Relatório 131

De 4 a 10/5/26

Temas:

  • Aldo Rebelo
  • Cabo Daciolo
  • Samara Martins
Realização:
Apoio:
Metodologia

Para o ano eleitoral de 2026, renovamos todos os participantes e aumentamos o número de grupos focais contínuos no WhatsApp de 5 para 6. Substituímos o antigo grupo de flutuantes por dois grupos de indecisos: conversadores e progressistas. Na maioria das eleições os indecisos desempenham um papel fundamental, pois têm maior probabilidade de mudar de opinião, decidindo assim o resultado.

O projeto conta com um total de 50 participantes, divididos em grupos com as seguintes características específicas:

BC – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, pretendem votar em Flávio Bolsonaro em 2026, desaprovam o atual governo e aprovam os atos de 8/1.

BM – Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, desaprovam o atual governo e desaprovam os atos de 8/1.

IC – Indecisos Conservadores: votaram em Bolsonaro ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à direita na escala ideológica.

IP – Indecisos Progressistas: votaram em Lula ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à esquerda na escala ideológica.

LD – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno de 2022, reprovam a atual gestão, mas ainda assim pretendem votar em Lula em 2026.

LL – Lulistas: votaram em Lula no segundo turno de 2022, pretendem votar em Lula em 2026 e aprovam a atual gestão.

Evangélicos: grupo virtual formado pela agregação das falas dos participantes evangélicos dos demais grupos, com o objetivo de capturar tendências específicas desse contingente demográfico.

Todos os grupos foram montados de modo a combinar variáveis como sexo, idade, etnia, renda, escolaridade, região de moradia e religião em proporções similares às da população brasileira.

Nossa metodologia permite que os participantes respondam aos temas colocados no tempo que lhes for mais conveniente, liberdade essa inexistente nos grupos focais tradicionais, que são presos à sincronia do roteiro de temas e questões colocados pelo mediador. O instrumento de pesquisa, assim, se acomoda às circunstâncias e comodidades da vida de cada um, reduz a artificialidade do processo de coleta de dados e, portanto, gera resultados mais próximos das interações reais que os participantes têm no seu cotidiano.

É importante salientar que os resultados apresentados são provenientes de metodologia qualitativa, que tem por objetivo avaliar narrativas, argumentos e opiniões. Mesmo quando quantificados, tais resultados não devem ser entendidos como dotados de validade estatística, mas como dado indicial.

O sigilo dos dados pessoais dos participantes é total e garantido, assim como sua anuência prévia com a divulgação dos resultados da pesquisa, desde que respeitado esse anonimato.

Síntese dos Principais Resultados

Na semana de 4 a 10/5/26, os seis grupos discutiram questões candentes do debate público. No total, foram coletadas e analisadas 154 interações, totalizando 6.159 palavras.

Bolsonaristas Convictos (BC) Bolsonaristas Moderados (BM) Indecisos Conservadores (IC) Indecisos Progressistas (IP) Lulodescontentes (LD) Lulistas (LL) Evangélicos
Aldo Rebelo Predominou a percepção de que Aldo Rebelo fez críticas legítimas ao STF e ao desequilíbrio entre os poderes. Ao mesmo tempo, houve dúvidas sobre sua força política e sobre sua real capacidade de implementar o que defende. O grupo se dividiu entre os que enxergaram coerência nas críticas institucionais e os que avaliaram o discurso como radical, performático e pouco viável politicamente. Houve cautela sobre sua competitividade eleitoral. Predominou forte rejeição ao discurso, percebido como autoritário, simplificador e desrespeitoso às regras institucionais. O grupo demonstrou baixa confiança na preparação e viabilidade do candidato. O discurso foi visto como confuso, excessivamente ideológico e centrado em críticas, sem propostas concretas. Predominou a defesa de um candidato capaz de governar para além de nichos políticos. As falas rejeitaram o tom confrontativo e autoritário do discurso e também o candidato. Predominou a percepção de que Aldo apostava mais na polarização e no antagonismo do que em propostas concretas e viáveis. Houve rejeição ao nome. O grupo associou o discurso ao bolsonarismo e a tendências autoritárias, defendendo os mecanismos de freios e contrapesos e criticando a intensificação da polarização política. Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento.
Cabo Daciolo Reconheceram coerência em algumas críticas e o valor do discurso nacionalista, mas prevaleceu a sensação de que seu estilo agressivo e radical comprometeria sua credibilidade e viabilidade eleitoral. Viram Daciolo como uma figura conhecida e alinhada a pautas conservadoras, porém excessivamente polêmica e pouco pragmática. Predominou a avaliação de que lhe faltam propostas concretas e força política real. Demonstraram ambivalência entre considerar Daciolo exagerado e caricato, mas ao mesmo tempo alguém que vocaliza críticas legítimas ao sistema político e à polarização tradicional. Perceberam o candidato como uma figura mais próxima do espetáculo político e das teorias conspiratórias do que de uma candidatura séria, apesar de reconhecerem críticas pontuais consideradas válidas. Houve abertura às críticas de Daciolo à polarização e ao sistema político, mas predominou a percepção de que seu discurso é mais simbólico e emocional do que sustentado em propostas concretas. Rejeitaram amplamente o candidato, percebendo-o como caricatural, conspiratório e sem credibilidade política, com discurso visto como vazio, performático e sem viabilidade eleitoral. Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento.
Samara Martins Predominou forte rejeição ao discurso, percebido como repetitivo, ideológico e excessivamente ligado a sindicatos, luta de classes e pautas tradicionais da esquerda. O grupo enxergou a candidatura como pouco competitiva. O discurso foi percebido como apelativo, genérico e mais focado em identificação popular do que em propostas concretas. Houve ceticismo em relação à viabilidade eleitoral e desconfiança sobre discursos de “representação popular”. Parte do grupo reconheceu esforço da candidata, mas sem aprová-la. Predominou avaliação positiva da candidata, vista como autêntica, humilde e conectada à realidade das classes populares. Ainda assim, surgiram dúvidas sobre a clareza das propostas e sobre sua capacidade de ganhar projeção nacional. O grupo reconheceu legitimidade nas pautas sociais e na representatividade simbólica da candidata, mas considerou o discurso fraco, pouco concreto e excessivamente centrado em movimentos populares. Predominou a percepção de baixa viabilidade eleitoral. As falas valorizaram a proximidade da candidata com a realidade do povo e sua identificação com trabalhadores e periferias. Contudo, prevaleceu a avaliação de que faltaram propostas mais objetivas. Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento.
Pergunta 31
Aldo Rebelo (Democracia Cristã) confirmou sua pré-candidatura à Presidência da República. Após assistir ao vídeo, respondam: Vocês já conheciam o pré-candidato? O que acham do discurso dele no material assistido e dele como candidato a presidente?
Reconhecimento limitado e baixa confiança na viabilidade eleitoral

Nos seis grupos, predominou um baixo nível de conhecimento prévio sobre Aldo Rebelo, com muitos participantes afirmando não conhecer o pré-candidato ou ter apenas referências superficiais sobre sua trajetória política. Mesmo entre aqueles que já haviam ouvido falar de seu nome anteriormente, a familiaridade apareceu limitada e pouco associada a uma imagem política consolidada. O material assistido funcionou, para grande parte dos participantes, como um primeiro contato mais direto com o candidato, revelando que sua presença no imaginário eleitoral ainda é reduzida e pouco competitiva quando comparada a nomes mais consolidados nacionalmente.

Também houve convergência ampla quanto à baixa confiança em sua viabilidade eleitoral e em sua capacidade concreta de governar. Independentemente do posicionamento ideológico dos grupos, prevaleceu a percepção de que o discurso apresentou poucas propostas objetivas e excesso de confrontação institucional, o que dificultou a construção de credibilidade como alternativa presidencial competitiva. Mesmo quando determinadas críticas feitas pelo candidato foram consideradas legítimas por alguns participantes, isso raramente se converteu em intenção efetiva de apoio, predominando dúvidas sobre preparo político, capacidade de articulação e possibilidade real de ampliar apoio para além de nichos específicos.

“Não conhecia o candidato até então, em relação ao que o mesmo mencionou, concordo que deveria ter mais equilíbrio entre o executivo, legislativo e judiciário, o STF está com muito poder em mãos e aparenta muito estar apoiando e protegendo o governo atual, seria bem difícil bater de frente.” (BC, 29 anos, desenvolvedor web, SP)

“Boa tarde, ja conhecia de outras eleições, concordo com algumas falas dele, porem e um candidato que nao consegue chegar a um numero significativo de votos, que nao tem uma significância no meio político.” (BM, 72 anos, pensionista, RJ)

“Não conhecia o candidato em questão. Achei o discurso bem exagerado no sentido de ele acreditar que como presidente vai conseguir mudar algo estrutural e como candidato não vejo com força para disputar com outros.” (IC, 37 anos, professor, RJ)

“Não conhecia o Aldo Rebelo. No discurso achei meio fraco e genérico, fala de soberania e indústria mas sem trazer algo muito concreto. Parece mais do mesmo. No geral não me passou muita confiança como candidato, não vejo como um nome forte pra disputa.” (IP, 28 anos, customer care analist, SP)

“Eu não o conhecia antes desse vídeo, e não simpatizei também como mesmo, realmente focou mais em criticar instituições do que em apresentar propostas concretas, passando uma impressão de confronto e pouca clareza sobre o que realmente pretende fazer como presidente.” (LD, 27 anos, entregadora, RS)

“Não conheço o candidato, mas não o considero uma boa opção para a presidência.” (LL, 28 anos, vendedora, PA)

Apoio às críticas

Entre os bolsonaristas convictos e parte dos bolsonaristas moderados, houve reconhecimento de coerência nas críticas institucionais apresentadas por Aldo Rebelo, especialmente em relação ao STF e às dificuldades de governabilidade do Executivo. Nesse conjunto, o candidato conseguiu dialogar com percepções já presentes nesses segmentos, sobretudo a ideia de que determinados órgãos teriam acumulado poder excessivo e dificultado a atuação de governos eleitos. O discurso foi interpretado, por parte desses participantes, como alguém disposto a verbalizar insatisfações que consideram ignoradas por outros atores políticos.

Ainda assim, mesmo entre os grupos mais receptivos, a aceitação apareceu de maneira parcial e acompanhada de cautela. Houve reconhecimento de que o candidato levantou temas considerados relevantes, mas persistiram dúvidas sobre sua força política, sua consistência ideológica e sua capacidade concreta de transformar essas críticas em ações viáveis de governo.

“Não conhecia o candidato até então, em relação ao que o mesmo mencionou, concordo que deveria ter mais equilíbrio entre o executivo, legislativo e judiciário, o STF está com muito poder em mãos e aparenta muito estar apoiando e protegendo o governo atual, seria bem difícil bater de frente.” (BC, 29 anos, desenvolvedor web, SP)

“Não o conheço mas ele é muito coerente e traz pontos muito importantes principalmente na ideia de que o poder estar exclusivamente sobre instituições que deveriam somente regulamentar e não criar diretrizes e impor poder como vemos hoje em dia.” (BC, 47 anos, administradora, BA)

“Boa tarde. Não conheço, mas gostei do discurso. Falou com coerência e esta certo em dizer que em muitos casos o presente não manda no país.” (BM, 32 anos, gerente de vendas, PA)

“Bom dia, ja conhecia o candidato por meio das mídias. Gostei do posicionamento dele e o primeiro candidato que fala em mudar a estrutura política interna para poder governar de maneira igualitária.” (BM, 72 anos, pensionista, RJ)

Rejeição ao tom e ao discurso

Entre os indecisos conservadores, indecisos progressistas, lulodescontentes, lulistas e parte dos bolsonaristas moderados, predominou uma percepção negativa do tom adotado por Aldo Rebelo, considerado excessivamente radical, confrontativo e centrado em ataques institucionais. As críticas ao STF, à Funai, ao Ibama e à dinâmica entre os Poderes foram frequentemente interpretadas como sinais de autoritarismo, despreparo ou tentativa de aprofundar a polarização política. Nesses grupos, prevaleceu a expectativa de que candidatos presidenciais apresentem propostas concretas e capacidade de negociação, em vez de discursos focados em enfrentamento e conflito institucional. Muitos participantes avaliaram que suas falas simplificavam questões complexas e desconsideravam limites constitucionais e institucionais do sistema político brasileiro.

“Ele é uma figura ‘folclórica’ [...] Acredito que não tenha força para ser candidato [...] Como sempre, TODOS os candidatos ao invés de ter propostas concretas de crescimentos em todos os sentidos, se preocupam em meter o páu no outro.” (BM, 53 anos, eletrotécnico, RN)

“Nunca ouvi falar de tal candidato e achei o discurso dele de uma prepotência tremenda. Ele simplesmente quer passear por cima de todos os órgãos que temos? Achei a sua posição totalmente equivocada e não compactuo com sua fala.” (IC, 29 anos, professor, RJ)

“Nunca vi esse senhor antes, a divisão dos três poderes serve pra resguardar a nossa democracia [...] Achei ele meio viajado.” (IC, 30 anos, educador museal, RJ)

“Eu não conheço e nunca ouvi falar nesse candidato. Para mim seu discurso foi muito radical, penso que um candidato tem que trazer propostas e não apenas uma visão que combina com a opinião de uma ideologia política.” (IP, 46 anos, vendedora, RS)

“Não conhecia o Aldo, e achei o discurso dele confuso, pois ele não trás propostas, e sim critica o que já é estabelecido.” (IP, 29 anos, empreendedora, RJ)

“Não conhecia e confesso que não gostei, achei autoritário e essa questão de mudar as leis pq ele quer e acha bom, é beeemm problemático [...] Achei q ele focou mais em ataque do que em propostas de fato.” (LD, 29 anos, professora, RJ)

“Achei o discurso de um ditador... Não gostei e me pareceu um lunático Bolsonarista!!!!” (LL, 56 anos, assessora administrativa, RJ)

Pegunta 32
Cabo Daciolo (Mobiliza) também confirmou sua pré-candidatura à Presidência da República. Após assistir ao vídeo, respondam: Vocês já conheciam o pré-candidato? O que acham do discurso dele no material assistido e dele como candidato a presidente?
Reconhecimento superficial

A maior parte dos participantes afirmou já conhecer o pré-candidato de eleições anteriores, especialmente da disputa presidencial de 2018, além de sua circulação recorrente nas redes sociais, em memes e em vídeos de forte repercussão. Sua imagem pública surgiu associada a um estilo político facilmente identificável, marcado por discursos intensos, frases de impacto, forte componente religioso e posicionamentos considerados “fora do padrão” da política tradicional. Mesmo entre aqueles que rejeitaram sua candidatura, houve reconhecimento de que Daciolo já ocupa um lugar consolidado no imaginário político popular.

Porém, essa familiaridade pública não necessariamente se converteu em credibilidade eleitoral. Em vários grupos, ele foi descrito como uma figura “caricata”, “folclórica” ou ligada ao entretenimento político, o que reforçou sua capacidade de gerar atenção e reconhecimento imediato.

“Sim, conheço ele de outras candidaturas, fizeram piadas dele na época, mas tudo que ele fala se você vir a pesquisar, essas coisas acabam se alinhando.” (BC, 39 anos, administrador, RJ)

“Eu conheço o cabo daciolo tem um ótimo discurso bem alinhado e acho que ele pode brigar ali pela presidência dependendo do lado que ele escolher.” (BM, 33 anos, consultor de TI, SP)

“Conhecia por causa dos debates que ele participou na sua primeira candidatura. Gostava muito dele por conta dos memes, da Ursal.” (IC, 30 anos, educador museal, RJ)

“Ja me garantiu boas risadas na eleição de 2018. É um louco consciente, eu diria.” (IP, 28 anos, customer care analist, SP)

“Eu acompanho os vídeos do cabo Daciolo desde da campanha de 2018.” (LD, 59 anos, educador social, CE)

“Conheço o Cabo Daciolo de outras eleições e ele é apenas um vigarista buscando dinheiro de fundo eleitoral.” (LL, 25 anos, auxiliar fiscal, SC)

Críticas consideradas legítimas no discurso

Entre os bolsonaristas convictos e parte dos bolsonaristas moderados, indecisos conservadores, progressitas e lulodescontentes houve alguma receptividade ao conteúdo do discurso de Cabo Daciolo. Predominou a percepção de que o pré-candidato conseguia verbalizar insatisfações já presentes entre os participantes em relação ao funcionamento da política brasileira. As falas demonstraram concordância parcial com críticas direcionadas tanto à esquerda quanto à direita, à polarização política e à percepção de que as elites políticas e econômicas estariam distantes dos interesses da população. Mesmo quando o tom do discurso foi considerado exagerado, radical ou pouco realista, apareceu reconhecimento de que algumas de suas falas dialogavam com sentimentos de frustração, abandono e descrença em relação aos atores políticos tradicionais.

O apoio ao discurso, porém, apareceu de forma mais simbólica do que eleitoral: muitos participantes concordaram com partes das críticas apresentadas, mas sem necessariamente enxergá-lo como uma candidatura viável ou preparada para governar.

“Não lembro dele, mas concordo com o que ele disse apesar de ter exagerado um pouco.” (BC, 22 anos, vigilante, RO)

“Eu conheço o cabo daciolo tem um ótimo discurso bem alinhado.” (BM, 33 anos, consultor de TI, SP)

“Acredito que ele disse algumas verdades sobre a incapacidade de pensar no bem comum tanto da esquerda quanto na direita na política nacional.” (IC, 37 anos, professor, RJ)

“Fala verdades, mas tambem viaja e delira muito.” (IP, 28 anos, customer care analist, SP)

“Apesar do discurso meio fantasioso ele tem uma verdade esquerda e direita ambas estão corrompidas.” (LD, 40 anos, turismóloga, SP)

Rejeição total ao discurso

Entre os segmentos mais progressistas - lulistas e parte dos lulodescontentes e indecisos progressistas - predominou a ideia de que suas falas eram marcadas por exagero, teatralidade e excesso de teorias conspiratórias, o que comprometeria sua credibilidade política. Os participantes demonstraram dificuldade em levar o conteúdo a sério, especialmente quando o candidato abordava temas considerados fantasiosos ou pouco plausíveis. Em vários momentos, o discurso foi associado mais ao entretenimento político, à provocação e à construção de uma figura caricata do que à apresentação de propostas concretas para o país. A ideia de que Daciolo mistura elementos de crítica legítima com narrativas “absurdas” ou “delirantes” apareceu de forma recorrente.

Também predominou nesses grupos a avaliação de que o pré-candidato não apresentou soluções práticas nem um projeto claro de governo, concentrando-se mais em discursos inflamados e ataques genéricos ao sistema político.

“É um discurso irreal e inventado que só planta as ideias mais loucas e absurdas na cabeça de pessoas indecisas com o voto.” (IP, 46 anos, vendedora, RS)

“Cabo Daciolo é quase um stand up comedy, um pastor misturado com militante.” (IP, 32 anos, técnico em logística, SP)

“Discurso patético, ensaiado, um personagem!” (LL, 56 anos, assessora administrativa, RJ)

“Seu discurso é fraco e patético, gosta de chamar a atenção de incautos.” (LL, 45 anos, professor, PB)

“Ja tinha visto algumas coisas dele na internet. No vídeo, achei que ele tem um discurso bem intenso e diferente dos outros candidatos, mas algumas partes parecem mais teoria da conspiração do que propostas concretas…” (LD, 27 anos, entregadora, RS)

Pegunta 33
Samara Martins (Unidade Popular) confirmou sua pré-candidatura à Presidência da República. Após assistir ao vídeo, respondam: Vocês já conheciam a pré-candidata? O que acham do discurso dela no material assistido e dela como candidata?
Desconhecimento e baixa viabilidade eleitoral

Em todos os grupos, predominou o desconhecimento sobre a pré-candidata Samara Martins e sobre o próprio partido Unidade Popular. Ainda assim, mesmo entre participantes críticos ao conteúdo do discurso, houve reconhecimento de que a candidata conseguiu transmitir uma imagem ligada às classes populares, aos trabalhadores e às periferias. Sua apresentação despertou atenção principalmente por se diferenciar de figuras políticas mais tradicionais, aparecendo como alguém associada à vivência cotidiana da população comum e à militância social. Ao mesmo tempo, esse reconhecimento inicial raramente se converteu automaticamente em apoio eleitoral consolidado, já que grande parte dos participantes afirmou precisar conhecer melhor suas propostas, trajetória e capacidade política antes de considerá-la uma opção viável.

Outro ponto convergente entre os grupos foi a percepção de que a candidatura enfrenta limitações estruturais importantes por se tratar de um partido pequeno, com baixa visibilidade, pouco financiamento e reduzido espaço na disputa nacional. Mesmo participantes que demonstraram simpatia pela candidata consideraram difícil que ela consiga romper a polarização política e alcançar competitividade eleitoral relevante.

"Não sei quem é. O que posso dizer é que ela falou bonito, mas é só.” (BC, 22 anos, vigilante, RO)

“Moro em Natal-RN e NUNCA ouvi falar dela e nem nesse partido.” (BM, 53 anos, eletrotécnico, RN)

“Não conhecia essa candidata, mas é uma candidata que eu votaria pela representatividade, mesmo sabendo que não chegaria ao segunto turno.” (IC, 30 anos, educador museal, RJ)

“Não conheço,mais gostei do seu discurso,da forma que abordou os assuntos,vou pesquisar mais sobre a mesma.” (IP, 28 anos, vendedora, AL)

“Não conhecia a candidata, mas achei bem interessante a presença de uma mulher negra nas eleições. Só que não tem a menor força nesse partido” (LD, 29 anos, professora, RJ)

“Não conhecia Samara Martins, o discurso dela é bom.” (LL, 25 anos, auxiliar fiscal, SC)

Rejeição ao discurso

Bolsonaristas convictos, bolsonaristas moderados e indecisos conservadores convergiram amplamente na percepção de que a candidatura possui pouca viabilidade eleitoral e dificuldade concreta de crescimento em um cenário político já consolidado pela polarização. Nesses grupos, predominou a avaliação de que a candidata carece de estrutura partidária, capital político, visibilidade nacional e propostas suficientemente robustas para disputar a Presidência de maneira competitiva. A leitura predominante foi a de que partidos pequenos enfrentam barreiras quase intransponíveis para romper a lógica eleitoral atual, sendo frequentemente percebidos como candidaturas periféricas ou simbólicas, sem força real para chegar ao centro da disputa nacional.

Além disso, o discurso apresentado foi frequentemente percebido como excessivamente associado à militância social, à luta de classes e à tentativa de mobilização popular por identificação simbólica. Entre os bolsonaristas, apareceram críticas mais fortes ao tom considerado ideológico, repetitivo ou apelativo, especialmente quando ligado a sindicatos, movimentos populares e pautas tradicionais da esquerda. Já entre os indecisos conservadores, embora houvesse maior abertura para reconhecer honestidade ou boas intenções, também predominou a percepção de que o discurso apresentou mais identificação emocional do que propostas concretas de governo.

“Não conheço a candidata, esse discurso focado em classes sociais e trabalhadores de fábrica é algo que novos candidatos vem mencionando para tentar convencer o povo.” (BC, 29 anos, desenvolvedor web, SP)

“Acho o discurso dela meio fora da realidade, visto que o país já está polarizado.” (BM, 41 anos, turismólogo, PE)

“Depois que são eleitos o bem comum desaparece. Na verdade o Brasil está inflado de partidos.” (IC, 37 anos, professor, RJ)

“Não conhecia e não me chamou atenção.” (IC, 25 anos, auxiliar administrativa, SP)

“Muito apelativo.” (BM, 32 anos, gerente de vendas, PA)

“Ela não tem ideias boas para o país. Não está pronta para ter esse poder de persuadir as pessoas.” (BC, 39 anos, administrador, RJ)

Reconhecimento da autenticidade e identificação com pautas populares

Indecisos progressistas, lulodescontentes e lulistas demonstraram uma recepção significativamente mais aberta à pré-candidata, sobretudo pela percepção de autenticidade, proximidade com a população e identificação com trabalhadores, periferias e grupos socialmente vulneráveis. Nesses grupos, o discurso foi frequentemente entendido como “pé no chão”, realista e conectado às dificuldades concretas enfrentadas pela população brasileira. A trajetória social da candidata, sua associação com movimentos populares e sua tentativa de dialogar diretamente com setores historicamente menos representados foram vistos como elementos positivos e coerentes com a imagem que buscava transmitir. Também apareceu valorização simbólica de sua representatividade social, especialmente por se apresentar como uma mulher negra vinculada às pautas populares.

Ao mesmo tempo, mesmo entre os grupos mais receptivos, surgiram dúvidas importantes sobre a capacidade prática da candidatura de crescer eleitoralmente e romper a polarização nacional. Muitos participantes afirmaram sentir falta de propostas mais objetivas e detalhadas, avaliando que o discurso se concentrou mais em identificação social e mobilização popular do que em planos concretos de governo.

“Achei o discurso bem realista e lógico, da pra ver que vem de quem sente na pele.” (IP, 28 anos, customer care analist, SP)

“Achei interessante, ele traz perspectivas reais da população, porém achei vazio, n trouxe muitas propostas fundamentadas.” (LD, 29 anos, professora, RJ)

“O discurso dela é bem realista, pois ela toca na vivência dos trabalhadores e periferias.” (LL, 43 anos, autônomo, MT)

“Discurso bem pé no chão e realista. Passou muita humildade e empatia com o eleitor.” (IP, 32 anos, técnico em logística, SP)

“Vejo um discurso voltado para os movimentos populares, não apresentou propostas concretas.” (LD, 49 anos, vigilante, MT)

“Achei o discurso muito dentro da realidade, das dificuldades enfrentadas pelo povo brasileiro.” (LL, 56 anos, assessora administrativa, RJ)

Considerações finais

As reações ao vídeo de Aldo Rebelo revelaram que o candidato é ainda pouco conhecido pelo eleitorado e com baixo potencial de se tornar alternativa na corrida presidencial. Em praticamente todos os segmentos, predominou a percepção de que sua candidatura possui alcance político limitado e dificuldades para se transformar em um projeto viável nacionalmente. Mesmo quando as críticas institucionais ao STF encontraram ressonância — especialmente entre bolsonaristas convictos e parte dos moderados —, a aceitação apareceu mais associada à identificação com determinados diagnósticos sobre o funcionamento do sistema político do que a um apoio efetivo ao candidato. O discurso, portanto, conseguiu gerar reconhecimento pontual em grupos mais críticos à atuação do STF e à dinâmica entre os Poderes, mas encontrou dificuldades para ampliar legitimidade para além desses nichos. Já indecisos conservadores, indecisos progressistas, lulodescontentes e lulistas demonstraram maior valorização da estabilidade democrática, dos mecanismos de freios e contrapesos e da necessidade de negociação política para governar, rejeitando com mais intensidade o tom confrontativo adotado por Aldo Rebelo.

As reações à pré-candidatura de Cabo Daciolo foram marcadas por um nível maior de reconhecimento público, associado sobretudo à memória de sua trajetória política e de seu estilo discursivo já conhecido nacionalmente. Em diferentes grupos, o candidato despertou simultaneamente curiosidade, identificação parcial e forte desconfiança. Parte dos participantes — especialmente entre bolsonaristas convictos, moderados e alguns indecisos conservadores — reconheceu legitimidade das críticas direcionadas às elites políticas, à polarização tradicional e ao distanciamento entre representantes e população. Ainda assim, esse reconhecimento raramente se converteu em percepção concreta de viabilidade eleitoral. O candidato continuou sendo visto como alguém associado a discursos considerados excessivos, teatrais ou pouco pragmáticos, o que limitou sua capacidade de expansão para além de segmentos mais inclinados ao voto de protesto. Entre indecisos progressistas, lulodescontentes e lulistas, prevaleceu a percepção de que o discurso era marcado por exageros, teorias conspiratórias e ausência de propostas concretas, reduzindo significativamente sua credibilidade como alternativa presidencial competitiva.

No caso de Samara Martins, as reações indicaram um cenário relativamente distinto dos demais outsiders analisados. Embora também fosse pouco conhecida pela maior parte dos participantes, sua imagem despertou menos rejeição inicial e encontrou alguma abertura para reconhecimento potencial, especialmente em razão de uma trajetória percebida como mais próxima da realidade cotidiana da população. Em praticamente todos os grupos, houve percepção de autenticidade, simplicidade e capacidade de comunicação, ainda que acompanhada de dúvidas sobre preparo, experiência e viabilidade política nacional. Entre bolsonaristas e indecisos conservadores, apareceram resistências ideológicas mais evidentes, sobretudo em função da associação da candidata à esquerda e a pautas progressistas. Ainda assim, mesmo nesses segmentos, houve reconhecimento de qualidades pessoais e comunicacionais. Já entre indecisos progressistas, lulodescontentes e lulistas, a candidata despertou maior curiosidade e receptividade, sendo vista como alguém capaz de representar renovação política e maior proximidade com problemas concretos da população. Diferentemente dos demais candidatos analisados, Samara conseguiu produzir avaliações menos marcadas por rejeição imediata e mais atravessadas pela ideia de potencial futuro, ainda que sem consolidação clara como candidatura efetivamente competitiva.

Em conjunto, os três casos sugerem que candidaturas outsiders conseguem despertar curiosidade, identificação pontual e reconhecimento de determinadas críticas ao sistema político, sobretudo em contextos de insatisfação com atores tradicionais e demanda por renovação. Ainda assim, as análises indicam que essa abertura inicial não se converte automaticamente em apoio eleitoral consolidado. Em diferentes graus, os três candidatos enfrentaram dificuldades para transformar capacidade discursiva em percepção consistente de capacidade de governo, viabilidade eleitoral e legitimidade nacional para além de nichos específicos de identificação política ou ideológica.

A vitória eleitoral de Bolsonaro em 2018, em grande parte devido a sucesso de se apresentar como outsider, colocou a questão sobre até que ponto essa estratégia poderia ser emulada no futuro. Candidatos outsiders sempre houve na política brasileira e, mesmo na Nova República, Bolsonaro não foi pioneiro. Esse título vai para Fernando Collor, que derrotou o jovem Lula em 1989, ainda que tenha contato para isso com forte apoio dos meios de comunicação, que na época eram hegemonicos. Ou seja, esses dois exemplos parecem indicar que a figura do outsider só tem sucesso em contextos históricos específicos. Quais seriam eles? Aqui não é lugar para elaborarmos sobre essa questão. Por enquanto basta dizer que, pelo que tudo indica, a eleição de 2026 não será muito propício para essas figuras, ainda que é preciso cautela para tecer tal veredicto, pois o bombástico escândalo do Banco Master está em pleno curso.

MDP

O Monitor do Debate Público é um projeto do Laboratório de Estudos da Mídia e da Esfera Pública (LEMEP), localizado no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da UERJ, baseado na metodologia do Painel de Monitoramento de Tendências (POMT), desenvolvida por nossa equipe.

O POMT é uma metodologia inovadora que nos permite monitorar de modo dinâmico a opinião pública e suas clivagens no que toca temas da agenda pública, preferências, valores, recepção de notícias etc. Ela opera por meio de grupos focais de operação contínua no WhatsApp, com participantes selecionados e um moderador profissional.

Assim como na metodologia tradicional de grupos focais, os grupos contínuos no WhatsApp do POMT permitem que o moderador estimule o aprofundamento de temas sensíveis e difíceis de serem explorados por meio de pesquisas quantitativas ou mesmo pela aplicação de questionários estruturados.

O caráter assíncrono dos grupos do POMT, possibilitado pela dinâmica da comunicação no WhatsApp, permite respostas mais refletidas por parte dos participantes, o que é adequado tanto para a pesquisa social quanto para a eleitoral, dado que o voto é também uma decisão que muitas vezes demanda reflexão.

Por sua natureza temporal contínua, os grupos focais do POMT são propícios para criar situações deliberativas, nas quais as pessoas se sentem compelidas a elaborar suas razões a partir das razões dadas por outros participantes do grupo.

O telefone celular é hoje o meio mais democrático e acessível de comunicação. Assim, a participação nos grupos do POMT não requer o uso de computador ou mesmo que os participantes interrompam suas atividades para interagirem entre si.

O MDP é um projeto que utiliza a metodologia do POMT para analisar, com periodicidade semanal, o debate público brasileiro, segmentado em seis grupos de diferentes orientações ideológicas, que cobrem da extrema-direita à esquerda. Tal divisão se justifica por serem esses grupos os de maior relevância demográfica na atualidade.

Equipe MDP

Carolina de Paula – Diretora geral

Doutora em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Coordenou o IESP nas Eleições, plataforma multimídia de acompanhamento das eleições 2018. Foi consultora da UNESCO, coordenadora da área qualitativa em instituto de pesquisa de opinião e big data, atuando em diversas campanhas eleitorais e pesquisas de mercado. Realiza consultoria para desenho de pesquisa qualitativa, moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade. Escreve no blog Legis-Ativo do Estadão.

João Feres Jr. – Diretor científico

Mestre em Filosofia Política pela UNICAMP e mestre e doutor em Ciência Política pela City University of New York, Graduate Center. Foi professor do antigo IUPERJ de 2003 a 2010. É, desde 2010, professor de Ciência Política do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ). Coordenador do LEMEP, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) e do Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB).

Francieli Manginelli – Analista sênior e coordenadora de recrutamento

Cientista Social e doutoranda em Sociologia pelo IESP-UERJ e mestre em Sociologia pela UFPR, com experiência em relações de consumo e estratégias de comunicação. Possui formação em UX Research e cursos de gestão e monitoramento de redes sociais e estratégias eleitorais, mídias digitais e gerenciamento de redes. Possui experiência em pesquisas de mercado e campanhas políticas. Realiza moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade.

André Felix – Coordenador de TI

Mestre em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Tem experiência em planejamento e desenvolvimento de sistemas computacionais de pequeno e médio porte, manutenção de servidores web e possui especialização em modelagem e implementação de bancos de dados relacionais.

Pollyanna Bretas –

Jornalista e doutoranda em Ciência Política no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). É professora da Graduação em Jornalismo da ESPM. Atuou por dez anos como repórter de economia na Editora Globo. É mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em Política & Sociedade pelo IESP-UERJ. Recebeu os prêmios ABECIP de Jornalismo e CNT.

Vittorio Dalicani – Analista Jr.

Mestrando em Ciência Política na Universidade Federal do Paraná, pesquisador do INCT ReDem e dos Grupos de Pesquisa NUSP e Observatório das Elites, vinculados à UFPR. Tem como interesses de pesquisa representação política parlamentar e metodologia científica. Possui experiência com a utilização de Inteligência Artificial na pesquisa cientifica, bem como na estruturação e análise de bancos de dados prosopográficos.

INCT ReDem

O Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Representação e Legitimidade Democrática (INCT ReDem) é um centro de pesquisa sediado no Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), financiado pelo CNPq e pela Fundação Araucária.

Reunindo mais de 50 pesquisadoras(es) de mais de 25 universidades no Brasil e no exterior, o ReDem investiga, a partir de três eixos de pesquisa (Comportamento Político, Instituições Políticas e Elites Políticas) as causas e consequências da crise das democracias representativas, com ênfase no Brasil.

Sua atuação combina metodologias quantitativas e qualitativas, como surveys, experimentos, grupos focais, análise de perfis biográficos e modelagem estatística, produzindo indicadores e ferramentas públicas sobre representação política, qualidade da democracia e comportamento legislativo.

O objetivo central do ReDem é gerar conhecimento científico de alto impacto e produzir recursos técnicos que auxiliem cidadãos, jornalistas, formuladores de políticas e a comunidade acadêmica a compreender, monitorar e aperfeiçoar a representação política democrática no Brasil.

Leia outros Relatórios do MDP

Definição de Conceitos: Patrotismo, Democracia e Família.

Uso de desinformação; Caso BRB e Banco Master; Intervenção no preço dos Combustíveis

Romeu Zema; Renan Santos; Augusto Cury

Defesa do PIX; Refinanciamento das dívidas de brasileiros; Subsídio ao Diesel

Lula crítica fake news; Flavio Bolsonaro defende de monitoramento estrangeiro; Candidatura de Ronaldo Caiado

Fim dos penduricalhos; Projeto de Lei Antifacção; Criminalização da misoginia

Percepções sobre a evolução do feminicídio; Combate à violência contra a mulher; Representação feminina

Caso Lulinha; EUA e crime organizado no Brasil; Reações à fala de Ratinho sobre Erika Hilton

Conflito Irã x EUA; Ato Acorda Brasil; Caso Banco Master

Principais Problemas do Brasil; Expectativas para o pleito; Reeleição de Lula

Avaliação pró-liderança; Avaliação adversário; Rede Globo

Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; Aprovação da Dosimetria; Cassação do mandato de Carla Zambelli

Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio

Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo

Redução Inicial de Tarifas - EUA; Remoção de Linguagem Neutra; Indicação de Jorge Messias ao STF

Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade

Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30

Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial

Reforma Casa Brasil; Município Mais Seguro; Nepotismo e STF

Adulteração das bebidas; Precarização do Trabalho; Reunião entre Chanceler Brasileiro e Secretário de Trump

Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.

Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump

Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação

Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro

Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento

Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação

Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia

Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.

Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas

Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky

Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação

Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro

Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump

Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda

Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)

Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo

CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso

Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.

Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas

Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff

Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS

Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia

Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção

Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua

Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão

Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump

Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual

Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.

Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.

Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras

Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.

Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.

Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia

Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas

Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.

Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.

Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores

Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer

Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares

CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher

Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados

Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam

Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto

Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane

Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida

Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais

Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas

Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais

ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro

Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal

Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet

Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula

Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista

Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro

Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia

Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar

Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904

Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares

Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News

Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações

Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas

SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente

Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas

Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes

Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura

Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid

Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura

#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres

Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos

Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro

#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró

#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula

Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM

Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa

Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal

Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos

#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana

Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF

#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis

Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto

#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM

Desvio de Armas, Jair Renan na Política, 2a. Condenação de Bolsonaro

Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro

GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança

Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio

Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar

Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno

Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo

Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS

O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF

Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas

Relatório #19 MED

ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS

Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula

Bolsa família, Laicidade do Estado e MST

Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma

Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola

Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula

Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista

Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro

Julgamento, Cid e políticas sociais

Valores: Marcha, Parada e Aborto

Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro

Monitor da Extrema Direita

Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an

Leia outros Relatórios do MDP

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Percepções sobre a evolução do feminicídio; Combate à violência contra a mulher; Representação feminina

Caso Lulinha; EUA e crime organizado no Brasil; Reações à fala de Ratinho sobre Erika Hilton

Conflito Irã x EUA; Ato Acorda Brasil; Caso Banco Master

Principais Problemas do Brasil; Expectativas para o pleito; Reeleição de Lula

Avaliação pró-liderança; Avaliação adversário; Rede Globo

Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; Aprovação da Dosimetria; Cassação do mandato de Carla Zambelli

Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio

Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo

Redução Inicial de Tarifas - EUA; Remoção de Linguagem Neutra; Indicação de Jorge Messias ao STF

Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade

Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30

Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial

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Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.

Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump

Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação

Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro

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Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação

Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro

Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump

Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda

Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)

Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo

CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso

Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.

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Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff

Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS

Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia

Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção

Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua

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Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump

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Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.

Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.

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Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.

Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.

Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores

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Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares

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Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados

Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam

Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto

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Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal

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Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula

Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista

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Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia

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Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News

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Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista

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