Para o ano eleitoral de 2026, renovamos todos os participantes e aumentamos o número de grupos focais contínuos no WhatsApp de 5 para 6. Substituímos o antigo grupo de flutuantes por dois grupos de indecisos: conversadores e progressistas. Na maioria das eleições os indecisos desempenham um papel fundamental, pois têm maior probabilidade de mudar de opinião, decidindo assim o resultado.
O projeto conta com um total de 50 participantes, divididos em grupos com as seguintes características específicas:
BC – Bolsonaristas Convictos: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, pretendem votar em Flávio Bolsonaro em 2026, desaprovam o atual governo e aprovam os atos de 8/1.
BM – Bolsonaristas Moderados: votaram em Bolsonaro no segundo turno de 2022, desaprovam o atual governo e desaprovam os atos de 8/1.
IC – Indecisos Conservadores: votaram em Bolsonaro ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à direita na escala ideológica.
IP – Indecisos Progressistas: votaram em Lula ou branco/nulo no segundo turno de 2022, estão indecisos quanto ao voto de 2026 e se posicionam mais à esquerda na escala ideológica.
LD – Lulodescontentes: votaram em Lula no segundo turno de 2022, reprovam a atual gestão, mas ainda assim pretendem votar em Lula em 2026.
LL – Lulistas: votaram em Lula no segundo turno de 2022, pretendem votar em Lula em 2026 e aprovam a atual gestão.
Evangélicos: grupo virtual formado pela agregação das falas dos participantes evangélicos dos demais grupos, com o objetivo de capturar tendências específicas desse contingente demográfico.
Todos os grupos foram montados de modo a combinar variáveis como sexo, idade, etnia, renda, escolaridade, região de moradia e religião em proporções similares às da população brasileira.
Nossa metodologia permite que os participantes respondam aos temas colocados no tempo que lhes for mais conveniente, liberdade essa inexistente nos grupos focais tradicionais, que são presos à sincronia do roteiro de temas e questões colocados pelo mediador. O instrumento de pesquisa, assim, se acomoda às circunstâncias e comodidades da vida de cada um, reduz a artificialidade do processo de coleta de dados e, portanto, gera resultados mais próximos das interações reais que os participantes têm no seu cotidiano.
É importante salientar que os resultados apresentados são provenientes de metodologia qualitativa, que tem por objetivo avaliar narrativas, argumentos e opiniões. Mesmo quando quantificados, tais resultados não devem ser entendidos como dotados de validade estatística, mas como dado indicial.
O sigilo dos dados pessoais dos participantes é total e garantido, assim como sua anuência prévia com a divulgação dos resultados da pesquisa, desde que respeitado esse anonimato.
Na semana de 23 a 29/3/26, os seis grupos discutiram questões candentes do debate público. No total, foram coletadas e analisadas 147 interações, totalizando 8.875 palavras.
| Bolsonaristas Convictos (BC) | Bolsonaristas Moderados (BM) | Indecisos Conservadores (IC) | Indecisos Progressistas (IP) | Lulodescontentes (LD) | Lulistas (LL) | Evangélicos | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Fim dos Penduricalhos | Apoiaram as medidas como forma de combater privilégios e aumentar a transparência no uso do dinheiro público. Muitos demonstraram desconfiança sobre motivações políticas da decisão. | Defenderam as decisões como necessárias para reduzir abusos e promover justiça no uso de recursos públicos. Embora mais brandas, houve também acusações de interesses políticos. | Apoiaram fortemente as medidas com base em um senso de injustiça social e indignação com privilégios. Defenderam que esse tipo de ação deveria ser ampliado para outras áreas do Estado. | Apoiaram as decisões com base na busca por maior equidade. Houve rejeição aos benefícios considerados excessivos, sobretudo diante das condições enfrentadas pela maior parte da população. | Houve apoio expressivo às decisões, que foram interpretadas como medidas necessárias para enfrentar privilégios históricos no serviço público. | Apoiaram de forma enfática as decisões, com forte crítica moral aos privilégios e à impunidade. Defenderam maior rigor na responsabilização e apontaram o tema como urgente e central. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
| Lei Antifacção | Apoiaram o endurecimento das penas, mas interpretaram a medida como tardia e motivada por pressão externa (sobretudo de Trump) ou cálculo político, mantendo forte desconfiança em relação ao governo. | Houve apoio consistente às medidas. Predominou a percepção de que o aumento das penas e a retirada de benefícios eram necessários diante de um cenário em que o crime era visto como crescente e pouco dissuadido pelas regras atuais. | Apoiaram fortemente o endurecimento penal, ancorados na percepção de que as leis existentes são brandas. Predominou a ideia de que a retirada de benefícios e o aumento das punições poderiam funcionar como mecanismo de dissuasão. | Houve apoio significativo às medidas. Parte dos participantes enfatizou a importância de ações complementares, como prevenção, inteligência e enfrentamento das causas estruturais da criminalidade. | O apoio apareceu de forma cautelosa, frequentemente acompanhado da expectativa de que as medidas fossem efetivas na prática e não se limitassem a resultados superficiais ou concentrados apenas nas camadas mais baixas do crime. | Houve reconhecimento de que o endurecimento das leis poderia contribuir para coibir a atuação de organizações criminosas, porém com preocupação com os efeitos sociais das medidas, sobretudo em relação à retirada de benefícios que impactariam os dependentes. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
| Criminalização da Misoginia | Prevaleceu rejeição à proposta, centrada na falta de clareza e no risco de uso político, combinada a críticas ao feminismo, visto como excessivo ou divisivo, além de preocupações com liberdade de expressão e possíveis abusos. | Houve ambivalência, com reconhecimento da importância da pauta, mas também críticas ao feminismo e receios sobre excessos de censura, além de questionamentos sobre a prioridade do tema frente a outros problemas. | A decisão foi avaliada como legítima. Ainda assim, esse apoio não se apresentou de forma incondicional, sendo frequentemente acompanhado por dúvidas sobre o conteúdo do projeto e pela percepção de que ele precisaria de maior clareza e precisão. | Predominou um apoio forte à proposta, percebida como necessária diante da gravidade da violência contra as mulheres, acompanhado da rejeição à ideia de censura e da defesa de punições mais rigorosas ao ódio e à discriminação. | Houve apoio majoritário, ancorado no combate à misoginia e na promoção de respeito, ainda que acompanhado de ressalvas pontuais sobre a necessidade de maior debate, critérios claros e aprimoramento da lei. | O apoio apareceu de forma praticamente unânime e direta, percebida como uma medida necessária e legítima para enfrentar o ódio e a violência contra as mulheres. Houve críticas intensas aos parlamentares citados na pergunta. | Os participantes elaboraram suas respostas de acordo com seus grupos de pertencimento. |
De forma unânime, nos seis grupos, houve amplo apoio às decisões tomadas e reconhecimento de que o tema envolve distorções relevantes no uso do dinheiro público. Independentemente do posicionamento político, os participantes tenderam a convergir na crítica aos chamados “penduricalhos” e à aposentadoria compulsória como mecanismos que favorecem privilégios excessivos e comprometem a percepção de justiça no setor público. Assim, consolidou-se uma leitura compartilhada de que medidas voltadas à contenção desses benefícios são legítimas, necessárias e alinhadas a um princípio mais amplo de equidade e responsabilidade fiscal.
Essa convergência esteve ancorada em diferentes repertórios interpretativos, que variaram entre uma crítica moral aos privilégios, uma preocupação com desigualdades sociais e uma ênfase na transparência e no controle dos gastos públicos. Ainda que alguns segmentos tenham demonstrado maior ou menor grau de desconfiança em relação às motivações das decisões, esse elemento não foi suficiente para romper o consenso em torno da necessidade de enfrentamento do problema.
O tema se configurou como um raro ponto de convergência no debate, sendo percebido como importante e mobilizador por diferentes perfis de participantes.
"Concordo e considero um assunto importante. Combate os privilégios (muitas vezes não legais) do servidor público e trás transparência com o dinheiro público, com o que é feito com nosso dinheiro. Claro é preciso ter cuidado com as aplicações para não para não "desrespeitar" os direitos ja existentes." (BC, 62 anos, cirurgião dentista, SP)
"Concordo sim, porque os salários no serviço público já são altos e esses penduricalhos acabam virando um jeito de passar do teto sem muita transparência. No fim, isso cria desigualdade e pega mal pra população, isso é meio raro... a oportunidade de aumentar pra eles sempre é aproveitada" (BM, 29 anos, advogada, SP)
"Sim é um assunto bem importante , concordo sim cm o ministro , pois a corda sempre estoura para os mais fracos "baixa renda " .. tomare que através dessas atitudes venha melhorias 👏🏽👏🏽" (IC, 29 anos, professor, RJ)
"Não estou por dentro desse caso, vi poucas informações sobre isso. Mesmo assim, acredito que é um assunto importante, pois envolve o uso de dinheiro público e a forma como servidores são remunerados. Acho que decisões assim devem ser bem analisadas para garantir justiça e transparência." (IP, 28 anos, customer care analist, SP)
"Concordo, pois acho que assim o dinheiro público pode ser usado para melhores fins, do que supersalários e coisas do tipo, fora que sabemos bem q sempre encontram meios ou brechas para conseguirem tirar mais dinheiro da máquina pública, então concordo plenamente com ele" (LD, 47 anos, professora, MT)
"Concordo plenamente, é um tema importante pois trata de algo que merece atenção, magistrados que cometem infrações graves devem ser punidos e não somente ter aposentadoria compulsória como uma punição máxima, os penduricalhos também devem acabar, os servidores já ganham o bastante para viverem muito bem." (LL, 43 anos, autônomo, MT)
Embora o apoio tenha sido predominante, entre alguns bolsonaristas convictos, emergiram elementos de desconfiança quanto às motivações de Flávio Dino e aos desdobramentos das decisões. Parte dos participantes demonstrou uma postura cautelosa, sugerindo que medidas dessa natureza poderiam estar inseridas em disputas políticas mais amplas ou vinculadas a interesses estratégicos, especialmente em contextos eleitorais.
"Sim, sem dúvidas. Concordo plenamente. Tem que acabar com essa fanfarra com a verba pública. Agora o fato é. Flavio Dino suspendendo pagamento que faria gastar mais dinheiro de impostos??? Tem alguma coisa errada... Tudo orquestrado. Se preparem, lá vem coisa... Não dá para comemorar..."" (BC, 39 anos, auxiliar de vida escolar, SP)
"Há tempos já deveriam ter sido extintos e agora a proibição serve para remediar a situação, até alguém resolver derrubar a proibição.
A proibição serve muito como uma forma de dizer que quem proibiu se importa e zela pelos interesses do País. Interessante essa proibição acontecer num ano de eleições não? Quanto tempo levará até a proibição cair?"" (BC, 44 anos, do lar, MT)
Os bolsonaristas convictos e moderados convergiram em um apoio consistente às medidas de endurecimento penal, ancorado na percepção de que o crime organizado avançou em um contexto de leis brandas e pouca efetividade do sistema de justiça. Predominou a ideia de que o aumento das penas e a retirada de benefícios são instrumentos necessários para restaurar a autoridade do Estado e reduzir a sensação de impunidade. Também foi recorrente a avaliação de que essas medidas já deveriam ter sido implementadas anteriormente, indicando uma leitura de atraso no enfrentamento do problema.
Ao mesmo tempo, esse apoio esteve fortemente acompanhado de desconfiança em relação às motivações da decisão e à sua eficácia prática. Parte relevante dos participantes interpretou a iniciativa como resultado de pressões externas ou de cálculo político, questionando sua autenticidade e seu timing.
POr fim, alguns ainda avaliaram que a decisão era fruto da pressão exercida por Donald Trump em relação à segurança do país.
"Até que fim ele ta fazendo algo que preste. Precisou que o presidente de outro país colocar pressão para que o atual presidente, tomasse uma decisão. Se essas medidas fossem tomadas desde o inicío, talvez nosso país não estava como está."" (BC, 62 anos, cirurgião dentista, SP)
"Esse presidente sempre apoiou bandido, desde a candidatura em 2022 ele falando que não suportava ver a policia sendo truculenta, que bandido sofria ao roubava celular e que era apenas uma vítima da sociedade. Agora no último ano do seu mandato resolveu agir, mais de 3 anos ouvindo notícia de facção fechando cidade, controlando comunidade e matando gente, é no mínimo estranho essa lei vim apenas no último ano de seu mandato, mas ja que veio vamos torcer pra que ela resolva, pois é uma lei necessária e que devia ter chegando antes." (BC, 33 anos, consultor de TI, SP)
"Essa manobra que ele está fazendo é para ganhar votos dos eleitores que não o apoiam, acredito que possa perder alguns votos dos "filhinhos" dele que se sentirem prejudicados, mais serão bem poucos. Esse senhor nunca me enganou." (BC, 47 anos, administradora, BA)
"Deu um tiro no proprio pé. É de desconfiar, ano eleitoral né. Se valesse num pais serio, onde toda lei fosse cumprida, nem precisaria desse pacote de medidas e sim, respeitar a constituicao...bom. vamos ver no que vai dar." (BM, 32 anos, gerente de vendas, PA)
Entre os indecisos - conservadores e progressistas - e lulodescontentes houve um apoio consistente às medidas de endurecimento penal, fundamentado na percepção de que o avanço das organizações criminosas exige respostas mais firmes do Estado. As medidas foram reconhecidas como válidas e necessárias, especialmente se capazes de atingir estruturas mais complexas do crime organizado.
Ao mesmo tempo, esse apoio esteve claramente condicionado por uma descrença relevante em relação à implementação e ao alcance efetivo das medidas. Foi recorrente a percepção de que, isoladamente, elas não seriam suficientes para produzir mudanças estruturais, seja por limitações do sistema de justiça, seja pelo risco de incidirem apenas sobre níveis mais baixos das organizações criminosas. Consolidou-se uma posição que combina respaldo às iniciativas com a defesa de estratégias complementares — como prevenção, educação e combate a fatores estruturais — evidenciando uma visão mais ampla e orientada a resultados no enfrentamento do problema.
"Perfeita! Precisamos de leis mais sérias e duradouras. Sem auxílio, sem fiança, sem liberdade convencional e principalmente sem direito ao auxílio para dependentes, é pra repensar, refletir, lembrar da família antes de fazer qualquer ato, mas na prática não pensam, então que paguem a pena até o último dia." (IC, 37 anos, professor, RJ)
"Já é um começo, concordo com as medidas adotadas, mas acho que elas não mexem na raiz do problema." (IC, 25 anos, auxiliar administrativa, SP)
"São medidas meio que emergenciais... acho favorável de início. No entanto, acredito que só surtirá efeito de verdade quando tiver de fato, uma inteligência focada em acabar com as facções" (IP, 28 anos, vendedora, AL)
"Eu acho q em vista a pressão do Trump, pode ser uma forma de mostrar q ele está agindo para resolver, então acho q é uma boa sim, só espero que essas medidas cheguem aos grandes líderes de fato e não respinguem somente nas camadas mais baixas do tráfico." (LD, 47 anos, professora, MT)
"Toda ação pra tentar frear e diminuir um pouco a ação dessas facções ê valida mas, creio que só isso não vai mudar a realidade desses movimentos, pois eles tem um poder econômico alto" (LD, 27 anos, entregadora, RS)
Entre os lulistas, as opiniões se organizaram em torno de um apoio parcial e mais reflexivo. Houve reconhecimento de que o endurecimento das leis pode ser necessário em determinados contextos e contribuir para reduzir a impunidade, especialmente diante da atuação das facções. No entanto, esse apoio não foi automático, sendo frequentemente acompanhado de ponderações sobre os limites do punitivismo como estratégia central de enfrentamento da criminalidade.
Destacou-se com maior intensidade a preocupação com os impactos sociais e institucionais das medidas. Foram recorrentes as ressalvas em relação à retirada de direitos, especialmente quando afetam familiares e dependentes, bem como a defesa de abordagens mais amplas que incluam prevenção, inteligência e políticas sociais.
"Se olharmos pelo lado rígido da lei eu concordo, mas se analisarmos pelo lado humano não concordo, principalmente pelo auxílio reclusão aos menores e pela mãe que ficará sobrecarregada com o sustento e educação dos filhos, aí os inocentes pagam pelos bandidos. Como sugestão seria interessante um projeto de lei para punir os traidores da Pátria com a perda da Cidadania." (LL, 45 anos, professor, PB)
"Não sei muito bem se concordo com isso, principalmente com o auxílio reclusão, os dependentes como crianças dependem disso para sobreviver e são os que mais vão sofrer com essa mudança." (LL, 27 anos, operador de telemarketing, BA)
"Bom dia,são leis mais duras aos membros de facção. Foram bem colocadas. Talvez o auxílio reclusão não deveria ser retirado pois nesse caso são sempre peixe pequeno que cai. Quem vai pagar nesse caso são principalmente as crianças ." (LL, 61 anos, administrador, PR)
"Concordo com as medidas tomadas a respeito dos membros das facções... Porém sobre o auxílio reclusão,vai afetar os dependentes, principalmente as crianças" (LL, 43 anos, autônomo, MT)
Entre bolsonaristas convictos, bolsonaristas moderados e indecisos conservadores, houve reconhecimento significativo de que o problema da violência e do desrespeito às mulheres existe e deve ser enfrentado. Porém, ele foi acompanhado de uma disposição parcial de apoiar as medidas.
Nesses três segmentos, a aceitação de algum tipo de medida de proteção às mulheres apareceu, em vários casos, acompanhada da percepção de que o projeto extrapolaria esse objetivo e passaria a incorporar uma agenda feminista vista de forma negativa. O feminismo surgiu, implícita ou explicitamente, como marcador de exagero, radicalização ou distorção do problema, como se a pauta deixasse de tratar de violência concreta para avançar sobre o campo das opiniões, das relações sociais e dos conflitos simbólicos entre homens e mulheres.
Houve também preocupações com a defesa da liberdade de expressão, que apareceu como principal chave de oposição ou de apoio condicionado. A preocupação recorrente foi a de que uma definição ampla de misoginia pudesse transformar falas, discordâncias ou posicionamentos em alvo de criminalização, abrindo espaço para censura, perseguição política e uso seletivo da lei.
"Bom, partindo do pressuposto que o foco deveria ser pensando em leis que protegesse as mulheres, ótimo, se faz correto. Mas, daí pensar que neste processo, devemos tratar como Misoginia, ai para mim é um absurdo. Essa lei é totalmente desnecessária e na pratica somente vai coloca uns contra os outros, homens contra mulheres e mulheres contra homem. Sem falar gente que até parece que quem comete feminicidio é um criminosos misógino... não, não é. Na minha opinião de agora, porque não entrei muito nos detalhes do projeto, mas achei muito generalista demais para ser aceito como lei criminal."" (BC, 39 anos, auxiliar de vida escolar, SP)
"Se essa lei não for bem definida pode gerar abuso da mesma, pode afetar e muito. Sim pode reduzir crimes contra a mulher, porém tem que ser bem vista para ser bem equilibrada, proteger sem censurar, o ideal é que ela puna quem verdadeiramente comete crimes de descriminação e ódio, sem comprometer direitos fundamentais. "Direito de expressão é para todos homens ou mulheres vai haver crimes contra todos os gêneros importante todos serem punidos, concordo com eles." (BC, 29 anos, desenvolvedor web, SP)
"Boa tarde ,a proposta tenta proteger as mulheres contra o ódio e a discriminação, o que é importante para a sociedade. Por outro lado, alguns parlamentares acham que a lei pode limitar a liberdade de expressão. Na minha opinião, é preciso equilíbrio: combater o preconceito sem tirar o direito das pessoas de se expressarem."" (BM, 38 anos, coordenadora , SP)
"O Artigo 5º da Constituição Federal de 1988 é a base dos direitos e garantias fundamentais no Brasil. Ele estabelece que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Preciso dizer mais alguma coisa? Precisa de mais Leis para ratificar o que ja esta ratificado? e se fosse o oposto tb daria certo? *Misandria:* é a misandria, que representa o ódio, desprezo ou preconceito contra homens ou meninosa, para isso teria que existir uma Lei? ...Mas, assim: ano de eleição né? ai diz tudo! è cada uma que esse Congresso faz que dá calafrios!" (BM, 32 anos, gerente de vendas, PA)
"Ao meu ver sendo mulher, eu acho que o feminismo que estão propondo é algo que esta passando dos limites ao meu ver, hoje nem as feministas gostam de ser chamada se feministas por conta dessas e de tantas outras "propostas" que vemos e temos a impressão que estas propostas são mais para "lacrar" do que ajudar realmente." (IC, 29 anos, professor, RJ)
"eu gosto da proposta, só acho que a lei ficou muito aberta no sentido de não definir o que seria uma conduta que manifesta ódio ou aversão às mulheres. acho que tem que deixar bem claro quais condutas seriam essas. entendo que o PL não está perfeito mas também não acho certo esse tipo de fala dos deputados Nikolas, Bia e Eduardo porque me parecem jsutamente falas misóginas ao dizer que repudia qualquer proposta alinhada ao feminismo. Acho que a proposta é válida sim, só deve ser melhor escrita para que as pessoas saibam exatamente quais são os atos delas que incorrerão no crime de misoginia" (IC, 30 anos, educador museal, RJ)
Entre lulistas, lulodescontentes e indecisos progressistas, observou-se uma convergência sólida em torno do apoio à proposta, ancorada na percepção de que a misoginia e a violência contra as mulheres constituem problemas graves, estruturais e ainda insuficientemente enfrentados. Nesses três segmentos, a iniciativa foi interpretada como um avanço necessário, tanto no plano simbólico — ao reconhecer a gravidade do ódio de gênero — quanto no plano prático, ao ampliar os mecanismos de punição e proteção. Diferentemente dos grupos mais conservadores, não houve resistência relevante ao enquadramento da pauta como parte de uma agenda mais ampla de igualdade de gênero, sendo o feminismo, de forma geral, associado a uma agenda legítima de direitos.
Ao mesmo tempo, embora o apoio tenha sido majoritário e, em muitos casos, enfático, apareceram nuances internas importantes. Entre lulistas, predominou uma adesão direta, com baixa problematização da proposta e forte rejeição às críticas contrárias. Já entre lulodescontentes e, em menor grau, indecisos progressistas, emergiram ressalvas pontuais relacionadas à necessidade de boa definição e efetiva aplicação da lei, refletindo uma preocupação mais pragmática do que ideológica. Ainda assim, essas ponderações não tensionaram o apoio central à proposta. Também se destacou a rejeição consistente ao argumento de que a medida representaria censura, sendo a defesa predominante a de que a lei se dirige ao combate ao ódio e à violência, e não à limitação de opiniões legítimas.
"Na minha opinião, misoginia é algo real e que realmente precisa ser combatido. Não concordo com eles, porque acredito que o objetivo da proposta é reduzir ódio e violência, não silenciar opiniões" (LL, 40 anos, turismóloga, SP)
"Penso que a proposta de criminalizar a misoginia pode se traduzir em políticas públicas de enfrentamento ao aumento de feminicídio e de maior repercussão dessa discussão na mídia. Penso que essas posições políticas contrárias refletem o avanço da direita e do agir de muita gente em sociedade. Discordo dessas posições contrárias à lei que pune manifestação de aversão às mulheres, pois só com leis, políticas e práticas pelo respeito às mulheres pode ser possível a construção de mudanças sociais." (LD, 29 anos, professora, RJ)
"Eu concordo, pois todos são iguais perante a lei, já em relação aos meliantes, discordo plenamente, pois são totalmente fora da casinha." (LL, 45 anos, professor, PB)
"Sou totalmente a favor desse projeto,pois vimos que a cada dia que passa mais as mulheres se tornam vitimas da maldade masculina e isso vem aumentando consideravelmente. Espero que com essa nova medida os homens pensem antes de caluniar,difamar e até mesmo maltratar,usando em diversos casos de violência contra mulher. Não concordo com as manifestações contrárias a essa proposta,pois suas ideais demonstram pouco caso e total desrespeito em relação as mulheres,desconsiderando sua existência e sua importância na sociedade." (IP, 29 anos, empreendedora, RJ)
"pra mim esses argumentos aí não se sustentam muito não. falar que isso vai “censurar” é meio exagero. ngm tá proibindo opinião, tá falando de ódio direcionado e desumanização, igual já acontece com racismo. essa ideia de que vai “dividir homens e mulheres” tb não cola, pq essa divisão já existe na prática quando tem violência e desigualdade. a lei vem mais pra tentar equilibrar isso. Então no geral eu apoio sim. Se já existe punição pra outros tipos de discriminação, faz sentido ter pra misoginia tb. só precisa ser bem aplicada pra não virar bagunça depois" (IP, 32 anos, técnico em logística, SP)
Nas discussões sobre os três temas da semana houve consenso sobre os problemas e a urgência em combatê-los, mas diferenças na avaliação de quem propõe as soluções. As divergências apareceram na credibilidade atribuída aos atores políticos envolvidos, nas intenções percebidas por trás das medidas e no grau de confiança de que elas serão, de fato, bem implementadas.
No caso das decisões relacionadas ao fim dos “penduricalhos”, encontramos um raro ponto de convergência entre todos os grupos, marcado pelo apoio generalizado à remoção dos pagamentos extras e pela percepção de que o tema envolve privilégios excessivos e necessidade de maior transparência. Mesmo entre segmentos mais críticos ao governo – bolsonaristas convictos e moderados – ou às instituições – eleitores indecisos –, esse apoio não foi rompido, aparecendo apenas acompanhado de breves ressalvas quanto às motivações políticas das decisões. Trata-se, portanto, de um tema que demonstrou forte potencial de unificação discursiva, ancorado em valores amplamente compartilhados: mais justiça, equidade e controle dos gastos públicos.
Já no debate sobre o Projeto de Lei Antifacção, o padrão predominante foi de apoio, mas com diferentes graus de condicionamento. O debate foi marcado pelo reconhecimento de que o avanço das organizações criminosas demanda respostas mais firmes do Estado, sendo o endurecimento das leis amplamente aceito como necessário. No entanto, emergiram preocupações, pertinentes a grupos específicos, quanto à sua efetividade prática, motivação e limites de implementação.
Os segmentos mais à direita enfatizaram forte desconfiança em relação às intenções políticas da decisão, com a percepção de que ela foi tardia, reativa e influenciada por pressões externas ou eleitorais. Ainda assim, isso não implicou rejeição ao conteúdo da proposta, que foi amplamente apoiado, com recorrentes falas sobre a necessidade de endurecimento das leis e punições. Nos grupos de centro, a postura foi mais pragmática, marcada por um apoio orientado por resultados, no qual as medidas foram avaliadas principalmente por sua capacidade de serem realmente implementadas e produzir efeitos concretos. Esse segmento também destacou, com frequência, a necessidade de complementar o endurecimento penal com medidas de prevenção e educativas, não debatendo apenas sob a ótica do punitivismo, como os bolsonaristas o fizeram. Já à esquerda, a abordagem incorporou, além do reconhecimento parcial da necessidade de medidas mais duras, uma preocupação mais sistemática com seus efeitos colaterais e implicações sociais. Destacaram-se ressalvas em relação à retirada de direitos, sobretudo quando afetam familiares e dependentes, bem como questionamentos sobre a eficácia do punitivismo como estratégia central de enfrentamento da criminalidade. Também foi mais presente a defesa de políticas complementares, como prevenção, inteligência e redução das desigualdades.
Por fim, a criminalização da misoginia revelou o cenário mais fragmentado, evidenciando clivagens nítidas entre os grupos. Ainda que tenha havido reconhecimento significativo da gravidade da violência contra as mulheres, as divergências se concentraram nas formas de enfrentamento do problema. Parte dos participantes defendeu a medida como necessária e urgente, enquanto outros expressaram preocupações com possíveis excessos, especialmente no que se refere à liberdade de expressão, à definição dos limites legais e ao risco de uso político da legislação. Nesse debate, destacaram-se também críticas ao feminismo, sobretudo entre segmentos mais à direita, indicando que o tema mobiliza não apenas avaliações sobre políticas públicas, mas disputas simbólicas e ideológicas mais amplas.
Entre os grupos mais conservadores – bolsonaristas convictos e moderados –, embora não tenha havido negação do problema, a adesão foi mais cautelosa, atravessada por críticas ao enquadramento feminista da pauta e por preocupações com possíveis excessos, especialmente no que diz respeito à liberdade de expressão e ao uso político da lei. Os dois grupos intermediários – indecisos conservadores e progressistas – expressaram apoios mais fortes, porém também condicionados, combinando reconhecimento do problema com demandas por maior clareza do projeto e percepção de efetividade e eficácia da medida para resolução dos problemas. Somente nos segmentos progressistas – lulodescontentes e lulistas –, predominou um apoio mais direto e enfático à proposta, associado à percepção de urgência e à defesa de maior proteção institucional às mulheres.
De forma geral, os resultados indicam que ainda que haja reconhecimento consistente dos problemas e, em muitos casos, apoio às medidas, esse apoio aparece frequentemente condicionado à credibilidade que grupos específicos atribuem a quem as propõe, à clareza e à expectativa de resultados concretos. Em suma:
1. O alinhamento ideológico dos temas está presente, particularmente nos grupos à direita;
2. Ainda assim, cada tema demonstra capacidade diferente de adesão nos diferentes públicos;
3. A desconfiança generalizada em relação às instituições parece ser uma dimensão independente do comportamento político do eleitorado, com os grupos de centro demonstrando-a em maior grau.
4. Os grupos de direita também demonstram tal desconfiança, mas geralmente a atribuem aos incumbentes (dimensão ideológica) e menos às instituições em si.
O Monitor do Debate Público é um projeto do Laboratório de Estudos da Mídia e da Esfera Pública (LEMEP), localizado no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da UERJ, baseado na metodologia do Painel de Monitoramento de Tendências (POMT), desenvolvida por nossa equipe.
O POMT é uma metodologia inovadora que nos permite monitorar de modo dinâmico a opinião pública e suas clivagens no que toca temas da agenda pública, preferências, valores, recepção de notícias etc. Ela opera por meio de grupos focais de operação contínua no WhatsApp, com participantes selecionados e um moderador profissional.
Assim como na metodologia tradicional de grupos focais, os grupos contínuos no WhatsApp do POMT permitem que o moderador estimule o aprofundamento de temas sensíveis e difíceis de serem explorados por meio de pesquisas quantitativas ou mesmo pela aplicação de questionários estruturados.
O caráter assíncrono dos grupos do POMT, possibilitado pela dinâmica da comunicação no WhatsApp, permite respostas mais refletidas por parte dos participantes, o que é adequado tanto para a pesquisa social quanto para a eleitoral, dado que o voto é também uma decisão que muitas vezes demanda reflexão.
Por sua natureza temporal contínua, os grupos focais do POMT são propícios para criar situações deliberativas, nas quais as pessoas se sentem compelidas a elaborar suas razões a partir das razões dadas por outros participantes do grupo.
O telefone celular é hoje o meio mais democrático e acessível de comunicação. Assim, a participação nos grupos do POMT não requer o uso de computador ou mesmo que os participantes interrompam suas atividades para interagirem entre si.
O MDP é um projeto que utiliza a metodologia do POMT para analisar, com periodicidade semanal, o debate público brasileiro, segmentado em cinco grupos de diferentes orientações ideológicas, que cobrem da extrema-direita à esquerda. Tal divisão se justifica por serem esses grupos os de maior relevância demográfica na atualidade.
Doutora em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Coordenou o IESP nas Eleições, plataforma multimídia de acompanhamento das eleições 2018. Foi consultora da UNESCO, coordenadora da área qualitativa em instituto de pesquisa de opinião e big data, atuando em diversas campanhas eleitorais e pesquisas de mercado. Realiza consultoria para desenho de pesquisa qualitativa, moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade. Escreve no blog Legis-Ativo do Estadão.
Mestre em Filosofia Política pela UNICAMP e mestre e doutor em Ciência Política pela City University of New York, Graduate Center. Foi professor do antigo IUPERJ de 2003 a 2010. É, desde 2010, professor de Ciência Política do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP-UERJ). Coordenador do LEMEP, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) e do Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB).
Cientista Social e doutoranda em Sociologia pelo IESP-UERJ e mestre em Sociologia pela UFPR, com experiência em relações de consumo e estratégias de comunicação. Possui formação em UX Research e cursos de gestão e monitoramento de redes sociais e estratégias eleitorais, mídias digitais e gerenciamento de redes. Possui experiência em pesquisas de mercado e campanhas políticas. Realiza moderações e análises de grupos focais e entrevistas em profundidade.
Mestre em Ciência Política pelo IESP-UERJ. Tem experiência em planejamento e desenvolvimento de sistemas computacionais de pequeno e médio porte, manutenção de servidores web e possui especialização em modelagem e implementação de bancos de dados relacionais.
Jornalista e doutoranda em Ciência Política no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). É professora da Graduação em Jornalismo da ESPM. Atuou por dez anos como repórter de economia na Editora Globo. É mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em Política & Sociedade pelo IESP-UERJ. Recebeu os prêmios ABECIP de Jornalismo e CNT.
Mestrando em Ciência Política na Universidade Federal do Paraná, pesquisador do INCT ReDem e dos Grupos de Pesquisa NUSP e Observatório das Elites, vinculados à UFPR. Tem como interesses de pesquisa representação política parlamentar e metodologia científica. Possui experiência com a utilização de Inteligência Artificial na pesquisa cientifica, bem como na estruturação e análise de bancos de dados prosopográficos.
O Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Representação e Legitimidade Democrática (INCT ReDem) é um centro de pesquisa sediado no Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), financiado pelo CNPq e pela Fundação Araucária.
Reunindo mais de 50 pesquisadoras(es) de mais de 25 universidades no Brasil e no exterior, o ReDem investiga, a partir de três eixos de pesquisa (Comportamento Político, Instituições Políticas e Elites Políticas) as causas e consequências da crise das democracias representativas, com ênfase no Brasil.
Sua atuação combina metodologias quantitativas e qualitativas, como surveys, experimentos, grupos focais, análise de perfis biográficos e modelagem estatística, produzindo indicadores e ferramentas públicas sobre representação política, qualidade da democracia e comportamento legislativo.
O objetivo central do ReDem é gerar conhecimento científico de alto impacto e produzir recursos técnicos que auxiliem cidadãos, jornalistas, formuladores de políticas e a comunidade acadêmica a compreender, monitorar e aperfeiçoar a representação política democrática no Brasil.
Percepções sobre a evolução do feminicídio; Combate à violência contra a mulher; Representação feminina
Caso Lulinha; EUA e crime organizado no Brasil; Reações à fala de Ratinho sobre Erika Hilton
Conflito Irã x EUA; Ato Acorda Brasil; Caso Banco Master
Principais Problemas do Brasil; Expectativas para o pleito; Reeleição de Lula
Avaliação pró-liderança; Avaliação adversário; Rede Globo
Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; Aprovação da Dosimetria; Cassação do mandato de Carla Zambelli
Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio
Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo
Redução Inicial de Tarifas - EUA; Remoção de Linguagem Neutra; Indicação de Jorge Messias ao STF
Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade
Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30
Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial
Reforma Casa Brasil; Município Mais Seguro; Nepotismo e STF
Adulteração das bebidas; Precarização do Trabalho; Reunião entre Chanceler Brasileiro e Secretário de Trump
Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.
Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump
Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação
Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro
Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento
Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação
Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia
Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão
Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher
Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais
Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas
Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia
Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares
Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News
Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações
Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas
Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes
Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura
Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura
#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró
#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula
Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM
Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa
Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal
Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos
#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana
Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF
#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis
Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto
#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM
Desvio de Armas, Jair Renan na Política, 2a. Condenação de Bolsonaro
Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro
GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança
Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio
Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar
Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno
Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo
Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS
O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF
Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas
Relatório #19 MED
ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS
Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula
Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an
Percepções sobre a evolução do feminicídio; Combate à violência contra a mulher; Representação feminina
Caso Lulinha; EUA e crime organizado no Brasil; Reações à fala de Ratinho sobre Erika Hilton
Conflito Irã x EUA; Ato Acorda Brasil; Caso Banco Master
Principais Problemas do Brasil; Expectativas para o pleito; Reeleição de Lula
Avaliação pró-liderança; Avaliação adversário; Rede Globo
Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; Aprovação da Dosimetria; Cassação do mandato de Carla Zambelli
Leis Ambientais; Posicionamentos de Michele Bolsonaro; Combate ao Feminicídio
Prisão de Bolsonaro; Patentes e salários de militares condenados; Avaliação do Governo
Redução Inicial de Tarifas - EUA; Remoção de Linguagem Neutra; Indicação de Jorge Messias ao STF
Papel da mulher na política; Fim do auxílio-reclusão; Licença-paternidade
Global Citizen Amazônia; Progresso x meio-ambiente; Cúpula de Chefes de Estado na COP30
Reunião Lula e Trump; Megaoperação no RJ; Criação do Escritório Emergencial
Reforma Casa Brasil; Município Mais Seguro; Nepotismo e STF
Adulteração das bebidas; Precarização do Trabalho; Reunião entre Chanceler Brasileiro e Secretário de Trump
Declarações de Flávio Bolsonaro; Reforma da estabilidade dos servidores públicos; Críticas ao governo Lula.
Manifestações anti-PEC da Blindagem; Decisões prioritárias do Congresso; Declarações de Trump
Assassinato de Charlie Kirk; Novo programa do governo: Vale-gás; Confiança nos meios de comunicação
Declarações de Tarcísio de Freitas; Reações às falas dos Ministros; Condenação de Jair Bolsonaro
Expectativas sobre Julgamento de Bolsonaro; Pauta da Anistia no Congresso; Percepções sobre o Julgamento
Fiscalização das emendas parlamentares; PEC da blindagem; Megaoperação
Prisão de Hytalo Santos; Saída do país da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto; Áudios de Silas Malafaia
Mudanças na CNH; Vídeo de Felca; Sanções dos EUA ao Mais Médicos.
Manifestações pró-Bolsonaro; Prisão de Bolsonaro; Motim de Deputados Bolsonaristas
Denúncia contra Nikolas Ferreira; Medida de ajuda a refugiados; Imposição de Lei Magnitsky
Revogação dos vistos americanos de ministros do STF; Atitudes de Eduardo Bolsonaro; Alckmin e negociações sobre taxação
Entrevista de Lula; Veto de Lula ao aumento de deputados; Medidas cautelares contra Bolsonaro
Percepção de pobres x ricos; Implanon no SUS; Taxação de Trump
Vídeo sobre Imposto; Substituto de Bolsonaro; Comunicação da Direita e Esquerda
Infraestrutura e falhas governamentais; Resgate de Juliana Marins; Anulação de Decreto (IOF)
Ataques de Israel; Atuação do governo na economia; Papel social do governo
CLT; Interrogatório de Bolsonaro; Audiências de Ministros no Congresso
Política migratória dos EUA; Câmeras corporais nas fardas; Condenação de humorista.
Imagem de Janja; Ataques a Marina Silva; Programa Mais Especialistas
Responsabilidade pela Segurança Pública; Programa SuperAção SP; Anistia a Dilma Rousseff
Número de Deputados Federais; Mídia e INSS; CPI das BETS
Fraude no INSS; Papa Francisco; Viagem de Lula à Rússia
Prisão de Collor; Terapias hormonais em adolescentes; Camisa vermelha da seleção
Bolsa Família como Inclusão Social; Minha Casa, Minha Vida para Moradores de Rua
Ampliação da Isenção para Igrejas; Código Brasileiro de Inclusão
Governadores em Ato pró-Anistia; Percepções sobre os EUA; Percepção sobre Donald Trump
Identidades políticas adversárias; Autoidentificação de grupo; Percepções sobre crimes de abuso sexual
Aumento da Faixa de Isenção do IR.; Condenação de Carla Zambelli.; Bolsonaro Réu por Ataques à Democracia.
Passeata de Bolsonaro por anistia; Licenciamento de Eduardo Bolsonaro; Avaliação do Governo Federal.
Prisão de Braga Netto;Aprovação do do pacote de cortes de gastos;Concessão de benefícios extras
Tarcísio de Freitas e o uso de câmeras;Regulamentação de IA;Declarações de Moro e a Cassação de Caiado.
Isenção do IR; PEC dos Gastos Públicos; Divergências entre Mercado e Governo.
Tentativa de Golpe: informações gerais; Indiciamento de Jair Bolsonaro; Pedido de Anistia
Especial G20: Falas de Janja; Percepeções gerais; Avaliação de pautas
Símbolos religiosos em órgãos públicos; PEC para fim da escala de trabalho 6x1; Atentado em Brasília.
Retirada de livros com conteúdo homofóbico.; Vitória de Trump.; Programa Pé de Meia.
Fragmentação da Direita; Anulação de condenações da Lava-Jato; Reunião de Lula com governadores
Participação do Brasil no BRICS; Mudanças de candidato no 2T; Caso Gustavo Gayer
Privatização de estatais; Fake News nas eleições; Eleição de policiais e militares
CPI das apostas online; Aumento da pena para crimes contra a mulher
Decisão do voto: Direita x Esquerda; Voto no PT; Campanha 2024 e expectativas; Avaliação dos Resultados
Descriminalização das Drogas; Ens. Religioso; Escola cívico-militar; Aborto; Prisão de mulheres que abortam
Violência entre Datena e Marçal; Regras do debate eleitoral; Definição do voto
Manifestação convocada por Bolsonaro; Atuação de Marina Silva; Prisão de Deolane
Suspensão do X (antigo Twitter); Queimadas florestais; Acusações sofridas por Silvio Almeida
Semana Temática: Bolsa Família; Auxílio Brasil; Privatização das Estatais
Pablo Marçal; Folha contra Moraes; Suspensão das Emendas
Temático: Casamento Homoafetivo; Adoção por casal Gay; Cotas Raciais
ESPECIAL ELEIÇÕES MUNICIPAIS: Interesse pelo Pleito; Gestor Ideal; Apoios de Lula e Bolsonaro
Temático Segurança: Porte de Armas; Pena de Morte; Redução da Maioridade Penal
Desistência de Joe Biden; Declarações de Maduro; Declarações de Tebet
Atentado contra Trump; Cotas na Política; Fala de Lula
Espectro ideológico; Avaliação do Governo Lula; Isenção de Multa para Irmãos Batista
Saúde de Pessoas Trans; Lula e o Câmbio; Indiciamento de Bolsonaro
Aumento para os Procuradores de SP; Descriminalização da Maconha no país; Golpe na Bolívia
Lula no G7; Críticas de Lula ao BC; PL dos Jogos de Azar
Eleições nos EUA; Arthur Lira e o Conselho de Ética; PL 1904
Parada LGBT+; Terceirização da Escola Pública ; Escolas Cívico-Militares
Acusações contra Zambelli; PEC das Praias; Veto à criminalização das Fake News
Benefício Emergencial no RS; Absolvição de Moro; Imposto sobre Importações
Fake news da tragédia; Fala de Eduardo Leite; Fuga de condenados bolsonaristas
SEMANA PETROBRÁS - Privatização, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Saídas Temporárias, Condenações de 8/1, Atuação de Presidentes em Calamidades Públicas
Manifestação pró-Bolsonaro em Copa, Novos programas para pequenos empresários e empreendedores; Elon Musk e Alexandre de Moraes
Caso Marielle; Comissão de mortos e desaparecidos; Percepções sobre a ditadura
Taxação dos super ricos; Fraude na carteira de vacinção; Áudios de Cid
Segurança Pública em SP; Nikolas na Comissão de Educação; 60 anos da Ditadura
#Diário Gal Heleno #Economia #Pautas para Mulheres
Manifestação pró-Bolsonaro; Isenção tributária a entidades religiosas; iii) Mudanças nos mandatos
Guerra do Iraque; Vacinação da Dengue; Vídeo de Bolsonaro
#Investigações do Golpe #Fuga dos Detentos de Mossoró
#Aproximação entre Lula e Tarcísio de Freitas #Avaliação de Bolsonaro #Avaliação de Lula
Abin e Alexandre Ramagem; Carlos Bolsonaro e espionagem; Erros no ENEM
Percepções sobre a vida atual, Eleições municipais, Programa
Janones, Declarações de Lula sobre Dino, Indulto de Natal
Falas de Michele, Auxílio a Caminhoneiros e Taxistas, Apoios de Criminosos
#Dados do desemprego no Brasil #Colapso ambiental em Maceió #Disputa entre Venezuela e Guiana
Fim das Decisões Monocráticas, Morte de Clériston Pereira, Dino no STF
#Pronunciamento de Janja #Redução dos custos das Passagens Aéreas #Redução dos custos dos Combustíveis
Militares na Política, Privatizações, Dama do Tráfico no Planalto
#Déficit Zero na Economia #Gabinete do Ódio #Redação do ENEM
Desvio de Armas, Jair Renan na Política, 2a. Condenação de Bolsonaro
Veto dos EUA, Milei, Violência no Rio de Janeiro
GUERRA: Crianças, Resgate de Brasileiros, Conselho de Segurança
Violência no RJ, Fake News da Vacina, Oriente Médio
Inclusão de Pessoas Trans, Grampos de Moro, Conselho Tutelar
Golpismo renitente, Canais de informação bolsonaristas, Gal. Heleno
Rede Globo, Jair Renan, Casamento Civil Homoafetivo
Desfile da Independência, Operação Lava Jato, Desastre no RS
O silêncio de Jair e Michele, Hábitos de Consumo de Informação, Voto Secreto no STF
Zanin, Faustão e a Taxação das Grandes Fortunas
Relatório #19 MED
ESPECIAL: O CASO DAS JOIAS
Tarcísio, Zema, Avaliação 7 meses do Governo Lula
Bolsa família, Laicidade do Estado e MST
Taxação de fundos exclusivos, Marielle e Porte de Arma
Escolas Cívico-Militares, Ataque a Moraes e Desenrola
Tarcísio vs. Bolsonaro, Lula no Mercosul e Aprovação de Lula
Condenação, Plano Safra e Inércia Bolsonarista
Julgamento, PIX e Condenação de Bolsonaro
Julgamento, Cid e políticas sociais
Valores: Marcha, Parada e Aborto
Temas: Zanin / substituto de Bolsonaro
Meio Ambiente
Monitor da Extrema Direita
Os temas da semana são: (1) Investigações sobre os depósitos an