O Monitor da Extrema Direita (MED) se transformou no Monitor do Debate Público (MDP). Na verdade, foi uma expansão do projeto original, que contemplava somente grupos focais contínuos de bolsonaristas convictos e moderados. Tornamos mais complexa a combinação dos critérios de seleção de participantes para produzir quatro categorias de grupos:
G1 – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno, desaprovam o atual governo, aprovam as invasões de 08/01, acreditam que o ex-presidente é perseguido pelas instituições e não assistem à Rede Globo.
G2 – Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno, desaprovam o atual governo, desaprovam as invasões de 08/01, não há consenso sobre o ex-presidente ser perseguido pelas instituições e não rejeitam a Rede Globo.
G3 – Preferências Flutuantes: votaram Branco/Nulo no segundo turno, mas em outros candidatos no primeiro turno. Os demais critérios são diversos.
G4 – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno, mas reprovam a atual gestão. Os demais critérios são diversos.
G5 – Lulistas: votaram em Lula no segundo turno e aprovam sua gestão. Os demais critérios são diversos.
Dessa maneira, o novo Monitor do Debate Público (MDP) será capaz de captar um escopo bem mais amplo da opinião pública e dos fenômenos que regem o comportamento político no Brasil de hoje.
Nossa metodologia permite que os participantes respondam aos temas colocados no tempo que lhes for mais conveniente, liberdade essa inexistente nos grupos focais tradicionais, que são presos à sincronia do roteiro de temas e questões colocados pelo mediador. O instrumento de pesquisa, assim, se acomoda às circunstâncias e comodidades da vida de cada um, reduzindo a artificialidade do processo de coleta de dados e, portanto, produzindo resultados mais próximos das interações reais que os participantes têm na sua vida cotidiana.
É importante salientar que os resultados apresentados são provenientes de metodologia qualitativa, que tem por objetivo avaliar posicionamentos e opiniões. Mesmo quando quantificados, tais resultados não podem ser tomados como dados estatísticos provenientes de amostragem aleatória, ou seja, as totalizações dos posicionamentos de grupos específicos não devem ser entendidas como dotadas de validade estatística mas como dado indicial.
O sigilo dos dados pessoais dos participantes é total e garantido, assim como sua anuência com a divulgação dos resultados da pesquisa.
Entre os dias 18 a 23/8, cinco grupos foram monitorados a partir de suas opiniões sobre questões candentes do debate público. Compõem esses grupos 50 participantes. Todos os grupos foram montados de modo a combinar variáveis como sexo, idade, etnia, renda, escolaridade, região de moradia e religião em proporções similares às da população brasileira.
Cada grupo possui características únicas. São elas:
G1 – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno, desaprovam o atual governo, aprovam as invasões de 08/01, acreditam que o ex-presidente é perseguido pelas instituições e não assistem à Rede Globo.
G2 - Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno, desaprovam o atual governo, desaprovam as invasões de 08/01, não há consenso sobre o ex-presidente ser perseguido pelas instituições e não rejeitam a Rede Globo.
G3 – Preferências Flutuantes: votaram Branco/Nulo no segundo turno, mas em outros candidatos no primeiro turno. Os demais critérios são diversos.
G4 – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno, mas reprovam a atual gestão. Os demais critérios são diversos.
G5 - Lulistas - votaram em Lula no segundo turno e aprovam a atual gestão. Os demais critérios são diversos.
Evangélicos - Compusemos também um "grupo virtual" formado pela agregação das falas dos participantes evangélicos, a fim de capturar tendências específicas da opinião desse contingente demográfico.
Ao longo do período, três temas foram abordados: i) decisão da justiça pela prisão de Hytalo Santos e seu marido; ii) saída do Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto e críticas a Israel; iii) áudios de Silas Malafaia.
Ao todo, foram analisadas 198 interações, que totalizaram 8.336 palavras
Bolsonaristas Convictos | Bolsonaristas Moderados | Eleitores Flutuantes | Lulodescontentes | Lulistas | Evangélicos | |
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Prisão de Hytalo | Predominou a defesa de punição severa, mas o caso foi interpretado como estratégia da esquerda para justificar agendas como a regulamentação das redes sociais. | Houve forte condenação dos acusados e defesa da prisão preventiva, acompanhada de desconfiança quanto à eficácia e à morosidade da justiça. | As falas ressaltaram a legitimidade da prisão e a gravidade das acusações, mas criticaram a omissão da justiça, que só agiu após repercussão pública; também defenderam a responsabilização dos pais. | O grupo aprovou a atuação da justiça, embora tardia, e reforçou que todos os envolvidos deveriam ser punidos. A crítica principal foi sobre a negligência das autoridades diante de denúncias anteriores. | Os participantes viram a prisão como necessária e justa, mas criticaram a demora da justiça e sua dependência da exposição midiática; defenderam que familiares coniventes também fossem punidos. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
Conflito Israel x Palestina | O grupo apoiou Israel, visto como vítima que apenas se defendia. A maioria ainda criticou o governo brasileiro por se alinhar contra o país. A decisão de saída da aliança foi reprovada. | A maioria criticou o governo por se posicionar contra Israel, preferindo a neutralidade no impasse. A saída da aliança foi vista como arriscada para a diplomacia brasileira. | Houve duas posições principais: de um lado, a condenação ao governo brasileiro, associada à acusação de antissemitismo e defesa de Israel e, de outro, a crítica mais ampla à guerra como tragédia humanitária sem fim. | O núcleo central foi a ênfase no sofrimento da população civil e na percepção da guerra como desumana. As opiniões se dividiram entre considerar um erro o Brasil se envolver e defender a acusação de genocídio contra Israel. | Predominou a crítica a Israel, país descrito como extremista ou genocida, com apoio às ações do governo brasileiro. Houve reconhecimento de que a saída do IHRA foi polêmica, embora não tenha invalidado a legitimidade de denunciar Israel. | Em comum, apareceu apenas um tom moral e religioso, enfatizando o sofrimento humano e a necessidade de colocar Deus acima de tudo, mas sem consenso quanto aos demais aspectos. |
Áudios de Malafaia | Os participantes viram Malafaia como vítima de perseguição política e religiosa, relativizando seus palavrões como algo humano. Quanto à taxação, apoiaram a leitura de que foi puramente política, sem revolta. | O grupo considerou os áudios apenas uma conversa íntima, com reprovação pontual ao linguajar. Sobre a taxação, apoiaram a visão de que foi política, também sem indignação. | A maioria criticou fortemente Malafaia por sua postura agressiva e inadequada para um pastor, rejeitando a mistura entre religião e política. Parte reconheceu que a taxação foi política, sem indignação. | Reprovaram Malafaia por fanatismo, incoerência religiosa e oportunismo político, vendo-o como vergonha para os cristãos. Quanto à taxação, admitiram que foi política, mas sem revolta. | Demonstraram indignação profunda com Malafaia, visto como hipócrita e explorador da fé, incompatível com a postura de pastor. Reconheceram a taxação como política, mas com crítica às intenções de Trump. | Não houve unidade temática entre os evangélicos, que responderam de acordo com seus grupos de participação. |
As falas de todos os grupos revelaram uma percepção clara de que a prisão de Hytalo e seu companheiro foi uma decisão legítima e necessária diante da gravidade das acusações. A exploração e a “adultização” de crianças e adolescentes foram compreendidas como violações inaceitáveis, que exigiam resposta dura e exemplar da justiça. O reconhecimento da legitimidade da prisão preventiva, nesse sentido, veio acompanhado da defesa de uma responsabilização mais ampla, que deveria atingir também os familiares e responsáveis legais dos menores envolvidos. Os pais foram retratados como coniventes, omissos ou beneficiados com a situação, o que reforçava a necessidade de ampliar o escopo das punições para além dos acusados principais.
Ao mesmo tempo, esses grupos convergiram em críticas contundentes à morosidade, seletividade e ineficiência da justiça brasileira. As opiniões ressaltaram que denúncias anteriores já haviam sido feitas, mas ignoradas ou abafadas, e que apenas quando houve ampla repercussão midiática as autoridades decidiram agir. Essa percepção gerou um sentimento de frustração em relação às instituições, vistas como incapazes de prevenir ou reprimir crimes contra crianças de forma proativa. A seletividade também foi criticada, pois a justiça só teria se movimentado diante da visibilidade de influenciadores de grande alcance. Assim, a prisão foi avaliada como correta, mas tardia, revelando tanto a gravidade do caso quanto as falhas estruturais de fiscalização e de resposta institucional.
"acompanhei, achei correto, mas que não pare apenas nele, outros estão fazendo, ou diminuiu agora. Por tanto; espero que ele pague por cada crime, que os pais dessas abram os olhos em relação ao que está acontecendo.” (G1, 36 anos, assistente jurídico, BA)
“Esse caso é muito grave pois envolve exploração e exposição de menores, trafico de pessoas e exploração sexual...quando se trata de crianças/adolescentes a prioridade sempre deve ser proteger.” (G2, 43 anos, administradora, GO)
“Bom dia ,acompanhei sim hj falaram bastante sobre o caso e sinceramente é um absurdo tudo isso... tem que ficar preso sim com tantas provas a justiça tá certa.” (G3, 32 anos, vendedor, MG)
“Eu estou acompanhando um pouco esses fatos. Achei muito acertada essas decisões da Justiça. Hytalo e seu companheiro tem que permanecerem presos e serem punidos por esses atos absurdos de exploração de menores.” (G4, 44 anos, funcionário público estadual, PR)
“Boa noite! Essa situação passou dos limites há muitos anos, essas pessoas deveriam ter sido questionadas há muito tempo. Pra mim, a prisão preventiva fez total sentido para garantir que as investigações não sejam atrapalhadas.” (G5, 21 anos, auxiliar administrativa, RO)
"Vi essa notícia em algum lugar das redes sociais. Acho mais do que devida as acusações e espero sinceramente que ele seja realmente punido e não saia livre por pagar fiança como quase todos os crimes cometidos no Brasil.” (G5, 37 anos, restauradora, SP)
Mesmo concordando com a prisão, muitos participantes do grupo 1 (bolsonaristas convictos) introduziram um elemento particular no debate: a leitura do caso a partir de uma chave política e ideológica. Para os participantes, a prisão não deveria ser vista apenas como resultado da investigação judicial, mas como parte de um movimento estratégico de setores da esquerda e do governo. As falas apresentaram a percepção de que a exposição do caso estaria sendo instrumentalizada para legitimar a pauta de regulamentação das redes sociais, ou mesmo para desacreditar adversários políticos, em especial figuras como Damares, que teriam denunciado situações semelhantes no passado sem apoio institucional.
Essa interpretação politizada transformou o debate sobre o caso em um espaço de crítica à coerência e à seletividade de determinados atores políticos. O grupo ressaltou que aqueles que antes teriam ignorado ou desqualificado denúncias de exploração infantil agora se mostravam indignados, o que era lido como oportunismo e hipocrisia. A justiça foi reconhecida como correta em prender os acusados, mas esse reconhecimento foi relativizado pela suspeita de que as decisões estariam atreladas a interesses de poder.
"Agora toda esquerda tá preocupada com adultizacao de crianças? Mas crianças em parada gay não tem problema, criança vendo homem nu em exposição cultural não dá nada. Votar a favor de castração química contra pedofilos nem pensar mas agora querem regular as redes com a desculpa de proteger crianças... são oportunistas, demagogos e hipócritas. Cada vez mais me convenço que este felca foi usado para trazer novamente este caso a tona para tentarem novamente colocar pauta da censura em votação..” (G1, 54 anos, músico, RS)
"Estou acompanhando sim. Esse caso é só o fio da meada de uma história longa e antiga, onde envolve muita gente grande.
A esquerda e o governo nunca se preocuparam com a situação de abuso e adultização de crianças. Só estão usando essa situação para interesses próprios e a bola da vez é a regulamentação das redes sociais. Lula nunca ligou e favorecia envolvidos com isso. Quando Damares denunciou e quis proteger as crianças, foi perseguida, censurada, humilhada.”* (G1, 46 anos, cuidadora infantil, PR)
“Boa noite! Estou acompanhando e espero que essas pessoas paguem mesmo pelo que fizeram com essas crianças e adolescentes. Mas essa situação já havia sido denunciada por Damares e ela foi perseguida pela esquerda. Antônia Fontenelle já havia denunciado esse Hytalo e foi processada por ele. Acho que estão usando esse crime pra regulamentar as redes sociais.” (G1, 38 anos, assistente administrativo, AM)
“Então, eu vi esse vídeo esses dias.
Fui ler os comentários. Vi muita gente que acompanha ele, dizendo que foi um vídeo mais antigo, não recente, ironizando sobre a questão do Alexandre de Moraes com o Twitter, quando foi proibido. Porém procurei saber mais e vi que o Felca é esquerdista, votou no Lula. Com essa questão, despertou um gatilho de desconfiança. Outras informações que consegui, é que mesmo depois de tantas denúncias sobre esse assunto, mesmo com a questão da luta da Damares, a esquerda nunca ligou para as crianças, sempre barrou qualquer investigação, leis, proibição e tal. Agora aparece isso, quando foi dito pela Gleisi Hoffmann que as redes sociais precisavam ser controladas, quando recentemente a Janja foi pedir ajuda ao Governo Chinês para controlar as redes sociais. Então, aparece esse assunto como desculpa para fazer o que eles queriam. Pq agora? Não deveriam ser feitos leis, investigação, punição dos pais, tudo mais? Tbm tem a questão de que estão dizendo que o Felca recebeu dinheiro para isso. Se isso aconteceu, uma hora aparece. Por enquanto, estou com a pulga atrás da orelha, um pé na frente e outro atrás com essa questão.” (G1, 46 anos, cuidadora infantil, PR)
As opiniões dos grupos 1 e 2 (bolsonaristas convictos e moderados) revelaram um padrão de desconfiança e rejeição à política externa do governo brasileiro. Os participantes interpretaram a retirada do Brasil da IHRA e a adesão à ação contra Israel como decisões precipitadas e prejudiciais, capazes de isolar o país internacionalmente e de romper com tradições históricas de apoio a Israel. A defesa da neutralidade ou o apoio direto a Israel se tornaram os eixos centrais desse grupo, sustentados por uma visão de que a diplomacia brasileira deveria priorizar a resolução de problemas internos em vez de se envolver em disputas externas de alto risco.
Nesse conjunto, Israel seguiu sendo retratado como um país legitimamente em defesa própria, vítima de ataques que justificariam sua resposta militar. Essa percepção esteve ligada a uma visão mais maniqueísta do conflito, em que os adversários foram enquadrados como terroristas ou violentos.
“Em primeiro lugar o conflito não é com a Palestina, é contra um grupo TERRORISTA que invadiu Israel, matou estuprou e sequestrou gente inocente. Quanto ao desgoverno se aliar a África do Sul contra Israel, nada de novo. Afinal de contas desde que assumiu, este ladrão só se aliou a ditaduras.” (G1, 54 anos, músico, RS)
“Acompanhei o caso sim. Acho uma falta de respeito e consideração enorme do governo, para um povo judeu, que tanto sofreu. Acho que não tem que se envolver em conflitos, embora ele não apoie diretamente a o povo da Palestina, que tbm sofre sob o domínio do Hamas, entre outros. Lula apóia Hezbollah, grupos terroristas no Líbano e Hamas em Gaza.” (G1, 46 anos, cuidadora infantil, PR)
"Acho que o governo já fez muita besteira e devia ficar neutro para que não sobre para nós, de novo. Com relação ao conflito já passou do tempo de os outros países intervirem para cessar essa guerra e entrarem em um acordo.” (G2, 54 anos, aposentado, PB)
“Bom dia, estou vendo as reportagens, e acho que o governo não devia se meter em assuntos que não lhe diz respeito, eles não tão cuidando dos problemas do Brasil, que dirá comprar briga com outros países.” (G2, 26 anos, vendedora, AL)
"Não acompanhei essa ação do desgoverno, mas ficar contra Israel só prova a loucura desse governo que está fazendo de tudo pra isolar nosso país do mundo igual a Venezuela e Rússia, é eles fazer o que bem entende, sem respeitar a opinião do povo. Acho essa ação do governo uma loucura, alguém tem que parar esse comunista que só se alinha com ditadores.” (G1, 55 anos, gerente de serviços elétricos, RJ)
“Não vejo o porquê o Brasil entrar nessa ação com a África do Sul já que se retirou da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto. É uma péssima ideia gastar dinheiro com isso. Deveriam se mobilizar pela nossa população. O conflito envolvendo Israel e a Palestina é patrocinado por vários países fabricantes de armas que não querem parar de ganhar dinheiro. Uma vergonha. E ainda falam que é um conflito religioso.” (G2, 43 anos, professora, SP)
“O governo atual trai tudo pelo que lutou nos últimos 80 anos. Desde 45 quando um brasileiro declarou na ONU a criação do estado de Israel o Brasil sempre percebeu e apoiou a defesa de Israel contra seus agressores. Agora de uma tacada só, vira inimigo de Israel, se junta às piores ditaduras mundiais, algumas delas terroristas, e está às margens de sofrer uma interferência militar dos EUA.” (G2, 43 anos, administradora, GO)
Parcialmente os participantes do grupo 3 (eleitores flutuantes) e integralmente os dos grupos 4 e 5 (lulodescontentes e lulistas) concentraram mais o debate na condenação das ações de Israel, vistas como genocidas, desumanas e responsáveis pelo massacre da população palestina. Os participantes expressaram forte empatia pelo sofrimento das vítimas civis, especialmente crianças e idosos, e defenderam que a denúncia contra Israel representava uma postura legítima e necessária do Brasil. Essa leitura se consolidou na percepção de que não havia equivalência no conflito: para esses grupos, o poder de Israel e a restrição à entrada de ajuda humanitária evidenciavam um quadro de massacre, e não de guerra simétrica.
A política brasileira foi avaliada com mais ambivalência: enquanto parte dos respondentes elogiou a postura firme do governo em denunciar Israel, houve também críticas à saída da IHRA, considerada politicamente desgastante.
“Sobre a retirada do Brasil da IHRA acho que foi um erro. Quanto à acusação de genocídio por parte do Governo de Israel pelo Governo do Brasil acho muito correto porque é um verdadeiro genocídio essas ações de guerra israelense. Esse conflito entre Israel e a Palestina é outro conflito completamente descabido e absurdo do governo de Israel invadindo e exterminando o povo palestino.” (G4, 44 anos, funcionário público estadual, PR)
“Acho uma tremenda atrocidade essas guerras que os governantes estão em suas mansões e a população inocente morrendo. Achei correto a questão do governo brasileiro, porque não está apoiando Israel na guerra.” (G4, 49 anos, artesã, CE)
“Acho que o Brasil tá tentando mostrar uma postura mais dura e firme nessa situação toda, mas sair do IHRA não é interessante no momento, pq gera muitos comentários negativos, polêmicas e etc. O que me incomoda nessa guerra sempre será a mesma coisa para qualquer outro conflito, as pessoas, as pessoas sofrendo por algo do qual eles nem sequer possuem culpa.” (G5, 21 anos, auxiliar administrativa, RO)
“Bom dia, achei super estranho a atitude do governo, entendo que Israel também é errado, e que muitas vezes não coopera para acabar a paz, mas acho extremista a ação, o Brasil tentando se mostrar meio estranho também.” (G5, 38 anos, chefe de RH, BA)
“Sou judia e isso mexe muito comigo... O Lula ter retirado o Brasil do IHRA é horrível, demonstra uma ação antisemita. Ele é um presidente horrível, que vai aumentar o ódio aos judeus com esse tipo de atitude. O que aconteceu no Holocausto foi um massacre e isso não se discute! Pessoas da minha família morreram no Holocausto!” (G3, 37 anos, médica veterinária, PR)
“Essa parte de termos saído do memorial do Holocausto não sabia, e nem da ação contra Israel. Mas o que penso é que guerra é horrível, no passado Israel passou pelo Holocausto, um acontecimento lastimável, agora eles são os algozes. E no fim, quem sofre, sempre, em qualquer guerra é o povo.” (G3, 45 anos, turismóloga, RJ)
Nos grupos 1 e 2 (bolsonaristas convictos e moderados) a tônica predominante foi a defesa de Silas Malafaia como alvo de uma perseguição política e religiosa conduzida por setores do Judiciário e amplificada pela mídia. As falas destacaram que o episódio não configurava crime, mas sim um vazamento de conversas privadas com o intuito de desmoralizar o pastor e enfraquecer a base de apoio de Jair Bolsonaro. O uso de palavrões foi relativizado como algo humano e contextual, próprio de um momento de intimidade, sem relevância maior para sua imagem de líder religioso. Nesse enquadramento, Malafaia apareceu como figura combativa que “dá a cara a tapa” e enfrenta Alexandre de Moraes e o STF, sendo por isso alvo de represálias. A própria repercussão do caso foi lida como tentativa de criar divisão entre cristãos, mas interpretada pelos participantes como efeito contrário, fortalecendo ainda mais a união das denominações evangélicas em torno de sua liderança.
Outro ponto de convergência nos grupos foi a leitura da política internacional. Nos dois grupos prevaleceu a ideia de que as sanções impostas por Donald Trump ao Brasil tiveram motivações estritamente políticas e que a interpretação de Malafaia nesse sentido foi correta. As falas sugeriram que o episódio serviu apenas como pretexto para a criação de narrativas contra os aliados de Bolsonaro, reforçando a percepção de seletividade e injustiça no tratamento dado ao campo conservador. A taxação imposta por Trump ao Brasil foi interpretada como um movimento estritamente político, dentro da lógica das relações internacionais, mas sem provocar revolta ou indignação contra os EUA.
"Não sou fã do Silas Malafaia, mas ele tem dado a cara a tapa contra a ditadura judiciária que se instalou no Brasil! Ele critica o Alexandre de Moraes como ninguém, agora vão perseguir ele porque querem de qualquer jeito prender na cadeia o presidente Bolsonaro. Quanto as falas Piiiiii do pastor, ele é humano, e não dá pra aguentar tanta patifaria sem se exaltar, é pacivel de erros como qualquer outra pessoa, não é santo porque é pastor, mas vão usar isso pra atacar ele parente os evangélicos, isso pra mim na minha opinião não muda em nada o que ele tem feito nas manifestações pelo Brasil, eles fizeram isso pra enfraquecer o 7 de setembro, tudo cortina de fumaça.” (G1, 55 anos, gerente de serviços elétricos, RJ)
“Não vi nada de mais nas conversas, que por sinal são PRIVADAS e não deveriam ser expostas .. acho engraçado que quando Sérgio moro expôs as conversas do Lula quando era julgado pela lava jato, até os direitos dos mano saíram em defesa, acusando o juiz ( merecidamente) de cometer crime contra a privacidade. Mas agora como é contra Bolsonaro ai pode, sem problemas e não há nenhum crime sendo cometido. Mais uma vez a esquerda e STF deixando claro que Sim, é perseguição POLÍTICA, o que tbm fica claro que as sanções de trump são POLÍTICAS.” (G1, 54 anos, músico, RS)
“Quem nunca xingou que atire a primeira pedra, não tenho religião, mas já vi pessoas de todas as religiões xingando, isso é de cada um, um modo chulo de se expressar, eles invadiram a privacidade do Silas e a imprensa doente esquerdista fica divulgando isso, porque sabe que os fanáticos vão ficar contra o pastor, isso é uma perseguição sem limites.” (G1, 55 anos, gerente de serviços elétricos, RJ)
“Não aprovo o uso de palavrões em conversa, no entanto sei que é algo cultural no carioca. Tirando os palavrões percebo apenas conversa de amigos. E só amigos bem íntimos falam o que amigos devem ouvir, o próprio Eduardo Bolsonaro fez vídeo apoiando pastor Silas dando a entender que apesar das discordâncias que discutem em conversas PRIVADAS, demonstram total união como qualquer família e círculos de amizade possuem. O que fico chocado e de vazar áudios íntimos, número de telefone (o que é crime previsto na LGPD), não com intuito de denunciar crimes mas de tentar criar discórdia entre grupos rivais ao STF. Isso me parece mais papel de revista de fofocas, eu sei que na Policia Federal a grande maioria dos delegados são pessoas acima de qualquer suspeita, mas esse caso muito me decepciona. Se queriam jogar Malafaia contra cristãos o tiro saiu pela culatra, pois o episódio só fez com que as diversas denominações se juntassem como nunca antes em protesto contra a perseguição de um dos maiores lideres da igreja evangélica no Brasil por suas simples opiniões.” (G2, 43 anos, administradora, GO)
“As falas de Malafaia apesar dos palavrões, me pareceu ser bem expontâneo com quem ele estava falando. E o que acho estranho é a polícia fazer essa apreensão do celular dele, querem achar o que ? A perseguição é nele agora? E se for de cunho político é na visào dele, pode ser sim, mas também é de cunho econômico.” (G2, 35 anos, contadora, RS)
Nos grupos 3, 4 e 5 (eleitores flutuantes, lulodescontentes e lulistas), a reação foi majoritariamente crítica, marcada por repulsa ao tom e ao conteúdo das falas de Silas Malafaia. O episódio foi lido como mais uma comprovação de que sua postura é incompatível com a de um pastor que deveria pregar equilíbrio, amor e paz. O linguajar agressivo e vulgar foi associado à hipocrisia e à exploração da fé, pois contradiz os valores que ele diz representar. Para esses participantes, Malafaia não apenas se descredibiliza como líder religioso, mas reforça uma imagem de fanatismo e oportunismo político, usando a religião como plataforma para interesses pessoais e alianças partidárias. Esse comportamento foi interpretado como vergonhoso para os próprios evangélicos, visto que distorce princípios religiosos e compromete a imagem da fé diante da sociedade.
Além da indignação moral, esses grupos ampliaram a crítica para o campo político mais geral, ligando Malafaia a um projeto de poder baseado em manipulação, intolerância e descrédito democrático. Entre os lulistas, particularmente, houve uma generalização da acusação para outros líderes religiosos e para o bolsonarismo como um todo, retratados como agentes que utilizam discursos de moralidade e “família tradicional” para encobrir práticas corruptas e autoritárias. Nessa perspectiva, Malafaia deixou de ser visto como vítima de perseguição e passou a ser entendido como símbolo de degradação moral e política, alguém que encarna as contradições entre religião, poder e oportunismo no Brasil contemporâneo.
Os participantes reconheceram que a taxação norte-americana tinha caráter estritamente político, ainda que o tema tenha sido tratado com matizes diferentes: entre os eleitores flutuantes e lulodescontentes o reconhecimento foi objetivo e sem indignação; já os lulistas, criticaram explícitamente Trump, visto como alguém que instrumentaliza medidas econômicas para fins de poder.
“Ontem assisti tudo isso no jornal nacional, só senti asco desse homem. Ele se diz homem de Deus, mas nunca foi. Sempre envolvido com politicagem e escândalos. Totalmente vergonhoso, primeiro sou totalmente contra religião se misturar com política, ainda mais desse jeito. O estado é laico, precisa continuar assim, infelizmente, principalmente os evangélicos, quem ocupa cargos públicos nao sabe separar as coisas. Sou evangélica e sempre fui totalmente contra, se posicionar como sendo do reino de Deus e agir assim, lamentável.” (G3, 45 anos, turismóloga, RJ)
“Como um líder religioso, ele devia se expressar melhor, as falas pareciam de um marginal. Porém, a opinião dele sobre o cunho é o evidente.” (G3, 25 anos, contador, RJ)
“Na minha opinião como cristã estou morta de vergonha desse homem que se institula Pastor evangélico não é esse insino que se prega na igreja ele está usando o nome de Deus para pregar só vergonha espero que a conta chegue logo pra ele.” (G4, 53 anos, dona de casa, BA)
“Para esse áudio só demonstra com clareza a opinião pessoal e extremada e descabida de Malafaia. Malafaia defender anistia é completamente descabido frente aos ocorridos. Entendo que um Pastor deve se comportar de forma polida e cuidadosa politicamente e sem se envolver com assuntos partidários e políticos-ideológicos. Anistia desses atos antidemocráticos não é algo discutível. Já quanto a Malafaia se posicionar contra a taxação de impostos dos norte-americanos é esperado e só expõe o que é óbvio: a taxação é algo puramente político e nesse ponto Malafaia está certo de cobrar uma oposição da família Bolsonaro.” (G4, 44 anos, funcionário público estadual, PR)
“Eu fiquei impactada, eu acredito que muitas pessoas também sentiram o mesmo desconforto que eu senti quando escutei esses áudios. A fala dele completamente baixa terrível ainda mais vindas de um homem supostamente comprometido com a religião.” (G5, 28 anos, auxiliar administrativo, AM)
"Os sábios já sabiam o tamanho dessa buraco, quem tem o mínimo de discernimento sabe a profundidade disso tudo e quantos mais aparecerão envolvidos. Esse é um homem que se diz ‘de deus’, que faz parte e apoia ‘a família tracional brasileira’, todos eles com os mesmos discursos, mas no final, são todos pobres, criminosos e ladrões que só pensam em si mesmos. Em tom irônico comoleto: linda a fala de um pastor. Sobre as taxações é óbvio que tudo é de cunho político, não tem outra lógica, nunca que o Trump vai se importar com Bolsonaro e sua família, ele tá usando isso pra se promover e ganhar mais poder econômico.” (G5, 21 anos, auxiliar administrativa, RO)
Na primeira questão, os bolsonaristas convictos compartilharam 6 vídeos, com uma mesma linha de construção discursiva: partem de fatos reais e os distorcem, combinando acusações sem provas, exageros retóricos e teorias conspiratórias que buscam ligar a esquerda política, em especial Lula e o PT, a práticas de censura e até mesmo à pedofilia.
Os vídeos organizam-se em três eixos principais. O primeiro é o ataque às instituições, em que Alexandre de Moraes aparece como censor responsável por “derrubar” a rede social de Elon Musk no Brasil e o PL 2628 é descrito como “PL da censura 2.0”, fruto de uma manobra autoritária no Congresso. O segundo eixo gira em torno da prisão de Hytalo Santos, transformada em uma teoria conspiratória: ele seria parte de uma rede internacional de pedofilia que envolveria artistas, influenciadores e até políticos da esquerda, sobretudo Lula, sem que sejam apresentadas provas. Já o terceiro eixo associa a cultura popular à exploração infantil, retratando o funk como responsável pela “adultização” de crianças e usando a foto de um cantor investigado ao lado de Lula e de políticos do PSB como suposta evidência de conivência da esquerda com tais práticas.
Assim, o conjunto dos vídeos forma uma narrativa que mistura realidade e invenção para sustentar a ideia de que a esquerda, por meio de manobras no Congresso, da atuação do Judiciário e de relações culturais, estaria ao mesmo tempo censurando a internet e encobrindo redes de pedofilia. Trata-se de um exemplo claro de desinformação: fatos verdadeiros — como a prisão de Hytalo, a tramitação do PL 2628 e a investigação de artistas — são instrumentalizados e distorcidos para criar uma teoria conspiratória. O resultado é um discurso que reforça a polarização política e mobiliza sentimentos de revolta e urgência entre os seguidores, sem se sustentar em provas verificáveis.
Vídeo 1– Felca e rede social do Elon Musk
Agora vocês vão entender porque que muita gente está dizendo que o Felca é esquerdista. Essa história estava muito mal contada e eu vou mostrar pra vocês aqui agora. Em vídeo. Mas antes quem lembra que o Alexandre de Moraes derrubou a rede social do Elon Musk o Brasil inteiro ficou sem aquela rede que começa com a letra X e para o Elon Musk voltar a operar no Brasil teve que pagar uma multa milionária. E adivinha quem estava comemorando? O Twitter acabou o Twitter acabou! Graças a Deus vou comemorar, obrigado Xandão, obrigado Elon Musk, obrigado todos envolvidos, vou celebrar o dia todo. Quando saiu na Globo, na matéria do Jornal Nacional, falando sobre isso [Felca] Eu já sabia que tinha alguma coisa de errado. Nada que vem da Globo presta. Magno Malta denunciou. Damares denunciou. Antônia Fontenelle denunciou. E ninguém deu importância. Elas falaram exatamente o que o Felca falou. Vocês estão entendendo agora porque querem regulamentar tanto a internet.
Vídeo 2 – Discurso de Hugo Mota e PL 2628
Pessoal, só pra vocês entenderem o que acabou de acontecer aqui na câmara, tá? Hugo Mota acabou de fazer um discurso em que ele cria uma relação entre a tomada da Câmara, né? Manifesto contra eh as prisões arbitrárias no Brasil com a necessidade da aprovação de colocação em regime de urgência da votação do PL 2628, vejam. Então, ficou assim, por que aconteceu o que aconteceu no dia que que fizemos a manifestação no plenário agora vai ser votado na marra o 2628. Hoje ele abriu a sessão e aprovou a votação em regime de urgência sem a presença dos deputados, tá? Numa numa manobra rápida, rasteira, foi aprovado sem o devido debate aqui na casa do povo. Portanto, estamos aprovando para votação um projeto de urgência de um PL que é totalmente desvirtuado, um objetivo único e claro é cercear as vozes das vozes dissonantes e impedir que as pessoas remitam sua sua opinião nas redes sociais. Então ficou por isso minha gente, ficou uma troca. Já que vocês ficaram malcriados nós vamos fazer essa votação a força na marra. Quer dizer, não faz o menor sentido. Uma decisão completamente arbitrária, infantil. Não é assim que se trata um tema tão sério quanto o que está acontecendo hoje. Eh eh no desespero desse governo de aprovar leis que cerceiem a liberdade de expressão no Brasil. Tá? Ficou assim.
Vídeo 3 – Caso Hytalo Santos (1ª versão)
Saudações, irmãos patriotas. Vamos direto ao ponto sobre o caso Hytalo Santos. Não se trata apenas das denúncias do Felca sobre adultização de crianças nas redes sociais. O buraco é muito mais profundo e sujo, Hytalo Santos é o verdadeiro [ininteligível] do Brasil. Isso mesmo. Ele organizava festas repletas de incluenciadores, artistas e até políticos de alto escalão, incluindo figuras como Lula, que teriam participado dessas orgias envolvendo menores. Duvida? As provas estão aí, fotos, vídeos, tudo circula na internet. Basta procurar. E agora você acha que a esquerda, o PT, o PSOL e seus aliados estão realmente preocupados com a pedofilia no Brasil. Claro que não, eles se importam com a proteção de crianças contra a adultização? Jamais! Esses partidos de esquerda que se dizem defensores dos direitos humanos votaram contra a divulgação dos nomes de pedófilos e estupradores presos mesmo após serem soltos. Hipocrisia pura é o mecanismo em ação usando esse caso como pretexto pra tentar calar as redes sociais e silenciar a população que denuncia a verdade. O pior, Hytalo Santos e os seus comparsas provavelmente não ficarão presos, por que? Porque eles tem material explosivo, gravações vídeos, evidẽncias que comprometem as elites que participavam dessas festas imundas, eles ameaçam abrir a boca e o sistema para protegê-los pode ceder. Essa é a podridão escancarada que infesta o nosso país. A verdade está aí e as provas também. Acordem patriotas, compartilhe esse vídeo, curta, comente é muito importante para alertar a população. Até mais.
Vídeo 4 – Caso Hytalo Santos (2ª versão)
Saudações, irmãos patriotas. Volto falar sobre o caso de Hytalo Santos que foi preso recentemente. Agora, vou revelar detalhes que o Felca não abordou. Como a origem da fortuna que permitiu a Hytalo comprar mansões de carros de luxo. De onde vem tanto dinheiro? Vou explicar. Hytalo Santos gravava vídeos com crianças adolescentes e vendia esse conteúdo na Europa. Em breve, tudo isso será exposto sobre a monetização e plataformas desses vídeos. Jamais ele conseguiria tanto dinheiro. Estamos enviando informações importantes para o delegado responsável pelo caso. A prisão de Hytalo é preventiva, ou seja, se ele não conseguir um adeus e provar sua inocência permanecerá detido até o julgamento e aqui vem algo que muitos de vocês provavelmente não sabiam. Os vídeos que Hytalo produzia com crianças e adolescentes eram vendidos para a Europa. Já fizemos denúncias para o Ministério Público e ele também está sendo investigado por tráfico humano. Entendem a gravidade disso? Hytalo produzia conteúdo sensual com menores e o comercializava. Alimentando uma rede de pedofilia. Desde que a senadora Damares fez uma denúncia sobre a Ilha de Marajó. Começamos uma operação e uma investigação minuciosa pois notamos que a Senadora foi silenciada pelo sistema. Até mesmo por pessoas famosas como Xuxa Meneghel. Isso chamou nossa atenção. Porque uma mulher que se diz defensora das crianças, conhecida como Rainha dos Baixinhos tentou caçar o mandato de uma senadora que está expondo ela tão grave sobre a exploração infantil. Podem ter certeza Hytalo Santos é apenas a ponta iceberg e muitos outros cairão, incluindo pessoas famosas, políticos e empresários envolvidos nessa rede de pedofilia. As crianças precisam ser protegidas pois são vítimas. No caso da Camilinha e outros menores que faziam parte do grupo de Hytalo, eles o defendem. Dizendo que não seriam nada sem ele. No entanto, como mostrado no vídeo do Felca que conversou com uma psicóloga. Esses menores agem exatamente como ela descreveu. Hytalo manipulou tanto essas crianças que elas não percebem o mal que sofreram e ainda o defendem. Se você já sabia que Hytalo vendia esse conteúdo para a Europa, deixe seu comentário. Quero saber o que acham. Fiquem atentos ao nosso grupo no Telegram. Em breve, vou criar um tópico sobre esse assunto com documentos. Até a próxima.
Vídeo 5 – Anderson Neiffe e funk
Essa semana o debate político foi pautado por uma coisa apenas, o vídeo do Felca. O tanto que o vídeo do Felca nos mostrou que as crianças do Brasil estão sendo exploradas, tanto sexualmente, essa questão da adultização, de gente que monetiza em cima delas. Parabéns Felca e esse vídeo é pra você Felca. Eu quero te dar uma sugestão do vídeo parte dois sobre adultização das crianças. Quero te apresentar um indivíduo que eu acho que você vai gostar de saber de quem é. Esse aqui se chama Anderson Neiffe, do grupo Os Neiffs. É um grupo que canta música, não sei se você pode chamar de música, né? Mas é aquele funk brega que só fala putaria e porcaria, genitália e piroca e cu. É uma coisa horrosa é um negocinho que você escutar 10 segundos disso você vai sentir vontade de vomitar. Pois bem, esse cidadão está sendo investigado pela polícia porque ele colocou uma criança de onze anos no palco na frente de milhares de pessoas e colocou ela pra dançar de uma maneira cara não tem, eu não posso, eu não tenho palavras pra descrever. Mas vamos vou te mostrar. Depois do vídeo não vai embora não. Continua aqui porque eu vou te mostrar com quem que ele se encontrou esta semana mesmo sendo investigado por estar explorando uma criança de onze anos e não é isso. É um hábito comum no show deles, tá? Caramba, velho! Quantos anos? Onze! Onze. Só vai dançar minha música se completar. Então segura essa pedrada. E o 01 chegou um qual é a coisa mais não, essa não. Outra. Qual é a coisa que eu mais gosto de fazer na minha vida? [ininteligível]
[música]
Se o Hytalo foi preso, esse cara deveria estar imediatamente na mesma cela que o Hytalo. E tem mais, isso não é o pior não. Tem mais disso aqui. Como é o seu nome? Nicolas. Quantos anos você tem? Seis. Como é o teu nome? [ininteligível]. Quantos anos? Cinco? Menino tu é grande.
[música]
Está bom, agora, Felca, por que que eu estou te mostrando esse cara? Vocês sabem que hoje essa cultura do funk prostituído é o que mais está acabando com as crianças nessas áreas onde o funk domina. Né? Crianças com fuzil na mão, é horrível isso!. Agora, sabe quem que esse cara estava hoje tirando foto? Peraí que eu vou te mostrar. Está aqui pessoal o cúmulo da hipocrisia. Esse cidadão aqui que está colocando a menina de 11 anos pra dançar está todo mundo vendo aqui né? Esse aqui oh do lado do Lula tirando uma foto. Não só do Lula mas aqueles menino irmão Campos oh o marido da Tabata Amaral o prefeito lá do daquela cidade que eu esqueci onde que é. Olha aqui oh aqui ó do PSB aqui ó, o Prefeito, o deputado do PSB, Lula e o cara sendo investigado por exploração, por sexualização de uma criança de onze anos. É esse o pessoal aqui que vai salvar a criançada do Brasil. É esse aqui ó Lula na mesma semana que quer censurar as redes sociais dizendo que é pra proteger as crianças está tirando foto com o cara que está sendo investigado por sexualização de criança. Puta que pariu né pessoal? Então é isso. Só queria deixar esse vídeo aqui pra reflexão de todos que estão acreditando nessa balela da esquerda e Felca, Felca eu peço por favor, seu vídeo ajudou muito, muito mesmo, mas eu acho que seria muito importante falar dessa questão do funk e como a esquerda usa a sexualização das crianças.
Vídeo 6 – Votação do PL da Censura
Então, se você assistiu a votação sobre o requerimento de urgência do novo PL da censura e está com o coração muito peludo com Hugo Mota, significa que você entendeu exatamente o que aconteceu. Se você não entendeu, fica por aí que eu vou te explicar porque eu preciso tirar o seu sossego. E o que que aconteceu? Hugo Mota acordou hoje dizendo, ó meu Deus, eu preciso votar a urgência do PL da censura 2.0 e amanhã eu vou votar o mérito. E antes deu contar exatamente o que aconteceu você precisa entender porque é esse projeto. É um projeto que trata da adultização das crianças. E olha muito bom, muito louvável. Mas aí os cara enfiaram no meio a defesa da democracia e deram para o governo federal, no caso, o executivo a possibilidade de criar uma espécie de entidade que vai poder não só censurar postagens na internet como terá o poder de derrubar uma plataforma inteira. Fala aí se não é o sonho de todo ditador. O sonho da esquerda desde o 2630. E o que mais me pega é que o PT sequer havia assinado esse projeto de lei e só se manifestou interessado, tipo muito interessado porque o deputado Jadiel que aliás é da Federação PT/PV, foi lá e inseriu essa bagaça no meio. Aham, pra defender as crianças, confia. A partir disso o Lula, o PT se tornou maior defensor do projeto. Que de novo pra defender crianças enfiou no meio a defesa da democracia, da soberania, lé lé lé lé. E só pra continuar o contexto, na semana passada Hugo Mota sofreu um grande exposer quando pegaram o seu caseiro que na verdade era o seu funcionário de gabinete. E mais a sua chefe de gabinete tinha uma procuração que autorizava a ela movimentar o salário dos assessores do Hugo Mota. E o mais louco de tudo é que a mídia abafou esse caso. De semana passada não é nem do mês passado. É de dias atrás. Dito isso, nessa terça-feira Hugo Mota foi chamado pra almoçar com o Lula que é um grande interessado nesse processo, aliás o Lula tem dito que eles precisam parar as redes sociais, porque aqui a esquerda não se cria, né? Ano que vem é ano de eleição, então pra eles é urgente mesmo. Foi lá o seu Hugo Mota e levou a tiracolo Marcos Pereira. O presidente do Republicanos. Fizemos o que podemos perante a tanta pressa que é algo normal no Brasil atualmente. Arrumamos um escândalo na internet e assim sob o olhar atento da população Hugo Mota não estava nem aí. Ele começou a audiência que iria aprovar ou não a urgência do PL da censura 2.0 o 2628. Só pra você entender melhor nesse tipo de votação o regimento interno do Congresso diz que a votação tem que ser nominal. Mas o Hugo Mota quis uma votação simbólica. Aquelas ridículas que quando um deputado termina de falar o cara já diz e aí todos estão de acordo aprovado o próximo assunto. E foi exatamente o que aconteceu. Mas não foi bem assim porque antes do Hugo Mota seguir pra próxima pauta como ele queria foi sim impedido a votação nominal. E eu não quero que você acredita em nada do que eu estou falando. É só você assistir os vídeos. A matéria está vencida. Não vou dar o direito de votação. Já encerrei. Direito de fazer a questão de ordem né Senhor presidente. Eu já encerrei. Pelo amor de deus, senhor presidente. Artigo 186 do regimento interno estabelece que o processo nominal será, será utilizado nos casos em que seja exigido o quórum especial de votação. Regime em tramitação de urgência exige um quórum especial. Portanto, está vinculado a uma apreciação como essa a orientação. Tem que ter um processo nominal. Obrigado. E não foi feito, presidente. Eu quero, eu quero sinceramente não não não acreditar que vossa excelência esteja fazendo escola com Alexandre de Moraes. Nós temos o direito previsto no regimento interno, inclusive peço aqui ao secretário geral da mesa Lucas que possa falar com o presidente que o que está disposto no artigo 186 é que é processo nominal. Neste trecho Hugo Mota está dizendo que não Jordi você não tem o direito de pedir votação nominal agora tinha que ser antes de eu começar uma outra matéria e você não fez isso. Só que é o seguinte nesse momento o Marcel [van Hattem] aparece para dizer que o seu Mota não foi assim que aconteceu não. Sr. Presidente eu protesto porque haviam [sic] dois deputados aqui no plenário, deputado Ricardo votação nominal pediu e registrasse seu presidente contra mim e pelo vice-presidente o senhor está perdendo a vossa excelência deveria estar em plenário, vossa excelência quer chegar depois de quer aparecer. E aqui um adendo eu nunca tinha visto Hugo Mota tão furioso, tão nervoso como ele tava nessa sessão. Eu não sei se ele tava realmente nervoso porque ele sabia o que tava votando e como os eleitores cobrariam esse fato ou se, sei lá, se ele tava querendo passar ali uma impressão, ser um líder muito bravo, já que todo mundo falou que Hugo Mota não é um líder né? E é aquela, né? As pessoas podem te respeitar ou elas podem te temer. Nessa, o Hugo Mota só quis bancar o ditador e eu posso provar. Porque sim, temos imagens. Aqueles que forem pela aprovação do requerimento permaneçam como se acham. Aprovado. Presidente. Senhor presidente. Nominal presidente. Ouve de novo, presta atenção. como se acham? Aprovado. Senhor presidente? Obrigado. Presidente. Senhor presidente. E o Hugo Mota assim. Hã? Está acontecendo alguma coisa? Mas se não bastasse, no mesmo momento, na continuidade dessa cena, o Ricardo Salles pega microfone e começa presidente, presidente e o Mota ignora e começa a falar por cima do Ricardo Salles e aí o Ricardo Salles fala presidente nominal e aí Hugo Mota fala ah meu amigo já comecei aqui nesse momento o requerimento perdeu mané é sério menos a parte do perdeu mané Presidente senhor presidente, requerimento de urgência número 3387 de 2025. Partido Novo requer a votação nominal por favor. Já foi aprovado, Sr. Presidente. Matéria vencida. Então sim. Não só o deputado Marcon pediu a votação nominal no momento que o Hugo Mota disse que deveria ser pedido. Como Ricardo Salles tentou de todas as formas fazer o pedido de votação nominal mas também foi ignorado pelo Hugo Mota. Que sabe-se lá porque está com muita urgência de aprovar esse projeto da censura. Que ele jura que é pra combater a adultização infantil. Mas que vai criar uma entidade do executivo pra derrubar redes sociais. Às vésperas de um ano eleitoral. Todo mundo viu o que aconteceu. E o Marcel fez questão de jogar na cara. Senhor presidente, eu recuperei as imagens e diferentemente da votação do requerimento de urgência anterior, dessa vez o senhor perguntou se as bancadas gostariam de orientar. Dessa vez o senhor deu votação nominal, mas na votação do requerimento de urgência do projeto da censura, o deputado Maurício Marcom pelas imagens que recuperamos, pediu sim votação nominal e vossa excelência não quis conceder votação nominal do plenário. Sabe o que isso significa, Deputado Hugo Mota? Significa que vossa excelência não apenas não quis dar à oposição e aos partidos que Vossa Excelência sabe serem contrários de registrarem seu voto, mas vossa excelência contribui para a censura que o Poder Executivo quer impor sobre o povo brasileiro. Mas com esse projeto de resolução agora, vossa excelência pode vir a ser o braço da ditadura sentado na cadeira de presidente, tentando punir deputados que a obstrução legal e regimental contra qualquer tipo de ditadura e censura. Então é isso, o Hugo Mota simplesmente tratorou a oposição dentro do plenário porque ele queria que a urgência fosse aprovada. E sem a votação nominal não precisava de ninguém dar a cara caso a população ficasse chateada. E só pra você saber, nessa quarta-feira o Hugo MOta vai pautar o mérito do projeto, ou seja, vai pra votação definitiva. Se esses caras vão continuar, essa loucura usando uma pauta tão nobre quanto a proteção das crianças, aí vai depender de você. Na verdade de nós.
Os materiais analisados dos 6 vídeos compartilhados na pergunta, giravam em torno da denúncia de perseguição política promovida pelo STF, pela Polícia Federal e pela mídia. As falas destacavam Silas Malafaia e Jair Bolsonaro como vítimas centrais, reforçando a narrativa de que a direita estaria sendo criminalizada enquanto figuras da esquerda permaneceriam impunes. A anistia dos envolvidos no 8 de janeiro apareceu como pauta decisiva, apresentada como condição para encerrar conflitos políticos. Um dos materiais insiste na tese de que Alexandre de Moraes manipula processos e expõe seletivamente informações para intimidar colegas e controlar o Judiciário. Num outro, os vazamentos de áudios foram interpretados como “pesca probatória” e como tentativa de enfraquecer manifestações, em especial as previstas para o 7 de setembro.
Tais conteúdos exibem claros elementos de desinformação, como acusações sem provas (supostos mandantes do atentado contra Bolsonaro), generalizações sobre impunidade da esquerda, teorias conspiratórias sobre Moraes e a PF, além de distorções no uso de conceitos jurídicos. Simultaneamente, recorrem intensamente ao sensacionalismo, com linguagem agressiva, hipérboles (“maior líder religioso do Brasil”, “ditadura judicial”), descrições dramáticas de prisão e tortura, e convocações emocionais à mobilização popular. O resultado é a construção de uma narrativa de vitimização e resistência, que reforça identidades políticas e polarização mais do que oferece informação factual.
Vídeo 01 – Malafaia contra a mídia e os vazamentos
A mídia preocupada com os palavrões do Malafaia, cacete palavrão, né? Manda pra PQP também, pode? Eu quero que a mídia vá pra PQP? Eu só não vou falar o palavrão completo porque eu estou dentro do templo. Mas eu quero que vocês vão pra PQP. Pra ponte que partiu. É cada uma. Quantos quantos combinados financeiros tem no nos áudios? Quantos crimes foram achados nos áudios vazados? Nenhuma. Fazer um desafio pra Polícia Federal. Se vocês forem macho, os machos que vazaram aí, Ou até pra Globo pra essa galera que consegue esses áudios. Pro Alexandre de Moraes que vaza ou pra equipe dele que vaza esses aúdios é o seguinte, vaza também os áudios que trocaram-se do Adélio com o pessoal da da extrema da esquerda que mandou matar o Bolsonaro. Cade esses áudios? Vaza as informações do Aélio também. Não tem? Não tem, né? Tem do Malafaia comendo toco, eu também falo eu sou descendente de italiano se vocês pegarem os meus áudios aí vocês vão ficar horrorizado a minha cara de preocupado. Eu estou cagando e andando pra opinião de vocês. É cada uma que me aparece. Vamos lá. Já que vazou os áudios do Bolsonaro, do Eduardo, do Malafaia vaza também os áudios dos combinados de quem mandou matar o Jair Bolsonaro. Nós estamos curiosissímo pra saber viu polícia federal? Deus abençoe
Vídeo 02 – A anistia como condição política
Mlafaia, o que eu mais tenho feito, Malafaia, é conversar com pessoas mais acertadas assim dizer no tocante que se não começar votando a anistia não tem negociação sobre tarifa não adianta um ou outro governador querer ir pros Estados Unidos ir pra embaixada e pra não ser onde quer que ele vá. Tentar sensibilizar não vai conseguir da minha é por aí pô agora eu não posso também expor como você quer que eu me exponha que daí não resolve nada se eu der uma de machão agora atenção só se for assim só se for assado não resolve nada eu tenho meus contatos não falo com ninguém e estou fazendo aquilo que eu entendo que você também tem razão é anistia. Resolveu a anistia, resolveu tudo, não resolveu, já era. Ele não perde nenhuma, tenha certeza disso.
Meu presidente, com todo o respeito discordo de você. A carta é toda sobre você. Esse cara fez uma coisa pra botar uma bola quicando pra você até ele lá, eu conversei ontem com quem está lá e com quem fala com o assessor de Donald Trump todo dia. Eu quero ver uma reação de Bolsonaro e dos outros. Claro que você não vai arrumar briga com o STF. Mas você pode até colocar isso. Nós não queremos ver Donald Trump com sanções sobre ministros de suas famílias tu vai ficar bonito dando uma de dar uma de bacana ainda. Tem que tirar de Lula. Ele sabe jogar nisso presidente. Ele dobra a aposta. Só quem pode parar Lula é o STF e trazer a baila à questão da anistia. Você sim você é a maior voz sim. Me desculpa. Discordo de você. Você não vai xingar STF. Você não vai esculhambar Alexandre de Moraes. Mas você pode se colocar se e deve. Olha minha gente, a questão da tarifa de Donald Trump não tem a ver com a economia. Tem a ver com liberdade e justiça. Eu não quero ver retaliações sobre ministros do STF e suas familías. Eu não quero ver isso. É só resolver a questão da anistia que isso acaba. Esse você é o discurso maior é teu, não é meu não. Eu falo isso, eu falo isso é é um. Você fala isso é mil. É o grau de peso, o meu grau é um, o teu grau é mil. Então me desculpa, discordo de você. Não, vai me desculpar que história é essa? Quem é que pode falar isso rapaz? Quem é que é mais apropriado com inteligência? Saber colocar uma coisa é bravata. Eh eh que Alexandre vai pra cadeia mesmo? Tem que arrebentar aí aí é bobagem. Você como um estadista você tem que dizer. Eu não quero ver, tirar de Lula. A questão não é econômica, a questão é liberdade e justiça contra essas pessoas presas, essa injustiça contra mim, esse golpe que não existiu. Esse é teu discurso, presidente. Eu não quero ver ministros do STF nem suas famílias serem retaliadas. É só resolver
Vídeo 03 – Moraes como intimidador do STF
eu nem ia gravar mais nada hoje, eu tô preparando aqui pra deitar, assistir alguma coisa na televisão, pra espairecer, mas eu mexendo no Twitter, eu vi um comentário que me chamou atenção. E se eu te falar que o Alexandre de Moraes fez essa ação contra o seu, o Silas Malafaia ontem pra poder soltar parte das conversas entre Silas e o pai dele, o pai dele, o Eduardo Bolsonaro pra mandar uma mensagem pros seus colegas do STF? Basicamente, Alexandre de Moraes mandou uma mensagem meio que ameaçando e dizendo assim ó, eu tô de olho em vocês, hein? Se vocês me abandonarem eu vou fazer alguma coisa, vai todo mundo cair junto. Por que que eu tô te falando isso? Ele escolheu pra colocar na decisão ou no inquérito um print que não tem nada a ver com nada. Mas que chamou a atenção. E foi tanta coisa ontem que passou despercebido. Que esse print aqui de uma conversa com o Eduardo Bolsonaro com o pai. O Eduardo Bolsonaro colocou. Pode compartilhar o Bolsonaro Não, esqueça qualquer crítica ao Gilmar. Por que que isso está aqui? Ainda colocou, ó. E olha o que que a polícia colocou entre vermelho aqui, ó. Tenho conversado com alguns do STF. Todos ou quase todos demonstram preocupação com sanções. Tenho conversado com alguns do STF todos ou quase todos demonstram preocupação com sanções. Por que que o Alexandre de Moraes decidiu pegar isso, colocar como se fosse alguma espécie de evidência e botar público? Ele quer passar uma mensagem pros colegas do STF. Ele está tentando mais uma vez intimidar os outros ministros do STF que são na maioria desculpa mas medrosos e covardes seriam facilmente intimidados. E aí saiu uma matéria hoje que corrobora com o que eu estou falando que é essa aqui ó. Ministros do STF criticam o relatório da PF para indiciar Bolsonaro. Documento da corporação mostra trechos de conversas pessoais, ministros do STF criticam o relatório da PF para indiciar Bolsonaro. Preste atenção. Aqui Moraes mandando um recado pros ministros. Aqui os ministros ficaram revoltados, peraí esse trem tá errado e eles explicam o porquê. Ministros do Supremo Tribunal Federal criticam elementos do relatório da Polícia Federal usado para iniciar o ex-presidente Jair Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro por coação. A Oeste em caráter reservado. A Oeste em caráter reservado um membro da corte observou que a PF inseriu no documento conversas pessoais sobretudo entre pai e filho. Elementos desnecessários que não eram objeto do inquérito. Quais eram essas tais conversas pessoais que eles não gostaram que fossem colocados. Porque esse trecho aqui não tem nada a ver com nada. E o Bolsonaro falando que conversa com alguns ministros do STF e que eles estão preocupados com a sanção. Cara, vocês entendem, eu não tinha percebido isso Eu nem lembro quem foi que falou no X mas teve uma uma uma atenção curiosa. E continua. Outro outro integrante do tribunal declarou a coluna que em virtude desse ato da PF a impressão que fica é a tentativa de criação de um fato político para desgastar imagens. O que não é bom para qualquer investigação. Desgastar imagens de quem? Do Gilmar Mendes? Dos outros ministros do STF? Os diálogos foram extraídos de um celular tá, aí fala. Muito estranho gente, por que que o Alexandre de Moraes foi publicar algo que mostra que o Gilmar Mendes está porque o Bolsonaro quer proteger o Gilmar Mendes, ou seja, Gilmar Mendes é o mentor, é o cabeça E que ele está conversando com os ministros do STF e os ministros estão com medo das sanções. Por que que o Alexandre de Moraes publicou isso? Ele está se sentindo isolado e o que lhe resta agora é coagir os seus colegas intima eles isso humilha o pessoal. Se fica público que os ministros do STF estão com medo da sanção, isso é humilhante, ele humilhou os seus colegas e ele vai tentar controlar esse pessoal através da humilhação. Oh se vocês mudarem todo mundo já sabe se são medrosos, agora vocês tem que vim comigo ou vocês serão mais humilhados ainda. Cara, isso tem que acabar. É mesmo? E com todo respeito. Isso tem que acabar. Ministros do STF, vocês viraram realmente capachos adestrados do Alexandre de Moraes? É inconcebível uma coisa dessa. Mas é isso aí, compartilhe o vídeo
Vídeo 04 – Perseguição sistemática à direita
Existe uma perseguição em curso no Brasil e todos os perseguidos tem algo em comum, são de direita. E embora os casos sejam gritantes, há muita desinformação. Porque as mídias manipulam a verdade sobre a perseguição política no Brasil ou simplesmente escondem. E é por isso que eu vou falar agora os principais casos. Pastor Silas Malafaia foi alvo de uma operação da Polícia Federal. Por quê? Porque ele não se curva ao sistema e arrasta multidões e isso é perseguição política com viés religioso. Enquanto figuras públicas religiosas alinhadas ao sistema como o padre Júlio Lancellotti enfrenta acusações gravíssimas de crimes sexuais que são arquivadas e nenhum passaporte é apreendido, figuras públicas religiosas que são conservadoras, são perseguidas e alvos de operações da Polícia Federal por ter posicionamento divergente ao regime vigente como foi com o Silas Malafaia. E chegou a vez do maior líder popular da história do Brasil, Jair Bolsonaro foi obrigado a usar tornozeleira eletrônica. Está em prisão domiciliar impedido de falar com os filhos e impedido de dar entrevistas. Uma humilhação com um presidente preso inocente enquanto criminosos corruptos são soltos, Bolsonaro é tratado como bandido. Clezão morreu na cadeia, sem ter cometido crime algum. Claudinei Pego da Silva, condenado também pelo oito de janeiro, sem prova alguma tentou o suicídio na prisão por duas vezes. A cantora Gisele Moraes é mãe de sete filhos e foi conde a quatorze anos. Outra idosa também foi condenada a quatorze anos Jucilene Costa e foi agredida dentro do presídio simplesmente por ser bolsonarista. E Débora foi condenada a quatorze anos por escrever a frase de um ministro em uma estátua, com batom e isso não é justiça. É tortura política transformaram manifestantes em presos políticos, chamam de golpe um ato sem tanques, sem armas, sem liderança e essa é a única narrativa que sustenta esse regime. O deputado Daniel Silveira está preso e corre risco de morte. Roberto Jefferson que vinha denunciando fortemente este sistema foi perseguido e definhou na prisão. A deputada Carla Zambelli tentou exílio na Itália. O jornalista Osvaldo Eustáquio vive no exílio censurado por suas opiniões e sua filha de dezesseis anos chegou a denunciar abuso policial em uma abordagem. O jornalista Alan dos Santos também exilado apenas por falar e denunciar crime políticos Paulo Figueiredo Neto do último presidente militar foi citado até por Donald Trump como alvo de perseguição política no Brasil e nem as famílias escapam porque Heloísa esposa de Eduardo Bolsonaro que teve que se exilar para denunciar os crimes de violação que acontecem no Brasil teve suas contas bancárias bloqueadas Inocentes estão pagando o preço de viver em um regime que não suporta oposição. E eles foram perseguidos, calados, presos e não se renderam. E nós? Estamos esperando o quê? O Brasil está sendo destruído diante dos nossos olhos. Se não nos levantarmos agora não sobrará nada amanhã é hora de agir, é hora de lutar, é hora de dizer, basta. E estes são apenas alguns casos, mas existem dezenas de brasileiros presos, exilados, humilhados por este governo cruel. Só que enquanto isso, bandidos são soltos, facções são liberadas e o país afunda em crise. E isso Não é uma democracia, é uma perseguição sistemática contra a direita e engana-se. Quem pensa que a caçada termina com o Silas Malafaia ou qualquer um dos outros perseguidos? Primeiro eles falam quem fala mais alto e depois um a um e todos aqueles que ousarem se levantar contra este sistema serão silenciados hoje são eles. Amanhã pode ser você. O Brasil já deveria ter parado. Mas no dia sete de setembro o povo vai às ruas e é a mesma semana em que Jair Bolsonaro será julgado e é a nossa liberdade que estará em jogo. Compartilhe esse vídeo, siga o meu perfil, faça a sua parte se eles perseguem um estão perseguindo todos
Vídeo 05 – A “pesca probatória” e os vazamentos
Pesca probatória. Pesca probatória. É quando você cria provas porque você não tem nada pra acusar o seu o seu oponente, o seu inimigo. Você vai lá e invade a casa dele, pega o celular dele, pega o computador, tenta encontrar alguma coisa. Ou seja, você não tem você pode até ter um objeto eh de investigação mas você amplia e tenta ampliar esse escopo catando tudo que tiver a sua mão entendeu? Opa é só nosso retorno, né? É nosso retorno é nosso retorno cara. E aí e o que acontece? Você fica querendo criar coisas você fica querendo pegar alguma coisa de alguém. Então quando você não tem nada você tem que inventar provas literalmente inventar provas. Então eles fizeram isso ontem com o pastor Silas Malafaia voltando de Lisboa ah quando ele chegou no aeroporto do Rio de Janeiro tomaram o celular dele né pra pegar bloco de anotação, bloc de anotação religiosa, eles fizeram isso é como pegar teu bloco de anotação de aula, né? De anotação de aula lembra? Lá como sabe disso? Você me falou eles pegaram na na Polícia Federal uma das agentes que essa era a única mulher que estava lá como a gente eram dois homens Homens assim de sexo, né? Estou dizendo que eles era um homem. Né? E é porque tem que ser muito covarde pra fazer o quê? Tem que ser muito covarde pra pra apontar arma pra uma mulher grávida de nove meses, né? E aí eh o o a vagabunda da PF pegou uma folhazinha dobrada assim. Olha que que eu achei e mostrou pro delegado. E aí eu olhei e falei assim pô mas isso aí é nota de aula. Ela falou mas olha o conteúdo, olha o conteúdo. Eu falei assim, isso são frágil do Stalin. É uma aula minha sobre Stalin. É uma aula sobre estratégia e tática do Stalin. Explicando o que que o comunismo faz. E aí E ela meio titubiando assim eu falei assim oh abre agora bota no Google alguma frase desse texto aí vocês vão ver que não tem nada meu. Aí eles colocaram e caiu no marxista ponto org né? O marxista da ordem que é o site da biblioteca marxista on-line e aí eles viram lá que era do site marxista e eles fizeram a mesma coisa com o pastor Silas Malafaia e só que tem um detalhe detalhe importantíssimo três horas mais ou menos antes das mensagens vazarem e isso foi calculado a Folha de São Paulo noticia isso aqui. Coloca na tela aí produção por favor. A Folha de São Paulo noticiou isso aqui. Dá um clique na imagem. Que aí vai isso. Moraes tem cartão de crédito de bandeira americana bloqueado após lei Magnisky. Isso aqui se você for pegar o horário isso foi poucas horas antes de vazar os áudios das mensagens do pastor Silas Malafaia. O que é criminoso por parte da PF? Sim. Né? O processo é público, mas a investigação é sigilosa. E aí é aliás é uma investigação fajuta. Sim e ainda tem né? Esse tipo de coisa. Hum. E aí houve essa canalhice eles simplesmente entregaram pra imprensa pra poder abafar esse fato. Só que tem um detalhe. A matéria ela não está ela não ela não é só um cronômetro marcadinho pra ser solta antes do que a PF entregou pra imprensa as pressas tem um detalhe maior seletivamente é totalmente só tem um problema eu agora pode tirar imagem e vamos aos tuítes coloca em tela inteira pro pessoal poder acompanhar comigo A Folha só descobriu hoje, no caso ontem, né? Que Alexandre de Moraes teve seu cartão de bandeira americana bloqueado, mas calma o bloqueio foi semana passada no mínimo porque eles escrevem no texto da matéria que o eles confirmaram isso com o ministro do STF, confirmaram isso com o banco e eles estavam falando de algo que ocorreu antes da decisão do Dino, eles falam isso. Jornalismo investigativo de vanguarda, informar com deley né? Pra não traumatizar o leitor. Vamos pro número dois ali, vai descendo A solução encontrada um cartão Elo sim porque o é o é óbvio que um cartão criado por bancos estatais brasileiros já tem o Bradesco vai blindar alguém da lei magnífica assinado pelo tesouro dos Estados Unidos. Próxima inovação Pix revolucionário contra sanções internacionais é é rapidinho nesse número dois aí é o Elo é Caixa Econômica Federal Banco do Brasil e Bradesco os três tem negócios nos Estados Unidos os três comenta um pouco os três estão no sistema swift no sistema global financeiro então o mesmo Elo ele vai vão podem dançar o Banco do Brasil acabou bloquear a conta do Alexandre de Moraes. Eu eu vou dizer de novo, Banco do Brasil eu avisei aqui o Banco do Brasil, Américas, BB Américas aqui e está tendo uma corrida enorme de clientes pra tirar o dinheiro do das agências. São quatro aqui na Flórida. Todo mundo correndo pra tirar dinheiro. E um grande amigo meu eh me ligou desesperado porque o dinheiro da mãe dele está todo aplicado no Banco do Brasil. Me perguntando o que que ele faz? Eu falei meu amigo o que que você faz? É. Dolariza. E aí vamos lá a Folha diz que abre aspas fontes do STF confirmaram. Opa. Espera aí. Confirmar por quê Pergunta que eu fiz pra fazer de Moraes um martir da soberania nacional ou para mostrar que na prática até o Xandão Cabeça Piroca está sentindo o peso da tesoura do [ininteligível]. Eh eu eu vou dizer uma coisa pra vocês. Antes do número quatro bota a câmera em mim aqui por produção. A Folha não precisava dizer que ela confirmou com membros da Suprema Corte. Por que que ela disse que confirmou com o ministros do STF. E por que que ministros do STF confirmaram isso a Folha se eles poderiam ficar calados? Hum Eles confirmaram porque eles querem o Alexandre de Moraes indo pro Beto Carrero. Beto Beto Carrero. Hã? É o lugar destinado pra ele agora. Chega de Disney. Vamos lá! Número quatro. Reparem! Flávio Dino Correu logo pra soltar a decisão dizendo que sanção estrangeira não vale no Brasil. Coincidência? Ou já estavam preparando a cortina de fumaça jurídica pro caso vir a público? Moraes? Ah como ele disse pra Reuters disse que vai esperar a via diplomática, claro, né? Porque enfrentar um processo nos Estados Unidos poderia expor provas de abusos. Melhor deixar Lula e Itamarati queimarem capital político tentando salvar a pele dele. E por último moral da história. Morais não pode usar Visa, Mastercard, Amex, nem Diners e também nem o Elo. Mas pode usar o Elo para comprar pãozinho na padaria da esquina por enquanto né? Faltou por enquanto ali. E o Brasil inteiro pode pagar a conta diplomática do vexame. Gente
Vídeo 06 – Moraes, perseguição e 7 de setembro
De modo geral, as falas dos cinco grupos revelaram uma convergência em torno da condenação moral dos acusados Hytalo Santos e seu marido, Israel Nata Vicente, e também da defesa de punições severas, incluindo não apenas os influenciadores, mas também os familiares coniventes. A prisão preventiva foi reconhecida como necessária e justa, mas avaliada como tardia e reativa, o que evidenciou um sentimento de descrédito nas instituições de justiça e fiscalização. Predominou a percepção de que o caso ganhou atenção apenas devido à repercussão midiática, enquanto situações semelhantes permanecem negligenciadas ou abafadas. Ao mesmo tempo, observou-se uma separação na forma de interpretar o episódio: os bolsonaristas convictos retomaram suas leituras explicitamente politizadas, vendo no caso um instrumento de disputa ideológica e de legitimação de agendas como a regulamentação das redes sociais.
A análise das respostas da segunda questão, evidenciou um debate fortemente polarizado, tanto nas percepções sobre o conflito Israel-Palestina quanto sobre a temática da política doméstica brasileira. De um lado, o bloco de bolsonaristas, convictos e moderados, defendeu Israel e criticou duramente o governo, denunciando sua postura como precipitada, arriscada ou ideologicamente enviesada. De outro, os participantes mais progressistas condenaram Israel como genocida, além de legitimar a decisão brasileira de apoiar a denúncia internacional e sair da aliança. O elemento comum entre os grupos foi o reconhecimento do sofrimento humano, sobretudo dos civis palestinos, que emergiram como as maiores vítimas da guerra. Ainda que por caminhos argumentativos distintos, houve consenso em que o conflito é uma tragédia prolongada, marcada pela incapacidade das lideranças políticas de alcançar acordos.
A polarização também marcou as avaliações sobre as falas de Malafaia, tanto pelo tom quanto pelo conteúdo. Os grupos bolsonaristas interpretaram o pastor como alvo de perseguição, relativizando sua forma agressiva de se expressar e reforçando sua legitimidade como liderança religiosa e política. Já os demais enxergaram o episódio como prova de hipocrisia, fanatismo e exploração da fé, rejeitando a mistura entre religião e política e deslegitimando sua postura como pastor. Essa divisão revelou não apenas discordâncias em torno da figura de Malafaia, mas também diferentes leituras sobre o papel da fé na esfera pública e sobre o comportamento esperado de líder religioso. Porém, um ponto chamou atenção: a questão da taxação imposta por Trump ao Brasil foi percebida de modo relativamente uniforme. A maioria dos participantes já tratava a taxação como uma medida de caráter estritamente político, entendida como estratégia de Donald Trump para favorecer Bolsonaro ou impor seus próprios interesses no cenário internacional. O ponto central é que o conteúdo das falas de Malafaia, para além dos xingamentos, não gerou indignação ou contestação. Apenas entre os participantes mais alinhados ao campo lulista surgiu uma crítica mais incisiva a Trump, apontando oportunismo e instrumentalização econômica, mas não em tom de surpresa com os conteúdos do áudio.
As técnicas tradicionalmente utilizadas para investigar a opinião pública são os surveys e os grupos focais. Ambas são muito úteis, mas têm com limitações da ordem prática e orçamentária, particularmente se deseja realizar um monitoramento contínuo.
O Monitor do Debate Público (MDP) é baseado em uma metodologia inovadora para monitorar de modo dinâmico a opinião pública e suas clivagens no que toca temas, preferências, valores, recepção de notícias etc.
O MDP é realizado por meio de grupos focais de operação contínua no WhatsApp, com participantes selecionados e um moderador profissional.
Assim como na metodologia tradicional de grupos focais, os grupos contínuos no WhatsApp do MDP permitem que o moderador estimule o aprofundamento de temas sensíveis e difíceis de serem explorados por meio de pesquisas quantitativas ou mesmo pela aplicação de questionários estruturados.
O caráter assíncrono dos grupos do MDP, possibilitado pela dinâmica da comunicação no WhatsApp, permite respostas mais refletidas por parte dos participantes, o que é adequado para eleitoral, dado que o voto é também uma decisão que demanda reflexão.
Por sua natureza temporal contínua, grupos focais do MDP são propícios para criar situações deliberativas, nas quais as pessoas se sentem compelidas a elaborar suas razões a partir das razões dadas por outros participantes do grupo.
O telefone celular é hoje o meio mais democrático e acessível de comunicação. Assim, a participação nos grupos do MDP não requer o uso de computador ou mesmo que os participantes interrompam suas atividades para interagirem entre si.
Doutora em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Coordenou o IESP nas Eleições, plataforma multimídia de acompanhamento das eleições 2018. Foi consultora da UNESCO, coordenadora da área qualitativa em instituto de pesquisa de opinião e big data, atuando em diversas campanhas eleitorais e pesquisas de mercado. Realiza consultoria para desenho de pesquisa qualitativa, moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade. Escreve no blog Legis-Ativo do Estadão.
Mestre em Filosofia Política pela UNICAMP e mestre e doutor em Ciência Política pela City University of New York, Graduate Center. Foi professor do antigo IUPERJ de 2003 a 2010. É, desde 2010, professor de Ciência Política do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ). Coordenador do LEMEP, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) e do Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB).
Cientista Social e mestre em Sociologia pela UFPR, com experiência em relações de consumo e estratégias de comunicação. Possui formação em UX Research e cursos de gestão e monitoramento de redes sociais e estratégias eleitorais, mídias digitais e gerenciamento de redes. Possui experiência em pesquisas de mercado e campanhas políticas. Realiza moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade.
Mestre em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Tem experiência em planejamento e desenvolvimento de sistemas computacionais de pequeno e médio porte, manutenção de servidores web e possui especialização em modelagem e implementação de bancos de dados relacionais.
O Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Representação e Legitimidade Democrática (INCT ReDem) é um centro de pesquisa sediado no Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), financiado pelo CNPq e pela Fundação Araucária.
Reunindo mais de 50 pesquisadoras(es) de mais de 25 universidades no Brasil e no exterior, o ReDem investiga, a partir de três eixos de pesquisa (Comportamento Político, Instituições Políticas e Elites Políticas) as causas e consequências da crise das democracias representativas, com ênfase no Brasil.
Sua atuação combina metodologias quantitativas e qualitativas, como surveys, experimentos, grupos focais, análise de perfis biográficos e modelagem estatística, produzindo indicadores e ferramentas públicas sobre representação política, qualidade da democracia e comportamento legislativo.
O objetivo central do ReDem é gerar conhecimento científico de alto impacto e produzir recursos técnicos que auxiliem cidadãos, jornalistas, formuladores de políticas e a comunidade acadêmica a compreender, monitorar e aperfeiçoar a representação política democrática no Brasil.
Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão
Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher
Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais
Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas
Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia
Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares
Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News
Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações
Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas
Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes
Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura
Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura
#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró
#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula
Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM
Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa
Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal
Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos
#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana
Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF
#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis
Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto
#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM
Desvio de Armas, Jair Renan na Política, 2a. Condenação de Bolsonaro
Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro
GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança
Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio
Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar
Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno
Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo
Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS
O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF
Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas
Relatório #19 MED
ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS
Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula
Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an