Para o ano eleitoral de 2026, renovamos todos os participantes e aumentamos o número de grupos focais contínuos no WhatsApp de 5 para 6. Substituímos o antigo grupo de flutuantes por dois grupos de indecisos: conversadores e progressistas. Na maioria das eleições os indecisos desempenham um papel fundamental, pois têm maior probabilidade de mudar de opinião, decidindo assim o resultado.
O projeto conta com um total de 50 participantes, divididos em grupos com as seguintes características específicas:
BC – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, pretendem votar em Flávio Bolsonaro em 2026, desaprovam o atual governo e aprovam os atos de 8/1.
BM – Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, desaprovam o atual governo e desaprovam os atos de 8/1.
IC – Indecisos Conservadores: votaram em Bolsonaro ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à direita na escala ideológica.
IP – Indecisos Progressistas: votaram em Lula ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à esquerda na escala ideológica.
LD – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno de 2022, reprovam a atual gestão, mas ainda assim pretendem votar em Lula em 2026.
LL – Lulistas: votaram em Lula no segundo turno de 2022, pretendem votar em Lula em 2026 e aprovam a atual gestão.
Evangélicos: grupo virtual formado pela agregação das falas dos participantes evangélicos dos demais grupos, com o objetivo de capturar tendências específicas desse contingente demográfico.
Todos os grupos foram montados de modo a combinar variáveis como sexo, idade, etnia, renda, escolaridade, região de moradia e religião em proporções similares às da população brasileira.
Nossa metodologia permite que os participantes respondam aos temas colocados no tempo que lhes for mais conveniente, liberdade essa inexistente nos grupos focais tradicionais, que são presos à sincronia do roteiro de temas e questões colocados pelo mediador. O instrumento de pesquisa, assim, se acomoda às circunstâncias e comodidades da vida de cada um, reduz a artificialidade do processo de coleta de dados e, portanto, gera resultados mais próximos das interações reais que os participantes têm no seu cotidiano.
É importante salientar que os resultados apresentados são provenientes de metodologia qualitativa, que tem por objetivo avaliar narrativas, argumentos e opiniões. Mesmo quando quantificados, tais resultados não devem ser entendidos como dotados de validade estatística, mas como dado indicial.
O sigilo dos dados pessoais dos participantes é total e garantido, assim como sua anuência prévia com a divulgação dos resultados da pesquisa, desde que respeitado esse anonimato.
Na semana de 30/3 a 5/4/26, os seis grupos discutiram questões candentes do debate público. No total, foram coletadas e analisadas 154 interações, totalizando 9.785 palavras.
| Bolsonaristas Convictos (BC) | Bolsonaristas Moderados (BM) | Indecisos Conservadores (IC) | Indecisos Progressistas (IP) | Lulodescontentes (LD) | Lulistas (LL) | Evangélicos | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Lula sobre Fake News | Predominou uma rejeição às declarações, vistas como inadequadas e incompatíveis com o cargo presidencial, além de interpretadas como tentativa de desviar a atenção de problemas mais relevantes. | Apareceu uma posição ambivalente, que reconheceu a resposta como compreensível, mas criticou sua irrelevância no contexto e o desalinhamento com temas considerados prioritários. | Houve aceitação parcial do conteúdo, entendendo a necessidade de esclarecer desinformação, mas com ressalvas quanto ao tom e, sobretudo, à pouca relevância do tema diante de outras demandas. | Predominou uma leitura favorável, que interpretou a fala como humor e estratégia válida para lidar com fake news, ainda que com algumas preocupações pontuais sobre o excesso de informalidade. | As declarações foram vistas de forma ambivalente, compreendidas como parte de uma estratégia política em contexto eleitoral, mas acompanhadas de críticas moderadas ao tom e à condução. | Houve apoio praticamente integral, com a fala entendida como um desabafo legítimo e uma resposta adequada à desinformação, valorizando o tom leve e a conexão com o público. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
| Flávio Bolsonaro sobre eleições | Defenderam fortemente a fala como necessária diante de um cenário percebido de ameaça à democracia, com desconfiança nas eleições e nas instituições. | Reconheceram preocupações com o sistema eleitoral, mas divergiram quanto à solução. Mesmo concordando com o diagnóstico de desconfiança, foram resistentes à interferência externa por risco à soberania. | As falas indicaram incômodo com a ideia de mobilizar apoio internacional, frequentemente interpretada como ameaça à soberania nacional e associada a interesses externos, especialmente dos Estados Unidos. | Rejeitaram majoritariamente a proposta, destacando incoerência e rejeição à possibilidade de intervenção externa. Interpretaram a fala como estratégia política, defendendo que questões institucionais devem ser resolvidas internamente. | Predominou uma avaliação crítica das declarações, marcada por questionamento da coerência do discurso apresentado. Houve incômodo com o apelo a instâncias estrangeiras, diante da percepção de que o sistema eleitoral brasileiro é adequado. | Rejeitaram de forma contundente a fala, vista como infundada e antidemocrática. Defenderam a legitimidade do sistema eleitoral e reforçaram a soberania nacional, com forte deslegitimação de Flávio Bolsonaro. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
| Caiado sobre anistia | Houve apoio majoritário ao candidato, baseado em alinhamento ideológico e visão positiva da anistia como correção de injustiças. | O grupo rejeitou a forma esvaziada do discurso. A anistia foi tratada com cautela e percebida como estratégia eleitoral pouco consistente. | Houve ceticismo geral em relação ao candidato, visto como pouco relevante e estrategicamente contraditório. A anistia foi rejeitada. | O grupo rejeitou a anistia, argumentando que geraria impunidade e enfraqueceria a democracia. Muitos viram contradição no discurso antipolarização. | Todos se posicionaram contra a anistia, por favorecer um lado político e gerar impunidade. O discurso foi avaliado como incoerente. | Predominou uma rejeição forte e homogênea ao candidato e à anistia, vista como inaceitável diante de crimes graves. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
Entre os bolsonaristas convictos, predominou uma leitura amplamente negativa das declarações, interpretadas como inadequadas à posição institucional ocupada. As falas tenderam a enfatizar a ideia de quebra de decoro e de postura incompatível com o cargo presidencial, associando o tom utilizado a uma perda de seriedade e respeito esperado de um chefe de Estado. A crítica não se restringiu ao conteúdo específico da fala, mas se expandiu para uma avaliação mais ampla do comportamento e da forma de comunicação, vista como desqualificada e distante do padrão esperado para a função.
Além disso, emergiu com força a interpretação de que o episódio teria sido instrumentalizado com fins eleitorais e estratégicos, especialmente como forma de desviar a atenção de temas considerados mais relevantes ou sensíveis. As declarações foram percebidas como parte de uma lógica de comunicação voltada à mobilização de apoiadores e à produção de engajamento, mais do que ao enfrentamento de questões pertinentes.
"Me digam se uma pessoa que é líder de um país, um governante de uma nação, uma pessoa pública deveria usar palavras chulas e palavrões como estes que este senhor mencionou nesta situação? De verdade ele nunca me representou e jamais poderá me representar."" (BC, 39 anos, auxiliar de vida escolar, SP)"
"A declaração do Lula é uma tentativa de desviar o foco de problemas reais do país através de deboche. O tom agressivo que ele fala para rebater questionamentos sobre sua idade e saúde, juntamente com a ironia sobre clones, é uma postura inadequada para um presidente." (BC, 29 anos, analista de sistemas, PA)
"As declarações são totalmente descabidas, chegam a ser ridículas. Mas, para arrancar aplausos em um ""comício"" antes do período permitido, está servindo bem ao interesse do governo. Material para fazer vídeos de propaganda..."" (BC, 44 anos, do lar, MT)
"Existem assuntos bem mais importantes a serem resolvidos, acredito que não é o momento para esse assunto, o mesmo está fazendo esse tipo de comentário para desviar de certos assuntos e tentar agradar certos públicos." (BC, 48 anos, do lar, SP)
Entre os bolsonaristas moderados e indecisos conservadores, predominou uma leitura centrada na inadequação do foco temático das declarações. Ainda que parte dos participantes tenha reconhecido a legitimidade de responder a conteúdos desinformativos, a principal crítica recaiu sobre a escolha do assunto em um contexto considerado impróprio. As falas indicaram que o episódio foi percebido como secundário diante de problemas mais urgentes, reforçando a sensação de desalinhamento entre a agenda presidencial e as prioridades da população.
Houve variação da aceitação: enquanto alguns demonstraram maior compreensão, tratando a fala como esperada ou até justificável, outros expressaram incômodo com o estilo considerado inadequado ao cargo, ainda que sem chegar a uma rejeição categórica.
"Acho uma resposta normal diante da situação. Ao mesmo tempo, não sei se esse tipo de tema é o mais adequado para ser abordado em um evento como uma caravana. Talvez o foco pudesse estar em assuntos mais relevantes para o povo." (BM, 41 anos, turismólogo, PE)
"Não achei nada de anormal na resposta dele, porém teriam coisas mais importantes pra ele mencionar nesse evento né ? Ele dá palco pra essas loucuras com coisas mais importantes pra se preocupar..." (BM, 29 anos, advogada, SP)
"Por favor né, com tantos problemas ele quer falar disso? Eu não estava sabendo sinceramente, com tantas coisas mais importantes que estão acontecendo." (IC, 29 anos, professor, RJ)
"Achei um pouco pesado nas palavras. Tudo bem que é o jeito dele , mas no cargo dele. Falar assim , não cai muito bem. Fora que hoje tudo é para ganhar mídia , IA também, meme. Então acho que não era relevante ele perder tempo com isso" (IC, 46 anos, vendedora, RS)
Entre os indecisos progressistas, lulodescontentes e lulistas, houve convergência na compreensão de que a fala do presidente se insere em uma estratégia de comunicação voltada ao enfrentamento da desinformação. Predominou a leitura de que, diante da circulação de teorias consideradas absurdas, o uso de humor, ironia ou mesmo um tom mais direto seria uma forma legítima de resposta. A ideia de que fake news e conteúdos distorcidos exigem algum tipo de reação pública apareceu como ponto comum entre os grupos, ainda que com diferentes níveis de entusiasmo em relação à forma adotada.
As variações internas se manifestaram principalmente no grau de apoio e nas expectativas quanto à postura presidencial. Entre os lulistas, houve apoio direto e praticamente sem ressalvas, com valorização do tom descontraído como forma eficaz de comunicação. Já entre os indecisos progressistas, a aceitação foi majoritária, mas acompanhada de preocupações pontuais com a manutenção da seriedade institucional. Por fim, entre os lulodescontentes, destacou-se uma leitura mais estratégica e contextual, que reconheceu a lógica política da fala — especialmente em um ambiente eleitoral —, mas trouxe críticas moderadas ao tom e à necessidade de maior sobriedade.
"kkkk isso aí pra mim já entra no nível internet viajando forte. Essas teorias de clone são bem sem noção, papo de rede social que foge total da realidade. Lula fez certo em fazer piada com a situação mesmo. Acho que isso mostra como o debate público tá meio perdido, sai de discussão séria pra umas teorias nada a ver. Pra mim não tem muito o que analisar não, é só barulho de internet msm" (IP, 32 anos, técnico em logística, SP)
"Eu acho que o presidente fez chacota com os delírios que surgiram há um tempo atrás, do qual pessoas da extrema direita afirmavam que o presidente Lula havia morrido, e estava sendo substituído por um clone. Não sei se recentemente surgiram novamente esses boatos, que, alguns acreditam fielmente, mas, não vejo nada demais no vídeo, e inclusive, esse tipo de delírio só tem como combater com piada mesmo, porque é cada fake News, cada crença louca." (IP, 18 anos, autônoma, SP)
"Assim como ratinho, e como a direita contra a a "criminalização da misoginia", foi um discurso totalmente político para sua base, estamos em ano de eleição, vejo um Lulismo mais frágil que nos anos anteriores. E esse tipo de discurso busca manter a conexão ativa com a base política." (LD, 48 anos, servidor público, PA)
"Como estamos em ano eleitoral e o presidente Lula está próximo dos 80 anos tentam disseminar uma ideia de que ele está sendo substituído por clones ou que não teria capacidades físicas para continuar com saúde para governar o país. Assim, penso que essas declarações servem para contrapor esse discurso de invalidez, incapacidade e/ou velhice, ao mesmo tempo que o mantém alinhado com seus eleitores e simpatizantes, considerando a proximidade da campanha eleitoral." (LD, 29 anos, professora, RJ)
"Creio que essa declaração é uma tentativa do presidente em se mostrar antenado as redes sociais, bem como mandar um recado para os seus concorrente, informado que ele ainda tem saúde e vitalidade para disputar mais uma eleição e exercer mais 4 anos de presidência" (LL, 28 anos, vendedora, PA)
"Foi uma forma descontraída de responder as pessoas que propagam fake News sobre ele nas mídias. Acho que ele tem que fazer isso mesmo com todas as notícias mentirosas que espalham dele e do seu governo." (LL, 25 anos, diretor, BA)
Entre os bolsonaristas convictos, predominou uma leitura fortemente alinhada e favorável às declarações de Flávio Bolsonaro, interpretadas como legítimas e necessárias diante de um cenário percebido como ameaçador à democracia. As falas indicaram a presença de uma visão estruturada de desconfiança em relação às instituições nacionais, especialmente no que diz respeito ao processo eleitoral e à garantia da liberdade de expressão. Houve a construção de uma narrativa em que o país estaria inserido em um contexto mais amplo de disputa ideológica, no qual forças de esquerda atuariam de forma coordenada para se manter no poder, o que justificaria a necessidade de ações mais contundentes, inclusive com apoio externo.
Nesse sentido, a defesa da internacionalização do debate foi amplamente aceita, sendo vista não como uma violação da soberania, mas como um recurso legítimo diante da percepção de fechamento dos canais institucionais internos. A ideia de fraude eleitoral e de perseguição política apareceu como pano de fundo recorrente, sustentando a crença de que mecanismos atuais não seriam suficientes para garantir eleições justas.
"Ele sabe o que aconteceu, está acontecendo e continuará a acontecer se não houver pressão pela liberdade de expressão, pelas eleições com voto impresso, já que aparentemente as urnas eletrônicas serão mais difíceis de serem retiradas para voltarmos ao voto em cédula. Acredito que diante da estrutura montada e em funcionamento para perpetuar a esquerda no poder, precisamos de toda ajuda possível. O plano de domínio pela esquerda está em andamento no Brasil e em vários outros países na América do Sul e pelo resto do mundo. E o relógio está correndo. Ou brecamos o andamento do plano de destruição pela esquerda agora ou dificilmente haverá volta."" (BC, 44 anos, do lar, MT)
"As falas foram bem claras expressão pela liberdade e fala nas eleições logo logo vamos ter retorno dessas falas na urnas." (BC, 29 anos, desenvolvedor web, SP)
"Eu concordo com ele plenamente. Foi um discurso muito lindo. Ele somente falou verdades. De fato, se não tivermos na próxima eleição votos impresso e contagem pública estaremos perdidos mais uma vez. Precisamos chamar a atenção do mundo, precisamos sim de fiscalização internacional na liberdade de expressão, somente assim, podemos ter um mínimo de esperança."" (BC, 39 anos, auxiliar de vida escolar, SP)
Entre os bolsonaristas moderados e parte dos indecisos conservadores, predominou uma posição intermediária, marcada por concordância parcial com o diagnóstico, mas resistência à solução proposta. As falas indicaram que, embora exista desconfiança em relação ao sistema eleitoral e preocupação com a liberdade de expressão, isso não foi suficiente para justificar a abertura a uma possível atuação de agentes externos. Esses dois grupos demonstraram maior disposição para ponderar riscos e consequências, evitando aderir automaticamente ao discurso mais alarmista.
Nesse sentido, destacou-se a valorização da soberania nacional como um limite importante, ainda que não absoluto, para qualquer tipo de intervenção. A proposta de monitoramento internacional foi vista como potencialmente problemática, capaz de abrir precedentes indesejados e fragilizar a autonomia institucional do país. Assim, o grupo se posicionou de forma cautelosa, defendendo, em geral, que eventuais ajustes ou garantias adicionais no processo eleitoral devem ser conduzidos internamente, sem dependência de pressões externas.
"Eu entendo o posicionamento dele, mais acaba ficando complicado o envolvimento de outros países nisso, o Brasil precisa resolver seus próprios problemas, não acho que é uma ideia boa repassar a responsabilidade dessa forma, se isso vira uma regra imagina como seria ? Então é complicado demais" (BM, 29 anos, advogada, SP)
"""Não acho certo. Na minha opinião cada país deve cuidar das suas eleições... Se aceitamos isso pode abrir precedentes para os outros países se acharem no direito de se envolver em outras questões nossas.""" (BM, 42 anos, gerente de vendas, MG)
"A fala dele é militar, quer impor, fala do pai como se a gente não tivesse o direito de viver em uma democracia. Se pensão tanto igual ao Tramp, porque na pega sua tropa e se mudam pra lá. A brecha que ele quer abrir no nosso país , é exatamente o que Tramp precisa pra gente virar os bonecos de marionete." (IC, 37 anos, professor, RJ)
"Pra mim esta certo, o BRASIL esta perdendo cada vez mais a liberdade de expressão, eu não estou do lado de partidos eu estou defendendo nossos direitos que todos deveríamos ter porem cada vez estamos perdendo cada vez mais nosso direito, o povo brasileiro esta sendo calado." (IC, 29 anos, professor, RJ)
Os indecisos progressistas, lulodescontentes e lulistas, apresentaram convergência clara na rejeição à proposta, ainda que com variações no tom e na intensidade das críticas. As falas indicaram que a ideia de recorrer a instâncias estrangeiras foi amplamente percebida como inadequada e desnecessária, especialmente diante da avaliação de que o Brasil já dispõe de mecanismos institucionais capazes de assegurar eleições livres e liberdade de expressão. Nesses grupos, a proposta foi frequentemente associada a uma leitura distorcida da realidade ou a uma estratégia política de mobilização.
Além disso, houve forte ênfase na defesa da soberania nacional e na crítica à internacionalização de conflitos internos. Enquanto segmentos mais moderados expressaram ceticismo e questionaram a coerência da fala, outros adotaram um tom mais contundente, com deslegitimação direta de Flávio Bolsonaro e de suas intenções.
"Vi bem por cima isso aí. Pa mim é meio contraditório. o cara pedir pra outros países monitorarem o Brasil em nome de liberdade soa meio estranho, pq ao mesmo tempo bate na tecla de soberania quando convém, sabe? Parece mais discurso político pra base do que algo coerente de fato. Pq liberdade de expressão e eleição justa tem que ser garantida aqui dentro, não depender de pressão de fora" (IP, 32 anos, técnico em logística, SP)
"Achei muito apelativo toda essa fala dele, mais para se vitimizar dessa situação. Não precisava ir pra fora fazer discurso desse calibre. Agora tudo é desculpa pra ir chorar as dores pro Trump." (IP, 28 anos, vendedora, AL)
"Ué, agora precisa chamar fiscalização internacional pra cuidar do Brasil? 😅 liberdade de expressão virou pauta só quando convém, pelo visto. Acredito eu, que isso aí tá com cara de discurso pronto pra ganhar apoio" (LD, 40 anos, turismóloga, SP)
"Eu acho que é um bolsonaro sendo um bolsonaro, não esperaria nada diferente dele, uma atitude rasa de um pessoa tosca e rasa. Eles são entreguistas e não entendem o conceito de soberania de um país," (LL, 27 anos, operador de telemarketing, BA)
"Bom dia,como pode um homem desse querer comandar o Brasil um homem sem carácter,um ogro,uma pessoa sem escrúpulos. Chega dar até nojo de ouvir tais coisas." (LL, 61 anos, administrador, PR)
As falas dos bolsonaristas convictos revelaram uma disposição majoritariamente favorável à pré-candidatura de Ronaldo Caiado. Observou-se que o apoio esteve ancorado principalmente na valorização de atributos como experiência administrativa, associação com pautas de segurança pública, combate ao crime organizado e alinhamento com o setor agropecuário. A proposta de anistia ampla foi, em geral, percebida como legítima ou necessária, sendo interpretada como uma correção de supostas injustiças e desproporcionalidades do sistema penal. Esse posicionamento indicou uma leitura crítica das instituições judiciais e uma percepção de seletividade nas punições, o que reforçou a adesão ao discurso do pré-candidato dentro desse segmento.
"O projeto de anistia citada por ele pode benéfica em alguns pontos, muitas pessoas foram punidas de formas exageradas e com punição muito ligada ao lado político dos acusados, cidadãos comuns tiveram penas bem maiores que muitos crimes extremamente mais graves. Até o momento as propostas desse candidato são bem interessantes, visto que o mesmo já citou fortificar o combate ao crime organizado, apoio ao agro e melhor controle de gastos." (BC, 48 anos, do lar, SP)
"Ele falou o que a maioria dos brasileiros queria ouvir. Se ele realmente trabalhar para diminuir ou até desfazer a polarização e da anistia, já será um grande passo para a unificação e recuperação da economia do nosso País." (BC, 44 anos, do lar, MT)
"Caiado será uma das minhas opções de voto, caso eu resolva ir votar e não justificar, uma pena que ele não será eleito, isso nós ja sabemos." (BC, 47 anos, administradora, BA)
"Eu gosto dele, ele é Governador de Goiás, já fez e está fazendo muito pelo Estado e acho ele um bom candidato, ele é muito bom, ele seria bom presidente do Brasil, mas infelizmente os brasileiros preferem votar sempre nos mesmos candidatos ao invés de dar oportunidade a outros." (BC, 39 anos, auxiliar de vida escolar, SP)
"Acho a pré-candidatura do Ronaldo Caiado uma opção interessante, principalmente pela experiência dele. A gestão dele aqui em Goiás é bem vista na segurança e na economia. E essa ideia de anistia ampla pode ser um caminho para melhor o país, por isso ele traz debates importantes para as próximas eleições." (BC, 29 anos, analista de sistemas, PA)
As falas dos bolsonaristas moderados indicaram uma recepção predominantemente crítica à pré-candidatura de Ronaldo Caiado, especialmente no que diz respeito à forma como o discurso foi construído. Observou-se forte rejeição à comparação histórica mobilizada pelo candidato, percebida como inadequada ou descontextualizada, além de uma leitura recorrente de que a proposta de anistia teria caráter mais estratégico do que programático. A anistia ampla e irrestrita apareceu como um ponto sensível, sendo vista como tema complexo que não poderia ser tratado de maneira generalizante, sobretudo por envolver decisões judiciais ainda em curso e diferentes níveis de responsabilidade entre os envolvidos.
Ao mesmo tempo, ainda que houvesse alguma abertura para a candidatura no campo conservador, o apoio mostrou-se condicionado e pouco entusiasmado. Predominou a percepção de que o discurso apresentava traços de oportunismo eleitoral, com promessas consideradas difíceis de implementar e pouco ancoradas em soluções concretas.
"Bom dia a todos! Um absurdo ele querer comparar o que JK fez na época, com o Brasil atual, o cenário era totalmente diferente." (BM, 72 anos, pensionista, RJ)
"Pra mim, o Ronaldo Caiado tá mais usando isso como estratégia pra chamar atenção, ainda mais falando de anistia, que muita gente nem entende bem... Parece mais discurso político do que algo sólido." (BM, 29 anos, advogada, SP)
"Acho que anistia ampla e irrestrita precisa ser tratada com cautela. Não dá pra generalizar situações diferentes nem ignorar a responsabilidade pelos atos." (BM, 41 anos, turismólogo, PE)
"Esse fala retrata um certo oportunismo eleitoral. Ele fala que é a solução para acabar a polarização e que ele é capaz disso. Mas ele sabe que não será tão fácil assim, existem muitas barreiras. Então acho que é puro discurso eleitoreiro." (BM, 30 anos, assistente de TI, ES )
Entre os indecisos conservadores, indecisos progressistas, lulistas e lulodescontentes houve forte convergência em torno da viabilidade, legitimidade e dos efeitos institucionais da proposta. De maneira geral, a anistia ampla e irrestrita foi percebida como incompatível com o funcionamento do sistema democrático, seja por desconsiderar o papel dos demais poderes, seja por sinalizar tolerância à impunidade em casos considerados graves. Esse posicionamento foi acompanhado por uma defesa consistente da responsabilização jurídica e por uma leitura de que medidas dessa natureza poderiam fragilizar normas democráticas e incentivar novos episódios de desrespeito à ordem institucional.
Além disso, os grupos compartilharam uma avaliação crítica sobre a coerência do discurso do candidato, especialmente na tentativa de se posicionar como alternativa à polarização ao mesmo tempo em que mobiliza uma pauta vista como altamente divisiva. Predominou a percepção de oportunismo eleitoral, com a proposta sendo interpretada como estratégia direcionada a públicos específicos, em vez de uma solução consistente para os problemas do país. Mesmo entre segmentos menos alinhados à esquerda, como os indecisos conservadores, a rejeição não se deu por divergência ideológica, mas por desconfiança quanto à execução, relevância e credibilidade da candidatura, o que reforça o caráter transversal dessa posição crítica.
"Sem condições de levar a sério esse cara que tenta levantar a bandeira antipolarização e vem com um discurso desse de centavos.." (IC, 25 anos, auxiliar administrativa, SP)
"Eu assisti um pouco mais que esse corte, e já sei em quem não votar, nunca tinha ouvido falar de Ronaldo Caiado, não estava perdendo nada né. Anistia ampla, ele sabe bem o público alvo que quer atingir né. Tá prometendo coisa que nem sabe..." (IC, 24 anos, advogada, RO)
"O discurso dele é um tanto contraditório, pois ele fala que não faz parte da polarização, porém, diz que a primeira coisa que fará, é anistia ampla, ou seja, perdoaria todos os crimes que um lado político cometeu, como isso ajudaria a despolarizar?" (IP, 18 anos, autônoma, SP)
"Usar da anistia dessa forma, tão forte e depois do crime grave que houve, não é uma boa forma de começar a ser presidente." (IP, 37 anos, auxiliar de creche, RJ)
"Eu não concordo com a fala do candidato sobre a polarização e anistia, pois em comparação ao passado temos outro cenário na política hoje em dia, liberar anistia geral e ampliar vai fazer com que várias situações se torne impune em nosso país." (LL, 56 anos, assessora administrativa, RJ)
"Acho ridículo, ter como um projeto anistia para golpista e traidor da pátria. Existem tantas coisas para serem tratadas no Brasil e um pré candidato vem com essa. Que absurdo!!!! Anistia pra criminosos que queriam dar golpe no Brasil!!!!!" (LL, 43 anos, autônomo, MT)
As reações ao vídeo de Lula seguiram, em grande parte, o que já era esperado para cada grupo. Entre os bolsonaristas convictos, predominou uma rejeição direta, com pouca abertura para relativizações, baseada na ideia de que o comportamento foi inadequado para um presidente e de que houve desvio de foco de temas mais importantes. Já entre bolsonaristas moderados e indecisos conservadores, a crítica também apareceu, mas de forma mais prática: o problema não foi tanto o fato de ele responder, e sim o tema escolhido e o momento. Esse grupo demonstrou mais flexibilidade, mas com um incômodo claro em relação às prioridades e ao tom da fala.
Por outro lado, entre indecisos progressistas, lulodescontentes e lulistas, houve maior tendência de aceitar a fala como parte de uma estratégia para lidar com fake news. Os lulistas apoiaram de forma mais intensa, valorizando o tom leve e descontraído. Os indecisos progressistas, em geral, concordaram com a abordagem, mas com ressalvas sobre a necessidade de mais seriedade. Já os lulodescontentes adotaram uma posição mais equilibrada, reconhecendo o contexto político da fala, mas ainda assim fazendo críticas ao estilo. No conjunto, o que mais diferencia os grupos não é apenas concordar ou discordar, mas o que cada um considera relevante: uns focam na postura e no papel do presidente, outros na importância do tema, e outros na eficácia da comunicação diante das fake news.
Na segunda questão, as respostas foram elaboradas a partir do nível de confiança nas instituições. Entre os mais alinhados ao bolsonarismo, principalmente os convictos, a fala foi vista como legítima e necessária, dentro de uma leitura de que há problemas sérios na democracia brasileira. Nesse grupo, apareceu com força a desconfiança nas eleições e nas instituições, além da ideia de que seria válido buscar apoio fora do país para garantir mais segurança no processo. Já entre os moderados e parte dos indecisos conservadores, embora exista preocupação com o sistema eleitoral, houve mais cautela. Eles até compartilham parte do diagnóstico, mas não aderem completamente à solução, sobretudo por enxergarem riscos à soberania nacional.
Entre indecisos progressistas, lulodescontentes e lulistas, houve uma rejeição bastante clara à proposta. Esses grupos, mesmo com diferenças de tom, convergiram na ideia de que não faz sentido trazer atores externos para um tema que deve ser resolvido internamente. Também apareceu a leitura de que a fala tem mais caráter estratégico do que uma preocupação real com a democracia. Esse tema se distribuiu de modo bastante desfavorável a Flávio Bolsonaro, particularmente pelo tom subserviente de sua fala, que incomoda inclusive bolsonaristas moderados e indecisos conservadores.
A última questão trouxe para o debate muito mais a pauta da anistia do que a força do pré-candidato, Ronaldo Caiado. Enquanto os bolsonaristas convictos interpretaram – e reagiram positivamente – à anistia como correção de excessos e instrumento de pacificação, a maioria dos demais grupos a percebeu como risco de impunidade e fragilização das regras democráticas, especialmente à luz dos Ataques de 8 de janeiro de 2023. Nesses grupos, a reação caminhou em sentido oposto: predominou a ideia de que a proposta é ampla demais, pouco responsável e potencialmente perigosa. Mesmo entre segmentos que não se colocam diretamente no campo da esquerda — como os indecisos conservadores — houve resistência, com argumentos que evidenciaram preocupação com limites institucionais, coerência política e cumprimento de regras. Ou seja, a tese da anistia tem baixa transversalidade, pois mobiliza somente quem já concorda de antemão, mas encontra barreiras relevantes fora desse núcleo.
As falas dos bolsonaristas convictos indicaram apoio relevante à pré-candidatura de Ronaldo Caiado, ancorados em pautas como segurança, agro e na defesa da anistia como correção de injustiças. Chama atenção que esse apoio pareceu, em alguns momentos, até mais intenso do que em relação a outras lideranças do mesmo campo, o que sugere a necessidade de novas investigações para entender se se trata de uma adesão pontual ao discurso ou de um possível deslocamento eleitoral mais consistente, fato que sinalizaria problemas para o pré-candidato Flavio Bolsonaro consolidar-se na posição de campeão da direita.
Por fim, a análise sugere que os segmentos intermediários — bolsonaristas moderados, indecisos conservadores e, em menor medida, indecisos progressistas — configuram um espaço mais sensível à disputa narrativa. Nesses grupos, o posicionamento muda conforme o momento, o tom da fala e a importância do tema. Inclusive, dois temas demonstraram posicionamentos claros desses grupos: não são favoráveis à intervenção externa e nem à anistia. Trata-se, portanto, de um segmento potencialmente mais permeável à disputa eleitoral, pois sua posição esteve menos ligada a uma identidade política fixa e mais à avaliação de desempenho e expectativa de futuro.
O Monitor do Debate Público é um projeto do Laboratório de Estudos da Mídia e da Esfera Pública (LEMEP), localizado no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da UERJ, baseado na metodologia do Painel de Monitoramento de Tendências (POMT), desenvolvida por nossa equipe.
O POMT é uma metodologia inovadora que nos permite monitorar de modo dinâmico a opinião pública e suas clivagens no que toca temas da agenda pública, preferências, valores, recepção de notícias etc. Ela opera por meio de grupos focais de operação contínua no WhatsApp, com participantes selecionados e um moderador profissional.
Assim como na metodologia tradicional de grupos focais, os grupos contínuos no WhatsApp do POMT permitem que o moderador estimule o aprofundamento de temas sensíveis e difíceis de serem explorados por meio de pesquisas quantitativas ou mesmo pela aplicação de questionários estruturados.
O caráter assíncrono dos grupos do POMT, possibilitado pela dinâmica da comunicação no WhatsApp, permite respostas mais refletidas por parte dos participantes, o que é adequado tanto para a pesquisa social quanto para a eleitoral, dado que o voto é também uma decisão que muitas vezes demanda reflexão.
Por sua natureza temporal contínua, os grupos focais do POMT são propícios para criar situações deliberativas, nas quais as pessoas se sentem compelidas a elaborar suas razões a partir das razões dadas por outros participantes do grupo.
O telefone celular é hoje o meio mais democrático e acessível de comunicação. Assim, a participação nos grupos do POMT não requer o uso de computador ou mesmo que os participantes interrompam suas atividades para interagirem entre si.
O MDP é um projeto que utiliza a metodologia do POMT para analisar, com periodicidade semanal, o debate público brasileiro, segmentado em cinco grupos de diferentes orientações ideológicas, que cobrem da extrema-direita à esquerda. Tal divisão se justifica por serem esses grupos os de maior relevância demográfica na atualidade.
Doutora em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Coordenou o IESP nas Eleições, plataforma multimídia de acompanhamento das eleições 2018. Foi consultora da UNESCO, coordenadora da área qualitativa em instituto de pesquisa de opinião e big data, atuando em diversas campanhas eleitorais e pesquisas de mercado. Realiza consultoria para desenho de pesquisa qualitativa, moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade. Escreve no blog Legis-Ativo do Estadão.
Mestre em Filosofia Política pela UNICAMP e mestre e doutor em Ciência Política pela City University of New York, Graduate Center. Foi professor do antigo IUPERJ de 2003 a 2010. É, desde 2010, professor de Ciência Política do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ). Coordenador do LEMEP, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) e do Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB).
Cientista Social e doutoranda em Sociologia pelo IESP-UERJ e mestre em Sociologia pela UFPR, com experiência em relações de consumo e estratégias de comunicação. Possui formação em UX Research e cursos de gestão e monitoramento de redes sociais e estratégias eleitorais, mídias digitais e gerenciamento de redes. Possui experiência em pesquisas de mercado e campanhas políticas. Realiza moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade.
Mestre em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Tem experiência em planejamento e desenvolvimento de sistemas computacionais de pequeno e médio porte, manutenção de servidores web e possui especialização em modelagem e implementação de bancos de dados relacionais.
Jornalista e doutoranda em Ciência Política no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). É professora da Graduação em Jornalismo da ESPM. Atuou por dez anos como repórter de economia na Editora Globo. É mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em Política & Sociedade pelo IESP-UERJ. Recebeu os prêmios ABECIP de Jornalismo e CNT.
Mestrando em Ciência Política na Universidade Federal do Paraná, pesquisador do INCT ReDem e dos Grupos de Pesquisa NUSP e Observatório das Elites, vinculados à UFPR. Tem como interesses de pesquisa representação política parlamentar e metodologia científica. Possui experiência com a utilização de Inteligência Artificial na pesquisa cientifica, bem como na estruturação e análise de bancos de dados prosopográficos.
O Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Representação e Legitimidade Democrática (INCT ReDem) é um centro de pesquisa sediado no Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), financiado pelo CNPq e pela Fundação Araucária.
Reunindo mais de 50 pesquisadoras(es) de mais de 25 universidades no Brasil e no exterior, o ReDem investiga, a partir de três eixos de pesquisa (Comportamento Político, Instituições Políticas e Elites Políticas) as causas e consequências da crise das democracias representativas, com ênfase no Brasil.
Sua atuação combina metodologias quantitativas e qualitativas, como surveys, experimentos, grupos focais, análise de perfis biográficos e modelagem estatística, produzindo indicadores e ferramentas públicas sobre representação política, qualidade da democracia e comportamento legislativo.
O objetivo central do ReDem é gerar conhecimento científico de alto impacto e produzir recursos técnicos que auxiliem cidadãos, jornalistas, formuladores de políticas e a comunidade acadêmica a compreender, monitorar e aperfeiçoar a representação política democrática no Brasil.
Fim dos penduricalhos; Projeto de Lei Antifacção; Criminalização da misoginia
Percepções sobre a evolução do feminicídio; Combate à violência contra a mulher; Representação feminina
Caso Lulinha; EUA e crime organizado no Brasil; Reações à fala de Ratinho sobre Erika Hilton
Conflito Irã x EUA; Ato Acorda Brasil; Caso Banco Master
Principais Problemas do Brasil; Expectativas para o pleito; Reeleição de Lula
Avaliação pró-liderança; Avaliação adversário; Rede Globo
Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; Aprovação da Dosimetria; Cassação do mandato de Carla Zambelli
Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio
Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo
Redução Inicial de Tarifas - EUA; Remoção de Linguagem Neutra; Indicação de Jorge Messias ao STF
Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade
Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30
Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial
Reforma Casa Brasil; Município Mais Seguro; Nepotismo e STF
Adulteração das bebidas; Precarização do Trabalho; Reunião entre Chanceler Brasileiro e Secretário de Trump
Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.
Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump
Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação
Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro
Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento
Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação
Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia
Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão
Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher
Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais
Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas
Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia
Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares
Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News
Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações
Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas
Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes
Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura
Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura
#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró
#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula
Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM
Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa
Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal
Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos
#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana
Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF
#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis
Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto
#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM
Desvio de Armas, Jair Renan na Política, 2a. Condenação de Bolsonaro
Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro
GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança
Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio
Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar
Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno
Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo
Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS
O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF
Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas
Relatório #19 MED
ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS
Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula
Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an
Fim dos penduricalhos; Projeto de Lei Antifacção; Criminalização da misoginia
Percepções sobre a evolução do feminicídio; Combate à violência contra a mulher; Representação feminina
Caso Lulinha; EUA e crime organizado no Brasil; Reações à fala de Ratinho sobre Erika Hilton
Conflito Irã x EUA; Ato Acorda Brasil; Caso Banco Master
Principais Problemas do Brasil; Expectativas para o pleito; Reeleição de Lula
Avaliação pró-liderança; Avaliação adversário; Rede Globo
Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; Aprovação da Dosimetria; Cassação do mandato de Carla Zambelli
Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio
Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo
Redução Inicial de Tarifas - EUA; Remoção de Linguagem Neutra; Indicação de Jorge Messias ao STF
Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade
Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30
Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial
Reforma Casa Brasil; Município Mais Seguro; Nepotismo e STF
Adulteração das bebidas; Precarização do Trabalho; Reunião entre Chanceler Brasileiro e Secretário de Trump
Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.
Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump
Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação
Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro
Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento
Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação
Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia
Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão
Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher
Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais
Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas
Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia
Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares
Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News
Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações
Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas
Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes
Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura
Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura
#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró
#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula
Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM
Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa
Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal
Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos
#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana
Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF
#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis
Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto
#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM
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Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro
GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança
Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio
Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar
Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno
Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo
Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS
O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF
Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas
Relatório #19 MED
ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS
Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula
Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an