociações futuras e de correções mais profundas das tarifas remanescentes.
"Bom dia! Pelo que eu li em outros lugares. A taxa reduziu de 50% para 40%. E que todos os países tiveram suas taxas zeradas e o Brasil é o único país que continua taxado." (G1, 38 anos, assistente administrativo, AM)
"Não foi tudo tão assim... Os concorrentes zeraram as tarifas, enquanto o Brasil tirou 10% das tarifas recíprocas e continuou com a sobretarifa de 40%. Países que têm café, por exemplo, terão produtos mais competitivos, enquanto o Brasil vai perder. Resumindo: Não melhorou nada!""" (G1, 46 anos, cuidadora infantil, PR)
"Se Lula e Mauro Vieira são os responsáveis por essa baixa de 10% das tarifas americanas sobre os principais produtos de todos os países, eles deveriam ser presos, pois prejudicou demais o Brasil já que as tarifas de 40% por conta do judiciário brasileiro permaneceram. Ou seja, os principais concorrentes do Brasil ganharam fôlego sobre as importações brasileiras já que agora estão totalmente livre das tarifas" (G2, 43 anos, administradora, GO)
"Acho que não faz muita diferença, mais já é alguma coisa, concordo com alguém que disse provavelmente eles estejam precisando destes produtos,por isso a redução, aparentemente nenhum mérito dos nossos governantes" (G2, 43 anos, dona de casa, AM)
"Eu assisti está notícia mais uma conversinha para boi dormir ou melhor para bobo dormir,com a sexta básica a terceira mais cara do Brasil a fome se alastrando em todo país vem com esta palhaçada de baixar tarifas, há poupe senhor presidente..." (G4, 51 anos, professora, RS)
"Eu não veio essa redução como algo promissor mas como algo isolado e pontual. Essa redução de 10% de sobretaxas foi algo meramente para benefício dos Estados Unidos que beneficiar ao Brasil. Essa negociação foi muito mais porque os Estados Unidos tem um interesse pontual na diminuição das tarifas desses produtos para a redução da pressão inflacionaria que os preços elevados causado por essas sobretaxas nesses produtos de alta demanda entre os americanos." (G4, 44 anos, funcionário público estadual, PR)
Os participantes do grupo 5 (lulistas) evidenciaram uma leitura marcadamente positiva e politizada da redução tarifária, interpretando-a como resultado direto da atuação diplomática do governo brasileiro. As falas apontaram que o país teria conseguido afirmar sua posição estratégica e fortalecer seu protagonismo internacional por meio do diálogo, preservando a própria soberania e obtendo uma concessão relevante dos Estados Unidos. Nesse enquadramento, a redução não foi vista apenas como ajuste econômico, mas como gesto simbólico que reafirmaria a capacidade de negociação do Brasil no cenário global.
Ao mesmo tempo, emergiu a interpretação de que o movimento representaria um reconhecimento externo da importância econômica brasileira e das relações bilaterais entre os dois países. Os participantes expressaram expectativa de continuidade e aprofundamento das negociações, projetando a redução inicial como etapa fundamental para acordos mais amplos e duradouros.
Os participantes do grupo 3 (eleitores flutuantes) compartilharam dessa visão mais otimista, mas sem politizar suas respostas, entendendo a redução inicial das tarifas como um avanço econômico importante e potencialmente benéfico para ambos os países, sem creditar os resultados às ações de Lula ou do governo.
"Eu avalio como uma grande vitória do Governo Lula, mas mais do que isso, uma excelente demonstração de força do Brasil, que sabia que estava certo e não se sujeitou as condições impostas pelo Governo dos Estados Unidos. Isso em política internacional é um sinal claro de que o atual Governo Brasileiro não vai aceitar interferências na nossa política interna e que a soberania nacional será respeitada, não importa o preço a ser pago para isso. Por fim, o Trump pode ser tudo, mais burro e perdedor de dinheiro ele não é. Sabia que seria insustentável para a economia dos Estados Unidos manter essas taxas, ele trucou e o Brasil pediu seis, deixando-o sem opção a não ser recuar das suas medidas iniciais.""" (G5, 33 anos, tradutor, SP)
"Avalio como algo muito positivo para nós brasileiros, resultado dos esforços do presidente e demais envolvidos. Estão de parabéns""" (G5, 27 anos, enfermeira, PE)
"Economicamente é uma notícia ótima, pessoalmente sempre penso que quanto mais exportações mais caro pagamos nesses itens.
Seria maravilhoso se houve exportação e preços justos para nós.""" (G3, 45 anos, turismóloga, RJ)
"É uma boa redução, e é bom saber que as presidências estão deixando o orgulho de lado e resolvendo as questões que realmente importam" (G3, 25 anos, contador, RJ)
As análises dos grupos 1 e 2 (bolsonaristas convictos e bolsonaristas moderados) mostraram que, embora houvesse concordância majoritária com a proibição da linguagem neutra, o foco central das interpretações recaiu sobre o cálculo político atribuído à decisão presidencial. Para esses participantes, a medida não representou uma convicção do governo, mas um gesto tardio, orientado por interesses eleitorais. A leitura predominante sustentou que a mudança teria sido adotada apenas diante da proximidade do ciclo eleitoral e da percepção de que o tema mobilizava maiorias sociais contrárias ao uso da linguagem neutra.
Nesse sentido, a sanção da lei foi compreendida como uma tentativa explícita de recuperar apoio, especialmente junto a segmentos conservadores e eleitores críticos à gestão atual. Os grupos ressaltaram ainda, de forma recorrente, a existência de problemas mais urgentes no país, reforçando a ideia de que o governo estaria buscando ganhos simbólicos rápidos para compensar falhas acumuladas. Assim, mesmo quando aprovaram a decisão em si, os participantes desses grupos mantiveram uma postura cética quanto às motivações que a originaram, sugerindo que o efeito político seria mais relevante do que o impacto concreto da medida.
"É algo que não precisava nem de LEI. Pois estamos falando da linguagem brasileira. Agora o que me deixa puta é passar o mandato todo fazendo cagada e falando asneiras, e agora no final querendo fazer o certo. Óbvio que isso é somente para atrair votos." (G1, 27 anos, microempreendedora, MG)
"Essa linguagem neutra é coisa de maluco, isso nunca existiu, só na cabeça doente desses esquerdistas, e esse descondenado tá se fazendo de sonso pra ganhar eleição com essa proibição, acha que com isso ganha os votos da direita, esse larápio passa por cima de todos até das ideologias doentias da esquerda pra se perpetuar no poder. Penso sobre essa mudança como uma atitude eleitoreira." (G1, 55 anos, gerente de serviços elétricos, RJ)
"Eu acho que essa linguagem neutra nunca deveria ter existido, é algo que não agrega nada para ninguém e nem distingue ninguém também, porém, acredito que, devido ao ano que vem ser ano de eleição e a maioria dos eleitores ser contra isso, ele supostamente agora finge estar do lado da maioria , não só nisso, mas em vários outros aspectos , para ganhar votos, mas o povo já acordou e está vendo os “inúmeros benefícios” por estar chegando as eleições." (G1, 45 anos, padeiro, PB)
"A linguagem neutra não existe, nunca existiu na literatura brasileira e, se Deus quiser, nunca vai existir. Olha onde chegamos. Precisa de lei para proibir isso? É o mínimo “para botar ordem”. Não há cabimento professores ensinarem isso na escola. Que bom que essa lei está em prática. Serve com um basta em toda essa história de linguagem neutra." (G2, 32 anos, analista de sistemas, SP)
"Bom dia acho que já deveria ter acontecido faz tempo, totalmente desnecessária algumas leis,sendo que algumas que deveriam ter sequer existem . Mas foi uma atitude acertitiva pelo menos" (G2, 50 anos, auxiliar, SP)
Os participantes dos grupos 3 e 4 (eleitores flutuantes e lulodescontentes) demonstrarm indiferença à decisão.
As opiniões do grupo 3 (eleitores flutuantes) evidenciaram uma preocupação específica com o campo educacional. Os participantes associaram a linguagem neutra a potenciais dificuldades adicionais no processo de alfabetização, argumentando que a inserção de novas formas linguísticas poderia comprometer a clareza, a compreensão textual e a aprendizagem das crianças. Nesse grupo, a defesa da proibição esteve menos ligada ao debate político e mais à ideia de proteção pedagógica, privilegiando a manutenção de padrões linguísticos estáveis como condição para garantir a formação básica adequada.
Já o grupo 4 (lulodescontentes) demonstrou maior distanciamento emocional em relação ao tema, percebendo a questão como pouco relevante para a rotina da população. Embora tenha prevalecido a concordância com a proibição, a mudança foi tratada como secundária e sem grande impacto concreto no cotidiano. Esse grupo interpretou a linguagem neutra mais como uma pauta lateral do debate público, não necessariamente conectada a problemas urgentes que demandariam atenção imediata do governo. Com isso, predominou uma percepção pragmática e moderada, com menor carga de indignação ou entusiasmo.
"Apoio a proibição dessa nova maneira de linguagem, as pessoas já tem dificuldade de usar a linguagem que conhecemos, incluir novas nomenclaturas será muito prejudicial para a construção de literaturas e redações, principalmente para as crianças que estão em fase de alfabetização." (G3, 35 anos, atendente, RJ)
"Apoio, pois isso acaba causando confusão e mais do que pronomes, precisamos investir em mudar a mentalidade das pessoas, as atitudes. Pra que todos tenham o respeito que merecem." (G3, 45 anos, turismóloga, RJ)
"Acho certo,por que nem todos tem conhecimento da linguagem neutra, com o uso da linguagem simples será mais fácil o entendimento da população, adotando essas medidas a comunicação entre cidadãos é órgãos públicos será melhor." (G3, 30 anos, diarista , TO)
"Na minha opinião tem coisas mais importantes para serem votados não que isso não seja mais poderia esperar esse homem não tem nada pra fazer tantas coisas importantes vai procurar o que fazer" (G4, 53 anos, dona de casa, BA)
"Sinceramente, eu acho que essa mudança não muda muita coisa pra mim. Só acho que cada pessoa devia poder falar do jeito que se sente melhor, mas se o governo quer seguir um padrão, tudo bem também." (G4, 25 anos, cabeleireira, MA)
"Na prática não muda muito pra mim, pois nunca tive contato com esse tipo de linguagem, as pessoas do meu círculo social não usam a linguagem neutra, mas sim o português, a nossa língua oficial." (G4, 36 anos, instrutor de informática, SP)
As opiniões do grupo 5 (lulistas) evidenciaram uma avaliação amplamente favorável à proibição da linguagem neutra, porém com maior elaboração argumentativa e distinção entre o debate linguístico e a padronização institucional. De modo geral, os participantes valorizaram a necessidade de uniformização da comunicação pública, entendendo que a clareza textual seria essencial para garantir acesso à informação e reduzir barreiras de compreensão, especialmente para segmentos com menor escolaridade. A crítica à linguagem neutra apareceu associada à percepção de que se trata de uma pauta secundária, pouco urgente e deslocada diante das prioridades sociais e econômicas do país. Parte dos participantes relativizou o impacto concreto da mudança, sugerindo que a linguagem neutra ainda seria um tema em maturação social e mais associado a disputas políticas do que a necessidades práticas imediatas. Assim, embora prevalecesse a concordância com a decisão governamental, o grupo demonstrou maior nuance e reflexão, contrastando aceitação da norma com um olhar crítico sobre o momento, a relevância e os efeitos desse tipo de legislação.
"""Eu acho que o foco da lei não está no uso ou não da linguagem neutra e sim em padronizar a comunicação, para que todas as pessoas possam entender quando receber algum comunicado da esfera governamental. Isso é fundamental para democratizar o acesso às informações e o conhecimento, principalmente de pessoas periféricas, as quais, muitas vezes, não compreendem algum tipo de comunicação. Sobre a linguagem neutra em si, acho que é um debate mais amplo e que infelizmente ainda não estamos prontos para ter. Quando o congresso ainda diz que a família é só homem e mulher e que qualquer aspecto além desses é antinatural, o uso da linguagem neutra não deveria ser um prioridade, pois temos outras causas muitos mais relevantes e fundamentais no momento." (G5, 33 anos, tradutor, SP)
"acho ótima, mas é um tanto esquisito ter um projeto pra isso, olha o nível que chegou. acho que antes de criticarmos essa decisão, temos que avaliar que muitos brasileiros são analfabetos e não sabem o básico de português. a nossa língua carrega MUITOS anos de história e mudanças para do nada ser “implementado” por um público uma mudança que não faz muito sentido. com essa decisão, Lula não foi homofóbico e nem está contra as pessoas de outros gêneros ou que não possui gênero, essa é uma forma de impor um limite sobre o que é certo ou nao." (G5, 21 anos, auxiliar administrativa, RO)
"Boa noite, acho que não tenho uma opinião totalmente formada sobre ainda não li com atenção sobre oque de fato significa tudo isso e se o uso da língua realmente teria algum maleficio ou se seria somente algum tipo de homofobia velada." (G5, 28 anos, auxiliar administrativo, AM)
Nos grupos 1 e 2 (bolsonaristas convictos e bolsonaristas moderados) predominou uma leitura profundamente crítica da indicação, marcada por desconfiança estrutural em relação ao governo e ao processo de escolha. Para ambos, a nomeação foi interpretada como parte de um movimento político com interesses estratégicos e particulares, reforçando a percepção de continuidade de práticas associadas à corrupção, favorecimento e autopreservação do poder. Além disso, as falas revelaram uma percepção compartilhada de que a escolha comprometeria ainda mais a credibilidade do STF, agravando um desgaste já percebido. Nos dois grupos, a possibilidade de atuação independente ou técnica foi vista como improvável, e a indicação foi antecipada como erro, retrocesso ou ameaça à integridade institucional. Alguns participantes também desconfiaram da veracidade das informações sobre a religião de Jorge Messias.
"Não acredito que seja evangélico de verdade, porque as ideologias da esquerda são contrárias aos princípios da direita, ele pra estar do lado de um descondenado não deve valer um centavo também, essa avaliação do descondenado é um absurdo, tomara um dia esse sistema cair e tudo que esse que está aí indicou caia também, tá cansativo demais o país afundando e esse desgoverno só pensa em perpetuar no poder. Fora Lula, fora PT." (G1, 55 anos, gerente de serviços elétricos, RJ)
"Boa noite! Evangélico não é! Porque nenhum evangélico que segue realmente as escrituras vai andar com Lula. Primeiro que as ideologias da esquerda são totalmente contrárias ao que a palavra de Deus ensina. Apoiam o aborto, as drogas e etc. Então com certeza não tem como ser uma boa escolha." (G1, 38 anos, assistente administrativo, AM)
"Bom dia. Não avalio bem, pois é outro que faz parte dessa turma ruim, por ser advogado nao duvido de sua capacidade, porém está ciente de muitos esquemas do governo inclusive do último que foi do INSS, entao vai ser igual aos outros ministros, a imagem do STF só piora." (G2, 35 anos, contadora, RS)
"Eu acho que a indicação de Messias será outro tremendo fiasco do atual governo. Já foi comprovado que ele participou ativamente de “esquemas” do governo Dilma. Enfim, essas indicações presidenciais sempre tem viés político. Depois querem passar uma imagem que o STF é confiável… Piada." (G2, 32 anos, analista de sistemas, SP)
As falas dos grupos 3 e 4 (eleitores flutuantes e lulodescontentes) evidenciaram uma avaliação mais ponderada, combinando críticas ao caráter político da indicação com uma preocupação normativa sobre os limites entre religião e esfera institucional. A defesa da separação entre crença religiosa e atuação pública apareceu de forma recorrente, indicando a percepção de que atributos confessionais não deveriam influenciar decisões judiciais ou justificar escolhas políticas. Ao mesmo tempo, emergiu a compreensão de que a indicação carregava interesses estratégicos do governo, sobretudo na tentativa de aproximação com segmentos religiosos, o que gerou desconfiança e reservas quanto à legitimidade da escolha.
Ainda assim, houve uma expectativa de que o desempenho futuro do indicado seja o critério central de avaliação, enfatizando a necessidade de competência técnica, imparcialidade e compromisso com a coletividade. Nesses discursos, os atributos pessoais foram relativizados em favor de uma visão institucionalizada do cargo, ainda que permeada por preocupações com interferências políticas e mudanças no comportamento após a posse.
"Boa tarde! Nunca nem ouvi falar sobre ele, nao tenho como opinar sobre ele ou a conduta dele. Nenhuma das informações sobre ele deveria ser relevante ou interferir no trabalho dele. Mas infelizmente não é assim que acaba acontecendo. Mas de toda forma somente depois de um tempo no cargo poderemos ter uma melhor análise." (G3, 45 anos, turismóloga, RJ)
"Bom dia, eu li que tem muita gente preocupada por ele ser um evangélico fervoroso, e em alguns sentidos muito conservador. Também há a preocupação de que ele não será imparcial, puxando sempre tudo pro lado do Lula. É uma indicação complicada" (G3, 37 anos, médica veterinária, PR)
"Na minha opinião como cristã não se deve misturar religião com política isso não de certo pode ser o político mais correto quando chega ao poder se vende por qualquer coisa aí começa a usar Deus porque Deus mandou porque Deus falou indicar e uma coisa aceitar e outra mais fazer o que daqui a pouco vcs vão ver ou ouvir falar que este cidadão já mudou completamente o modo de pensar e agir mais uma vez torno a repetir não se mistura política e religião está e a minha opinião" (G4, 53 anos, dona de casa, BA)
"Na minha opinião, não acho que essa indicação seja uma boa escolha. Pra mim, política tem que ser algo sério e transparente, e eu não vejo muita firmeza nesse tipo de decisão. Sempre falam bonito no começo, mas quando chegam lá, acabam mudando o jeito de agir. Eu gosto de coisas mais claras, mais certas, e isso aí não me passou confiança. Então, sinceramente, eu não gostei." (G4, 25 anos, cabeleireira, MA)
As opiniões do grupo 5 (lulistas) apresentaram um tom crítico, porém com foco distinto daquele observado nos demais grupos: a indicação foi avaliada principalmente a partir do eixo da representatividade e das expectativas de diversidade no Supremo. As falas evidenciaram frustração com a ausência de avanços simbólicos e com a oportunidade perdida de ampliar a presença de minorias na Corte, especialmente mulheres negras. A escolha foi percebida como repetição de padrões históricos que privilegiam perfis hegemônicos, reforçando a ideia de continuidade institucional sem ruptura. Em paralelo, reconheceu-se que o indicado possui qualificações e trajetória respeitáveis, porém insuficientes para compensar a decepção com a direção política e simbólica da nomeação.
Alguns participantes interpretaram o conservadorismo religioso do indicado como possível fator de equilíbrio na Corte, enquanto outros reforçaram preocupações sobre compromissos políticos prévios e alinhamento ideológico com o governo.
"Eu acho um absurdo a indicação e mais ainda a data, nada mais simbólico do que em pleno dia da Consciência Negra o Lula indicar mais um homem, branco, hétero e evangélico para o STF. Não que eu esperasse algo diferente do Lula, nessa questão racial, ele sempre falha e continuará falhando e olha que eu falo como admirador e eleitor dele. Infelizmente o Lula perdeu mais uma chance de representatividade e de fazer história ao colocar a primeira mulher negra no STF, nisso a esquerda não se diferencia muito da direita, infelizmente. Eu não tenho nada contra o Jorge em si, o trabalho de mestrado dele é fantástico, eu li um pouco e ele tem falas que eu super concordo, a questão não é ele em si, e sim quem o Lula deixou de indicar." (G5, 33 anos, tradutor, SP)
"De fato, é uma pessoa experiente no jogo político e possui ótimas qualificações para o cargo. Entretanto, conforme vimos nas notícias, o povo queria representatividade dentro do STF, não só mais um privilegiado, branco e heterossexual. Que trará desses valores morais em suas decisões." (G5, 22 anos, assistente jurídico, PR)
"Boa tarde, vi a matéria sobre a indicação por cima ainda não tenho uma opinião formada para poder definir se vai ser algo benefico ou não, vou acompanhar o desenrolar dos próximos dias ." (G5, 28 anos, auxiliar administrativo, AM)
A pergunta sobre a redução das tarifas impostas pelos Estados Unidos foi feita no momento do primeiro recuo anunciado por Trump, isto é, as respostas não captam ainda a reação ao segundo recuo, mais substancioso. A comparação entre os cinco grupos evidenciou diferenças marcantes no nível de confiança, entusiasmo e atribuição de mérito político. Como era previsível, os bolsonaristas convictos se posicionaram de forma fortemente crítica, seguidos pelos bolsonaristas moderados, avaliando os cortes como irrisórios, decididos somente por interesses unilaterais norte-americanos. Nessa direção, o grupo de lulodescontentes convergiu com essa leitura mais cética, destacando incertezas, desconfiança e baixa expectativa de impacto imediato ou estrutural. Já os eleitores flutuantes assumiram postura intermediária, reconhecendo possíveis benefícios, mas condicionando-os a interesses estratégicos dos Estados Unidos e ao risco de efeitos adversos nos preços internos. Apenas os lulistas destoaram de todos os demais, adotando uma leitura entusiasmada e politizada da medida, valorizando-a como conquista diplomática relevante do governo brasileiro.
A decisão de proibição de uso de linguagem neutra como forma legítima de comunicação oficial recebeu apoio unânime em todos os grupos. Muitos entendiam a variação como desnecessária, confusa ou incompatível com a norma culta. Apesar das convergências, houve diferenças importantes no enquadramento da questão. Os grupos bolsonaristas enfatizaram fortemente o caráter político da decisão, interpretando-a como estratégia eleitoral e oportunista do governo. Entre os lulodescontentes emergiu a ideia de que o tema não deveria ocupar lugar prioritário na agenda pública, sendo visto como secundário frente a problemas sociais e econômicos considerados mais urgentes, resultando em críticas ao ostracismo do governo. Já os lulistas, apesar de a padronização oficial, reconheceram que o debate sobre linguagem neutra pode ser legítimo e parte de disputas mais amplas sobre inclusão — ainda que, para agora, visto como secundário. A pergunta reforçou as percepções de que, mesmo quando convergem em uma mesma direção, as motivações dos grupos são significativamente diferentes.
A indicação de Jorge Messias provocou reações variadas, até mesmo entre os participantes evangélicos, prevalecendo seus posicionamentos políticos acima da identidade religiosa comum. Os bolsonaristas convictos e moderados, expressaram forte descrença e rejeição preventiva à escolha, associando-a tal qual o tema anterior a interesses pessoais do governo, continuidade de esquemas de corrupção e risco de deterioração institucional do STF. Entre os evangélicos desses grupos, a rejeição ao indicado se intensificou pela percepção de incompatibilidade entre sua identidade religiosa e o alinhamento ao governo, levando à crítica de que “ser evangélico de verdade” seria inconciliável com apoiar Lula. Já entre os lulistas, a crítica teve outro eixo: prevaleceu uma profunda frustração com a ausência de representatividade racial e de gênero e a percepção de perda simbólica, mas sem gerar uma quebra de apoio ao governo. Entre os grupos mais centrais emergiram posições intermediárias, com críticas à mistura entre religião e política, acompanhada de demandas por critérios técnicos e imparciais. Entre evangélicos nesses grupos, a religião não foi fator decisivo na avaliação, surgindo mais como defesa da separação entre fé e atuação institucional, e não como critério automático de apoio ou rejeição à indicação.
Em suma, a indicação de Messias parece não contentar nenhum dos grupos, pois cada um enquadra a questão de seu ponto de vista crítico, uns privilegiando a fidelidade a Lula como um problema, outros focando no fato de o candidato ser evangélico como risco.
Por fim, resta informar que essa semana não apresentamos o Monitor da Desinformação, pois não foram compartilhados materiais de mídia dessa natureza nos grupos de debate.
O Monitor do Debate Público é um projeto do Laboratório de Estudos da Mídia e da Esfera Pública (LEMEP), localizado no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da UERJ, baseado na metodologia do Painel de Monitoramento de Tendências (POMT), desenvolvida por nossa equipe.
O POMT é uma metodologia inovadora que nos permite monitorar de modo dinâmico a opinião pública e suas clivagens no que toca temas da agenda pública, preferências, valores, recepção de notícias etc. Ela opera por meio de grupos focais de operação contínua no WhatsApp, com participantes selecionados e um moderador profissional.
Assim como na metodologia tradicional de grupos focais, os grupos contínuos no WhatsApp do POMT permitem que o moderador estimule o aprofundamento de temas sensíveis e difíceis de serem explorados por meio de pesquisas quantitativas ou mesmo pela aplicação de questionários estruturados.
O caráter assíncrono dos grupos do POMT, possibilitado pela dinâmica da comunicação no WhatsApp, permite respostas mais refletidas por parte dos participantes, o que é adequado tanto para a pesquisa social quanto para a eleitoral, dado que o voto é também uma decisão que muitas vezes demanda reflexão.
Por sua natureza temporal contínua, os grupos focais do POMT são propícios para criar situações deliberativas, nas quais as pessoas se sentem compelidas a elaborar suas razões a partir das razões dadas por outros participantes do grupo.
O telefone celular é hoje o meio mais democrático e acessível de comunicação. Assim, a participação nos grupos do POMT não requer o uso de computador ou mesmo que os participantes interrompam suas atividades para interagirem entre si.
O MDP é um projeto que utiliza a metodologia do POMT para analisar, com periodicidade semanal, o debate público brasileiro, segmentado em cinco grupos de diferentes orientações ideológicas, que cobrem da extrema-direita à esquerda. Tal divisão se justifica por serem esses grupos os de maior relevância demográfica na atualidade.
Doutora em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Coordenou o IESP nas Eleições, plataforma multimídia de acompanhamento das eleições 2018. Foi consultora da UNESCO, coordenadora da área qualitativa em instituto de pesquisa de opinião e big data, atuando em diversas campanhas eleitorais e pesquisas de mercado. Realiza consultoria para desenho de pesquisa qualitativa, moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade. Escreve no blog Legis-Ativo do Estadão.
Mestre em Filosofia Política pela UNICAMP e mestre e doutor em Ciência Política pela City University of New York, Graduate Center. Foi professor do antigo IUPERJ de 2003 a 2010. É, desde 2010, professor de Ciência Política do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ). Coordenador do LEMEP, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) e do Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB).
Cientista Social e doutoranda em Sociologia pelo IESP-UERJ e mestre em Sociologia pela UFPR, com experiência em relações de consumo e estratégias de comunicação. Possui formação em UX Research e cursos de gestão e monitoramento de redes sociais e estratégias eleitorais, mídias digitais e gerenciamento de redes. Possui experiência em pesquisas de mercado e campanhas políticas. Realiza moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade.
Mestre em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Tem experiência em planejamento e desenvolvimento de sistemas computacionais de pequeno e médio porte, manutenção de servidores web e possui especialização em modelagem e implementação de bancos de dados relacionais.
Mestrando em Ciência Política na Universidade Federal do Paraná, pesquisador do INCT ReDem e dos Grupos de Pesquisa NUSP e Observatório das Elites, vinculados à UFPR. Tem como interesses de pesquisa representação política parlamentar e metodologia científica. Possui experiência com a utilização de Inteligência Artificial na pesquisa cientifica, bem como na estruturação e análise de bancos de dados prosopográficos.
O Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Representação e Legitimidade Democrática (INCT ReDem) é um centro de pesquisa sediado no Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), financiado pelo CNPq e pela Fundação Araucária.
Reunindo mais de 50 pesquisadoras(es) de mais de 25 universidades no Brasil e no exterior, o ReDem investiga, a partir de três eixos de pesquisa (Comportamento Político, Instituições Políticas e Elites Políticas) as causas e consequências da crise das democracias representativas, com ênfase no Brasil.
Sua atuação combina metodologias quantitativas e qualitativas, como surveys, experimentos, grupos focais, análise de perfis biográficos e modelagem estatística, produzindo indicadores e ferramentas públicas sobre representação política, qualidade da democracia e comportamento legislativo.
O objetivo central do ReDem é gerar conhecimento científico de alto impacto e produzir recursos técnicos que auxiliem cidadãos, jornalistas, formuladores de políticas e a comunidade acadêmica a compreender, monitorar e aperfeiçoar a representação política democrática no Brasil.
Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade
Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30
Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial
Reforma Casa Brasil; Município Mais Seguro; Nepotismo e STF
Adulteração das bebidas; Precarização do Trabalho; Reunião entre Chanceler Brasileiro e Secretário de Trump
Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.
Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump
Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação
Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro
Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento
Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação
Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia
Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão
Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher
Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais
Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas
Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia
Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares
Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News
Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações
Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas
Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes
Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura
Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura
#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró
#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula
Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM
Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa
Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal
Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos
#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana
Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF
#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis
Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto
#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM
Desvio de Armas, Jair Renan na Política, 2a. Condenação de Bolsonaro
Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro
GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança
Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio
Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar
Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno
Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo
Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS
O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF
Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas
Relatório #19 MED
ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS
Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula
Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an
Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade
Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30
Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial
Reforma Casa Brasil; Município Mais Seguro; Nepotismo e STF
Adulteração das bebidas; Precarização do Trabalho; Reunião entre Chanceler Brasileiro e Secretário de Trump
Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.
Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump
Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação
Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro
Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento
Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação
Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia
Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão
Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher
Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais
Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas
Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia
Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares
Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News
Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações
Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas
Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes
Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura
Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura
#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró
#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula
Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM
Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa
Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal
Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos
#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana
Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF
#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis
Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto
#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM
Desvio de Armas, Jair Renan na Política, 2a. Condenação de Bolsonaro
Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro
GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança
Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio
Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar
Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno
Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo
Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS
O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF
Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas
Relatório #19 MED
ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS
Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula
Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
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Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an